Flamengo já procurou CSKA para ter Vitinho

Mauro Cezar Pereira
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O Flamengo já fez movimentos iniciais na tentativa de repatriar Vitinho. O jogador vendido pelo Botafogo ao CSKA Moscou em 2013 esteve emprestado ao Internacional entre 2015 e 2016, e os rubro-negros tentaram contar com ele antes de seu retorno à Rússia, que aconteceu no começo do ano passado. Mas a pedida inviabilizou as negociações, com os russos exigindo o que pagaram pelo atacante, € 10 milhões — clique aqui e leia post da época. Agora o clube carioca retoma contato para finalmente tê-lo em seu elenco.

Vitinho com Thiago, goleiro reserva do Flamengo. Atacante esteve no Maracanã
Vitinho com Thiago, goleiro reserva do Flamengo. Atacante esteve no Maracanã Reprodução

Os rubro-negros sabem que contratar o ex-botafoguense para cobrir a saída de Vinícius Júnior para o Real Madrid não será nada simples. O CSKA já deixou claro que endurece negociações, ainda mais quando se trata de um atleta como Vitinho, que vem atuado com frequência. Desde sua volta após empréstimo ao Inter, ele fez 43 jogos pelo Campeonato Russo, dez partidas de Champions League e seis da Liga Europa. Ao todo assinalou 18 gols no período.

Vitinho, 24 anos, esteve no Maracanã acompanhando os últimos jogos do Flamengo, que já procurou o clube da Rússia e espera levar adiante uma negociação. A janela de contratações oriundas do exterior para o futebol brasileiro abrirá em 16 de julho, um dia após a final da Copa do Mundo, com fechamento em 15 de agosto. Há tempo para fechar a contratação, que não será a única tentativa rubro-negra para a segunda metade da temporada.

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Fonte: Mauro Cezar Pereira, jornalista da ESPN

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Os riscos que o Atlético-MG correrá no Uruguai

Mauro Cezar Pereira
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Fonte: Mauro Cezar Pereira

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O choque de realidade do Manchester United na derrota para o PSG

Mauro Cezar Pereira
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Fonte: ESPN.com.br

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Tragédia no Ninho do Urubu: Área de incêndio seria usada como estacionamento apenas no futuro e os meninos seriam tirados de lá em 72 horas

Mauro Cezar Pereira
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Mauro Cezar Pereira participou do Futebol na veia nesta sexta-feira e comentou sobre a tragédia no CT do Flamengo, que deixou 10 mortos após um incêndio

Fonte: Mauro Cezar Pereira

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Premier League vira 'grande caldeirão' na reta final; veja a análise das opções de City e Liverpool

Mauro Cezar Pereira
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Fonte: ESPN.com.br

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Jogador faz duas funções no mesmo jogo da Premier League; Mauro explica e questiona: ‘Por que não acontece no Brasil?’

Mauro Cezar Pereira
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Fonte: ESPN.com.br

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Poucos acreditam em Ganso no Fluminense, mas pode dar certo

Mauro Cezar Pereira
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Fonte: ESPN.com.br

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Mudança no blog

Mauro Cezar Pereira
Mauro Cezar Pereira

Caros, desde julho de 2008 escrevo meu blog no ESPN.com.br. A partir de fevereiro ele vai mudar, você não lerá mais meus textos por aqui, mas teremos novidades, o futebol continuará em pauta exatamente nesse espaço.

Feliz 2019 a todos.

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Fonte: Mauro Cezar Pereira, jornalista da ESPN

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Candidato que ganhou, mas não levou, ainda crê em nova eleição no Vasco

Mauro Cezar Pereira
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Escolhido pelos associados, Júlio Brant tinha tudo para se tornar presidente do Vasco da Gama. Mas no segundo turno da eleição, quando apenas os conselheiros puderam votar, Alexandre Campello foi o escolhido em meio a uma manobra política que envolveu o ex-presidente Eurico Miranda e aliados. A justiça já determinou a realização de novo pleito, mas uma liminar barrou a ida às urnas. O blog entrou em contato com Brant, que diz acreditar, ainda, em nova votação no começo de 2019.

Ouvi queixas de opositores a quem está no poder de que você raramente aparece em São Januário, que na recente votação do orçamento para 2019 estava na Europa e nem votou. O que diria a respeito?

Julio Brant: A minha ida a São Januário requer uma logística muito grande e alguns cuidados de segurança: hostilidade por parte de alguns pequenos grupos e grande apoio da maioria dos torcedores. Fui aos jogos importantes da Libertadores e do Campeonato Brasileiro e tive o apoio manifestado pela torcida ao gritar em peso meu nome, num claro sinal de que não quer a manutenção do que está hoje no clube. Sobre estar na Europa, minha vida profissional exige e isso acontece desde 2014, quando entrei pela primeira vez no Conselho do clube. Os acordos profissionais para reduzir carga de trabalho ficam para quando assumir o Vasco. 

Júlio Brant: 'Ida a São Januário requer logística muito grande e alguns cuidados de segurança'
Júlio Brant: 'Ida a São Januário requer logística muito grande e alguns cuidados de segurança' Reprodução

Como anda sua relação com a complexa política do clube?

A nossa base de conselheiros está indo a todas as reuniões e se mantém firme no propósito de mudar o Vasco. Esses que falam isso tentam desconstruir a imagem que representamos: a ameaça de mudar o status quo, as mesmas práticas de sempre, que levaram o clube a situação de hoje. 

Sobre a eleição, continuamos otimistas, respeitando a Justiça, sempre. Ela possui o seu ritmo. Nosso trabalho técnico e nas conversas tem sido incansável e sólido. O TJRJ tem dado sinais claros de entendimento e da necessidade de mudanças de algumas práticas na sociedade.

Ainda crê na realização da eleição em 2019?

Sim, estamos confiantes. A decisão deve sair em breve.

Quando acredita?

Em janeiro.  Se decidir favoravelmente teria que ser logo no início do ano.

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Fonte: Mauro Cezar Pereira, jornalista da ESPN

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Defesa coloca Liverpool na liderança e empurra Manchester City para o 3º lugar na Premier League

Mauro Cezar Pereira
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A classificação do Campeonato Inglês de 2018/2019 após o primeiro turno, encerrado nesta quinta-feira
A classificação do Campeonato Inglês de 2018/2019 após o primeiro turno, encerrado nesta quinta-feira Reprodução

Nas últimas 11 rodadas da Premier League, de 33 pontos, o Liverpool acumulou 31. Nesse período, o Manchester City fez 24, sete a menos. Os times que na oitava rodada, quando houve empate no duelo entre os dois, estavam lado a lado, agora têm sete a separá-los. É o tamanho da vantagem dos Reds, reflexo das três derrotas sofridas pelos atuais campeões nas suas quatro últimas aparições.

Auba, Salah, Kane... A IN-SA-NA briga pela artilharia da Premier League. E aí, quem vai levar a melhor? Vote!

Como o Tottenham fez 27 em 33 disputados, saltou para o segundo lugar, empurrando os Citizens para o terceiro posto. A diferença entre as equipes está no desempenho das retaguardas. Se o City duelava com o Liverpool pelo melhor desempenho defensivo, hoje o cenário já é bem outro.


O líder tem incríveis sete gols em suas redes após um turno inteiro, 19 pelejas, enquanto os campeões de 2017/2018 somam 15. Na atual série de oito vitórias consecutivas, o time de vermelho levou apenas dois tentos! E é aí que mora a diferença na tabela de classificação.

Foram 156 finalizações contra a meta do Liverpool no 1º turno, 52 certas e apenas sete gols em 19 partidas: defesa
Foram 156 finalizações contra a meta do Liverpool no 1º turno, 52 certas e apenas sete gols em 19 partidas: defesa TruMedia/ESPN

Nesse trecho do campeonato inglês que marca a arrancada para a liderança, o Liverpool teve 31 finalizações contra sua meta e o Manchester City 32. Mas se o time de Pep Guardiola levou uma dúzia de gols, o de Jürgen Klopp foi buscar a pelota nas redes apenas quatro vezes nesses 11 cotejos.

Ou seja, os dois seguem como os que menos permitem arremates adversários contra eles, mas o Liverpool os detém quase todas as vezes, o City não mais. Já o ataque dos Citizens segue firme, é o melhor do certame — 51 gols contra 43 do Liverpool. Ambos têm 36 de saldo.

É lá atrás que o campeonato está sendo decidido. 

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Fonte: Mauro Cezar Pereira, jornalista da ESPN

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Flamengo diz não a oferta por colombiano e deve seguir cauteloso nas tentativas de contratação

Mauro Cezar Pereira
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Cardona comemora gol do Boca com Carlitos Tévez: os dois terminaram a Libertadores fora do time titular
Cardona comemora gol do Boca com Carlitos Tévez: os dois terminaram a Libertadores fora do time titular Reprodução TV

O meia Edwin Cardona, camisa 10 do Boca Juniors, foi oferecido ao Flamengo. O Monterrey, que detém os direitos sobre o colombiano, estipulou, em documento oficial, o valor de US$ 5,5 milhões (cerca de R$ 22,3 milhões) . Documento dos mexicanos datado de 17 de dezembro estipula, por um prazo de cinco dias, tal valor pelo atleta emprestado ao campeão argentino.

Ele esteve em 20 dos 27 jogos (titular em 19) que o time disputou no campeonato argentino encerrado no primeiro semestre, quando se tornou campeão. Na atual Superliga, participou de 11 jogos dos 13 que a equipe fez até aqui. Fez oito aparições na campanha que levou o Boca à decisão da Libertadores, mas perdeu espaço entre os titulares na reta final.

Área do campo por onde mais transitou e deu passes Edwin Cardona nas duas últimas temporadas, pelo Boca
Área do campo por onde mais transitou e deu passes Edwin Cardona nas duas últimas temporadas, pelo Boca TruMedia/ESPN


"Perdeu espaço porque o antigo treinador, Guillermo Barros Schelotto, utilizou um esquema ao qual não se adaptou, o 4-3-3. Cardona é um armador. Alguns também dizem que falta bom comportamento fora dos campos. Outro problema foi o seu físico, o ritmo da equipe de Schelotto obrigou-o a usar jogadores rápidos e Cardona não é assim. É um grande jogador, mas trabalha melhor na posição '10' clássico. A má notícia para ele é que o futebol de hoje exige pressionar constantemente o adversário e correr o jogo todo", analisa o repórter argentino Cristian Del Carril. "O treinador queria que ele trabalhasse como ponta, pelo lado do campo. Mas Cardona não estava ali para isso", acrescenta o jornalista Pablo Lejder.

Descartado o colombiano, o Flamengo procura jogadores que possam chegar ao elenco para ocupar suas posições, caso da lateral-direita. A ideia é contratar quem chegue para ser titular. Em meio à transição de Eduardo Bandeira de Mello para Rodolfo Landim na presidência, alguns negócios são levados adiante ou ficam pelo caminho. Bruno Spindel, que herdou de Fred Luz o cargo de CEO é personagem dessa transição. Ele deve seguir no clube, mas em nova função.

Nesse contexto, o atacante Bruno Henrique foi tentado, ainda na administração que está no fim, mas o último movimento foi de recuo do Santos, que não está mais disposto a negociar o atleta. Diego Ribas, caso demonstre interesse em ficar, receberá proposta que o colocará  um patamar abaixo do que ocupou ao chegar em 2016. O entendimento é de que o camisa 10, três anos mais velho, não entregou o que dele se esperava em campo.  Seu contrato termina na metade do próximo ano.

Quanto a Diego Alves, a disposição do jogador em permanecer, ou não, será vital para seu futuro. Tudo indica que o goleiro precisará recuar depois da confusão com Dorival Júnior , ex-técnico da equipe, que atingiu até o diretor Carlos Noval. Réver, por sua vez, exerceu cláusula firmada com os rubro-negros e o Internacional, quando de sua contratação. Ele tinha o direito de, no último ano de contrato, deixar o clube se recebesse proposta mais longa e não a cobrissem. O Atlético Mineiro acenou com um compromisso por três temporadas e os rubro-negros preferiram não igualar.

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Fonte: Mauro Cezar Pereira, jornalista da ESPN

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Fluminense espera Fernando Diniz mais maduro, sem perder o elenco, para reformular o time em 2019

Mauro Cezar Pereira
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Fernando Diniz, quando técnico do Athletico: profissional segue sob contrato com o clube paranaense
Fernando Diniz, quando técnico do Athletico: profissional segue sob contrato com o clube paranaense Gazeta

O Fluminense acertou com Fernando Diniz para 2019. Técnico do Athletico Paranaense no primeiro semestre de 2018, ele só não foi anunciado pelo tricolor para próxima temporada porque segue vinculado ao campeão do Paraná e da Copa Sul-americana.

Diniz deixou o comando do time profissional do Furacão após a 12ª rodada do Campeonato Brasileiro, durante a Copa do Mundo, mas não se desligou do clube paranaense. Ele seguiria como gestor das categorias atleticanas no ano que se aproxima.

Para contar com Fernando, o Fluminense lhe dará um aumento salarial, mas o treinador só poderá ir para o Rio de Janeiro assumir o comando do elenco após finalizar os tramites trabalhistas com o Athletico. Mas já existe o acordo feito entre clube carioca e o profissional.

Um receio dos dirigentes passa pela relação do treinador com os comandados. De forte temperamento, ele teria perdido o grupo durante sua passagem à frente do time rubro-negro. Confiante em sua capacidade, o Fluminense espera recebê-lo mais maduro e capaz de capitanear uma ampla reformulação.

A ideia é montar um novo time, na linha do que Diniz fez no Audax, vice-campeão paulista em  2016, e no próprio Furacão. Um aposta do Fluminense, onde Fernando atuou. Meio-campista, ele defendeu entre 2000 e 2003 o clube das Laranjeiras. Diniz fará 45 anos em março.

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Fonte: Mauro Cezar Pereira, jornalista da ESPN

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Atlético-MG faz balanço de um 2018 com corte de custos e mira estádio como ponto da virada

Mauro Cezar Pereira
Mauro Cezar Pereira

O Atlético termina 2018 sem títulos, mas com a vaga na próxima Copa Libertadores, o que não deixa de ser positivo em meio às mudanças estabelecidas no clube. Especialmente o corte nos gastos a partir da chegada de Sérgio Sette Câmara à presidência. O blog conversou com o vice-presidente do Galo, Lásaro Cândido da Cunha, ex-diretor jurídico do Galo e conhecido da torcida por sua atuação na área.

Qual o balanço que fazes da situação do Atlético na parte jurídica após o primeiro ano de mandato do presidente?

Na parte jurídica demos sequência ao que já estamos fazendo desde 2009, qualificando melhor nossos contratos e controles. Temos hoje, por exemplo, um dos menores números de reclamações trabalhistas entre os clubes, algo em torno de 25 ações em curso. Todo  estoque.

O clube ainda está no ato trabalhista?

Saímos desde 2012. Seguramente, entre os clubes, o Atlético tem a melhor situação trabalhista. Ato trabalhista se justifica quando há descontrole de ações trabalhistas, há então necessidade de se ter uma unificação das causas para disciplinar os pagamentos, sem inviabilizar o clube. A liberação do Ato Trabalhista significa início de organização.

Lasaro da Cunha, vice-presidente do Atlético: livre do ato trabalhista e planejando estádio
Lasaro da Cunha, vice-presidente do Atlético: livre do ato trabalhista e planejando estádio arquivo



E nas finanças?

Na parte financeira, embora não atue diretamente na área, reduzimos nosso custo no futebol ao dispensar figurões (Fred, Robinho...) para investir em jogadores mais jovens etc. Mas o custo de dispensa de alguns jogadores (Felipe Santana, Roger Bernardo etc) atrapalhou, e ainda atrapalha, em menor escala; o custo financeiro do clube. Além do custo das dívidas antigas. Acho também que houve alguns erros da diretoria de futebol e instabilidade; demissões de técnicos, algo que temos de evitar para a próxima temporada. 

Como está a questão do estádio?

Há, por outro lado, a chance concreta do estádio ter o início das obras logo no começo de 2019. algo que pode ser a base de nossa estabilidade financeira. Teremos ao final um estádio quitado e com enormes possibilidades de futuramente com shows, eventos etc. E acolhimento ao torcedor nas diversas faixas de renda. 

E quanto ao futuro do Galo?

Sim, além disso, precisamos avançar para disciplinar melhor os limites de gastos para  gestões futuras do clube. 

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Fonte: Mauro Cezar Pereira, jornalista da ESPN

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Abel Braga fala sobre o Santos e retorno ao Flamengo depois de 15 anos

Mauro Cezar Pereira
Mauro Cezar Pereira

O técnico Abel Braga e Renato Gaúcho são os mais lembrados nos clubes que buscam um novo treinador para 2019, já que a temporada no futebol brasileiro termina no dia 2 de dezembro. Em entrevista exclusiva ao jornalista Alysson Rodrigues , ‘Abelão’ repensa sobre possibilidade de treinar Santos: “Vamos esperar o campeonato acabar...” e desconversou sobre um retorno ao Flamengo, clube que dirigiu em 2004 e ganhou uma taça regional. 

Abel, que curte suas férias no Uruguai, relata “não estar preocupado com o tempo parado”. O treinador ainda relembra que já repetiu esses tempos sabáticos em saídas de Flamengo, Al-Jazira e Internacional.  O treinador comenta que não foi sondado por ninguém e quem deve falar se o procurou, é o clube e não ele. “Acho que seria supervalorização eu dizer algo do tipo, a equipe que tem de divulgar aos torcedores”.  

Quando relembrou da época que treinava o Flamengo, Abel ri e diz não ter comparação nem na brincadeira aquela equipe que tinha em mãos com a atual. “Aquele time tinha Júlio César, Felipe e Zinho, como destaques”. Esse Flamengo há 15 anos era formado por um corpo diretório de Márcio Braga (presidente), Júnior (diretor técnico), ex-jogador e ídolo; além de João Henrique Areias (marketing) e José Maria Sobrinho (diretor executivo). 

Abel Braga em ação durante a sua passagem pelo Flamengo, em 2004
Abel Braga em ação durante a sua passagem pelo Flamengo, em 2004 arquivo

O elenco que o técnico Abel Braga também contava com os experientes Fabiano Eller, Athirson, Roger Machado, Júnior Baiano, Fábio Baiano e Dimba.  Os cariocas tinham garotos da base bem conhecidos do fã de futebol completando o grupo. Casos de Ibson,  Jonatas, André Bahia, Vinicius Pacheco, Egídio, Andrezinho e Roger Guerreiro. 

A temporada para ‘Abelão’ parecia correr normalmente.  Ganhou o 1º turno do campeonato carioca por 3 a 2 ao enfrentar o Fluminense. E foi campeão estadual diante do Vasco fazendo o clássico dos milhões no Maracanã ao vencer os dois jogos.  O destaque foi o atacante Jean que fez três gols na partida final. 

Os cariocas sentiam confiança que aquele ano seria o fim do jejum de títulos nacionais de grande expressão que não vinha desde o campeonato brasileiro de 1992. A chance teve, mas o clube fracassou na final contra o Santo André.  Empate por 2 a 2 no antigo Palestra Itália e perdeu por 2 a 0 no Rio Janeiro. 

A queda de Abel Braga era iminente. E aconteceu depois da derrota para o Juventude, em Volta Redonda, por 1 a 0 e seguir lanterna do nacional, à época.  ‘Abelão’ comandou o time por 44 partidas. Foram 19 vitórias, 12 empates e 13 derrotas com aproveitamento de 52,2% de 70 gols marcados e 56 sofridos. Aquele ano os rubro-negros acabaram em 17° lugar em um torneio disputado por 24 times. 

Abel Braga reconhece que são poucos os jogos bons no Brasil e aponta problemas para isso. “É possível agregar desempenho com qualidade de jogo.  A questão é o calendário. Os estaduais precisam ser revistos. É necessário adequar. Treino 15 ou 16 dias para aguentar temporada de 70 ou 75 jogos. Um exemplo desse ano foi o Barbieri que tinha pressão de ganhar tudo. Felipão, por outro lado, logo que assumiu avisou que era impossível ganhar tudo. O resultado sempre fala mais alto. Diretor e torcedor não quer saber de desempenho. Querem resultado. Mas, é claro, se agregar ambos, 80% de chance de vitória, do que aqueles que jogam por uma bola”. 

Abel lembra sua passagem pelo Flamengo, então ainda distante de sua situação atual, com estrutura e CT
Abel lembra sua passagem pelo Flamengo, então ainda distante de sua situação atual, com estrutura e CT arquivo

O experiente e talento zagueiro quando jogava, Abel relacionou a pressão exercida sobre Barbieri no Flamengo pelos resultados e não pelo desempenho. Mesmo sendo o clube que rivaliza com o Palmeiras, como os mais ricos do país, os cariocas não gritam é campeão de torneio nacional desde 2013. Do brasileirão há quase uma década. Além das vexatórias campanhas na Libertadores.  

“O futebol é complexo. Eles (Flamengo) têm pecado muito num momento crucial, sendo eliminado em momentos importantes. Isso causa uma ansiedade muito grande. O torcedor do Flamengo se faz presente todo jogo. É um clube tudo certo, bem administrado financeiramente, mas na hora ‘H’ tem falhado em alguma coisa, no momento que necessita as coisas não acontecem”. 

“O grande parâmetro da atualidade é o Palmeiras. O clube paulista é qualificado e com um treinador bem gabaritado. Depois do 7 a 1 tentou- se denigrir a imagem dele (Scolari), mas o mesmo é fantástico. Não à toa que brigou por tudo na temporada”, comentou o técnico. 

Pelas incertezas vividas em Corinthians, São Paulo e Santos para 2019, o treinador revela um desejo antigo de vir a São Paulo, mas que não tem nada concreto. Parece que uma porta já se fechou, pois Fábio Carille está acertando seu retorno aos corintianos. “Tem realmente no meu currículo esse buraco de não ter trabalhado na maior metrópole do país. Por exemplo, passei 7 vezes no Internacional. Seria bom ter isso na carreira. Há uma estrutura diferente, assim como o futebol jogado “. 

Abel Braga diz não ter mais desejos de dirigir fora do Brasil. Atualmente, seu filho Fábio Braga, cuida da sua carreira recebeu sondagem do Al-Hilal (Arábia Saudita), mas não quis. Porém, cita que Europa pelo peso cultural seria uma possibilidade, em caso de proposta. Algo que não aconteceu até o momento.

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Fonte: Por Alysson Rodrigues

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Veja quais os times que mais tiveram saldo entre pênaltis contra e a favor no Brasileirão

Mauro Cezar Pereira
Mauro Cezar Pereira
O goleiro Marcelo Grohe em ação pela Recopa: nenhum pênali contra o campeão da Libertadores na Série A 2p
O goleiro Marcelo Grohe em ação pela Recopa: nenhum pênali contra o campeão da Libertadores na Série A 2p []

O Grêmio é o segundo time que mais penalidades máximas teve a seu favor nas 34 rodadas do Campeonato Brasileiro. Foram 11 batidas pelo campeão da Libertadores e nenhuma pelos seus adversários. Isso gera um saldo de 11, superando o Vasco, equipe com mais penais para si, uma dúzia, mas três contra. Já o Fluminense é o único sem pênaltis para bater em 34 jogos. Confira os números do Footstats.

Pênaltis na Série A 2018*

Grêmio (11-0) 11
Vasco (12-3) 9
Palmeiras (7-1) 6
Internacional (7-3) 4
Santos (4-2) 2
Bahia (4-3) 1
Cruzeiro (6-5) 1
Atlético-MG (5-5) 0
Ceará (2-2) 0
São Paulo (3-3) 0
Chapecoense (3-4) -1
Flamengo (3-4) -1
Botafogo (4-6) -2
Vitória (3-5) -2
Corinthians (1-4) -3
Sport (3-6) -3
América (3-7) -4
Atlético-PR (2-8) -6
Paraná (1-7) -6
Fluminense (0-6) -6

* entre parênteses os penais a favor menos os contra, ao lado o resultado
Fonte: Footstats

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Fonte: Mauro Cezar Pereira, jornalista da ESPN

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Fla perde último clássico na 'Era' Bandeira de Mello, que colecionou fracassos contra Flu, Bota e Vasco

Mauro Cezar Pereira
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A derrota para o Botafogo por 2 a 1 no Estádio Nilton Santos, o Engenhão, praticamente sepultou as esperanças de título brasileiro do Flamengo em 2018, último ano de mandato do presidente Eduardo Bandeira de Melo, iniciado em 2013 e marcado por um fraco desempenho nos confrontos com os rivais cariocas, mesmo com muito mais dinheiro e, consequentemente, investimentos. O aproveitamento rubro-negro nesses seis anos foi de 52% diante do trio, com 30 vitórias, 27 empates e 18 derrotas.

Neste ano, o Flamengo foi eliminado da Taça Rio pelo Fluminense e da final Estadual tendo como algoz também o Botafogo. Os tricolores ainda aplicaram um 4 a 0, a maior goleada do Fla-Flu em 29 anos. Já o Vasco, time carioca de pior campanha no Campeonato Brasileiro e lutando contra o rebaixamento, não foi derrotado pelos rubro-negros na atual Série A, empatando em Brasília no returno em função de um gol contra quando, muito desfalcado, merecia derrotar o time de vermelho e preto. 

Segundo o site Transfermarket, o elenco do Flamengo está avaliado em € 76,2 milhões (R$ 322,5 milhões) , um dos dois mais caros do Brasil ao lado do Palmeiras, com € 76,9. 0 do Botafogo vale € 31,3 milhões (R$ 132,4  milhões), o do Vasco registra € 30,1 milhões (R$ 127,4  milhões) e o do Fluminense € 28,7 milhões (R$ 121,5  milhões). Isso significa que, sozinho, o grupo de jogadores rubro-negros tem valor de mercado equivalente a mais de 85% da soma de investimentos dos três outros cariocas.

Dizem que dinheiro não é tudo. Alguma dúvida?

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Fonte: Mauro Cezar Pereira, jornalista da ESPN

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Rubro-negros ainda pensam em Renato 'Gaúcho' Portaluppi, hoje mais perto de uma renovação com o Grêmio

Mauro Cezar Pereira
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Renato Gaúcho retornou em setembro de 2016 ao comando do Grêmio e ganhou quatro taças
Renato Gaúcho retornou em setembro de 2016 ao comando do Grêmio e ganhou quatro taças Getty

A renovação do contrato de Renato "Gaúcho" Portaluppi com o Grêmio está bem encaminhada. O técnico campeão da Copa Libertadores vem discutindo com os dirigentes tricolores há algum tempo sobre a extensão do compromisso. A eliminação diante do River Plate na semana passada não mudou em nada o interesse do clube, que deseja contar com ele em 2019. 

Renato já foi aconselhado por pessoas próximas a seguir no comando do elenco gremista. Ele retornou em setembro de 2016 e desde então renovou duas vezes seu contrato, que termina ao final de 2018. O Flamengo tentou contar com ele durante a atual temporada, mas o treinador preferiu permanecer à frente do time com o qual também ganhou Copa do Brasil, Recopa e Gaúchão.

Diante do possível novo assédio do clube carioca, que está às vésperas da eleição presidencial, o melhor cenário para os gremistas é o fechamento de um novo acordo o quanto antes. Obviamente o futuro presidente do Flamengo só poderia formalizar um compromisso com Renato "Gaúcho" Portaluppi após o pleito, que está marcado para 8 de dezembro, um sábado.

Apoiadores do candidato de oposição, Rodolfo Landim, conversaram com pessoas próximas a Renato, que deve ser procurado por integrantes da chapa situacionista, do atual vice-presidente de futebol, Ricardo Lomba. O treinador não pretende se reunir com outro clube antes de definir se permanece no Grêmio, cujo presidente, Romildo Bolzan, tem mandato até o final de 2019.

De folga, Renato está no Rio de Janeiro, onde mantém sua casa, com volta prevista a Porto Alegre para terça-feira. Ele voltará a treinar o time do Grêmio na quarta. Domingo, na Arena, às 17 horas, o adversário será o Vasco. A equipe está a dois pontos do seu objetivo imediato, alcançar o São Paulo na luta pela quarta colocação no Brasileiro, que dá vaga na fase de grupo da Libertadores. 

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Fonte: Mauro Cezar Pereira, jornalista da ESPN

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Rubro-negros ainda pensam em Renato 'Gaúcho' Portaluppi, hoje mais perto de uma renovação com o Grêmio

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Dudu, Paquetá, um Palmeiras com fome de troféus e esse Flamengo que prefere o 'cheiro' dos euros

Mauro Cezar Pereira
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Marlos, após empatar o jogo, deixou Paquetá em excelentes condições: mandou a bola em Milão
Marlos, após empatar o jogo, deixou Paquetá em excelentes condições: mandou a bola em Milão Reproduçao TV

 

Maracanã, sábado. Lucas Paquetá teve a bola do jogo, foi displicente. Poderia fazer história no Flamengo, pelo jeito não fará, prefere ser reserva num Milan decadente que sequer disputa a Champions League, nem faz cócegas na Juventus e perde para a Internazionale. O futuro dele foi decidido pelo imediatismo dos euros, por empresário e familiares. A bola era para bater com força e convicção, como Marlos (pasmem) Moreno fez instantes antes. Tentou uma colocadinha infeliz. Mais limitados como Henrique Dourado, por exemplo, provavelmente não perderiam tamanha oportunidade.

Coisas do Flamengo, onde outro problema (gravíssimo) é a lateral-direita. Uma herança terrível de Rodrigo Caetano, com a chancela presidencial. Em compensação o ex-diretor-executivo contratou Renê, de ótimo custo-benefício, um jogador correto e regular. Pará errou pateticamente no gol. Mas o que esperar de uma gestão que até pouco tempo atrás discursava protegendo jogadores e sem a menor capacidade crítica para avaliar suas deficiências?  Míope diante da incapacidade de alguns atletas diante da missão que é vestir a camisa do Flamengo num momento de ambições e grande investimento.


O clube paga pelos seus erros, demorou a se mexer, a mudar de técnico, perdeu para o Corinthians e não venceu o Palmeiras quando o triunfo era vital. Mais uma decepção parece se aproximar dos rubro-negros, que ainda assim insistem em lotar o Maracanã. Quanto aos palmeirenses, além de terem buscado a tempo, com êxito até aqui na Série A, um novo treinador, seguraram Dudu quando este se mostrou disposto a ir para a China. Podem até negociá-lo, mas naquele momento, no meio da temporada, tal possibilidade sequer foi admitida pelos dirigentes do clube paulista. Corretíssimo.

Já os do Flamengo, ávidos por mais alguns zeros no balanço financeiro, venderam Paquetá quase três meses antes da reabertura da janela internacional de contratações. É  cheiro dos euros. Dudu esqueceu pelo menos momentaneamente os dólares dos chineses, se concentrou no Palmeiras, voltou a jogar muito bem e fez o gol importantíssimo na única chance que teve no duelo do Maracanã. O camisa 7 alviverde anda com a cabeça 100% no seu atual time. Mirou e acertou o gol. Quanto a Paquetá, teve mais chances até, falhou na maior delas. Chutou longe. Em Milão. Sua cabecinha já parece por lá.


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Fonte: Mauro Cezar Pereira, jornalista da ESPN

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Entrevista: rival do Grêmio na Libertadores, River investe em estudo para reconquistar a América

Mauro Cezar Pereira
Mauro Cezar Pereira
Gustavo Grossi é o Diretor Esportivo e CEO do River Plate: de um total de 160 inscritos, 12 brasileiros
Gustavo Grossi é o Diretor Esportivo e CEO do River Plate: de um total de 160 inscritos, 12 brasileiros Divulgação

Semifinalista da Copa Libertadores, o River Plate está investindo no estudo conjunto desenvolvido pelos diferentes níveis de seu futebol, dos garotos mais novos aos profissionais. Oferece curso, aberto, que proporciona diploma de Diretor Esportivo de Futebol profissional e que faz parte desse projeto, com aulas que podem ser online ou ao vivo.

Gustavo Grossi é o Diretor Esportivo e CEO dos Millonarios. A máxima autoridade desde a base do clube e não só coordena, como ministra o curso, que aborda todos os temas que devem ser dominados por um Diretor Esportivo. Ao lado de outros profissionais, as aulas englobam as diversas funções e têm como alvo treinadores, gerentes de futebol, preparadores físicos, jogadores, advogados, jornalistas... 

O blog entrevistou o CEO do River Plate para entender o projeto e o quão relevante esse tipo de ação é para o desenvolvimento do clube, que depois de passar pela segunda divisão em 2012 ganhou todos os títulos possíveis no continente. E pode levantar mais uma Libertadores em mais quatro partidas

Qual é o público alvo do curso?
É basicamente destinado a qualquer pessoa que se dedica à gestão de futebol profissional, incluindo um público como gerente de esportes, um jogador com grande experiência, ex-jogadores, treinadores físicos, jornalistas, agentes de jogadores, gestores e todos os profissionais que cercam o desenvolvimento de um clube.

Como pode ser feito por quem mora no Brasil?
Nestes momentos utilizamos a ferramenta do grupo fechado ao vivo do Facebook para a visualização ao vivo ou aula gravada, ao mesmo tempo a tela da Universidade do River Plate.

O CEO do River Plate em palestra com meninos da base: integração em todas as categorias do clube argentino
O CEO do River Plate em palestra com meninos da base: integração em todas as categorias do clube argentino Divulgação

Quantos brasileiros estão matriculados?
De um total de 160 são 12 brasileiros inscritos até agora. Calculamos vários outros. Entre os estudantes está o Isaias Tinoco, supervisor com vasta experiência no futebol brasileiro (trabalhou por anos no Vasco e no Flamengo) e para todos nós orgulhosos de estar realizando uma troca de conhecimentos entre os dois países.

O curso será levado ao Brasil em 2019?
Devido às características do mesmo acho que é possível acontecer, consideramos que é uma ferramenta a ser levada em conta para aqueles que se dedicam completamente a este esporte e buscam profissionalizar sua paixão. Portanto, a demanda pode ser muito importante e ditar isso no Brasil é um dos nossos objetivos.

Quais são as disciplinas do curso?
Entre outros pontos, Diretor de Esportes, a organização do futebol profissional, marketing esportivo, imprensa e comunicação, secretariado técnico e gerente de futebol profissional. 

Qual o perfil dos alunos?
São aqueles que estão interessados em dar um salto de qualidade com base no estudo e conhecimento específico de todas as áreas que compõem o desenvolvimento do futebol na América do Sul.

Grossi em evento no Brasil, representando o River Plate: brasileiros pagam R$ 450 para concluir o curso
Grossi em evento no Brasil, representando o River Plate: brasileiros pagam R$ 450 para concluir o curso Divulgação

Quais são as deficiências dos profissionais que atuam no Mundo do Futebol?
Há poucas oportunidades educacionais oferecidas em nosso continente e também não temos os mesmos requisitos e a economia com a qual conta a Europa para formação. 

O que é feito na Argentina na gestão esportiva e o que pode ser adotado no Brasil?
O que ambos os países desenvolvem é semelhante no marketing, em parcerias, no jurídico. Em tudo o que envolve a bola fora do campo de jogo. Mas ambos os países podem, sem dúvida, contribuir diretamente para o recrutamento de talentos, a profissionalização das escolas e do método de formação. Sem dúvida, no momento em que os critérios forem unificados e as duas ligas serão fortalecidas e ambos estarão, sem dúvida, entre as cinco melhores do mundo.

E o que é feito na Europa e ainda não adotado na América do Sul na gestão do futebol profissional?
A Europa possui, desde os anos 1990, um modelo educativo diretamente voltado à profissional, à evolução. Definiram como uma política de Estado e as diferenças no investimento e dedicação ao longo das últimas três décadas são enormes. A partir do que acontece lá podemos refletir e concluir que muitos países têm sido capazes de equilibrar em seus desenvolvimentos de futebol. Da mesma forma é sempre bom poder começar como são essas oportunidades.

Ignacio Scocco, goleador do River (no destaque), durante a cerimônia na qual os alunos receberam seus diplomas
Ignacio Scocco, goleador do River (no destaque), durante a cerimônia na qual os alunos receberam seus diplomas Divulgação

Qual o custo do curso e quantas horas/aula, aulas presenciais, online, etc.?
O custo nesta primeira oportunidade, por ser seu lançamento e procurando que todos os países do continente pudessem se desenvolver, tinha de ser baixo. Os professores e a universidade não tinham como objetivo o rendimento econômico, mas sim democratizar o conhecimento. Estudantes brasileiros pagam R$ 450 para obter o diploma inteiro em oito aulas, duas horas a cada terça-feira, numa duração total de 16 horas.

O investimento em estudos, em conhecimento, já se reflete na base do River Plate, na revelação de atletas?
O futebol de hoje precisa de jogadores inteligentes, portanto, tudo o que lhes dá a chance de pensar será um salto de qualidade para a formação integral deles.

Poderia citar alguns que já estão entre os profissionais e que surgiram dessas iniciativas acadêmicas do clube?
Do ponto de vista dedutivo, faço parte dos profissionais de futebol que, além de terem sido atletas de base e sem uma carreira profissional em futebol profissional, conseguiram desenvolver projetos em grandes clubes da América, mas a tendência de preparação na Europa é determinante para essas posições dentro desse continente, enquanto na América está chegando lentamente. Jogadores profissionais como Ponzio e Scocco são graduados, fizeram o curso.

Leonardo Ponzio, capitão do River Plate, que seguiu no clube mesmo quando caiu para a 2ª divisão, fez o curso
Leonardo Ponzio, capitão do River Plate, que seguiu no clube mesmo quando caiu para a 2ª divisão, fez o curso Divulgação

Como esses estudos beneficiam vocês no campo hoje?
De acordo com a palavra dos jogadores, este diploma permitiu não apenas compreender e compreender melhor o desenvolvimento do futebol em todas as áreas, mas também conhecer os detalhes do que acontece fora do campo em favor dos jogadores e da equipe técnica na profissionalização de cada clube. E também lhes dá uma maior clareza da profissão que gostariam de ter uma vez terminada a sua carreira como atleta.

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Fonte: Mauro Cezar Pereira, jornalista da ESPN

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Após eliminações, São Paulo treina 7 semanas inteiras e não vence. Saudades da ‘Sula’?

Mauro Cezar Pereira
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Diego Aguirre, treinador do São Paulo: sete semanas livres de treinos, nenhuma vitória
Diego Aguirre, treinador do São Paulo: sete semanas livres de treinos, nenhuma vitória Gazeta Press


São seis jogos sem vitória, desde o 1-0 sobre o Bahia, em 8 de setembro. E não é só. No São Paulo em queda livre as semanas inteiras dedicadas aos treinamentos, sem jogos às quartas e quintas-feiras, não resultam em nada.

Primeiro o time saiu da Copa do Brasil, mas desde a eliminação da Copa Sul-americana pelo Colón, na Argentina, já são sete partidas disputados em sábados e domingo após dias úteis sem compromissos. Nenhuma vitória, cinco empates (dois 0-0) e três pelejas sem marcar.

Definitivamente não jogar outros torneios e contar com intervalos de seis a oito dias entre um cotejo e outro não tem pesado rigorosamente nada. O técnico Diego Aguirre até muda a escalação, busca soluções...

Mas não as encontra, tampouco agrega nova forma de jogo à equipe. Deve ter muito são-paulino por aí arrependido por ter acreditado na tese de que o desempenho melhoraria com tempo para treinar e descansar. 

Certamente esses sentem saudades da ‘Sula’, a Copa Sul-americana.

Treinar pra que?
Resultados após semanas livres só com treinamentos:
Domingo 2/9 1-1 Fluminense (C)
Domingo 16/9 0-0 Santos (F)
Sábado 22/9 1-1 América (C)
Domingo 30/9 2-2 Botafogo (F)
Sábado 6/10 0-2 Palmeiras (C)
Domingo 14/10 1-3 Internacional (F)
Sábado 29/10 0-0 Atlético-PR (C)

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Fonte: Mauro Cezar Pereira, jornalista da ESPN

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No reino do 'jogo reativo', quem 'gosta' da bola no Brasileirão? Veja a posição de seu time no ranking

Mauro Cezar Pereira
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Luan, do Grêmio, em meio aos jogadores do Atlético-PR no jogo do início do Campeonato entre os então times de mais posse de bola
Luan, do Grêmio, em meio aos jogadores do Atlético-PR no jogo do início do Campeonato entre os então times de mais posse de bola Divulgação / Grêmio

Está na moda não é de hoje. O futebol praticado no Brasil é caracterizado pela quase ojeriza à bola. Equipes com orçamentos diversos, dos maiores aos menores, aderem a estratégia do deixar a pelota com o adversário. Sim, ela parece ser mesmo um problema, não a solução. São os times "reativos", ou seja, que reagem ao se fechar e sair em estocadas eventuais na busca pelo gol. E dentro de tal proposta, na maior parte do tempo a ideia é deixar mesmo o manejo da redonda com o adversário.

Dos 11 dos 20 times da Série A têm menos de 50% de posse de bola, em média, nos jogos do Campeonato. O São Paulo, que liderava até duas rodadas atrás, é um dos quatro piores no quesito. Quando ainda era treinado por Fernando Diniz, antes da disputa da Copa do Mundo, o Atlético Paraense tinha média de 60,5%, único time a alcançar mais de 60% como marca.

Se o Grêmio, quinto na classificação em pontos ganhos, já trocou 12.989 passes completados, o Internacional, vice-líder, acumula 9.742. Já o Palmeiras, líder, 9.391. O São Paulo, que esteve por um bom tempo no topo da tabela, registra 8.261, ou seja, os tricolores paulistas têm média equivalente a apenas 63% dos passes trocados pelos gremistas.

Entre os finalistas da Copa do Brasil, interessante observar que apesar da fama de retranqueiro com Jair Ventura nas fases decisivas do mata-mata, o Corinthians é quarto em posse de bola no geral e segundo em passes trocados no Campeonato, com 12.028. Em boa parte, herança de Osmar Loss, pois com o atual treinador o time cai para quarto.

Um reflexo de uma gradual movimentação do campeão de 2017 para a reatividade futebolística. Os corintianos caminham na direção do seu adversário na decisão da Copa, o Cruzeiro, que com um dos mais fartos elencos da primeira divisão, troca passes numa proporção próxima da que apresenta o Vasco em sua luta contra o rebaixamento.

Confira a lista dos times e o percentual de posse de bola que cada um possui no Campeonato Brasileiro da primeira divisão em 2018. Os números são da ferramente utilizada pelo Data ESPN, o TruMedia.

Posse de bola (média):
1 Grêmio 56,4%
2 Flamengo 55,6%
3 Atlético-MG 55,6%
4 Corinthians 55,1%
5 Atlético-PR 54,9%
6 Santos 52,7%
7 Vasco 7 51,0%
8 Palmeiras 50,9%
9 Cruzeiro 50,7%
10 Fluminense 49,5%
11 Internacional 49,5%
12 Sport 48,0%
13 Chapecoense 47,4%
14 Bahia 47,3%
15 Vitória 47,2%
16 São Paulo 46,8%
17 Botafogo 46,6%
18 América 45,5%
19 Ceará 43,9%
20 Paraná 43,6%

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Fonte: Mauro Cezar Pereira, jornalista da ESPN

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