Neste dia na NBA: Kareem chega aos 30 mil pontos

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Kareem chegou aos 30 mil pontos em 19/11/83
Kareem chegou aos 30 mil pontos em 19/11/83

Foi em 19 de novembro de 1983 que Kareem Abdul-Jabbar chegou a uma importante marca na carreira. No duelo fora de casa contra o Portland Trail Blazers, o pivô do Los Angeles Lakers chegou aos 30 mil pontos na carreira.

Kareem terminou a partida com 20 pontos e os Lakers venceram os Blazers por 117 a 110.

À época, além de Kareem Abdul-Jabbar, que tinha 36 anos, só Wilt Chamberlain havia quebrado a barreira dos 30 mil pontos em toda a história. Hoje em dia, Karl Malone, Kobe Bryant e Michael Jordan também chegaram lá.

Kareem ainda jogaria até depois dos 40 anos e acumularia 38.387 pontos, que segue sendo até hoje um recorde histórico na NBA. E uma marca difícil de ser quebrada.

Fonte: ESPN.com.br

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Esqueçam Kyrie, Kawhi ou outra estrela! Não é disso que os Lakers de LeBron e Davis precisam para serem campeões

Pedro Suaide
Pedro Suaide

Os Lakers querem ser campeões da NBA e deixaram isso muito claro ao trocar boa parte de seu futuro por um dos melhores jogadores do mundo: Anthony Davis.

LeBron James tem 34 anos e seu contrato vai até 2021-22, quando terá 37. Não importa quem ganhou ou perdeu na troca entre Lakers e Pelicans - o que importa é que o time de Los Angeles fez o que precisava para potencializar o fim do auge de LeBron e, assim, tentar ganhar um título (ou quem sabe até mais) nos próximos três anos. Depois, caso Davis ainda esteja no time, é outra história, coisa para outro dia.

Vamos lá. Os Lakers querem ser campeões, mas seu elenco atualmente tem 6 jogadores: LeBron James, Anthony Davis, Kyle Kuzma, Mo Wagner e Isaac Bonga - além disso, podem optar por manter Jemerrio Jones. Ninguém é campeão com 6 jogadores.

Resumindo, os Lakers precisam de mais jogadores. Quanto dinheiro os Lakers têm para isso? Ainda é nebuloso, mas será algo entre 23,7 e 32,5 milhões de dólares - dependendo do dia exato em que Anthony Davis se tornar oficialmente um jogador de Los Angeles e se ele vai ou não abrir mão de um bônus que ele tem direito.

Com a chegada de AD, a NBA ficou maluca com as possibilidades de um novo Big-3 na liga, com mais uma estrela chegando para se juntar a LeBron e Davis. Mas não é assim que os Lakers serão campeões.

O time de Califórnia basicamente acredita que jogadores vão aceitar ganhar menos do que o que poderiam para jogar em um time que pode ser campeão - e ok, isso faz sentido. Vamos tomar isso como uma verdade a partir de agora.

Os Lakers podem correr atrás de Agentes Livres como Kyrie Irving para reeditar a parceria com LeBron, tentar dar uma chance de título a Kemba Walker, ou até sondar Kawhi Leonard, o que parece menos provável. Outros jogadores das prateleiras mais altas também têm controle de seu futuro, e podem ir para LA se receberem uma proposta: Jimmy Butler, Khris Middleton ou Tobias Harris, por exemplo. Entretanto, qualquer um desses jogadores provavelmente ocuparia quase todo o espaço que resta no teto salarial do time, formando um grande trio.... e só. 

Não é assim que os Lakers serão campeões da NBA.

O mercado de Agentes Livres da atual intertemporada é muito profundo e possui muitas opções que, ao aceitar ganhar um pouco menos do que poderiam, conseguiriam deixar os Lakers com um elenco grande e confiável o suficiente para vencer o título.

Vamos passar por alguns nomes - em sua maioria veteranos - que topariam receber um salário justo, não tão grande quanto levariam em outros times, para montar o quebra-cabeça e chegar ao topo: 

 Patrick Beverley, Marcus Morris, Thaddeus Young, Trevor Ariza, Wesley Matthews, Danny Green, Seth Curry, Joakim Noah, Tyreke Evans, Wayne Ellington, Trey Burke, Justin Holiday, Noah Vonleh, Austin Rivers, JaMychal Green, Mike Scott...

A corrida para o título da NBA está aberta com os Warriors baleados e Kevin Durant e Klay Thompson, mesmo sendo Agentes Livres, provavelmente fora da temporada (ou, ao menos, grande parte dela). 

Os playoffs de 2019 mostraram que jogadores de rotação sólidos são a chave para a glória: Danny Green, Fred VanVleet, Norman Powell, Serge Ibaka... 

Ter mais uma estrela seria lindo, venderia camisas e colocaria mais holofotes ao redor do Staples Centre. Mas você já tem dois dos dez (talvez cinco) melhores jogadores da NBA. 

Talento já não falta - o segredo é a profundidade.

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Ninguém influenciou o basquete como Stephen Curry

ESPN League
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Ao longo do tempo, o basquete sofreu diversas alterações. Do jogo criado por Dr. James Naismith em dezembro de 1891 até o que vemos atualmente, muita coisa mudou. Do jogo dominado por pivôs até o surgimento de armadores e alas ágeis, a criação das enterradas para o jogo dominado pelos arremessos de longa distância, o basquete evoluiu.

E muitos foram os responsáveis por essa evolução. Bill Russell e Wilt Chamberlain nos anos 60 e 70, Julius Erving nos anos 80, Michael Jordan nos anos 90 e LeBron James no século 21. Entretanto, ninguém influenciou o jogo da mesma maneira que Stephen Curry faz nos dias atuais. 

Sim, as crianças de cada década queriam ser a estrela da sua década como as crianças atualmente querem ser Steph, mas a questão vai além. A influência do “Brinquedinho Assassino” naqueles que estão começando a jogar não se dá por que elas querem apenas dominar o jogo como ele faz, elas querem ter o mesmo nível de diversão. 

É mais fácil se identificar com o “Baby Faced Assassin”, o "Assassino com cara de bebê", do que, por exemplo, com LeBron, um jogador de 2,03 m que domina a parte física de uma maneira que nunca foi vista antes. É mais fácil se identificar com o "pequeno" que faz sucesso entre os gigantes simplesmente por amar o basquete, demonstrar essa paixão em quadra e arremessar de uma maneira completamente diferente do que estávamos acostumados.

Stephen Curry mudou a dinâmica do jogo
Stephen Curry mudou a dinâmica do jogo Getty Images

Apesar do principal legado do Golden State Warriors de Curry ser o jogo coletivo, a primeira coisa que vem à cabeça das pessoas quando se fala na Dinastia Warriors são as bolas de três. E ninguém arremessou com tanta qualidade quanto Steph. Em 2015, a NBA inteira arremessou cerca de 52 mil bolas de três. Nesta temporada, foram cerca de 78 mil arremessos de longa distância, ou seja, um aumento de 26 mil bolas desde que os Warriors foram campeões pela primeira vez sob a batuta de Curry.

Mas, acima de tudo, nunca se fez tanto para parar um único jogador como as defesas tentam fazer com Steph. No Jogo 2 das Finais contra o Toronto Raptors, era possível ver a equipe canadense mandando dois ou até três jogadores para pressionar Curry quando ele ainda tinha a bola na própria quadra, afinal, o camisa 30 dos Warriors é o primeiro jogador da história a ser uma ameaça de qualquer lugar da quadra. 

Não é incomum ver o principal jogador receber uma marcação dupla no início da jogada, mas é inédito ver que o adversário considere o início ainda na quadra oposta e não na sua metade de defesa. Steve Kerr, técnico de Curry e ex-companheiro de Michael Jordan nos Bulls dos anos 90, chegou a afirmar que, nem quando o Detroit Pistons criou as "Jordan's Rules", ele tinha visto defesas criarem esquemas apenas visando parar um único jogador como fazem com Steph. 

A gravidade do armador é o que mais impressiona. Mesmo em jogos que quase não toca na bola, Curry ainda é um dos quem mais tem influência no resultado final. Apenas a ameaça do camisa 30 acertar duas bolas seguidas e entrar no "Modo Supernova" faz com que defesas não tirem o olho dele por um segundo sequer, inclusive dobrando a marcação quando ele recebe a bola, fazendo com que os Warriors joguem em uma espécie de quatro contra três, abrindo espaço para todos os outros brilharem.

E aí entra outro ponto a favor de Steph. É raríssimo alguém com o talento que tem Curry, capaz de ser o único MVP unânime da história da liga, aceitar não ser o cara que faz 30 pontos por jogo para seu time  se sagrar campeão. Praticamente todos os depoimentos de companheiros dos Warriors testemunham a favor do excelente companheiro que ele é, inclusive com Iguodala falando que "fará de tudo para proteger seu legado". Curry legitimamente abre mão da glória individual, até mesmo de um MVP das Finais, que pode vir nessa temporada, pelo sucesso coletivo.
 
E se o argumento é que Stephen é uma aberração da natureza que tem um dom que não pode ser copiado, ele mesmo já deixou claro que não arremessava bem até cerca de uns 12 anos de idade e melhorou na base do treino. E a influência de Curry nos novos jogadores já começa a ser vista. Trae Young é um exemplo de atleta que tem nível de NBA e é uma ameaça de distâncias que sequer eram treinadas antes da chegada de Steph.

O próximo passo é a criação de uma linha de quatro pontos. Seria o testemunho final da influência de Stephen Curry em uma quadra de basquete.

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O problema dos Warriors contra os Raptors, e o problema dos Raptors contra os Warriors

Pedro Suaide
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Fonte: Pedro Suaide

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São Paulo recebe maior festival de basquete e cultura da América Latina

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Streetopia acontecerá em SP
Streetopia acontecerá em SP Divulgação

Entre os dias 20 e 21 de outubro, a cidade de São Paulo recebe o Streetopia, maior festival de basquete e cultura da América Latina. O evento inaugura o Rooftop do Edifício Garagem do São Paulo Expo, principal destino de eventos da capital paulista, enaltecendo a cultura do basquete e contando com apresentações musicais e desafios de dança. Esta primeira edição acontece sob organização e curadoria da Net’n’Work e da GL events, e conta com uma programação enriquecedora para todo público.

 

Na quadra principal do evento ocorre a disputa das eliminatórias do Nike Battle Force. De maneira inédita e inovadora, a proposta deste ano do lado masculino será de um duelo entre um das principais Ligas de Basquete amador de São Paulo, contra times representando os Parques da cidade. Uma equipe de cada lado será classificada para a grande Final do Battle Force, a ser disputado em dezembro, em São Paulo. Nesta edição, o formato escolhido para a competição foi de 5x5.

 

Pelo lado das mulheres, o Rachão do Basquete Feminino realiza a curadoria do evento. O coletivo foi responsável por apontar as oito principais equipes de São Paulo, representando todas as suas regiões, para disputar um dos maiores campeonatos de basquete amador da cidade. Dois finalistas também serão classificados para a disputa do título no Battle Force, em dezembro. São mas de 150 atletas envolvidos, representando o que existe de melhor no basquete amador da cidade de São Paulo.

 

A infraestrutura do evento terá quatro quadras: a principal, com os jogos oficiais do Nike Battle Force; a 3x3, com os jogos da modalidade coordenados pela equipe do Streetopia; a Competition/D14, com treinos de performance, aulas e amistosos; e a Street, que estará livre ao público. Jogos de exibição de crianças, mulheres, veteranos e paradesportivos estão programados para acontecer neste espaço. Além das quadras de basquete, haverá um espaço para competição de dança, o Battle Force Dança, que será outra área de ativação da Nike.

 

A disputa de break terá Pelezinho como embaixador, famoso B-Boy brasileiro que integra o time de melhores dançarinos do mundo, o Red Bull BC One All Stars. A trilha e animação da quadra principal ficam à cargo de Kamau, Max Benanse, DJ Erick Jay e DJ RM. O evento tem como atrações especiais DJ Hum, DJ KLJay, DJ Nuts, DJ King, DJ Cinara e DJ Tamempi, sob curadoria de Guigo Lima, nome atuante na cena há mais de 20 anos e criador do label Chocolate Music.

 

“O Streetopia surgiu da necessidade de entretenimento acessível para a família, com foco nas atividades esportivas e que, de alguma forma, dialogasse com o ambiente urbano. A escolha do basquete vai de encontro com essa aspiração, onde cultura e performance andam juntas em quase 300 milhões de praticantes pelo mundo", explica o  diretor da Net’n’Work e idealizador do evento, Hector Miranda.

 

O festival envolverá toda a comunidade, desde o jogador de basquete, o fã e até alguém que esteja em busca de diversão para o final de semana. O ambiente é composto por lojas, praças de alimentação e recreação, além de tabelas e cestas de basquete para uso público. Os ingressos, que estão sendo vendidos separadamente para cada dia de festival, custam R$ 20,00 no primeiro lote, que vai até dia 19/10, e R$ 25,00 in loco — com opção para meia-entrada. Os 300 primeiros a comprarem os convites terão direito à entrada para a festa de lançamento, que acontece no dia 19. O ingresso para o Streetopia dá livre acesso à Adventure Sports Fair (www.adventurefair.com.br), grande encontro do mercado de esportes e turismo de aventura.

Fonte: ESPN.com.br

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NBA anuncia lançamento do programa NBA Basketball School no Brasil

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NBA lançou escola em evento em São Paulo
NBA lançou escola em evento em São Paulo Divulgação

A NBA anunciou nesta terça-feira, em evento realizado em São Paulo, o lançamento do NBA Basketball School ao Brasil, programa que vai promover o desenvolvimento da modalidade entre meninos e meninas de 9 a 17 anos, com a implantação de núcleos de escolinha de basquete com capacitação e metodologia aplicadas pela liga ao redor do mundo. A iniciativa faz parte dos esforços da liga no país, assim como as plataformas jr. nba, Americas Team Camp e Basketball Without Borders (Basquete Sem Fronteiras). A Think Marketing será a agência parceira da NBA e o número de licenças para o primeiro ano do programa (2019) é limitado a 20.

"O objetivo é inspirar os jovens, incentivar essa garotada a praticar esportes com a orientação de técnicos capacitados, dentro de uma metodologia que foi desenvolvida pela NBA e é aplicada no mundo todo com sucesso. Como o nome diz, é uma escola de basquete, um projeto de referência para preparar atletas, para lapidar talentos e apresentar valores que são fundamentais para a formação como ser humano", afirmou Rodrigo Vicentini, Head da NBA no Brasil.

O NBA Basketball School é um programa direcionado a clubes, academias, escolas e/ou entidades que já possuam equipes ou tenham o interesse em promover o basquete, com capacitação de atletas e técnicos a partir de treinamentos ministrados por instrutores da NBA. Em abril deste ano, a NBA lançou o NBA Basketball School em quatro cidades da Índia (Mumbai, Punjab, Nova Délhi e Pune) e, em 2017, já haviam sido inaugurados núcleos na Grécia e na Turquia. Mais informações sobre a NBA Basketball School no Brasil pelo site brazil.nbabasketballschool.com.

Fonte: ESPN.com.br

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Espaço ‘NBA Finals 2018’ recebeu mais de 10 mil visitantes em São Paulo

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Casa NBA na Avenida Paulista
Casa NBA na Avenida Paulista Wander Roberto / Inovafoto

Mais de 10 mil pessoas visitaram o espaço 'NBA Finals 2018', a 'casa' da NBA que abriu suas portas durante o período das finais da temporada 2017-2018 no ' coração' da Avenida Paulista. Fãs de todas as idades, influenciadores, atletas e personalidades da música e da TV mergulharam no mundo da bola laranja na última semana em um espaço recheado por ações de parceiros, brincadeiras, muita música e interação, onde assistiram a jogos da série decisiva entre Cleveland Cavaliers e Golden State Warriors que deu à franquia da Califórnia seu sexto título (2018-2017-2015-1975-1956-1947) e esbarraram até com um sósia de LeBron James. Uma experiência inesquecível.

"Mais do que promover as finais da liga, nosso principal objetivo era oferecer entretenimento e surpreender com uma experiência inesquecível a todos aqueles que visitassem a casa. Tínhamos o desafio de superar uma expectativa muito alta depois do sucesso de 2017 e conseguimos. Foi gratificante ver o engajamento dos fãs, o sorriso das pessoas, das famílias e das crianças que se divertiram no espaço. Isso nos dá a certeza de que eles foram recebidos com carinho pela NBA. Agora temos desafios ainda maiores para os próximos anos", afirmou Rodrigo Vicentini, Head da NBA no Brasil.

Estiveram visitando a 'NBA Finals 2018' um time de peso do basquete como Hortência, Oscar Schmidt, Guilherme Giovanonni, Marquinhos Abdalla, Georginho de Paula, Rafael Luz, Deryk Ramos, Marquinhos, Cadum e Yago, além de esportistas de diversas modalidades, como as campeãs olímpicas de vôlei Natália Zilio, Mari e Fernanda Garay, os bicampeões olímpicos de vôlei Serginho e Maurício, Gabigol (Santos-SP), Hudson e Nenê (São Paulo-SP), os humoristas Alexandre Porpetone e Carioca, o ator Bruno Gissoni, entre outros.

Na 'NBA Finals 2018', uma exposição de camisas históricas de 'Lendas' como Michael Jordan, Magic Johnson, Larry Bird e Kobe Bryant, além da camiseta da homenagem do Brooklyn Nets a Oscar Schmidt, uma réplica de vestiários das equipes finalistas de conferências da temporada (Boston Celtics e Cleveland Cavaliers, pelo Leste, Houston Rockets e Golden State Warriors, pelo Oeste), o 'First Row', espaço de realidade virtual, e o cobiçado Troféu Larry O’Brien, taça entregue aos campeões da temporada.

Além disso, totens em tamanho natural dos astros da NBA, estações de medidas onde o público comparou tamanhos de mãos e calçados com os dos grandes nomes da liga, participou dos desafios de Nescau, e conheceu lançamentos de Rider,o espaço Spalding, que trouxe bolas autografadas por 'Lendas' do All-Star Game, além de bares Budweiser, customização de produtos da New Era (bonés, camisetas, bolas...), 'Arcade Zone' (espaço games), Champions Lounge Dotz (área VIP), NBA Store (loja oficial) - que vendeu mais de 1,5 mil itens -, food trucks, desafios na meia quadra Gatorade e um telão de 32m² que teve transmissões ao vivo dos jogos 3 e 4 da série decisiva.

A casa recebeu ainda Fernandinho Beatbox, os DJs Diana Bouth e Rapha Lima, apresentadores do ‘NBA Freestyle’ (programa semanal da liga exibido todas as quintas-feiras, do vivo, no Twitter), 'Chuck, The Condor', mascote do Los Angeles Clippers, e Rip City Slammers, equipe de enterradas do Portland Trail Blazers, que se exibiram dentro da casa. O espaço 'NBA Finals 2018' foi uma ação promovida pela NBA e teve como parceiros Budweiser, Nescau, Dotz, Gatorade, Grendene, New Era e ESPN. A Octagon foi a agência responsável pela produção do evento e das ativações no espaço.

Abaixo alguns números interessantes sobre a 'NBA Finals 2018'.

10 mil - mais de 10 mil pessoas visitaram o espaço 'NBA Finals 2018' nos cinco dias de funcionamento do espaço (festa de inauguração, duas noites de jogos e duas datas de fim de semana)

1,7 mil - foram mais de 1.700 sanduíches e pizzas vendidos pelos food trucks Buzina, The Jam e Pizza Artesanal na casa da Avenida Paulista

3,3 milhões - cerca de 3,3 milhões de pessoas foram impactadas pelas hashtag #NBAFinalsSP no Twitter e no Instagram

1,7 mil - mais de 1.700 copos comemorativos da 'NBA Finals 2018' foram vendidos nos bares do evento

10,5 milhões - Foram mais de 10,5 milhões de impressões e um alcance de 3,3 milhões de pessoas nas postagens utilizando a hashtag #NBAFINALSSP (usada em 584 posts por 408 usuários)

1,5 mil - foram mais de 1.500 itens vendidos na NBA Store da ‘NBA Finals 2018’, entre camisetas de times da NBA (destaque para camisas de LeBron James, Stephen Curry, Kevin Durant e o lançamento Michael Jordan), a coleção ‘The Finals’ e bonés do campeão Golden State Warriors

4,7 milhões - os posts nas redes oficiais da NBA Brasil sobre 'NBA Finals 2018' obtiveram 4,7 milhões de alcance, 91 mil interações, 512 mil visualizações de vídeos e 1,8 milhão de visualizações de Instagram Stories

60 milhões - baseada em digital, social e OOH, a campanha de Marketing teve uma estimativa de 60 milhões de impactos no período entre 25 de maio e 10 de junho

9 mil - ao todo foram quase 9 mil cervejas vendidas na NBA Finals (total 8.719)

21 - veículos de comunicação se credenciaram para cobertura da NBA Finals

20 milhões - Mais de influenciadores e canais de basquete, games e esportes em geral visitaram e produziram conteúdo exclusivo no espaço, com destaque para ‘Desimpedidos’ (13 milhões), os cantores teen Paulo Castagnoli (2,6 milhões) e Caique Gama (1,6 milhões) da Band Fly, e a gamer/apresentadora Nyvi Estephan (1,6 milhões)

5,6 mi - os posts dos influenciadores em suas redes sociais somaram para 5,6 milhões de alcance, 3,4 milhões de visualizações de Instagram Stories, 228 mil interações e 73 mil visualizações no YouTube

Fonte: ESPN.com.br

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Espaço ‘NBA Finals 2018’ recebeu mais de 10 mil visitantes em São Paulo

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De modinha a revolucionário - obrigado, Curry

NBA na ESPN
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Muitos são bons no que fazem. Alguns são espetaculares, outros ainda vão além. Entretanto, ser revolucionário é mais raro. Revolucionários são gênios - mais do que apenas bons, espetaculares e além. Quando você acostuma a fazer o absurdo, ainda conseguir surpreender se torna mais uma missão. E ele consegue.

Qualquer mudança brusca que desvie o modo de apreciar o que já estamos acostumados chama atenção e gera, inevitavelmente, críticas. Quando Curry começou a fazer o que faz, dizíamos que era displicente e que essa mentalidade peladeira não se converteria em títulos. Quando começou a dar resultados, parte da cegueira caiu. Curry é um gênio. 

Eu já joguei basquete. Invariavelmente, meus treinadores falavam que, para poder infiltrar, eu tinha que saber arremessar de fora. E para poder arremessar de fora, eu tinha que saber infiltrar. O ciclo é óbvio. Se você acerta dois arremessos de 3 seguidos, seu marcador vai começar a pressionar mais, colar em você. Aí você consegue dribla-lo e infiltrar. Se você dribla-lo duas vezes seguidas, ele vai dar um passo para trás na próxima. Aí você arremessa de novo. Como vocês já sabem, eu não virei um Stephen Curry. Mas ele entendeu bem isso; e fez seu técnico criar um jogo para isso, muito além do basquete. 

A movimentação ofensiva dos Warriors, quase como o Carrossel Holandês daquele revolucionário camisa 14, é algo nunca antes visto. Como a linha de 3 pontos não é parâmetro para Curry, os marcadores precisam marcar ele perto do meio da quadra. Isso gera espaço e, com a inteligência que Steph (e a mentalidade que o time) tem, gera cesta atrás de cesta atrás de cesta. 

[]

Curry já é um dos grandes de todos os tempos. Daqueles que, quando tudo estiver dito e feito, estará na galeria dos imortais. Muito por inventar um novo esporte. Mais ainda por ser um exemplo. 

O "obrigado" no título é pelo seguinte: Curry é o exemplo da história que todos sonhamos. Um metro e noventa. Porte físico nada invejável. Naturalmente, Curry não teria motivo para ser jogador de basquete. Treino, dedicação, inteligência. Assim, ele foi até a exaustão para se tornar o melhor da história no que ele podia ser. E já é. Com o maior respeito do mundo, é "fácil" fazer o que Wilt Chamberlain fazia. Curry não teve atalhos para pegar. E isso é digno de reconhecimento e agradecimento. 

Curry e os Warriors mudaram a história do jogo, coisa que poucos fizeram. E isso vai além de títulos, prêmios e marcas. Mas bem, os títulos, prêmios e marcas não param de vir. Mérito dele. Que siga rindo, debochando e dançando.

Fonte: Pedro Suaide, para o ESPN.com.br

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Muito mais do que um troféu: Warriors e LeBron disputam a história

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LeBron James e Stephen Curry voltam a ficar frente a frente em uma final de NBA
LeBron James e Stephen Curry voltam a ficar frente a frente em uma final de NBA Getty

É muito difícil defender nossos contemporâneos. A distante memória e nostalgia de outros tempos traz a certeza de que o melhor já passou. Nos conformamos em apreciar os melhores em vídeos do YouTube e histórias de pescadores. Entretanto, não deveria ser assim. E a final que começa agora tenta nos provar.

Golden State vislumbra a possibilidade de se estabelecer como uma dinastia, sem mais nem menos. Fazer a melhor campanha em uma temporada regular na história não foi suficiente? Ter um armador que revolucionou o jogo, um ala que pontua com a mesma facilidade que um chef frita um ovo, um dono do garrafão que é um maestro e um gladiador ao mesmo tempo, e ainda um arremessador que beira à perfeição não é suficiente? Então, o time de Oakland quer empilhar troféus. Já são dois, e aparenta ser apenas o começo. 

LeBron James, aos 33 anos, está em seu auge. 15 temporadas, 9 finais, sendo 8 seguidas. Mas isso não é suficiente. Ser o único jogador com mais de 30 mil pontos, 8 mil rebotes e 8 mil assistências na história não é suficiente. 14 All-Stars, 4 MVPs, 3 títulos, 3 MVP das Finais não são suficientes. Ser o maior pontuador da história dos playoffs, o jogador com mais arremessos convertidos na história dos playoffs, que mais minutos jogou na história dos playoffs, que mais roubou bolas na história dos playoffs, que mais tem triplos duplos na história das finais não é suficiente. Nada que eu disser é suficiente. Ele quer ser o maior de todos os tempos. A discussão está aberta - e só se encerrará de modo positivo para LeBron, se for unânime. Para isso, vencer esse título, após todos os trancos e barrancos, terá um peso muito maior do que "mais um" troféu. 

O troféu não vale apenas o que parece. É um simbolismo muito maior. De dominância, de imposição. E não um ante o outro. Se LeBron eventualmente for lembrado como o maior de todos os tempos, ele deverá isso aos Warriors. E vice-versa. Messi e Cristiano são o que são um pelo outro. Federer e Nadal idem. LeBron e Warriors atingiram tão alto nível de performance e influência fora das quadras que, juntos, estão escrevendo a história. Apreciem a história sendo escrita na frente de seus olhos. 

Se ainda não acreditam, se deixem ver os Warriors como o maior time de todos os tempos - como ele pode ser. Se deixem ver LeBron James como o maior jogador da história da NBA - como ele pode ser. Se permitam ver a genialidade sem que seja por um vídeo frio. Ou se arrependam daqui algumas décadas.  

Torcendo para quem for, que venham 7 jogos.

Fonte: Pedro Suaide

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Por que o MVP da NBA neste ano não será aquele que deveria ser

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O verdadeiro MVP
O verdadeiro MVP Getty Images

Antes de mais nada, precisamos dizer que o prêmio de MVP da NBA é um dos mais estranhos de todos os esportes. Nunca sabemos quem vai ganhar simplesmente porque não há critério. No máximo, temos um palpite. Mas, certeza, nunca. Por exemplo, ano passado, todos diziam que Westbrook deveria vencer por conta do triplo-duplo de média. Mesmo não sendo o melhor jogador da liga e nem sendo o mais valioso para o seu time, ele venceu.

Repito, precisamos definir o que é o prêmio de MVP. Ele será dado ao melhor jogador do ano? Ao jogador mais valioso? Ou àquele que estará fora da curva estatisticamente? Pois bem. Neste ano, as três perguntas têm apenas uma resposta. E, no fundo, vocês sabem qual ela é.

Vamos jogar um jogo. Ele se chama “resumo cego”. É muito eficaz quando queremos escolher entre duas coisas sem deixar a parcialidade nos afetar. Porque todo mundo gosta mais de um jogador do que de outro. E isso é normal. Nós, que escrevemos, também temos. Jornalista também torce. Mas é aí que entra o resumo cego. E se você chegou até aqui sem fechar a página, fique conosco até o fim. Valerá a pena.

Quem realmente deveria ser o MVP?
Quem realmente deveria ser o MVP? []

Não precisa ser nenhum gênio para perceber que, nesse resumo cego, o Jogador A teve uma temporada, pelo menos estatisticamente, melhor que a do Jogador B.

 “Mas Ricardo, Pedro, não dá pra levar apenas números em consideração!! Tem que ver tudo que o cara passou na temporada, quem são os companheiros, o técnico, tudo isso!!” 

Nós concordamos plenamente com essa ponderação, fã de esportes. E, acredite, é aí que as coisas começam a ficar mais interessantes.

O Jogador A perdeu, no começo da temporada, o seu Robin. Seu fiel escudeiro de batalha que, por mais talentoso que fosse, nunca conseguiria tomar controle do time. Esse Robin se cansou de ser a segunda opção e quis deixar o Jogador A. Nessa altura do campeonato, vocês sabem que o nosso Robin é Kyrie Irving. Ou seja, nosso  Jogador A é LeBron James.

Sabendo que uma resposta teria de ser dada após a saída de Kyrie, LeBron James teve, nada mais, nada menos, que sua melhor temporada da carreira. No décimo-quinto ano de NBA, ele teve o melhor ano da carreira.

Mas, calma. Se você acha que foi apenas a saída de Kyrie que “atrapalhou” LBJ nesta temporada, você está enganado. Até porque se Kyrie saiu, alguém deve ter vindo em troca. Foi Isaiah Thomas, o segundo maior pontuador da última temporada da NBA. Mas não deu certo. Isaiah reclamou publicamente de estar tendo menos toques na bola, brigou com Kevin Love e foi trocado para os Lakers.

Ah, é. Tem o Kevin Love. Esse aí se machucou e jogou menos de 60 jogos nesta temporada. Ou seja, na maior parte do tempo, LeBron James esteve com jogadores nota C. Jordan Clarkson, Larry Nance, JR Smith... todos okay, mas nada de especial. E mesmo assim o cara teve o melhor ano da carreira.

Fazendo uma analogia, LeBron James é um piloto de corrida. Os Cavaliers são seu carro. A temporada da NBA é uma prova. Durante os 82 jogos dessa temporada, LeBron pilotou o carro - ao mesmo tempo em que as peças dele eram trocadas. Em muitos momentos teve que, na marra, compensar falhas que o carro apresentava. Segurando os problemas mecânicos, e muitas vezes sem ninguém se comunicando com ele no rádio, ele carregou o carro e nunca deixou as chances de vencer a prova morrerem. 

Você já deve ter percebido, também, pela discussão, que o jogador B é James Harden, o grande favorito a vencer o prêmio de MVP.

Aquele Harden, que tem a grande mente ofensiva da liga chamando as jogadas (enquanto LeBron, nem técnico tem direito, rs), um pivô absurdamente útil, um dos melhores armadores da história da NBA e vários ótimos chutadores, todos à disposição.

Imaginem se o Harden perdesse o Chris Paul, e o Capela se machucasse no meio da temporada. Ah, e os Eric Gordons e Ryan Andersons da vida fossem trocados. O resultado seria o mesmo? Não, não seria.

Não nos leve a mal, James Harden teve um ano absurdo. Ele é o cabeça do time de melhor campanha da NBA. Isso deveria bastar para o prêmio de MVP, como já bastou em diversas ocasiões. Só que esse ano é diferente, assim como o ano passado foi. Diferente porque temos um monstro em Ohio fazendo o que ninguém jamais havia visto: ter seu melhor ano quinze anos depois de entrar na liga. E estamos falando de um cara que já teve anos de 30/7/7, 27/6/6, etc.

Fã do esporte, o exercício aqui é simples. Todo ano a NBA arruma um motivo diferente para dar o prêmio de MVP a alguém. Neste ano, os três que nós citamos no começo do texto são o mesmo cara!

LeBron James, o rei da NBA
LeBron James, o rei da NBA Getty Images

Ou alguém aí acha que Kevin Durant ultrapassou LeBron James como melhor da liga? É, esse Kevin Durant que mal consegue ganhar metade dos seus jogos se não tiver Steph Curry do lado.

Alguém acha, porventura, que LeBron James não é o jogador mais valioso para o seu time, entre todos os times da liga? Esse time dos Cavs não ganharia nem 30 jogos se não tivesse o LeBron.

E o último argumento: vocês não diziam que o tal do triplo-duplo era importante ano passado? LeBron tem 18, Harden tem 4. Aliás, vocês perceberam que o Westbrook conseguiu os trocentos rebotes que precisava para terminar a temporada com média de triplo-duplo de novo? É... mas ninguém quer dar o MVP pra ele, eu espero. Mas isso é assunto para outro post. LeBron James deveria ser o MVP desta temporada, como em todas as outras. Ele só não é o melhor e mais importante jogador na quadra quando está de terno, nas cadeiras. E nem isso, neste ano, ele fez. Jogou todos. Sem descanso. LeBron não ser MVP é uma injustiça absurda. E, infelizmente, vai acontecer. 

Fonte: Pedro Suaide e Ricardo Pincigher

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Por que o MVP da NBA neste ano não será aquele que deveria ser

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Depois de sofrimento e decepções, Villanova é a maior equipe do basquete universitário dos EUA

NBA na ESPN
NBA na ESPN
Villanova campeã da NCAA
Villanova campeã da NCAA Getty

O sucesso. Quase sempre difícil de ser alcançado. Um retrospecto favorável contínuo ainda mais complicado. O time de basquete de Villanova Wildcats parece ter adquirido, nos últimos anos, todo o DNA de sucesso. Nas últimas três temporadas, dois títulos. Nas últimas quatro temporadas, o maior número de vitórias de uma equipe universitária masculina na história. Jay Wright é nome recorrente na lista dos melhores técnicos do basquete universitário. Qual foi a receita para Villanova mudar o rótulo de universidade inofensiva para a equipe mais organizada e temida do país?

Final da temporada 2011-12. Wright, sentado à beira da quadra do ginásio The Pavillion, pensava. Por que Villanova, mesmo tendo recrutado diversos jogadores cinco estrelas e tendo chegado ao Final Four em 2009, não deslanchava. A temporada havia sido um desastre. 13 vitórias em 32 jogos, primeira vez desde 2004 que os Wildcats não iam ao March Madness. Mudanças na comissão técnica eram prováveis.

“Preciso de um jogador, de um perfil certo para alavancar este programa”. Jay Wright sabia o que queria, nas palavras de Billy Lange, associate head coach, que havia deixado a equipe após a temporada de 2004 e retornaria para a temporada 2012-13.

Seis meses depois, dois jogadores recrutados. Ryan Arcidiacono e Daniel Ochefu. Oito meses depois, Josh Hart e Kris Jenkins. O tempo, posteriormente, mostraria que esse quarteto seria essencial para a mudança de paradigma na história de Villanova. Os nomes deles seriam eternizados na universidade.

Arcidiacono nasceu na Philadelphia. Seus pais acompanhavam os jogos do time e levavam o menino desde os quatro anos ao ginásio. O sangue wildcat parecia fadado a trazer glórias para Villanova. Numa decisão surpreendente, Jay Wright anunciou o armador Arcidiacono, calouro, como capitão. Espanto dos mais experientes.

Meses depois, Villanova enfrentou Purdue no Madison Square Garden. O templo do basquete reservava um jogo feio e truncado. O pivô de Purdue era quase imarcável no garrafão. Arremesso de três pontos. Bola no aro. Arcidiacono toma a frente do pivô, faz o boxout e espera o empurrão. O árbitro marca falta de ataque. A vibração do armador dos Wildcats contagia o time, o banco e a torcida. Villanova venceu o jogo e o espírito de um capitão que queria mudar a história da universidade parece ter energizado para sempre aquele time.

No fim da temporada, saldo positivo. Eliminação na primeira rodada do March Madness para North Carolina, mas a certeza que o percurso seria positivo a partir dali. Nos dois anos seguintes, ótimas campanhas durante as temporadas regulares, terminando como escolha número 1 e 2 nos Torneios da NCAA de 2014 e 2015. Derrotas inesperadas para Connecticut e North Carolina State marcaram Villanova como a equipe que não tinha poder em março.

Os melhores jogadores da equipe, JayVaughn Pinkston e Darrun Hilliard, eram seniors e se despediram depois da temporada de 2015. Novamente a desconfiança tomaria conta de Villanova. Como iriam reverter o processo, sendo que as principais referências estariam longe?

Tradicional em todos os verões, Villanova organiza o Summer Jam em que jogadores atuais do time enfrentam ex-jogadores. Todos os relatos revelam que isso cria um fortalecimento da história, da força da universidade. Imagens de Nova Nation e Family nas paredes dos vestiários e dos prédios da equipe salientam ainda mais a união.

Wright, geralmente, não usa todas as suas bolsas de estudo que têm à disposição. Com isso, deixa jogadores como redshirt (sem jogar), principalmente no primeiro ano. Assim, eles aprendem a cultura, as táticas e o que é ser um wildcat. Isso aconteceu com o atual herói do título de Villanova nesta temporada, Donte DiVincenzo. Com Mikal Bridges, provável escolha do Draft da NBA em 2018, também. Omari Spellman, principal referência do garrafão de Nova, seguiu o mesmo caminho. O roteiro parece ter sido acertado e os frutos colhidos.

A mudança começou, literalmente, a 4s7 do fim. Dia 4 de abril de 2016. O NRG Stadium, em Houston, completamente lotado. Marcus Paige havia acertado uma bola de três pontos, em dois tempos, de maneira magnífica. North Carolina empatou o jogo. A torcida de Villanova não acreditava. Será que o destino de ser uma equipe que, em março, não mostrava poder, seguiria causando pesadelos?

Saída de bola. Kris Jenkins faz o passe para ele, Arcidiacono, o menino que tinha o sangue azul e branco, o DNA daquele que sofria por Villanova. O armador passa para a quadra de ataque. Para. Passa. Jenkins recebe. Josh Hart e Daniel Ochefu olhavam. Os quatro que, três temporadas antes, estavam sendo recrutados e no caminho de mudar a história de Villanova. O ginásio se cala. Aflição. Tensão. Jenkins pula. Arremessa. Vai para a história de Villanova. O sofrimento e a luta acabam. Os Wildcats são campeões nacionais.

De Hofstra a Villanova, de irrelevante a campeão nacional, Wright colocava seu nome entre os maiores, entre aqueles que venceram um título nacional. A safra de Arcidiacono, Ochefu, Jenkins e Hart se consolidava. Jalen Brunson, menino ainda, calouro, desfrutava no primeiro ano daquilo que todos sonharam. Mal sabia Brunson que o destino seria tão bom quanto para ele.

Na temporada seguinte, Arcidiacono e Ochefu deixaram a equipe e seguiram carreira profissional. Hart e Jenkins continuaram. Villanova dominou a conferência Big East. Chegou ao March Madness como favorita. O garrafão era mais fraco, sem a presença no nigeriano Ochefu. Derrota sofrida para Wisconsin. Eliminação. Fim da Era de Ouro de Hart e Jenkins também. Brunson seria o remanescente. Bridges e Booth também.

A temporada 2017-18 chegara. Wright, decidido a vencer mais um título, deu carta branca aos jogadores para arremessar de longa distância. O modelo consolidado na NBA, principalmente com Golden State Warriors e Houston Rockets, também chegaria ao college. Brunson na armação, Booth ao lado dele, Bridges na ala, Eric Paschall, jogador que se transferiu de Fordham, fraca equipe da conferência Atlantic 10, e Omari Spellman, pivô cinco estrelas vindo do High School, que havia sido redshirt na temporada anterior. Quinteto forte, mas faltava algo a mais. Algo que pudesse credenciar Villanova ao título. Donte DiVincenzo. O jovem de Delaware, de origem italiana, comparado a Michael Jordan no High School, muito por conta do domínio dele em quadra e pela falta de qualidade no Estado, que não é conhecido por revelar tantos jogadores de basquete. A equipe estava completa. Wright com sede de fazer história. De novo.

O caminho foi tranquilo. Somente quatro derrotas na temporada regular. Título do Torneio da Big East e a escolha número 1 no March Madness. Radford, Alabama, West Virginia e Texas Tech, destruídas por uma Villanova implacável. Todos os jogos com, no mínimo, dez pontos de diferença. O destino era San Antonio, Alamo Dome. 68 mil pessoas. Kansas do outro lado. O último título dos Jayhawks, em 2008, havia sido ali naquele estádio, com Mario Chalmers ofuscando Derrick Rose. Doutrinação. Villanova venceu sem dificuldades, batendo o recorde de bolas de 3 pontos em uma temporada universitária (464 – o recorde anterior era de Virginia Military com 442 em 2006-07). Na final, Michigan era o adversário. Os Wolverines eliminaram a Cinderella Loyola-Chicago na fase anterior.

Parecia que o destino seria diferente. Michigan começara bem. A bola de 3 de Villanova não caía como no jogo anterior. Até que um homem se levantou. Ouviu instruções de Wright. Sentou à frente dos marcadores de tempo e cronômetro. Esperou. O momento seria seu. DiVincenzo em quadra. Tudo parecia fluir para ele. 18 pontos na primeira etapa. Maior pontuação de um jogador em um intervalo de final desde Tyus Jones, em 2015, com 19. O desempenho empolgou a equipe. O líder Brunson e o espírito na camisa arraigado pelo sangue de Arcidiacono. Mikal Bridges, a força e técnica como Hart. Eric Paschall, a saída de escape, assim como Jenkins foi. Omari Spellman, a raça e a luta no garrafão, como Ochefu sempre teve.

Mais um título, mais uma vibração. Nomes diferentes, jogadores diferentes. O mesmo espírito.

Wright, nos próximos dias, deve sentar à beira da quadra do The Pavillion. Observar as cadeiras vazias. Rir para si mesmo.

Depois de tanto sofrimento e decepções, Villanova é a maior equipe do basquete universitário dos EUA.

Fonte: Leonardo Sasso, do ESPN.com.br

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NBA terá primeira loja física na cidade de São Paulo

NBA na ESPN
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Loja da NBA virá para São Paulo
Loja da NBA virá para São Paulo Divulgação

Conforme noticiado em primeira mão pelo jornal "Estado de S.Paulo", a NBA irá abrir sua primeira loja física na capital paulista.

Com previsão de abertura para o começo de abril, a primeira NBA Store em São Paulo ficará na Galeria do Rock, espaço tradicional na capital paulista, e terá 100m².

A NBA já havia aberto lojas no estado, em Mogi das Cruzes e Campinas, além da primeira de todas, no Rio de Janeiro.

"São Paulo, além de ser um lugar estratégico para a nossa expansão, é onde temos uma concentração bastante significativa de fãs. Acho que vamos ter um impacto muito positivo nessa proximidade da marca com o público, e é isso que estamos buscando, estar mais perto dos fãs. A Galeria do Rock tem uma característica muito forte, é um espaço cercado de tendências e estilos. É um ponto diferenciado. É onde se dita a moda, onde surgem os conceitos, e a NBA tem uma conexão urbana muito forte, uma ligação com a música, com a autenticidade, elementos que trazem energia para a marca. Tudo isso nos deu a certeza de que uma loja na Galeria do Rock vai muito além da simples escolha de um local", disse Sérgio Perrella, vice-presidente de licenciamentos e varejo da NBA na América Latina.

"Vamos ter interatividade, com videogame, telas, também teremos as tabelas, para que o fã possa brincar, jogar basquete dentro da loja, uma loja totalmente customizada, para oferecer uma experiência NBA. E vamos estar muito bem localizados, em um ponto premium. Vai ser uma loja bem semelhante às de Rio de Janeiro, Mogi e Campinas, mas com um pouco da individualidade do espaço, da cultura da Galeria do Rock. Teremos produtos diferenciados, que só serão encontrados nessa loja, apostando ainda mais na conexão da loja com o espaço", completou.


Fonte: ESPN.com.br

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NBA terá primeira loja física na cidade de São Paulo

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'Complete o Processo': empresa paga propaganda pedindo LeBron nos 76ers

NBA na ESPN
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Primeiro anúncio pede para que o 'Processo' seja completado
Primeiro anúncio pede para que o 'Processo' seja completado Reprodução Twitter/@darrenrovell

Uma empresa da Filadélfia quer que o “Processo” dos 76ers seja completado já na próxima temporada.

A Power Home Remodeling pagou por três outdoors na beira de uma estrada para tentar convencer LeBron James a ser jogador do Philadelphia 76ers caso ele resolva testar o mercado no final desta temporada.

A tendência é que James rejeite a opção de US$ 35,6 milhões para voltar a jogar pelos Cavs no próximo ano, e se torne agente livre, aquecendo o mercado de pretendentes.

No primeiro outdoor foi introduzida a hashtag #PhillyWantsLeBron (Filadélfia quer LeBron). No segundo a mensagem era “Complete the Process” (Complete o Processo), enquanto a terceira mostrava uma “escalação” da equipe com o número 23 incluído, junto com uma coroa.

O segundo já lança a hastag
O segundo já lança a hastag Reprodução Twitter/@darrenrovell

E essa formação?
E essa formação? Reprodução Twitter/@darrenrovell

Fonte: ESPN.com.br

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NBA terá mais uma tarde de troca de figurinhas neste sábado

NBA na ESPN
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Tarde das figurinhas da NBA
Tarde das figurinhas da NBA Divulgação

Após o sucesso da primeira edição, a "Tarde das Figurinhas" irá acontecer novamente neste sábado, dia 24, das 15h30 às 19h. O evento serve para promover o encontro dos fãs que possuem o álbum de figurinhas da Panini da NBA e querem completar o livro ilustrado.

Assim como na primeira edição, a "Tarde das Figurinhas" acontece nas lojas da NBA no Rio de Janeiro, Mogi das Cruzes e Campinas.

Fonte: ESPN.com.br

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Como troca com os Cavs deixa Lakers mais próximos de terem LeBron e Paul George

NBA na ESPN
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LeBron James tem opção de testar o mercado ao fim da temporada
LeBron James tem opção de testar o mercado ao fim da temporada Getty

A troca que iniciou o fechamento da janela na NBA é uma que certamente foi boa para os dois lados, algo raro na liga. Mas há de se entender que, mais do que os Cavs, o grande vencedor do negócio foi os Lakers.

Isaiah Thomas, Channing Frye e uma escolha de primeira rodada dos Cavaliers foram trocados por Jordan Clarkson e Larry Nance Jr.

Basicamente, os Cavaliers deram uma oportunidade dos Lakers irem com tudo para cima de LeBron James, Paul George e outros grandes free agents das classes de 2018 e 2019, que incluem não só os dois como DeMarcus Cousins, quem sabe Kevin Durant e Klay Thompson, Kawhi Leonard e Jimmy Butler daqui um ano e meio.

Atualmente, os Lakers têm oito jogadores garantidos no seu elenco da próxima temporada e menos de US$ 40 milhões em salários. Prevendo o teto na casa dos US$ 101 milhões em 2018-19, o time de Los Angeles tem espaço suficiente para contratar duas superestrelas pelo contrato máximo.

LeBron James, por exemplo, é projetado para ter um salário máximo de US$ 35 milhões se abrir mão de sua opção de renovação ao fim dessa temporada com os Cavs e testar o mercado. O mesmo pode acontecer com Paul George, projetado para ter um salário de US$ 30 milhões.

Se os Lakers ainda rescindirem com Luol Deng via “stretch provision” – dividindo os US$ 36 milhões que ainda devem ao ala pelo teto salarial dos próximos cinco anos – e não renovarem com Julius Randle, o time ainda teria US$ 70 milhões no teto salarial, suficiente para trazer George e LeBron.

Ou seja, a troca com os Cavs deu aos Lakers espaço e poder de barganha para trazer ambos. Se isso realmente vai acontecer, já é outra história.

Já os Cavs, com essa verdadeira revolução feita no trade deadline, ficou claro que o time não confia tanto na permanência de LeBron James, cujo relacionamento com a diretoria parece piorar cada vez mais.

Ao adquirir jogadores jovens como Clarkson, Larry Nance Jr., Rodney Hood e se livrar de Dwyane Wade, Isaiah Thomas e não abrir mão da escolha de Draft dos Nets a qual tem direito em 2018 e provavelmente será Top 10, Cleveland prepara o terreno para uma possível transição sem James não ocorrer de forma tão drástica caso venha a acontecer.

Fonte: Gustavo Faldon, do ESPN.com.br

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NBA lança série comemorativa de copos colecionáveis para os fãs brasileiros

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Copo comemorativo da NBA
Copo comemorativo da NBA Divulgação

Novidade para os fãs brasileiros. A NBA lança neste fim de semana uma coleção inédita de copos colecionáveis, série limitada que estará à venda com exclusividade nas três unidades da NBA Store do país (Barra Shopping/Rio de Janeiro-RJ, Shopping Dom Pedro/Campinas-SP e Mogi Shopping/Mogi das Cruzes-SP). Os copos poderão ser adquiridos de duas maneiras: como brinde nas compras acima de R$ 250,00 ou na compra direta pelo valor de R$ 19,90 (até durarem os estoques). Ao todo, serão oito copos temáticos e o primeiro é comemorativo do NBA Sll-Star Game Los Angeles 2018 (que acontece no dia 18 de fevereiro, no Staples Center / LA-Califórnia), chegando às lojas neste sábado, dia 10 de fevereiro. A cada mês, um novo copo exclusivo será lançado, e março será o mês do Cleveland Cavaliers.

Além de All-Star Game LA 2018 e Cavs, serão lançados copos do Golden State Warriors, Chicago Bulls, Boston Celtics, San Antonio Spurs, dos Playoffs e das Finais.

Esta não é a primeira vez que a NBA lança copos colecionáveis no país. Em junho 2017, em iniciativa inédita, foram vendidos mais de 5,6 mil copos exclusivos durante a ‘The Finals’, ação que promoveu a série de finais da temporada em um casarão temático na Avenida Paulista (São Paulo). Em dez dias de evento, o público viu de perto uma exposição de camisas e itens autografados, réplicas dos vestiários, totens em tamanho real dos astros da liga, participou de brincadeiras na meia quadra, ações de parceiros, encontrou com atletas de várias modalidades e da NBA, como Marcelinho Huertas, Leandrinho Barbosa e Raulzinho Neto, e ainda assistiu aos jogos entre Cleveland Cavaliers e Golden State Warriors em um enorme telão.

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Mesmo odiado, Lonzo Ball vai, aos poucos, mostrando que é (muito?) bom

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Lonzo Ball em partida contra o New York Knicks
Lonzo Ball em partida contra o New York Knicks Getty Images

22 de junho de 2017, Nova York. Com a segunda escolha no draft da NBA, o Los Angeles Lakers seleciona Lonzo Ball, de UCLA. A escolha, entretanto, já havia sido feita há tempos, mas no caminho oposto: a família Ball já tinha escolhido o roxo e dourado da Califórnia.

Essa confiança - ou prepotência, chame como quiser - da família já não foi muito bem vista. Isso somadoà personalidade única de seu pai, LaVar, fez Lonzo entrar na NBA com milhões de olhos julgando cruelmente cada passo ou história do Instagram do garoto de 20 anos.

Toda essa pressão ajudou o garoto a começar sua carreira com um dos piores aproveitamentos de quadra na história da NBA de um estreante (em seus primeiros 12 jogos, 29,2%, apenas melhor que Wayne Hightower, com 26,8%, considerando os primeiros 12 jogos de sua carreira). Nas primeiras partidas, os Lakers claramente melhoravam quando Lonzo estava no banco, então as críticas vieram - e potencializadas.

Entretanto, o tempo passou, segue passando, e, pasmem: Lonzo Ball é bom jogador! Mas, acima de tudo e mais importante: ele tem MUITO potencial. E isso já é bom demais, pois você não pode esperar que um calouro seja excepcional; é injusto.


Um moleque de 20 anos apresentar muito potencial numa liga dominada por homens mais atléticos, experientes e preparados, que têm entre 25 e 35 anos, é mais do que suficiente. Se, aliado ao potencial, ele apresentar números bons, melhor ainda, uma vez que números são os únicos pontos sólidos que podem ser analisados friamente em um jogador - e eles raramente mentem.

Portanto, vamos a alguns números:

Com Lonzo, os Lakers venceram 15 partidas e perderam 21 (42% de aproveitamento). Sem o camisa 2, venceram 2 e perderam 8 (20% de aproveitamento). Com o armador titular, os Lakers sofrem, em média, 107.8 pontos por jogo. Quando ele senta, o time da Califórnia permite que os adversários marquem, em média, 124 pontos. Além disso, os Lakers, em média, perdem por 15 pontos a mais quando Ball não joga (-1.4 pontos de diferença com ele jogando e -16 pontos de diferença com ele fora).

Sem entrar nos méritos subjetivos, de como a postura do time é outra, ou de como jogadores como Kyle Kuzma também caem de produção sem o armador, os Lakers, como um todo, são piores sem Lonzo Ball.

Agora, comparando o calouro com outros armadores, que se tornaram estrelas na liga, em seus respectivos anos de novato, os números de Lonzo são animadores. Os outros armadores da comparação foram Chris Paul, Damian Lillard, Kyle Lowry, Mike Conley, Stephen Curry, Kyrie Irving, Russell Westbrook e John Wall.

Dentre todas essas estrelas, comparando suas primeiras temporadas na NBA, o Laker tem - por muito - a melhor média por jogo em rebotes (7.1 por jogo, contra 4.9 do segundo) e em tocos (0.9 contra 0.5 do segundo). Em assistências por jogo, Lonzo só não dá mais que Chris Paul e John Wall deram (7.1, 7.8 é 8.3 respectivamente). Entre os 9, ele ainda é o 4º que mais rouba bolas (1.5) e o 4º com menos turnovers (2.7).

Agora, comparando Lonzo Ball hoje com todos os armadores da liga hoje, o jogador dos Lakers mostra que, para um garoto de 20 anos, seu presente já é digno de reconhecimento; que ele, além de um ponto futuro, é uma realidade. O número 2 dos Lakers está entre os 10 melhores armadores da liga em assistências por jogo (5º), rebotes por jogo (3º), roubos de bola por jogo (7º) e tocos por jogo (3º). Isso tudo numa NBA que vive na ‘era dos armadores’.

Podemos ainda dizer que, comparado com os últimos 5 armadores a serem premiados calouro do ano (Derrick Rose, 2008/09; Damian Lillard, 2012/13; Kyrie Irving, 2011/12; Michael Carter-Williams, 2013/14 e Malcom Brogdon, 2016/17), Lonzo dá mais assistências, pega mais rebotes e dá mais tocos do que todos; e só não rouba mais bolas do que MCW roubou.

Ainda dá para deixar anotado que, com sua média de assistências como novato, Lonzo seria o 4º na lista de assistências por jogo na história dos Lakers, além infinitos outros números e por aí vai. Mas vocês já entenderam o ponto.

Pela beleza do jogo, recomendo que assistam seus jogos para entender além dos números. Vejam sua visão de jogo, seus ótimos passes e até seus erros de calouro. E com isso, tirem suas próprias conclusões. A minha é de que hoje, Lonzo Ball é subestimado na liga.

Por mais que odiemos concordar com seu pai, Lonzo Ball é bom, pode ser incrível, e tem tudo para ser o futuro dos Lakers.

Fonte: Pedro Suaide, do ESPN.com.br

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Mesmo odiado, Lonzo Ball vai, aos poucos, mostrando que é (muito?) bom

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NBA promove ‘Tarde das Figurinhas’ nas três unidades da NBA Store no país

NBA na ESPN
NBA na ESPN

A NBA promove neste sábado, dia 20, a ‘Tarde das Figurinhas’ nas três unidades da NBA Store no país (BarraShopping/Rio de Janeiro, Campinas/ Shopping Dom Pedro e Mogi das Cruzes/Mogi Shopping). A ação, inédita no país, será realizada em parceria com a Panini e vai reunir fãs de todas as idades, colecionadores do Álbum Oficial da Temporada 2017-2018 da NBA, e acontece simultaneamente das 15h30min às 19h. Será um dia especial, onde os fãs poderão trocar suas figurinhas repetidas, participar de ações e desafios para concorrer a brindes oficiais exclusivos, e viver experiências diferentes nos ambientes temáticos da liga. Além disso, apenas neste dia, os colecionadores vão encontrar totens de foto instantânea e levar para casa uma imagem com a possibilidade de escolher como moldura a capa do álbum ou a imagem de qualquer uma das 30 franquias da NBA.

Inauguradas em outubro de 2017, as lojas de Campinas e Mogi, ao lado da NBA Store do Rio de Janeiro, são as três unidades físicas da liga na América Latina. Os espaços são customizados para oferecer uma experiência única aos fãs do basquete, cercados por alta tecnologia, e com áreas de entretenimento e interação, como telas, videogame e até uma tabela oficial. Ao todo, são mais de 700 produtos licenciados oficiais, além da coleção da Nike, que passou a ser a parceira de material esportivo da liga nesta temporada. A NBA oferece seus produtos também por meio da LojaNBA.com (e-commerce em parceria com a Netshoes).

TARDE DAS FIGURINHAS 

Data: sábado / dia 20 de janeiro 
Horário: Das 15h30min às 19h
Locais NBA Store Rio (BarraShopping) Avenida das Américas, 466 / Piso Lagoa – Barra da Tijuca
NBA Store Campinas (Shopping Dom Pedro) Av. Guilherme Campos, 500 / Piso Térreo – Jardim Santa Genebra
NBA Store Mogi (Mogi Shopping) Av. Vereador Narciso Yague Guimarães, 1.001 / Piso Térreo – Centro Cívico

Fonte: ESPN.com.br

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Saudosismos x Imediatismo em discussões de NBA LeBron ou Jordan? Marcação forte ou Run and Gun?

NBA na ESPN
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LeBron desabafa contra a arbitragem da NBA: 'Eu sei como apitam as minhas jogadas'

Tenho 30 e poucos anos, não me considero velho de espírito (costumam dizer bem o contrário inclusive), e convivo muito bem com gente mais nova. Entretanto, essa semana fui chamado de saudosista quando se fala em NBA e achei que isso merecia uma reflexão.

Steve Kerr deu uma declaração ironizando críticos dos Warriors, dizendo que “é engraçado como a evolução humana nos esportes é reversa” e que “os caras dos anos 50 destruiriam todo mundo. É óbvio que a evolução dos jogadores, estratégias e técnicas de treino nos aperfeiçoa a cada geração. Mas Magic Johnson, Oscar Robertson, Rasheed Wallace, Dr. J e Phil Jackson foram só alguns dos que discordaram, alegando que seus times bateriam os Warriors.

Se eu acho que o Showtime Lakers ou os Bulls de Jordan bateriam os Warriors de hoje? Talvez sim, talvez não. Isso pouco importa. Não se trata de invalidar evolução ou história. Trata-se do fato de que a evolução se dá em ciclos, com fatores que permanecem e alguns descartáveis ao longo do tempo. Nem tudo, simplesmente evolui e melhora.

O escanteio curto no futebol é um sinal de evolução? Tenho minhas dúvidas.

Ficaria o dia todo citando uma série de fatores contemporâneos e passados que fazem ou fizeram parte de um determinado ciclo, mas que não significam evolução em relação ao período anterior. Enfim, Fui chamado de saudosista por achar ridículo Demarcus Cousins flopar. Um pivô, de 2,11m e 122kg, dos caras mais brutos da NBA, cavando falta em um corta-luz banal. Ora, acharia ridículo isso em qualquer era, mas com certeza, tendo visto caras como Shaq, David Robinson e Olajwon fica mais difícil de tolerar.

E estou errado? É saudosismo isso?

LeBron James em ação pelo Cleveland Cavaliers, na NBA
LeBron James em ação pelo Cleveland Cavaliers, na NBA Photo by Bilgin S. Sasmaz/Anadolu Agency

Que fã de NBA quer ver alguém arremessar 15 lances livres em uma noite? Cavando faltas ridículas, esticando a perna para obter contato... Uma enquete rápida, com certeza daria margem de 90% para um jogo mais ágil, sem tantas pausas bestas. E isso é só um aspecto negativo do jogo atual.  O que dizer sobre as defesas?

Com exceção de algumas honrosas defesas, como a do Celtics, o rating defensivo está bem alto: média de 108.1. Boston tem 99.7.  Esse papo de números é bem nerd, mas serve só para mostrar que mesmo desafiantes ao título como os Cavs, defendem muito mal – penúltimo em rating defensivo – número 29 de 30 times da liga. Defender envolve não só dar tocos ou roubar bolas, quer dizer colocar seu oponente em más situações, prejudicando sua pontuação. Por isso, calma nos chase-down blocks, defender é mais que isso.

Torceram o nariz quando eu disse que os Cavs deviam incorporar os Pistons de 2004 – que bateram os Lakers em 5 jogos - contra os Warriors nas últimas finais. Para quem não lembra, os titulares de Detroit incluíam Billups, Rip Hamilton, Rasheed Wallace, Tayshaun Prince e Ben Wallace – um quinteto bem modesto. Do outro lado? Shaq, Kobe, Karl Malone, Gary Payton... só pra citar os membros do Hall da fama. Para termos uma ideia, o jogo 3 acabou 88-68.

A minha teoria era de que, uma vez consciente de sua inferioridade técnica, defender com ferocidade seria a única oportunidade de bater Golden State. Cleveland optou por aceitar o pace insano ditado pelos guerreiros dourados e bem, já sabemos o resultado. A real é que eu só estava citando um exemplo, os Pacers de 2013-14 e os Bulls de 2010-11 fizeram trabalhos defensivos excelentes durante a temporada regular também. Muito old school pra você?

Saudosismo, segundo o dicionário é a admiração excessiva por aspectos do passado, desde comportamentos, hábitos, princípios e outros ideais obsoletos e ultrapassados. Obsoletos e Ultrapassados.

Preto e branco: veja o tênis especial de LeBron James pela igualdade racial

Seria defesa um conceito defasado ou ultrapassado? Tenho minhas dúvidas.

Já disse isso em outro texto para esse blog: Não há novidade nenhuma na luta entre gerações. Seja de jogadores, seja de torcedores. A novidade é outra, como bem definiu meu amigo @daniel_sanchez: "A nova geração quer seu espaço e me refiro a jogadores e fãs. A diferença que vejo entre as gerações anteriores é que a atual, quer na marra. Isso nos mais diversos assuntos. Há o imediatismo, não há distanciamento histórico pra se avaliar melhor. O jogador da NBA, do futebol , rapper etc tem que ser o melhor de todos os tempos pra ontem, com os caras em atividade ainda. Aí fica difícil."

Enfim, adaptando Charles Darwin à NBA, diria que as espécies/jogadores estão ligados por laços evolutivos. A seleção natural modifica características individuais, gerando novas espécies, novos estilos de jogadores. O mais forte às vezes estabelece seu domínio por um tempo, mas a inteligência para se adaptar garante a sobrevivência. Em sua primeira temporada, LeBron acertava só 29% de seus arremessos de 3 pontos(2.7 tentativas por jogo), enquanto nessa temporada houve momentos de 40% de aproveitamento (com quase 5 tentativas por jogo).

Mas nem todo mundo é LeBron, KD ou Curry, eles realmente são fora da curva e – até porque ainda estão na ativa – não temos noção exata de quão especiais eles sejam. Eles ditam tendências, reinam do Olimpo da NBA. Mas e os outros meros mortais? Pois é... ver o Brooklyn Nets tentar 34.1 arremessos de 3 pontos por jogo (2° em tentativas) e acertar somente 34% (3° pior aproveitamento da liga) é mais que um sofrimento para que assiste. É o exemplo perfeito de que os conceitos estratégicos e evolutivos não são fechados, caixas em que todo mundo cabe...

Há tempo e espaço para muitos conceitos, principalmente em uma quadra de basquete - inclusive todos ao mesmo tempo: Em um mesmo jogo, em uma mesma jogada. Então eu sugiro às novas gerações – famosa molecada que tá começando agora – estudem, investiguem, leiam e assistam. Não se apropriem indevidamente de coisas que estão por aí muito antes de vocês descobrirem o esporte, não menosprezem os fundamentos do esporte. É possível pirar com Lauri Markannen chegando a 100 bolas de 3 convertidas em apenas 41 jogos e ainda assim reconhecer que um dos trunfos dos Warriors está na defesa consistente... ou que os Nets deveriam amassar menos o aro chutando de 3. 

Live and let play.

Fonte: Marcus Martins, blogueiro do ESPN.com.br

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Saudosismos x Imediatismo em discussões de NBA LeBron ou Jordan? Marcação forte ou Run and Gun?

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NBA lança álbum de figurinhas no Brasil

NBA na ESPN
NBA na ESPN
Álbum de figurinhas da NBA
Álbum de figurinhas da NBA Divulgação

A NBA e a PANINI, líder mundial em colecionáveis, lançam
nesta sexta-feira o Livro Ilustrado Oficial NBA 2017-2018, álbum que
vai trazer uma coleção exclusiva de figurinhas das 30 franquias e dos
principais astros da liga - cada equipe estará representada em páginas duplas
com imagens dos atletas, logos e uniformes oficiais, além de estatísticas da
última temporada (2016-2017). No livro, espaço também para o Draft, destaques
individuais do ano, como o ‘MVP’ (Jogador Mais Valioso) da última temporada,
memória da rodada especial de Natal, o All-Star Game realizado em New Orleans,
e os momentos mais decisivos da temporada, como Playoffs e Finais.

Ao todo, são 435 cromos adesivos, sendo 99 deles especiais e, além das figurinhas, os fãs vão encontrar curiosidades, estatísticas, relembrar os grandes momentos da temporada passada, ter informações sobre os ídolos e muito mais. O produto terá distribuição nacional, disponível nas principais bancas do país, nas três unidades da NBA Store (BarraShopping- /RJ, Shopping Dom Pedro-Campinas/SP e Mogi Shopping-Mogi das Cruzes/SP) e no site da Panini (loja.panini.com.br) com preço sugerido de R$ 7,90 (livro ilustrado) - o envelope com cinco cromos sai a R$ 1,50. Uma novidade é a versão em capa dura. Outra boa notícia é que as lojas NBA Store vão vender kits exclusivos.

"Ficamos muito felizes com o retorno que tivemos dos fãs na temporada passada. O álbum é mais uma maneira da liga se comunicar com o seu público, tem um lado de entretenimento, diversão, de unir as pessoas, e é um passatempo que, há muito, não é apenas da garotada. Colecionadores de todas as idades, crianças, adultos, pessoas da melhor idade trazendo os netos, todos participaram de ações que promovemos ao longo do ano com o álbum, e vamos estar sempre alimentando essa paixão por figurinhas e pelo basquete", disse Sérgio Perrella, Diretor de Licenciamento e Varejo da NBA no Brasil.

A capa do álbum desta temporada tem Giannis Antetokounmpo (Milwaukee Bucks), Kawhi Leonard (San Antonio Spurs), John Wall (Washington Wizards), James Harden (Houston Rockets), Stephen Curry (Golden State Warriors) e Russell Westbrook (Oklahoma City Thunder). Na quarta capa, estão os escudos das 30 franquias, divididos nas conferências Leste e Oeste. Cinco brasileiros estão confirmados na temporada 2017-2018: Nenê Hilário (Houston Rockets), Bruno Caboclo e Lucas ‘Bebê’ Nogueira (Toronto Raptors), Cristiano Felício (Chicago Bulls) e Raulzinho Neto (Utah Jazz).

Figurinha de Cristiano Felício
Figurinha de Cristiano Felício Divulgação

Junto ao lançamento, NBA e Panini prepararam uma surpresa para os colecionadores, que terão também a opção de adquirir kits de figurinhas com cards oficiais da coleção americana especialmente selecionados para o público brasileiro, cards* estes que serão distribuídos aleatoriamente como brindes nos kits especiais.

KITS

Kit GEEK POINT E FÃ SHOP 20 envelopes + álbum + 3 cards Grátis Preço: R$ 37,90

Kit LIVRARIAS / BANCAS 10 envelopes + álbum Capa Dura Preço: R$ 49,90

Kit REVISTARIA 11 envelopes + 20 figurinhas avulsas Preço: R$ 15,90

Kit EXCLUSIVO NBA Store 30 envelopes + 3 cards Grátis Preço: R$ 45,00 50 envelopes + álbum Capa Dura + 3 cards Grátis Preço: R$ 99,90 (a partir de 19/11/2017)

Kit LOJA VIRTUAL PANINI Disponível loja online PANINI (loja.panini.com.br) 50 envelopes + álbum Capa Dura + 3 Cards Grátis Preço: R$ 39,90 20 envelopes + álbum + 3 Cards Grátis Preço: R$ 37,90 30 envelopes + 3 Cards Grátis Preço: R$ 45,00

* Os cards NBA 2017-2018 encontrados nos kits promocionais são caracterizados como brindes, distribuídos aleatoriamente e não fazem parte da coleção oficial de figurinhas NBA lançada pela Panini Brasil. Não será possível solicitar cards faltantes pelo serviço de atendimento ao colecionador Panini, apenas figurinhas do álbum.

FICHA TÉCNICA Lançamento: 17 de novembro de 2017 Formato: 232 x 287 mm Estrutura: Capa + 72 páginas Distribuição: Nacional Preço do livro ilustrado capa brochura: R$ 7,90 Envelope com 5 cromos: R$ 1,50 Lançamento Nacional

Fonte: ESPN.com.br

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Reinando a distância, LeBron trona em Nova York

NBA na ESPN
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Relembre as históricas atuações de LeBron James no Madison Square Garden, a 'Meca' do basquete

Sabe aquela pessoa que você odeia? Te irrita, deita e rola em você, te cutuca; você não deixa barato e olha feio, empurra, fala pra não chegar perto; mas no fim de tudo, vocês namoram pelo olhar. E já é assim há 15 anos, e vocês gostam. Sempre tem aquele sonho distante da união, mas vocês tem outros amores e esse é tesão - e assim está ótimo; amor e ódio. LeBron James e os Knicks. 

LeBron James se auto-intitulou ‘rei de Nova York’. E tudo indica que realmente seja. Tão rei que é, LeBron - sem ninguém perguntar - opinou sobre o futuro que o antigo presidente (Phil Jackson) proporcionou aos Knicks. Disse que Dennis Smith Jr., calouro, deveria ser um Knick. No draft desse ano a equipe escolheu Frank Ntlikina, aposta vinda do distante reino da França, ao invés do ‘apadrinhado’ de LeBron, que foi para Dallas e está chamando atenção. Tão rei da cidade que é, LeBron não agrada a todos. Enes Kanter não gostou da declaração e defendeu seu companheiro francês. Tão rei que é, LeBron foi à batalha e mostrou sua dominância. Confrontou, venceu e reafirmou seu status de rei. O turco, entretanto, disse que o rei da cidade é um letão de 2,21m: Kristaps Porzingis.

Kanter toma as dores de Ntilikina e tem discussão forte com LeBron durante Knicks x Cavs

Rei, como é, LeBron é homenageado na cidade. Propagandas dele tomam, muitas vezes, mais espaços públicos do que o time em si. Célebres cidadãos, como o rapper Jay-Z, já o homenagearam em letras populares (no caso, cita o camisa 23 no mesmo verso de seu fiel escudeiro Dwyane Wade, basicamente pedindo para que Jesus banque a mudança do craque para o Brooklyn, na música Empire State of Mind). E ele, bom rei que é, não se esquece de homenagear a cidade também. Assim sendo, afirmou que o Madison Square Garden é seu playground favorito!

Mas, a questão maior é que LeBron reina de longe. Aparece em seu castelo, o Garden, a ‘Meca’, normalmente de uma a duas vezes por ano. Quando os Knicks estão merecendo, ele retorna nos playoffs. O grande ponto é que ele é memorável. Ele é um rei como qualquer outro; alguns amam, outros odeiam, certas pessoas admiram e existem as que sintam nojo. Seu diferencial é que todos desejam suas visitas - e ninguém esquece dele nem delas. Rei como é, deixa uma marca - de amor ou de crueldade, escolha você como quer ver - cada vez que passa pelo castelo.

E jogando no Garden, ginásio que, como disse Jordan ‘é o lugar para mostrar todo seu talento’, LeBron mostra há tempos. Em 2008, ainda um rei sem título, teve uma histórica performance de 50 pontos, 8 assistências e 10 rebotes. No ano seguinte, 2009, assustou mais ainda os locais, com 52-9-11. Mudou-se de Ohio para a Flórida e logo retornou ao seu castelo em 2010 - e seguiu mostrando que, bem, essa é sua casa: 32-11-10. Ainda afirmou: ‘Não há um holofote que não aguente’.

Em meados de 2015, a cidade apontou um novo rei, que na época mais parecia príncipe: Porzingis - ele veio do leste europeu com toda a desconfiança que um garoto recebe ao ter uma coroa lhe oferecida. Aos poucos aceitou o cargo, e hoje é rei, como disse o turco recentemente. Porém, LeBron, mesmo nunca morando em seu castelo, nunca abandonou o trono - e com o letão ganhando poder, em 2016, refrescou a memória da cidade: outro triplo-duplo (27-11-10).

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Hoje, Porzingis está mais preparado para merecer sua coroa, mas o rei não parece querer largar o trono. Segunda-feira (14), LeBron viu todos tentarem fazê-lo de fraco. Ouviu as manifestações, foi vaiado e notou que estava perdendo. Até que se provou rei. 23 pontos, 12 rebotes e 9 assistências. Porém, maior que os números foi a atuação. Os Cavs chegaram a estar perdendo por 23 pontos. Os Knicks embalavam sequências longas de pontos e grandes atuações defensivas. Por alguns minutos, se mostraram prontos para sair do governo longínquo de LeBron. Mas, rei que é, comandou. E distribuiu o jogo para Korver dar tiros mortais no time de Nova York. E, como em um embate épico, no fim do duelo se viu cara a cara com o garoto letão que tenta dominar sua coroa. Faltava um minuto, placar empatado. Rei que é, foi impiedoso; como tem que ser.

3 pontos na conta dele. Anos de reinado ainda por vir. Uma lição para quem tenta desafiar o rei em seu castelo. Os movimentos separatistas seguem a todo vapor. O namoro por olhares, da mesma maneira, não para - e quem sabe algum dia não se torne amor. Hoje, entretanto, é apenas tesão. E até a próxima visita.

Fonte: Pedro Suaide, especial para o ESPN.com.br

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