Desafio importante no vôlei: Campeonato Mundial

Maurício Jahu
MauricioJahu blogueiro do ESPN.com.br

Começa amanhã o Campeonato Mundial masculino de vôlei que acontecerá na Polônia. É a segunda competição mais importante do ciclo olímpico e também uma oportunidade para ver como estão as principais seleções do mundo a menos de dois anos da Olimpíada.

O Mundial terá uma atração especial. A estreia da Polônia diante da Sérvia acontecerá no Estádio Olímpico de Varsóvia com capacidade para 58 mil torcedores. Os poloneses são fanáticos por vôlei e costumam lotar os ginásios por lá.

A seleção polonesa tem um título mundial: em 1974 no México. Venceu a União Soviética na decisão com uma curiosidade. Nessa partida, pela primeira vez na história, um jogador efetuou o ataque pelo fundo, jogada muito comum no vôlei moderno.

Jamais o polonês Tomasz Wójtowics imaginaria que essa jogada fosse utilizada com tanta frequência nos dias de hoje. Dois anos depois, nos Jogos Olímpicos de Montreal, no Canadá, ele ajudou sua seleção a derrotar novamente a União Soviética. Mas os poloneses não vivem um bom momento.

Já a seleção brasileira conseguiu ótima recuperação chegando na fase final da Liga Mundial com muitas dificuldades perdendo a decisão para os Estados Unidos. O time verde amarelo estreia na próxima segunda-feira diante da Alemanha e tem tudo para vencer.

É um elenco forte, com um técnico vitorioso e experiente, mas não podemos esquecer que todas as seleções querem vencer o Brasil. Mas poucas têm hoje essa capacidade. Talvez Estados Unidos e Rússia com Itália e Polônia correndo por fora.

Fica também a expectativa de saber como o Irã irá se comportar. Os iranianos têm se destacado nos últimos anos com vitórias sobre seleções importantes do cenário mundial. E chegou a fase final da Liga Mundial pela primeira vez. Será que o Irã vai aprontar de novo?

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Playoffs da Superliga feminina de vôlei começam com últimas cortadas do Rexona

Maurício Jahu
MauricioJahu,blogueiro do ESPN.com.br
Reprodução
Time do Rexona está perto de despedida
Rexona está perto de despedida

A CBV divulgou no início da semana a tabela das quartas-de-final dos playoffs da Superliga feminina. Mas a notícia que entristeceu o mundo do vôlei brasileiro foi o anúncio na entrevista que a ex-levantadora Fernanda Venturini, mulher de Bernardinho, deu a Revista Veja dessa semana.

"A Unilever vai deixar o vôlei", palavras de Fernanda. Essa frase ecoa fortemente no mercado do vôlei às vésperas dos playoffs da competição mais importante do país.

A Unilever patrocina a equipe do Rio de Janeiro há 20 anos. É uma das parcerias mais sólidas e vitoriosas de todos os tempos do vôlei brasileiro.

Desde 1997 participa da Superliga. Primeiro com sede em Curitiba e posteriormente no Rio de Janeiro, a Unilever colecionou inúmeros títulos nacionais, sul-americanos, Copa do Brasil, Supercopa e por aí vai. É um projeto sério comandado por profissionais competentes.

Infelizmente, o novo direcionamento dos investimentos da empresa, tira do caminho um dos principais patrocinadores do torneio feminino da Superliga. É uma pena um trabalho tão bonito terminar dessa forma.

O que eu espero é que o Bernardinho, com toda a sua influência, consiga um novo parceiro e a equipe do Rio de Janeiro não seja extinta na próxima temporada. Se isso acontecer, seria uma baixa e tanto para o vôlei brasileiro.
Nos playoffs da Superliga feminina que serão disputados em melhor de três partidas, o Rexona/Sesc terá pela frente o Pinheiros. O Praia Clube de Uberlândia enfrenta o Terracap/Brasília. O Genter de Bauru pega o Camponesa/Minas e o Nestlé/Osasco joga contra o Fluminense.

A Superliga masculina também pode ter uma baixa na próxima temporada. A Heineken comprou a Brasil Kirin e o futuro do time masculino de Campinas ainda é incerto. Esperamos boas notícias por lá.

Os confrontos dos playoffs de quartas-de-final da Superliga masculina já estão definidos. O Sada Cruzeiro, equipe de melhor campanha, pega o Lebes Gedore/Canoas.

O Funvic/Taubaté terá pela frente o Juiz de Fora. O Sesi enfrenta o Minas Tênis e o Brasil Kirin/Campinas joga contra Montes Claros.

 

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Playoffs da Superliga de vôlei chegando

Maurício Jahu
Mauricio Jahu, blogueiro do ESPN.com.br
Divulgação
Sada Cruzeiro em ação na Superliga
Sada Cruzeiro em ação na Superliga

Faltam apenas duas rodadas da primeira fase dos dois torneios da Superliga de vôlei para definir os confrontos dos playoffs. Aliás, agora começa outro campeonato para as equipes que conseguiram a classificação para a etapa decisiva da competição.

No torneio feminino, já estão definidas as oito equipes: Rio, Osasco, Praia Clube, Bauru, Minas, Brasília, Fluminense e Pinheiros. Falta apenas definir os cruzamentos. As duas rodadas restantes serão importantes para essa definição.

Ficaram de fora dos playoffs da Superliga feminina: São Caetano, Rio do Sul, Sesi e Valinhos. Sesi e Valinhos, aliás, conquistaram apenas duas vitórias cada até aqui.

No torneio masculino, as oito equipes já estão praticamente confirmadas: Cruzeiro, Sesi, Taubaté, Campinas, Montes Claros, Juiz de Fora e Minas já estão lá. Os gaúchos, Canoas e Bento lutam pela última vaga com vantagem para Canoas.

O Cruzeiro é o único time invicto nos dois torneios. No meio de semana teve dificuldades para reverter um placar de 2 sets a 0 contra Montes Claros, mas teve competência e paciência para vencer no tie-break.

Para melhorar as coisas, no mês de fevereiro a equipe cruzeirense teve mais duas conquistas importantes: venceu o Sul-Americano pela quarta vez e ainda por cima conseguiu um patrocínio pontual.

A Cimed, que patrocinou time de Florianópolis nos anos 2000, veste agora a camisa dos líberos do Cruzeiro e fará ações promocionais com backdrops e placas de quadra. O contrato é válido até junho.

Rio de Janeiro e Cruzeiro são os favoritos para conquistar o título dessa temporada. O Cruzeiro, apesar de invicto, chega aos playoffs pressionado por estar nessa situação. Vamos ver como o time reagirá caso perca um jogo, mas o técnico Marcelo Mendez tem o time nas mãos e um elenco equilibrado.

Já o Rio de Janeiro tem só uma derrota, mas deve ter pedreira na semifinal caso passe pelo Pinheiros, seu provável adversário nas quartas.

Vai enfrentar o vencedor de Bauru e Minas. O que esperar desses playoffs? Jogos equilibrados e muita tensão para definir os finalistas dessa edição da Superliga.

 

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Será que a venda da Brasi Kirin vai afetar o vôlei?

Maurício Jahu
MauricioJahu,blogueiro do ESPN.com.br
Divulgação/CBV
Brasil Kirin em ação contra o Sesi: novos rumos para a equipe
Brasil Kirin em ação contra o Sesi: novos rumos para a equipe

No início da semana foi confirmada a notícia do acordo da Heineken para comprar a Brasil Kirin, controlada pelo grupo japonês Kirin Holdings Company. O negócio envolve bilhões de reais.

Segundo revistas especializadas em economia, a Brasil Kirin pagou em 2011 mais de R$ 6 bilhões para adquirir a Schincariol. Em 2015, a empresa japonesa fechou o ano com um prejuízo que ultrapassou R$ 1 bilhão. Em 2016, a Brasil Kirin foi atrás de novos parceiros.

Em janeiro desse ano, as empresas Heineken e Brasil Kirin confirmaram que estavam conversando. E no início da semana, o negócio foi definido. A previsão é que a negociação seja fechada ainda no primeiro semestre de 2017.

Mas a pergunta que o fã do vôlei quer saber é: como fica a situação do time masculino de vôlei de Campinas que tem patrocínio da Brasil Kirin?

Conversei com o ex-levantador Mauricio, que é o diretor do time de Campinas. E ele confirmou que não existe nada definido e que qualquer notícia nesse momento é pura especulação. As conversas com os novos proprietários só vão acontecer depois do carnaval.

Segundo o ex-levantador, tudo pode acontecer. O time pode até se fortalecer. E essa é a nossa torcida. A equipe masculina do vôlei Kirin faz ótima campanha na Superliga. Ocupa a quarta colocação com 13 vitórias e apenas quatro derrotas.

Na edição anterior da Superliga masculina, o time campineiro ficou com o vice-campeonato perdendo para o poderoso Sada Cruzeiro na final, mas deixou para trás adversários poderosos como Taubaté e Sesi.

O projeto conta também com outros nomes importantes. O campeão olímpico André Heller é o supervisor. Um dos ícones do time é o meio-de-rede Mauricio Souza, que se destacou na conquista da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio 2016.

É um time respeitado e uma torcida fanática que comparece e quase sempre lota o Ginásio do Taquaral. Vamos torcer para que as negociações avancem e o projeto de vôlei de Campinas continue. A definição da continuidade ou não do projeto será nos próximos meses. Só depende dos novos proprietários.

 

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Empresa de Eike Batista tenta se defender de processo movido por jogadores de vôlei

Maurício Jahu
Mauricio Jahu, blogueiro do ESPN.com.br
clicRBS
Extinta equipe do RJX
Extinta equipe do RJX

Alguns atletas da extinta equipe do RJX estão processando a empresa de Eike Batista. Os atletas alegam falta de pagamento por parte da OGX, um dos braços financeiros da empresa.

O levantador Bruninho, o líbero Mario Jr. e o oposto Leandro Vissoto estão entre alguns dos jogadores que processam a empresa. O processo está em segunda instância.

Sem dinheiro de patrocínio, a equipe carioca perdeu jogadores importantes antes do final da segunda temporada. Bruninho deixou a equipe carioca em 2014 e foi para o Modena, da Itália.

Na época desse episódio, me lembro de ter encontrado Bernardinho num evento e ele me disse que seu filho estava se transferindo para a Itália para não perder a temporada e também para não ficar sem receber salários nesse período.

O oposto Leandro Vissoto também deixou o time carioca e foi para a Coréia do Sul defender o Kepco. Os advogados de Eike Batista alegam que a empresa deixou de ser a dona do time para apenas patrocinar o projeto.

Fato é que os jogadores foram prejudicados e ficaram meses sem receber seus salários, mas parte deles jogou até o final da Superliga daquela temporada. O processo em curso é apenas mais um duelo que promete novos embates nos próximos meses.

O RJX foi campeão da Superliga masculina na temporada 2012/2013, mas os problemas financeiros das empresas de Eike Batista fizeram com que o dinheiro do projeto de vôlei acabasse antes do final da temporada da Superliga 2013/2014.

 

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Modena demite técnico que jogou com Renan Dal Zotto e foi campeão com Bruninho e Lucão

Maurício Jahu
Mauricio Jahu, blogueiro do ESPN.com.br
volleyball.it
Catia Pedrini e Roberto Piazza
Catia Pedrini e Roberto Piazza juntos

Modena, uma das mais tradicionais equipes do vôlei italiano, demitiu no início dessa semana seu treinador. O experiente Roberto Piazza deixa o comando do time.

Numa reunião entre a presidente do clube, Catia Pedrini, o Manager e ex-jogador Andrea Sartoretti e Roberto Piazza, nesta segunda-feira, ficou decidida a saída do treinador.

Quem assume o lugar de Piazza é Lorenzo Tubertini. Atualmente, Modena ocupa a quarta colocação do Campeonato Italiano com 45 pontos: 17 vitórias e quatro derrotas. O líder é o Lube com 56 pontos.

A derrota para Verona, do técnico Nikola Grbic, teria sido o estopim para a saída de Piazza do Modena. Curiosamente, Tubertini, o novo comandante, começou a carreira de treinador em Modena. Depois passou por Mantova e Piacenza.

Tubertini voltou para Modena em 2012 para ser auxiliar técnico. Estava no grupo que conquistou o Campeonato Italiano com Bruninho e Lucão na temporada 2015/2016.

Se a troca dará certo, só o tempo pode dizer. Fato é que Roberto Piazza era bastante experiente e colecionador de títulos. Jogou com o atual técnico da seleção brasileira Renan Dal Zotto no Parma, no final dos anos 80.

Em 1991, começou sua carreira como assistente técnico de Bebeto de Freitas, no Parma. E curiosamente, substituiu Renan Dal Zotto na Sisley Treviso em 2008.

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Bons nomes na comissão técnica da seleção de vôlei

Maurício Jahu
Mauricio Jahu, Blogueiro do ESPN.com.br
Jornal O tempo
Marcelo Fronckowiak e Bruno Rezende já trabalharam juntos. Agora, se reencontram na seleção
Marcelo Fronckowiak e Bruno Rezende já trabalharam juntos. Agora, se reencontram na seleção

Quando Renan Dal Zotto assumiu o comando da seleção brasileira masculina de vôlei no lugar de Bernardinho, falei aqui nesse espaço que a escolha era pela continuidade do trabalho. Na semana passada, Renan confirmou alguns nomes na nova comissão técnica.

Rubinho, assistente de Bernardinho, não vai continuar. Para o seu lugar foi chamado o técnico de Canoas, Marcelo Fronckowiak. Joguei com o Marcelo e conheço bem o seu caminho no vôlei. Especialmente quando se tornou técnico, fez um ótimo trabalho na Rússia e dirigiu outras equipes na Europa. Foram três anos na França.

Seu projeto no extinto RJX do Rio de Janeiro também foi elogiado por Renan e foi um dos pesos da sua escolha. O ex-central Gustavo, atualmente dirigente de Canoas, endossou a escolha de Renan porque sabe e vê de perto da capacidade de Fronckowiak.

Jahu analisa o novo técnico da seleção brasileira e fala sobre Bernardinho: 'Legado incrível'

Outros dois nomes foram confirmados: Ricardo Tabach, assistente de Bernardinho no Rexona do Rio de Janeiro, e o preparador físico Renato Bacchi. Eles integravam o time campeão olímpico na Rio 2016.

O fisioterapeuta Fiapo é outro nome que deixa a seleção, como já havia informado. Ele vai passar um ano nos Estados Unidos, mas deve indicar um profissional da sua confiança para ocupar o seu lugar na comissão técnica.

Mudança de patamar: Números de Bernardinho comprovam a hegemonia do técnico

Quanto a Rubinho, há de se respeitar a decisão do auxiliar de Bernardinho de não querer continuar. Afinal de contas, ele era o nome do próprio técnico bicampeão olímpico para o comando da seleção brasileira.

Era a oportunidade de Rubinho se tornar protagonista. O aval de Bernardinho era um forte argumento favorável, mas a decisão da CBV tirou essa chance. Rubinho está há quatro anos sem dirigir uma equipe.

Veja o anúncio do diretor da CBV, falando sobre a saída de Bernardinho

Renan também não quis assumir a seleção no primeiro dos dois convites que teve. Aceitou apenas depois de repensar e conversar com a esposa Analisa após o segundo convite no final de 2016.

Renan está há oito anos sem dirigir uma equipe. Mas isso não foi impedimento para a CBV. Marcelo Fronckowiak vai auxiliá-lo nessa transição de volta.

Maurício Jahu vê saída de Bernardinho da seleção de vôlei como natural: 'Fez a escolha certa'

O que pesou na decisão da CBV? O nome forte de Renan, a experiência internacional que adquiriu dirigindo a Sisley Treviso da Itália, o bom relacionamento com grande parte de treinadores de outras seleções e o fato de estar ao lado da comissão técnica das seleções brasileiras nos últimos dois anos como coordenador técnico.

O que a CBV espera de Renan? Que ele mantenha a filosofia de trabalho vencedora de Bernardinho. Os resultados serão consequência disso. E que eles apareçam logo.

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Renan não terá comissão técnica completa na estreia da seleção de vôlei

Maurício Jahu
MauricioJahu, Blogueiro do ESPN.com.br
Divulgação/CBV
Bernardinho e Renan Dal Zotto
Bernardinho e Renan Dal Zotto, ex e atual técnico da seleção masculina de vôlei

Mesmo antes de assumir o comando da Seleção Brasileira masculina de vôlei no lugar de Bernardinho, Renan Dal Zotto já sabe que não terá toda a comissão técnica do seu antecessor. Semana passada, na gravação do Bola da Vez na ESPN Brasil, Renan confirmou a informação.

O desfalque à princípio é o fisioterapeuta Fiapo. Fiapo vai morar nos Estados Unidos por um ano e já avisou a CBV (Confederação Brasileira de Vôlei). Quando voltar, Fiapo pode se reintegrar a seleção.

Renan ainda não conversou com o auxiliar de Bernardinho, Rubinho, para saber se ele continua na seleção. Rubinho foi indicado por Bernardinho junto à CBV para assumir a seleção brasileira. Mas a entidade maior do vôlei brasileiro preferiu o nome de Renan.

Rubinho é um nome estratégico para o início da trajetória de Renan na seleção, principalmente porque Renan está há oito anos sem dirigir uma equipe e a presença de Rubinho será fundamental não só para a continuidade do trabalho, mas também para auxiliar o novo comandante nos treinamentos e jogos.

Os outros integrantes da comissão técnica devem continuar. O assistente Ricardo Tabach, o auxiliar Giuliano Ribas, o preparador físico Renato Bacchi, os médicos Ney Pecegueiro e Álvaro Chemecki e as estatísticas Roberta Giglio e Luciana La Plata.

Dal Zotto espera que a maior parte da comissão técnica continue na seleção para facilitar seu início de ciclo olímpico. Se a maioria continuar, a filosofia de trabalho não será quebrada. A necessidade de bons resultados aliada as novidades nos treinamentos será importante nesse começo.

A vantagem é que Renan era o coordenador de seleções até os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro e acompanhou o trabalho de Bernardinho e Zé Roberto de perto.

Renan também confirmou que Bernardinho será uma espécie de supervisor da seleção masculina. Vai trabalhar na retaguarda do novo treinador e também vai coordenar as categorias de base.

A Seleção Brasileira começa sua trajetória nesse novo ciclo olímpico na Liga Mundial. Será no próximo dia 02 de junho em Pesaro, na Itália contra os poloneses, atuais campeões mundiais. O Brasil está no Grupo A, ao lado de Polônia, Irã e Itália.

Renan têm assistido muitas partidas da Superliga. Semana passada esteve em Campinas, interior paulista, acompanhando a fase final da Copa do Brasil. A ideia dele é acompanhar o maior número de jogos até a estreia da seleção em 2017.

O objetivo de Renan é dar continuidade ao grande trabalho de Bernardinho na seleção. E essa é a minha torcida também. Que a seleção masculina continue no pódio nas próximas competições.

 

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Bernardinho acertou em deixar seleção de vôlei. Renan foi a escolha da continuidade

Maurício Jahu
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Getty
Bernardinho deixou a seleção masculina de vôlei
Bernardinho deixou a seleção masculina de vôlei

Foi uma decisão difícil para Bernardinho. Afinal de contas, 22 anos é um tempo bem longo. Muitas conquistas e, mais que isso, um estilo vitorioso de conduzir suas equipes no decorrer deste longo período à frente da seleção.

É um dos técnicos mais vitoriosos do vôlei brasileiro e mundial, mas confesso que acreditava na continuidade dele no comando da seleção brasileira masculina de vôlei. Porém, no final das contas, Bernardinho fez a escolha certa. Para ele e sua família.

Vai aliviar sensivelmente sua carga de trabalho na seleção e terá muito mais tempo para curtir a vida e ficar ao lado das filhas e da esposa Fernanda Venturini. Bernardinho estava precisando desse tempo. Estava sendo muito cobrado pela família por suas longas ausências.

Viveu anos incessantes de trabalho com poucas folgas. Não é fácil. O vôlei brasileiro deve muito a ele. É um dos melhores técnicos que já vi. Aliás, o vôlei brasileiro é privilegiado por ter à disposição o trabalho de Bernardinho e José Roberto Guimarães, duas referências no vôlei mundial.

Renan Dal Zotto, o novo treinador, foi a escolha da continuidade do trabalho. Renan atuou nos últimos dois anos como diretor técnico de seleções, um cargo muito próximo dos dois treinadores. Mas Renan não dirige uma equipe há 8 anos.

Renan teve um bom trabalho na Cimed, de Florianópolis. Foi campeão da Superliga masculina em 2006 num time que tinha Bruninho e Lucão como protagonistas. Um ano depois foi para a Itália. Foi campeão da Supercopa Italiana com a Sisley de Treviso.

Também pesou na escolha da CBV a proximidade de Bernardinho com Renan. Eles são amigos de longa data. Desde os anos 80 quando jogaram juntos na seleção e na extinta Atlântica Boavista, do Rio de Janeiro.

Bernardinho confia muito no trabalho de Renan Dal Zotto. E o fato de ser o início de um ciclo olímpico tira um pouco o peso por vitórias porque as comparações serão inevitáveis.

Renan certamente terá algumas dificuldades no começo até pelo longo tempo longe da beira das quadras. Mas é um estudioso e tem boas relações, especialmente na Itália onde também atuou como atleta pelo Parma no final dos anos 80.

Tive o prazer de jogar com o Renan por duas temporadas no clube e em algumas ocasiões na seleção. É uma das pessoas mais íntegras que conheço no meio do voleibol. Mas fiquei surpreso com o convite porque estava há bastante tempo sem dirigir uma equipe.

Bernardinho e toda a sua comissão técnica ajudarão muito nessa transição. Foi apostando nisso também que a CBV optou por Renan Dal Zotto como novo técnico da seleção masculina. Uma escolha que garante a continuidade do trabalho maravilhoso que Bernardinho deixa.

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Reconstrução é a receita do vôlei no início do ciclo olímpico

Maurício Jahu
Mauricio Jahu,blogueiro do ESPN.com.br
Getty Images
Brasil comemora a medalha de ouro no Rio de Janeiro
Brasil comemora a medalha de ouro no Rio de Janeiro 

Passados os Jogos do Rio, o ano de 2017 será de reconstrução para a maioria das seleções mundo afora. E ano pós olímpico é também aquele que dá inicio as mudanças e apostas para o novo ciclo.

Para as seleções brasileiras não será diferente. José Roberto Guimarães, já confirmado no comando da seleção feminina, dará continuidade ao trabalho, mas tentará convencer algumas jogadoras que já anunciaram aposentadoria para levar experiência ao novo grupo.

A seleção masculina ainda depende da confirmação da permanência de Bernardinho. Particularmente, acredito que ele continue no comando por mais um ciclo olímpico.

E apesar da medalha de ouro no Rio, Bernardinho e também José Roberto precisam reconstruir seus respectivos elencos.

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Zé Roberto tem como base a levantadora Dani Lins e as atacantes Natália, Thaísa e Fernanda Garay. Já Bernardinho já tem o levantador Bruninho e os atacantes Lucão, Lucarelli e Wallace.

Apesar dessa base, esse será um ano de experiências. Não será estranho se os treinadores das seleções do Brasil apostarem em atletas que estão surgindo e que precisam ser testados.

É hora de apostar em novos talentos e dar experiência internacional para os que interessam e para aqueles que se mostrarem mais preparados para ocupar os lugares vagos.

Ano que vem tem os Campeonatos Mundiais. Essas competições estão atrás apenas dos Jogos Olímpicos em importância. Por isso que 2017 será um ano de apostas e das seleções reconstruírem seus respectivos elencos.

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As competições servirão para isso principalmente porque não há a necessidade de resultados imediatos. A Liga Mundial vai de 02 de junho a 02 de julho. Dia 7 de julho começa o Grand Prix que só termina na primeira semana de agosto.

Um mês depois, na primeira quinzena de setembro, tem a Copa dos Campeões no Japão. Tem ainda o Campeonato Sul-Americano, sem data e local definidos.

Ou seja, será uma boa quantidade de jogos para que José Roberto Guimarães e Bernardinho comecem a desenhar a nova cara das seleções brasileiras de vôlei para esse ciclo olímpico que se inicia.

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Vôlei no Brasil só em 2017

Maurício Jahu
MauricioJahu,blogueiro do ESPN.com.br

A Superliga de vôlei, principal competição da modalidade no país, encerrou suas atividades em 2016. Vôlei agora no Brasil só em 2017. E em duas semanas, o panorama da competição mudou nos dois torneios.

Os jogos da Superliga voltam apenas no início de janeiro. O tempo não é tão longo assim, mas para os clubes que estavam jogando praticamente duas partidas por semana, um descanso de final de ano vem num bom momento.

Mas esse período poderá ser bem usado também por boa parte dos times para ajustar as coisas que ainda não estão dando certo. É o tempo dos ajustes.

No torneio feminino, a briga segue intensa. O Rexona, do Rio de Janeiro lidera com 4 pontos de vantagem para o Nestlé, de Osasco, que se recuperou e pulou para a segunda colocação.

Surpresa para o lado negativo é o Praia Clube, que mesmo com um bom elenco e altos investimentos está apenas na quinta posição. O Terracap, de Brasília e Genter, de Bauru completam o G4.

Aí seguem o Minas Camponesa, em sexto, Pinheiros e Fluminense, em oitavo. São Caetano e Rio do Sul terão que lutar muito para chegar aos playoffs.

Sesi e Valinhos ocupam as últimas colocações e não tem mais ambições na competição. O Sesi só alcançou uma vitória no primeiro turno e Valinhos, nenhuma.

Nas estatísticas individuais, Tandará, de Osasco, é a melhor no ataque. Rosamaria, do Minas, se destaca no bloqueio. E Macrís, de Brasília, é a melhor nos levantamentos. A maior pontuadora é a jovem Lorenne, do Sesi.

A Superliga masculina tem o invicto Cruzeiro na liderança com seis pontos de vantagem para o Sesi, segundo colocado com três derrotas. A boa surpresa é o Montes Claros que completa o G3.

Taubaté, de Wallace, Rafael e Eder é apenas o quarto na classificação. O Brasil Kirin, de Campinas está em quinto. Aí, completam o G8, Juiz de Fora, Canoas e Minas Tênis.

Bento Vôlei, São Bernardo, Maringá e Caramuru dificilmente conseguirão vaga nos playoffs. Esse é o quadro atual dos dois torneios da Superliga.

Nas estatísticas, Wallace, de Taubaté, é o melhor no ataque. O central Mauricio, de Campinas, lidera os bloqueios. Willian, do Cruzeiro está na frente nos levantamentos. Renan, de Juiz de Fora, é o maior pontuador.

A Superliga ainda tem um turno inteiro pela frente, ou seja, mais onze jogos para mudar a história para o lado bom ou para o ruim.

Antes, essa parada de final de ano. Vamos aguardar e ver quem vai se destacar e levar o título em 2017. Qual é a sua aposta, fã de esportes?

 

 

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Troca de técnicos no vôlei agita Itália e Brasil

Maurício Jahu
MauricioJahu, Blogueiro do ESPN.com.br
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Nikola Grbic, novo técnico do Verona
Nikola Grbic, novo técnico do Verona

O Campeonato Italiano de vôlei está chegando na metade do segundo turno com Lube, Modena, Trentino e Perugia nas quatro primeiras colocações brigando pela ponta da tabela de classificação. O quinto colocado é o Verona, que trocou recentemente de técnico.

O italiano Andrea Giani deixou o projeto depois de desgaste na relação com os atletas. Os dirigentes optaram por Nikola Grbic. O ex-levantador levou a Sérvia em 2016 ao título da Liga Mundial e goza de muito prestígio neste momento.

Grbic só começou a negociar com os dirigentes italianos depois da renúncia de Giani, especialmente após a eliminação do Verona na Copa da Itália. O sérvio estava nos Estados Unidos participando do seminário "Coaches Association of America".

O clima entre dirigentes e jogadores do Verona não era bom. E ficou pior ainda na estreia de Grbic. O Verona perdeu por 3 sets a 0 para o Molfetta, décimo colocado. Grbic tem a seu favor o fato de ter 3 atletas sérvios no elenco (Djuric, Baranowicz e Uros Kovacevic).

Isso deve ajudar nessa readaptação. O Verona tem 8 vitórias e 7 derrotas no campeonato. Uma campanha regular para um time com bons jogadores.

Recentemente, Grbic disse que tinha encontrado um time cansado de perder. Isso mostra que, apesar de todo o prestígio, ele deve ter dificuldades para colocar o Verona nos eixos.

Em outubro, o Latina trocou Vincenzo Nacci pelo experiente Daniele Bagnoli. Mesmo assim, o time ocupa apenas a 11ª colocação com 5 vitórias e 10 derrotas. O que indica muito trabalho pela frente.

O Perugia, quinto classificado, também trocou o sérvio Slobodan Kovac pelo italiano Lorenzo Bernardi no mês passado. O time iniciou a temporada com muitas irregularidades e isso irritou a diretoria que contratou um bom elenco.

No Brasil, não é muito comum clubes trocarem seus comandantes no meio da temporada. Podemos citar alguns casos, mas é exceção. Talmo foi dispensado pelo Sesi ano passado e Wagão, pelo Pinheiros.

Nesse final de ano, Fernando Bonato foi demitido pelo Rio do Sul, não só por atritos com as atletas, mas também por que perdeu 8 dos 11 jogos do primeiro turno da Superliga feminina.

Fato é que os clubes italianos tem demonstrado pouca paciência na relação com os treinadores. Os brasileiros, nem tanto.

Mas a necessidade de resultados e os altos investimentos estão colocando treinadores em risco com maior facilidade. Na Itália, no Brasil ou em qualquer lugar do mundo.

 

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Troca de técnicos no vôlei agita Itália e Brasil

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Os mesmos de sempre na liderança da Superliga de vôlei

Maurício Jahu
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Ginasio Volei
Torcedores lotaram ginásio em São Paulo

As duas Superligas de vôlei estão chegando ao final do primeiro turno. E o que se nota é que apesar das boas surpresas que apareceram, até aqui os mesmos de sempre lideram os dois torneios: Rexona, do Rio de Janeiro e o Sada Cruzeiro.

Os dois times começaram com boa campanha e mantém regularidade. O Rexona tem apenas uma derrota. Vôlei Nestlé, de Osasco; Genter, de Bauru; Terracap, de Brasília; Dentil, Praia Clube de Uberlândia e Camponesa Minas devem entrar forte nessa briga, mas apenas nos playoffs.

O Minas, por exemplo, estreou recentemente a norte-americana Destine Hooker e ainda espera pela atacante Jaqueline. Fluminense, Pinheiros e Rio do Sul vão lutar pelas vagas que restarem nos playoffs.

Já no torneio masculino, a supremacia do Sada Cruzeiro, atual campeão mundial, ainda continua. E com folga. Tem seis pontos de vantagem sobre Taubaté, mas as duas equipes se enfrentam nesse final de semana e a vantagem pode diminuir.

Sesi e Brasil Kirin, de Campinas também estão nessa briga. Essas quatro equipes são as favoritas para chegar as semifinais. Mas não podemos deixar de ressaltar o esforço de outras boas surpresas na competição como Juiz de Fora; Montes Claros, Lebes, de Canoas, São Bernardo e Bento Isabela.

A vantagem para todas as equipes nos dois torneios é que ainda resta um turno inteiro para melhorar, tentar corrigir os erros e garantir uma vaga nos playoffs que só começam no meio do mês de março. É um tempo razoável para ajustar o que é preciso e evoluir.

Com os playoffs, começa um novo campeonato para todas as equipes e qualquer erro pode ser fatal. Ainda mais se falarmos da final, que será definida em jogo único nas duas Superligas.

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Os mesmos de sempre na liderança da Superliga de vôlei

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Vôlei tem Zé Roberto na comissão de técnicos

Maurício Jahu
MauricioJahu,blogueiro do ESPN.com.br
Getty
Zé Roberto garantiu a vaga na Superliga B com o Barueri

A FIVB (Federação Internacional de Vôlei), que tem como presidente o brasileiro, Ary Graça, divulgou na última sexta-feira os novos integrantes da "Techinical and Coaching Commission", uma comissão de técnicos e integrantes de comissões técnicas de todo o mundo.

O único brasileiro dessa comissão é o técnico da seleção feminina, José Roberto Guimarães. Ele está ao lado do norte-americano Karch Kiraly e da chinesa Lang Ping, que eliminou a seleção feminina nos Jogos Olímpicos do Rio em agosto passado.

O italiano Giovanni Guidetti, que levou a seleção feminina da Holanda a semifinal dos Jogos Olímpicos pela primeira vez é outro integrante importante.

Quem preside a comissão é o neozelandês Hugh McCutcheon, medalha de ouro com a seleção norte-americana masculina em Pequim, 2008, derrotando justamente o Brasil na final por 3 sets a 1 de virada naquele timaço que tinha o levantador Lloy Ball e o oposto Stanley.

O objetivo da FIVB é aproveitar a experiência e a bagagem dos treinadores que vivem o dia-a-dia das seleções. Segundo a entidade, eles podem trazer contribuições valiosas para o desenvolvimento do esporte em todo o mundo.

Ótima iniciativa da FIVB. Que o Zé Roberto seja bem explorado porque é um treinador experiente, conhece muito e tem muita informação relevante para ajudar a melhorar o cenário do vôlei nos próximos anos.

 

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Brasília e Montes Claros são destaques na Superliga de vôlei

Maurício Jahu
MauricioJahu, Blogueiro do ESPN.com

Mesmo com algumas equipes com orçamentos bem mais poderosos nos dois torneios da Superliga de vôlei, como Rio de Janeiro, Osasco e Praia Clube, no feminino e Cruzeiro, Taubaté, Sesi e Campinas, no masculino, os protagonistas do momento são Brasília e Montes Claros.

Brasília está hoje entre os quatro mais bem classificados na Superliga feminina. É uma equipe voluntariosa com atacantes experientes como Paula Pequeno e Andrea Laurance. A levantadora Macris está entre as melhores do país.

A força no meio de rede de Vivian e principalmente, Roberta. E a confiança da jovem Amanda. Mas a grande mudança foi na comissão técnica com a chegada do campeão olímpico Anderson Rodrigues para dirigir a equipe.

Ele rapidamente assumiu as responsabilidades do time e verificou com precisão as mudanças que deveriam ser feitas. Belo trabalho. A mesma coisa acontece no torneio masculino com Montes Claros. A equipe mineira está hoje na quarta colocação, mas brigando na parte de cima da tabela.

Com um orçamento bem mais enxuto que seus concorrentes, Montes Claros vem ganhando confiança na competição com vitórias contundentes sobre adversários poderosos. Tirou recentemente a invencibilidade de dois concorrentes ao título: Campinas e Taubaté.

É uma equipe que tem uma identificação enorme com a cidade. A liderança do técnico Marcelinho é marcante. O elenco não tem tantos nomes famosos, mas quem tem entrado em quadra, tem feito bonito. Luan e Jonatas são alguns dos destaques.

Assim como o levantador Murilo Radke. Além da experiência de Thiago Salsa. Verdade é que mesmo com orçamentos mais enxutos essas duas equipes estão roubando o protagonismo nos dois torneios da Superliga. Temos ainda meses de competição pela frente, mas o que eles já fizeram é bem significativo.

 

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Tendências do vôlei em 2017. Dificuldades e novos patrocinadores

Maurício Jahu
MauricioJahu, Blogueiro do ESPN.com.br

A Superliga de vôlei dessa temporada está apenas no primeiro turno da fase inicial, mas os rumores de 2017 já rondam os clubes. Barueri, do técnico José Roberto Guimarães, vai apresentar patrocinador nos próximos dias e disputa a próxima Superliga feminina.

Antes, joga a Superliga B para garantir vaga na principal. O Sada Cruzeiro também vai montar uma equipe feminina na próxima temporada, mas assim como o projeto do time masculino, deve escalar as etapas ano a ano. O objetivo é atingir a grandeza dos rapazes em alguns anos.

Sem dúvida, a chegada dessas equipes vai aumentar a competitividade no torneio feminino e criar um rodízio ainda maior na disputa por posições nos playoffs e também na disputa pelo título.

Divulgação/CBV
Será que o novo time feminino do Cruzeiro será tão forte quanto o masculino?
Será que o novo time feminino do Cruzeiro será tão forte quanto o masculino?

No masculino, o cenário é um pouco diferente. O Sesc, do Rio de Janeiro, que tem no comando Giovane Gávio, chegará com uma equipe forte na próxima Superliga Masculina. A expectativa é de um bom investimento.

Em compensação, dois times do sul do país, Canoas e Bento Gonçalves, enfrentam dificuldades financeiras e terão grandes obstáculos para montar seus respectivos times em 2017. O Voleisul, de Novo Hamburgo, também não teve fôlego financeiro para manter o projeto nesse ano.

O campeão olímpico Paulão, que comanda Bento Gonçalves, me confidenciou todas as dificuldades que tem passado para conseguir viabilizar o projeto na cidade gaúcha.

É verdade que a temporada 2017/2018 ainda está longe de começar, mas as tendências do momento do vôlei no Brasil são essas. Antes, ainda teremos o início do novo ciclo olímpico e a confirmação se Bernardinho continua ou não no comando da seleção masculina. Zé Roberto Guimarães está confirmado na feminina.

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Vôlei cresce na Itália. Dentro e fora das quadras

Maurício Jahu
MauricioJahu, Blogueiro do ESPN.com.br

A Itália, assim como toda a Europa, passa por um momento econômico delicado que se acentuou desde a crise de 2008 e vem se arrastando por mais alguns anos. A crise tirou o poder financeiro de boa parte da economia.

Divulgação
Vôlei italiano tem crescido
Vôlei italiano tem crescido

No esporte não foi diferente. Vários clubes de vôlei na Itália tiveram que reduzir seus investimentos por conta da fuga de investidores. O Campeonato Italiano, considerado um dos mais badalados do planeta, também balançou.

Ano passado, o Modena, uma das equipes mais tradicionais da Itália, teve sérios problemas financeiros e quase encerrou as atividades. Mas todas essas dificuldades não intimidaram os dirigentes. Eles continuaram agindo em outras frentes. E hoje começam a enxergar bons resultados.

Números de pesquisa realizada e divulgada por duas agências na Itália recentemente mostram que o vôlei por lá cresceu não só dentro da quadra, mas principalmente fora dela. Lembrando que a amostragem é em relação à população nacional de 14 a 64 anos, o que equivale a quase 40 milhões de pessoas.

Os resultados mostraram que, desse total, mais de 26 milhões de pessoas seguem o vôlei. São mais de 370 mil inscritos na Federação. O vôlei só fica atrás do futebol em número de inscritos na Federação.

Outro dado significativo dessa pesquisa é que mais de 3 milhões de pais e mães gostariam de ver seus filhos praticando vôlei. O vôlei, nessa pesquisa, só fica atrás da natação e do tênis.

Essa última amostragem é interessante porque a intenção dos pais pode levar, nos próximos anos, muitos jovens a praticar voleibol. Na verdade, esse é um resultado que é reflexo do que acontece dentro de quadra. Os jogos do campeonato italiano tem tido bom público.

A parceria que a Liga Italiana concretizou permitiu a criação de um canal na Internet que transmite todos os jogos do Campeonato Italiano das séries A1 e A2, Copa Itália e Supercopa Italiana em sistema de pay per view. São mais de 400 jogos transmitidos em HD.

Um campeonato bem organizado, com jogos emocionantes e muitas ações promocionais. O fim das paradas técnicas e o "Desafio" que ficou famoso nos Jogos Olímpicos do Rio trouxeram um tempero a mais e agregaram valor. Tudo isso com um objetivo: fazer o vôlei crescer ainda mais.

 

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Jogo invade madrugada e desrespeita torcedor na Superliga de vôlei

Maurício Jahu
Mauricio Jahu, Blogueiro do ESPN.com.br
Assessoria Gama / Divulgação
Canoas e Taubaté fizeram jogo disputado pela Superliga
Canoas e Taubaté fizeram jogo disputado pela Superliga

Jogos de vôlei à noite costumam ser agradáveis para o torcedor que está em casa no sofá da sua sala assistindo TV. Mas quem vai ao ginásio pode ter surpresas nada agradáveis. Foi o que aconteceu essa semana na rodada da Superliga masculina.

A partida entre Canoas e Taubaté que aconteceu no Rio Grande do Sul, começou por volta das 22hs por conta da transmissão da TV. Como o jogo teve cinco sets com vitória de Taubaté por 3 sets a 2, o encontro terminou por volta de 0h15 minutos.

Imagina a situação do torcedor que foi ao ginásio? Voltar para casa depois desse horário é um risco desnecessário num país onde a violência é cada vez maior, especialmente nas madrugadas. E tem ainda o fato de que a maioria trabalha no dia seguinte. Fora os estudantes e crianças que costumam dormir cedo.

O jogo teve 2hs e17 minutos de duração e foi presenciado por pouco mais de 650 corajosos torcedores. Entendo os interesses das partes, mas a CBV, que detêm os direitos da competição, e a tv, deveria olhar com mais respeito ao torcedor que vai ao ginásio.

Se isso continuar acontecendo, acredito que cada vez mais o torcedor se sentirá desmotivado para ir ao ginásio assistir aos jogos. Uma pena. A Superliga é atrativa, mas não pode desrespeitar o torcedor apaixonado que vai ao ginásio. É um passo atrás num país com tantos apaixonados pelo vôlei.

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Superliga de vôlei começa no Brasil, mas ligas européias já esquentam

Maurício Jahu
MauricioJahu, Blogueiro do ESPN.com.br
Site oficial /Reprodução
Temporada da equipe feminina do Dínamo Kazan já começou
Temporada da equipe feminina do Dínamo Kazan já começou

Enquanto a Superliga no Brasil tem apenas uma ou duas rodadas disputadas, (o Cruzeiro, atual tricampeão mundial), ainda não estreou e só entra em quadra no próximo sábado em Juiz de Fora contra os donos da casa, as ligas europeias já esquentam com poucas rodadas.

Na Rússia, tivemos um duelo sensacional no torneio feminino pela quarta rodada que reuniu várias jogadoras da seleção. O Dínamo Kazan, de Vasileva e Startseva venceu o poderoso Dínamo de Moscou das belas Goncharova e Fetisova por 3 sets a 2 num final incrível.

Goncharova fez 32 pontos e foi a maior pontuadora, mas quem se destacou foi Vasileva. Ela fez 30 pontos e liderou o Dínamo Kazan nessa vitória que coloca a equipe invicta no topo da tabela com 11 pontos. O Dínamo Moscou conheceu sua primeira derrota na competição e caiu para o terceiro lugar. A segunda colocação é do Krasnoyarsk

O Uralochka, do veterano e vitorioso técnico Karpol, está colado no time de Moscou também com três vitórias na quarta colocação. O Campeonato russo feminino é disputado por 10 equipes. As oito mais bem classificadas na primeira fase passam para os playoffs.

Na Itália, onde se disputa um dos campeonatos mais badalados do planeta, o torneio masculino está fervendo com apenas sete rodadas. O Lube Civitanova, do cubano/italiano Juantorena e do levantador norte-americano Micah Christenson lidera com 20 pontos e sete vitórias.

Site Oficial / Lega Vollley
Torneio masculino na Itália já teve sete rodadas
Torneio masculino na Itália já teve sete rodadas


Mesma pontuação do Modena, dos franceses Ngapeth e Le Roux, que vem em segundo lugar. O Verona, do técnico Andrea Giani, é o terceiro colocado. A decepção até aqui é o Perugia, de Zaytzev e do norte-americano Russell, que já coleciona duas derrotas e está na quinta colocação com apenas 13 pontos.

Na Itália, a Liga da Série A, a principal, é disputada por 14 equipes. A primeira fase vai até 5 de março. As oito melhores passam para os playoffs que serão disputados em melhor de cinco partidas nas quartas, semifinais e na grande decisão.

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Sesi negocia com experiente Riad para o lugar de Sidão

Maurício Jahu
Mauricio Jahu, blogueiro do ESPN.com.br
Divulgação
Experiente central Riad pode voltar ao Sesi
Experiente central Riad pode voltar ao Sesi

O Sesi negocia com o central Riad para ocupar o lugar de Sidão, que passou por nova cirurgia no ombro e vai ficar fora das quadras por cerca de cinco meses.

Porém o Sesi trata o assunto com cuidado. Riad ficou um bom tempo parado no ano passado. Contratado por Taubaté, ele foi convocado para a Seleção Brasileira para a disputa da Liga Mundial. Só que ficou de fora da fase final porque sofreu uma contusão no joelho.

O experiente central, de 35 anos, precisou passar por uma cirurgia para tratar uma ruptura parcial do tendão patelar do joelho. Após a cirurgia, Taubaté rescindiu o contrato e o liberou para atuar por outra equipe.

Na fase final da última Superliga, Riad defendeu o Sesi, que terminou na quarta colocação. Essa proximidade foi importante para que o contato fosse retomado depois da contusão de Sidão. Por isso, não será novidade se Riad for anunciado pelo Sesi como novo reforço nos próximos dias.

Riad atuou por várias equipes no Brasil. Participou da Seleção Brasileira nas categorias de base. Foi campeão mundial juvenil em 2011. Na Itália, atuou pelo Trentino onde foi tricampeão da Liga dos Campeões e Campeão Mundial de clubes em 2010, em Doha.

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Cruzeiro dá show no vôlei e conquista título Mundial pela terceira vez

Maurício Jahu
Mauricio Jahu, Blogueiro do ESPN.com.br
Jogando muito bem, Cruzeiro vence Zenit Kazan e conquista Mundial de vôlei pela 3ª vez

Foi um show em todos os fundamentos do Cruzeiro na decisão do Campeonato Mundial de clubes diante do Zenit Kazan, da Rússia, que aconteceu em Betim, MG. Foi uma final eletrizante. O time russo é uma verdadeira esquadra mundial.

Além do cubano naturalizado polonês, Leon, o Zenit tem o norte-americano Anderson e os jogadores da seleção da Rússia, como Mikhaylov, Volvich, além do técnico Vladimir Alekno. Mas o Cruzeiro ignorou tudo isso.

O time brasileiro teve personalidade. Forçou o saque e teve um ataque massacrante. Evandro e Leal comandaram o ataque cruzeirense. Isac e Simon foram espetaculares no meio de rede. O levantador William deu um show na distribuição de jogadas.

Tanto que o bloqueio, uma das forças do time russo, pouco produziu: apenas 2 pontos. Metade dos pontos de bloqueio do Cruzeiro. A eletrizante torcida que compareceu em massa no Ginásio Divino Braga teve o mesmo ritmo da equipe dentro de quadra e fez a sua festa.

É o terceiro título do Cruzeiro no Mundial de clubes. Uma conquista que premia um projeto vitorioso liderado por um apaixonado pelo vôlei: Vitório Mediolli. Ele proporcionou toda essa festa que aconteceu em Betim. Festa do Cruzeiro e do vôlei brasileiro com mais uma conquista expressiva em 2016.

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