Zion Williamson tem uma primeira missão para mostrar sua grandeza: levar os Pelicans aos playoffs

Pedro Suaide
Pedro Suaide
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Vamos direto ao ponto: com Zion Williamson, o New Orleans Pelicans precisa agarrar e não devolver uma vaga nos playoffs do Oeste da NBA, mais aberto do que nunca.

O time fez sua lição de casa até agora. Após 44 jogos disputados na temporada, todos sem a primeira escolha do draft, o time tem 17 vitórias e 27 derrotas, uma campanha dentro do esperado, principalmente com tantas lesões curtas, como as de Brandon Ingram, Jrue Holliday, Lonzo Ball e Derrick Favors, quarteto que ocupa grande parte da minutagem do time.

Após o elenco 'engrenar', já são 11 vitórias nas últimas 16 partidas. Agora, o tão esperado Zion Williamson fará sua primeira partida oficial pela franquia - contra oSan Antonio Spurs, às 23h30, AO VIVO na ESPN e no WatchESPN.

Zion divide opiniões como poucos jogadores, e a incógnita que ronda seu nome só favorece na discussão entre gregos e troianos. Já ouvimos muitas coisas, desde "ele é gordo" até "ele será o melhor jogador da NBA na próxima década". Se apegando à fatos, o que sabemos? Sua pré-temporada, saudável e disputada em alto nível, foi histórica.

Durante os quatro jogos que ele fez, teve a quarta melhor média de pontos por jogo do período, com 23,3 por jogo - atrás apenas de James Harden (31,2), Giannis Antetokounmpo (27,3) e Stephen Curry (26,8). 

|A estreia de Zion: o que esperar da primeira partida do calouro dos Pelicans na NBA|

Zion ainda tornou-se o primeiro calouro a ter média de mais de 20 pontos por jogo acertando 70% de seus arremessos, e é aqui que ele se torna ainda mais assustador. Sua habilidade com a bola na mão é tão boa quanto a de qualquer craque regular da NBA. Entretanto, sua impulsão, força e velocidade formam uma junção nunca antes vista, e seu controle de corpo e equilíbrio, principalmente no ar e a caminho do arremesso, fazem dele um perigo constante perto da cesta. Todo arremesso que ele faz perto da cesta é de alta qualidade.

E na defesa ele também pode fazer toda a diferença. Até hoje, seu time é o 10º pior defendendo na liga. Entretanto, Zion tem uma versatilidade que, se ele desenvolver contra os maiores jogadores do mundo, podem fazer dele uma espécie de Draymond Green com mais impulsão ao marcar: um general. Durante seu ano em Duke, teve médias de 2,1 roubos e 1,8 toco por jogo. Com algo que lembre isso NBA, poderá mudar sua equipe.  

Apesar de ser o 12º de sua conferência, os Pelicans estão apenasn três jogos e meio atrás do Memphis Grizzlies, o 8º. Isso quer significa que o time tem chances realíssimas de chegar lá, mas também mostra que, para isso, terá que superar seis adversários que estão vivos na disputa.

Atrás, com dois jogos e meio a menos do que os Pelicans, estão os Kings e os Wolves, que parecem estar perdendo o fôlego de vez enquanto perdem partidas em sequência.

À frente, estão Suns, Blazers e Spurs, até chegarmos aos Grizzlies, que hoje iriam aos playoffs: dois times com muita experiência e dois comandados por garotos. E é por ser a perfeita mistura disso que os Pelicans precisam se sobressair.

Se os Pelicans são liderados Lillard, McCollum e Carmelo, e os Spurs por DeRozan e Aldridge, os Pelicans têm Jrue Holliday, JJ Redick e Derrick Favors com muitos minutos em sua rotação. Jogadores consolidados, com experiência em playoffs e que melhoram aqueles ao seu redor.

E enquanto os Suns crescem com Booker, Oubre e Ayton, e os Grizzliers surpreendem com Ja Morant e Jaren Jackson Jr, os Pelicans contam com um núcleo jovem mais completo do que ambos. Lonzo Ball está finalmente mostrando o grande jogador que pode ser; Brandon Ingram têm temporada de All-Star e aos poucos se consolida como um dos grandes jogadores da liga; e ainda restam Josh Hart, Jaxson Hayes e Nickeil Alexander-Walker, que entregam menos, mas seguem evoluindo.

Agora adicione Zion Williamson a tudo isso. Não, ele não precisará fazer 20 pontos e pegar 12 rebotes por jogo, nem dar 3 tocos ou acertar 80% de seus arremessos. Seu tamanho e sua força abrem caminhos na quadra. Ele, ao entrar em quadra, já intimida defesas e as obriga a prestarem muita atenção nele. Com isso, é uma questão de inteligência e solidariedade (que ele já apresentou) para saber distribuir a bola e explorar os grandes talentos que New Orleans tem. 

Ele não precisa ser o cestinha ou jogador que mais participa do jogo, principalmente com as ótimas temporadas ofensivas de Jrue e Ingram. Mas craques são inteligentes, e é sua inteligência que vai abrir os caminhos.

Grandes jogadores fazem grandes coisas. Zion tem sua primeira missão naquele que parece ser seu caminho para a grandeza. Hoje é o dia 1.

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Novo sistema de playoff da MLB: como seria e o que ele indica

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

Troféu da World Series
Troféu da World Series Getty

A Major League Baseball vai mudar, já está mudando. A queda de popularidade do beisebol entre as novas gerações enfim começou a incomodar a principal liga profissional da modalidade, e a MLB percebeu que era necessário realizar alterações que tornassem seu torneio mais atrativo para os jovens, mais agitados e ultraconectados. A maior parte das medidas visa reduzir o tempo dos jogos, mas há uma mais ousada e polêmica: mudar os playoffs.

Atualmente, o mata-mata da MLB é disputado por cinco equipes na Liga Americana e outras cinco na Nacional. Os três campeões de divisão se classificam automaticamente para as séries divisionais (equivalente a semifinais de liga), onde encontram o vencedor do jogo de wildcard (repescagem) realizado entre os dois melhores times que não venceram divisão alguma. Nas séries divisionais, o time de melhor campanha pega o vencedor do wildcard, enquanto que o segundo cabeça de chave pega o terceiro. Daí temos finais de ligas e a World Series, a decisão geral.

Pela proposta da MLB, seriam sete classificados em cada chave: três campeões de divisão e quatro wildcards. O time de melhor campanha teria uma vaga direta na série divisional. Os outros dois campeões de divisão e o primeiro wildcard enfrentariam os outros três wildcards em séries melhor de três, com todos os jogos na casa dos cabeças de chave. Como seria feito o emparceiramento? Os cabeças de chave escolheriam o adversário. Isso mesmo: seria realizado um evento em que o segundo time de melhor campanha escolhe qual dos wildcards quer enfrentar. Depois o terceiro campeão da divisão escolhe e o melhor wildcard fica com quem sobra.

Obs.: a fase de wildcard seria em melhor de três, mas não precisaria de datas extras em relação ao formato atual. Ela apenas ocuparia os dias de descanso antes e depois dos jogos de wildcards atuais. Ou seja, o time que pulasse essa fase não perderia tanto ritmo de jogo assim.

Nesse formato, a MLB tenta atingir dois alvos: aumentar a quantidade de time envolvidos na temporada regular e criar mais eventos com potencial de atrair a mídia. A primeira parte é fácil de entender: nos últimos anos, cresceu bastante a quantidade de times que não lutaram pela temporada, pensando apenas em economizar dinheiro e atrair jovens para se tornar competitivo no futuro. Ainda que faça sentido como estratégia, isso faz que algumas equipes tenham cerca de 500 jogos de temporada regular valendo muito pouco, alienando seus torcedores. Com mais vagas disponíveis, os playoffs são mais acessíveis e poucas franquias realmente se verão fora da disputa já no começo do ano.

A segunda parte é a mais polêmica. A MLB tem a desvantagem de ver seus playoffs ocorrerem em uma época do ano em que NFL, futebol americano universitário, NBA e NHL estão em disputa. Ou seja, dividindo atenção do público. Por isso, criar momentos de tensão e polêmica ajuda a cutucar o torcedor. E um evento em horário nobre de domingo em que os times escolhem quem enfrentarão (incluindo aí todo o debate que se estenderá nos dias anteriores sobre qual seria a melhor estratégia de cada um) tem um sabor diferente.

Já dá para imaginar o cenário. A MLB inclui no seu pacote de direitos de transmissão a venda do evento em que os cabeças de chave escolhem seus adversários e mais seis séries de wildcard, o que garante de 12 a 18 jogos decisivos (ao invés dos dois jogos atuais). Isso vale milhões diretamente e outros milhões indiretamente, com o espaço conquistado nas conversas pelas ruas, nas redes sociais e na mídia.

O problema é: tudo isso faz sentido comercial, mas soa apelativo esportivamente. Encaixar os sete classificados em um sistema de disputa não é natural, precisa de um contorcionismo grande no regulamento. E dar aos clubes o direito de escolher seus adversários é criar polêmicas fáceis.

Ainda assim, o lado econômico provavelmente falará forte e não haverá muita resistência dentro da liga para aprovar o formato. Os clubes gostarão de saber que os playoffs estão mais acessíveis. O sindicato de jogadores gostará de saber que mais associados disputarão o mata-mata. Os árbitros gostarão de ter mais chances de serem chamados para um trabalho extra em outubro. E todo mundo adorará ratear esse dinheiro extra que entrará. Mesmo a TV, que terá de gastar mais dinheiro, não achará ruim perceber que recuperou isso com a audiência das novas fases e de uma temporada regular com menos jogos irrelevantes.

Mas o sistema que a MLB escolheu para revitalizar os playoffs me fez pensar em outra coisa. Encaixar os sete classificados e a fase de wildcard com três confrontos soa forçado no modelo atual, mas ficaria bastante natural se… cada liga tivesse quatro divisões. Com quatro divisões, a melhor campanha entre os campeões vai direto para a série divisional, enquanto que os três campeões de divisão seguintes escolhem entre três classificados por wildcard. Faz muito mais sentido.

E como a MLB dividiria suas ligas para ter quatro grupos? Hoje, com 15 times na Liga Nacional e outros 15 na Americana, muito difícil. No entanto, se as grandes ligas expandirem para 32 franquias, uma em cada liga, são 16 para dividir em quatro grupos de quatro times. Exatamente como a NFL.

Rob Manfred, comissário da MLB, já disse que a liga pretende ampliar a quantidade de equipes. Para isso, só precisa resolver a questão dos estádios de Tampa Bay Rays e de Oakland Athletics. Talvez essa expansão não esteja tão distante assim e a entidade já faça planos pensando nisso.

Fonte: Ubiratan Leal

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Campeão, MVP e decisivo: Mahomes começa a trilhar caminho para ser um dos maiores da história

Gustavo Faldon
Gustavo Faldon

Patrick Mahomes foi simplesmente brilhante no Super Bowl LIV vencido pelo Kansas City Chiefs.

E mesmo não tendo sido brilhante o tempo todo, ele foi na hora em que seu time mais precisava que ele fosse assim.

Aos 24 anos, campeão do Super Bowl, com duas temporadas de titular, MVP da final da NFL, MVP da temporada regular e recordes batidos ano a ano, Mahomes tem tudo para ser um dos maiores quarterbacks da história.

Obviamente, estamos falando de um esporte de contato onde as lesões são inevitáveis e muitas vezes podem ser graves e acabar com carreiras. Mas tirando essa exceção, é impossível imaginar hoje que Mahomes não vá estar entre os maiores da história quando sua carreira se encerrar.

As viradas sensacionais dos Chiefs nesta temporada não foram à toa. Elas vieram porque atrás do center o camisa 15 estava lá para erguer o time e acreditar quando muitos diziam já ter desistido.

Mahomes
Mahomes Getty Images

Mahomes fará 25 anos em setembro. Portanto, ainda tem ao menos mais 10 anos de altíssimo nível.

Obviamente o talento de um quarterback não é tudo num time e às vezes a oportunidade de jogar um segundo Super Bowl pode jamais existir, já que é um esporte coletivo e o QB é um fator apenas.

Dan Marino e Aaron Rodgers nunca tiveram a oportunidade de jogar num segundo Super Bowl em suas carreiras.

Se os Chiefs mantiverem a base do time campeão e ao longo dos anos forem conseguindo repor peças importantes, podemos estar vendo o começo da “era Mahomes” na NFL.

Fonte: Gustavo Faldon, de Miami (EUA)

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Eu nunca quis ser como Kobe Bryant, mas nunca amei outro jogador como amo Kobe Bryant

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

         
    


Eu nunca quis ser como Kobe Bryant. É estranho falar isso, ainda mais em um momento como esse, mas eu nunca quis ser como Kobe Bryant. Ao mesmo tempo, nunca me apaixonei tanto por um jogador como me apaixonei por Kobe Bryant.

Explicar esse sentimento é quase impossível, mas como eu fui amar alguém que era o contrário do que eu sempre fui ou quis ser?

Nunca acreditei que a competitividade em excesso fosse uma virtude ou algo a ser exaltado. Nunca achei que trabalhar demais fosse saudável ou que gritar com seus companheiros durante um treinamento e tentar motivá-los pela pressão seja o caminho correto.

Como então eu fui me apaixonar pelo cara mais obcecado da história da NBA? O cara que acordava 4h da manhã e ia dormir meia-noite sempre com uma bola embaixo do braço? Que gritava com companheiros um treino sim e no outro também?

Simplesmente porque ele era Kobe Bryant.

Existia algo de diferente naquela camisa 24, uma aura hipnotizante que me fazia jogar todas as minhas convicções pela janela toda vez que ela ia à boca de Kobe e eu sabia que vinha algo especial.

Vá em paz, Mamba
Vá em paz, Mamba Harry How/Getty Images

Eu era apenas uma criança quando comecei a acompanhar os feitos do Black Mamba e foi por causa dele que eu me apaixonei por basquete. Se hoje eu escrevo esse texto é porque Kobe fez eu amar essa bola laranja mais do que qualquer outra coisa na vida. Foi por ficar maravilhado com as atuações espetaculares nos jogos mais difíceis, principalmente nos minutos finais. Pela enormidade de bolas vencedoras e arremessos no estouro do cronômetro. Pela capacidade de se despedir da liga anotando 60 pontos após praticamente duas décadas de pura dedicação, sangue, suor e lágrimas. De altos e baixos.

A coisa mais difícil do mundo era eu concordar com alguma postura dele. Sempre fui um dos maiores advogados de acusação da "Mamba Mentality" e todas as coisas, pra mim, negativas que ela trouxe. Ainda assim, nunca amei e nem devo amar alguém como Kobe. E essa é a mágica de Kobe Bryant.

Kobe nunca deixou de ser Kobe. Você concorde com ele ou não, Kobe não deixaria de ser Kobe. Se três arremessos consecutivos foram os responsáveis pela derrota na quarta-feira, ele acreditava que seriam os responsáveis pela vitória na sexta-feira. E fazia eles serem. Acima de tudo, Kobe sempre foi Kobe, o que quer que isso significasse ser, sem o menor remorso.

Eu posso não concordar com a postura, mas jamais vou deixar de assistir os vídeos de melhores momentos, de me emocionar com eles e com as conquistas, de admirar a autenticidade. Vou seguir gritando "Kobe!" a cada bolinha de papel jogada no lixo.

Eu nunca quis ser como Kobe, mas nunca amei outro jogador como amo Kobe. Vá em paz, Mamba.

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Meu sonho era ser Kobe Bryant

Pedro Suaide
Pedro Suaide



Kobe foi draftado em 1996. Eu nasci no ano seguinte, e dez anos depois comecei a jogar basquete competitivamente. Antes disso, me apaixonei pelo esporte de tanto assistir partidas com meu pai. De 2007 a 2012, joguei campeonatos estaduais e sul-americanos, e meu sonho era ser Kobe Bryant!

Toda criança e adolescente tem isso: imitar um movimento, uma comemoração, passar noites e noites vendo lances - ao vivo e melhores momentos. Com toda a minha geração, este espelho foi ele. 

Sozinho, em qualquer quadra que fosse, puxava a camisa pela entrada da manga regata como ele fazia. Me imaginava ganhando um título da NBA e subindo na mesa ao centro da quadra e abrindo meus braços do jeito que ele eternizou em 2010.  A grande maioria das cestas que fiz durante minha 'carreira', comemorei com o braço dobrado e o punho, fechado, em frente ao meu rosto, como tanto o vi fazer. Sonhava com o dia em que ia jogar contra ele. 

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Sequer cheguei perto de ser jogador profissional, mas Kobe ainda definiu meu futuro. Decidi trabalhar com esporte por causa da NBA. E muito do meu amor pela NBA veio por causa dele. O basquete é uma bússola na minha vida, assim como na de tantas outras pessoas, e foi ele que me fez escolher o Jornalismo. 

Mas muito além disso, esse esporte criou meus círculos de amizade e colocou inúmeras pessoas tão importantes na minha vida.  Me fez mais próximo do meu pai e me ensinou as principais coisas que sei. E falando em ser pai, Kobe foi com P maiúsculo - e se como jogador não fui como ele, que eu seja para meus filhos que algum dia virão o que ele foi para Gigi, Bianka, Natalia e a bebê Capri. 

Se sonhei em ser Kobe quando mais novo, atualmente sonhava em um dia entrevistá-lo. 

Em sua aposentadoria, chorei. Com sua carta, 'Dear Basketball', chorei mais ainda. Ontem, sequer consegui digerir o que aconteceu. 

Como disse André Kfouri, Kobe foi o Jordan de quem não viu Jordan. Além disso, foi o Jordan da era digital. A carreira inteira de Bryant, do primeiro ao último dia, está documentada, viralizada e compartilhada nas redes sociais. 

No Brasil, Kobe é um dos esportistas mais amados da história. Seu auge correu lado a lado com a globalização da NBA, muito por causa de David Stern, que também nos deixou há pouco tempo. Jogou a carreira inteira em uma franquia popular e vencedora, e por lá venceu. O brasileiro ovaciona Kobe Bryant, e sua camisa é marca registrada em parques, rachões e praias por todo nosso país. 

Kobe Bryant morreu aos 41 anos em acidente de helicóptero
Kobe Bryant morreu aos 41 anos em acidente de helicóptero ESPN

Seu legado como jogador, personalidade e pai é imensurável, e seguir exaltando seus feitos é chover no molhado. Ele podia ser amado ou odiado por jogar nos Lakers, por sua mentalidade, por seus erros ou acertos dentro de quadra... Mas ele sempre foi respeitado e reconhecido como o que é: uma lenda. Kobe rompeu as barreiras do esporte e do clubismo e se tornou um astro além de seu nicho - coisa que pouquíssimos conseguem. Resta agradecer por tanto.

Então, obrigado por toda noite mal dormida por causa do fuso horário da Califórnia. Obrigado por todo arremesso completamente irracional que caiu e que me fez tomar broncas em quadra ao tentar imitá-los. Obrigado pelos títulos, pelas marcas e pelas frases. Obrigado por ter moldado toda uma geração. Obrigado por ter me ajudado a escolher o meu futuro. 

Obrigado, do fundo do meu coração, Kobe!

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Kobe Bryant, o mais próximo de Jordan que vimos, nos inspirou muito além do basquete

Gustavo Faldon
Gustavo Faldon


Os super-heróis, na nossa mente, sempre vencem e são imortais.

Infelizmente, hoje perdemos um super-herói, com poderes sobrenaturais do basquete, que atendia pelo nome de Kobe Bryant.

Muitos, assim como eu, o tinham como ídolo de infância, adolescência. 

Kobe Bryant foi absolutamente inspirador pelo que fez nas quadras e conseguiu com que nós aplicássemos a mentalidade que ele tinha em quadra fora dela.

Ele nos ensinou muito mais do que um chute no fadeaway, ou como arremessar de meia distância.

Kobe nos ensinou que é preciso, qualquer que seja o ramo na vida, entrar de cabeça e com garra nas coisas. Trabalhar duro, mais que todo mundo, se quiser ter seus sonhos realizados. Que nós não podemos nos intimidar com qualquer dificuldade que nos é imposta. E principalmente a não temer nas horas decisivas.

Kobe Bryant morreu aos 41 anos em acidente de helicóptero
Kobe Bryant morreu aos 41 anos em acidente de helicóptero ESPN

Tive a oportunidade de vê-lo jogar na minha frente, ao vivo, fiquei perto dele uma única vez, em 2013, quando ele veio ao Brasil e atendeu a imprensa em São Paulo. Sim, nossos heróis são de carne e osso.

E quando nos deparamos com as primeiras notícias de sua morte, simplesmente não acreditamos. Ou de alguma forma acreditamos que ele vai sair dessa. 

Em quadra, Kobe Bryant foi o mais próximo de Michael Jordan que vimos. Uma pena a NBA no Brasil não ter sido no auge dele como era hoje, com highlights de Twitter segundos depois de ter acontecido, com todo mundo vendo todos os jogos dele.

Mas quem teve a sorte de vê-lo ao vivo, diariamente, nunca irá esquecer. 

Adeus, Kobe. Nós nunca iremos esquecê-lo.

Kobe Bryant se despediu da NBA com 60 pontos contra o Utah Jazz, em 2016
Kobe Bryant se despediu da NBA com 60 pontos contra o Utah Jazz, em 2016 Getty Images

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[Programação] Semana das estrelas no futebol americano e no hóquei no gelo

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Alexander Ovechkin, do Washington Capitals, uma das principais estrelas da NHL
Alexander Ovechkin, do Washington Capitals, uma das principais estrelas da NHL Getty Image

O Super Bowl é o grande momento do ano nos esportes americanos. Enquanto ele não chega, o fã de esporte pode se aquecer vendo alguns dos principais nomes de duas das quatro grandes ligas norte-americanas. Neste sábado, os grandes nomes da NHL entram no gelo para mais uma edição do All-Star Game. No dia seguinte, é a vez das estrelas da NFL disputarem o Pro Bowl, o jogo das estrelas da bola oval.

A semana ainda tem NBA, com partidas envolvendo algumas das principais equipes da liga, como Los Angeles Lakers, Houston Rockets, Boston Celtics e Philadelphia 76ers. Além, claro, da cobertura in loco dos canais ESPN na semana que antecede a grande final da NFL.

Então, fique de olho na grade de programação de esportes americanos (excepcionalmente neste post, não estão incluídos os jogos universitários do WatchESPN. Confira a grade do WatchESPN aqui).

SÁBADO, 25 DE JANEIRO

NBA
22h30 - Los Angeles Lakers x Philadelphia 76ers (ESPN)

NHL
22h - All-Star Game (WatchESPN) 

DOMINGO, 26 DE JANEIRO

NFL
17h - Pro Bowl (ESPN)

NBA
20h - Boston Celtics x New Orleans Pelicans (ESPN) 

SEGUNDA, 27 DE JANEIRO

19h30 - ESPN LIVE BUD (ESPN)

20h - ESPN LEAGUE (ESPN) 

TERÇA, 28 DE JANEIRO

19h30 - NFL LIVE BUD (ESPN)

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBB
20h - Flamengo x Unifacisa (ESPN 2) 

NBA G-LEAGUE
22h - College Park SkyHawks x Rio Grande Valley Vipers (WatchESPN)
23h - Fort Wayne Mad Ants x Salt Lake City Stars (WatchESPN)

QUARTA, 29 DE JANEIRO

20h15 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA
21h30 - Detroit Pistons x Brooklyn Nets (ESPN)
0h - Houston Rockets x Portland Trail Blazers (ESPN)

NHL
21h30 - Toronto Maple Leafs x Dallas Stars (WatchESPN)

NBA G-LEAGUE
13h - Capital City Go-Go x Long Island Nets (WatchESPN)
13h - Grand Rapids Drive x Raptors 905 (WatchESPN)
22h - Texas Legends x Memphis Hustle (WatchESPN)
22h30 - Austin Spurs x Northern Arizona Suns (WatchESPN)

QUINTA, 30 DE JANEIRO 

20h - NFL LIVE BUD (ESPN)

20h30 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NHL
21h30 - Nashville Predators x New Jersey Devils (ESPN)

NBA G-LEAGUE
21h - Erie BayHawks x Greensboro Swarm (WatchESPN)
22h - Agua Caliente Clippers x Rio Grande Valley Vipers (WatchESPN)
22h - College Park SkyHawks x Wisconsin Herd (WatchESPN)

SEXTA, 31 DE JANEIRO 

20h - NFL LIVE BUD (ESPN)

21h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA
22h - Dallas Mavericks x Houston Rockets (ESPN)
0h30 - Portland Trail Blazers x Los Angeles Lakers (ESPN)

NHL
21h - Philadelphia Flyers x Pittsburgh Penguins (WatchESPN)

* Do dia seguinte

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 24 de janeiro, 22h.

Fonte: ESPN

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Já passou da hora de darmos o devido valor a Damian Lillard

Pedro Suaide
Pedro Suaide

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Eu, você e qualquer pessoa que já assistiu um jogo de basquete sabemos que Damian Lillard é um bom jogador. Ótimas médias, sempre presente nos playoffs, jogadas marcantes... E seguimos o definindo como um bom jogador.

Parece oportunista fazer um texto como esse agora, após ele marcar 34, 34, 61 e 47 pontos nos seus últimos quatro jogos - e talvez realmente seja. Mas a gente precisa falar sobre o tamanho de Damian Lillard.

O armador caminha para se tornar o maior ídolo da história do Portland Trail Blazers, e com certeza já fez duas das mais marcantes jogadas do século da NBA:


         
     

E como fazemos com grandes jogadores, o exaltamos por isso. Mas imagine se Russell Westbrook tivesse o feito - em playoffs, como Dame fez.

Na última semana, como já foi dito, Lillard marcou 61 pontos. E mais 47 no jogo seguinte. Quando James Harden tem atuações desse tipo, todos perdemos a linha - como deve ser feito. Com Lillard, o entusiasmo parece que acaba rápido.

Talvez por ele não ser uma personalidade polêmica, talvez por ele jogar em Portland, talvez por ele falar pouco. Nós, a mídia, damos muito pouco valor para o que Damian Lillard faz - há anos.

Sua única temporada na carreira com menos de 20 pontos por jogo foi a primeira, de calouro, com 19. Nos últimos cinco anos, tem média superior a 25 - e nesse mesmo período de tempo chuta mais de 36% nos arremessos longos, acertando, no mínimo, três arremessos em média. 

Discutivelmente, Lillard é o jogador mais clutch da NBA - aquele cara em quem a gente confia na hora de decidir o jogo. Do mesmo jeito, confiamos nele para arremessar bolas que apenas ele e Stephen Curry conseguem, de muito longe. Entretanto, se alguém faz uma cesta do meio da rua, dizemos que foi uma 'cesta de Curry', mas nunca uma 'cesta de Lillard'.

Com sua atuação de 61 pontos, ele se tornou o jogador com a melhor e a segunda melhor pontuação da história entre jogadores de 1,88 metro ou menos, com 61 e 60. A concorrência que ele deixou para trás? Tim Hardaway, Chris Paul, Allen Iverson, Isiah Thomas, John Stockton, Jerry West e muitos outros 'baixinhos'. 


         
     

Além disso, entrou num grupo de elite e se tornou um dos únicos seis jogadores da história da liga com mais de um jogo de 60 pontos, ao lado de Elgin Baylor (3), Michael Jordan (4), James Harden (4), Kobe Bryant (6) e Wilt Chamberlain (32).  Mas Lillard foi o único a fazer um jogo com tantos pontos acertando 11 cestas de três pontos.

Pensando na franquia de Portland, Lillard é o segundo maior cestinha e o terceiro com mais assistências... Isso sem ser sequer um dos 10 com mais minutos em quadra, já que está na liga há apenas oito anos.

Com 29 anos, Lillard é, literalmente, o presente da NBA. E já passou da hora de o tratarmos com o status que ele merece: um dos melhores jogadores do século.

Apreciem sem moderação.


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Carrasco de Brady e dos Patriots, Eli Manning foi, na essência da palavra, um gigante

Gustavo Faldon
Gustavo Faldon
Eli Manning venceu seu 2º Super Bowl com os Giants após nova vitória sobre os Patriots
Eli Manning venceu seu 2º Super Bowl com os Giants após nova vitória sobre os Patriots Getty

Com o perdão do trocadilho do título, Eli Manning foi, sim, um gigante.

O quarterback anunciará oficialmente sua aposentadoria da NFL nesta sexta-feira. 

Talvez por ser um Manning, o peso que Eli teve que enfrentar, mesmo sendo uma escolha número 1 de Draft, não foi pouco. 

Obviamente ele não era dos caras mais regulares, tendo liderado a NFL em interceptações em três anos na carreira: 2007 (20), 2010 (25) e 2013 (27). Mas a franquia New York Giants deve muito a ele.

Nos momentos mais difíceis e decisvos em playoffs, Eli jogou como um Manning. E, diferente de seu irmão, conseguiu afastar o fantasma de New England Patriots e Tom Brady nos playoffs.

Nas duas temporadas de título dos Giants, Eli teve somados 15 passes para touchdowns e somente duas interceptações nos playoffs em 2008 e 2012, sendo o MVP do Super Bowl em ambas as ocasiões.

No Super Bowl XLII, quando todos achavam que só um milagre daria o título aos Giants. Bem, Eli fez um e concluiu uma das jogadas mais icônicas de todos os tempos para David Tyree.

Eli Manning não será lembrado como o melhor e mais talentoso quarterback, mas certamente foi um dos maiores competidores e responsável por dois títulos de Super Bowl diante da franquia de maior dinastia em todos os tempos.

Obrigado, Eli. O Hall da Fama te aguarda.

Fonte: Gustavo Faldon

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Como o escândalo de roubo de sinais estourou no Boston Red Sox

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

Alex Cora (de vermelho) cumprimenta Aaron Boone antes do clássico entre Yankees e Red Sox
Alex Cora (de vermelho) cumprimenta Aaron Boone antes do clássico entre Yankees e Red Sox Getty Images


As atenções estavam voltadas ao Houston Astros, que via sua comissão técnica e diretoria se tornarem alvos principais das punições da MLB pelo escândalo de roubo de sinais. Mas também havia motivos para ficar de olho com o que acontecia no New York Mets e, principalmente, no Boston Red Sox. Não demorou dois dias para ambas equipes anunciarem a demissão de seus treinadores, Carlos Beltrán e Alex Cora. E, no caso das Meias Vermelhas, ainda há expectativa de que venha mais bomba.

A questão imediata dos técnicos é até simples de entender. As investigações da MLB indicaram que ambos teriam sido os mentores do sistema de utilização de tecnologia para roubo de sinais dos adversários, ainda em 2017. Beltrán, então jogador dos Astros, estava com dificuldades no bastão e pediu ajuda a seu amigo Cora, na época auxiliar técnico do time. O resultado disso foi a utilização de câmeras -- utilizadas prioritariamente para os times avaliarem se vale a pena pedir o replay para revisar uma marcação do árbitro -- para filmar o catcher adversário passando sinais. As imagens chegam ao vivo a um monitor colocado no corredor que leva ao banco de reservas, onde qualquer um do Houston podia ver, identificar o arremesso e fazer algum som que o rebatedor identificasse.

ENTENDA:
Ex-jogador diz que time campeão da MLB em 2017 usou trapaça na campanha do título
O que pode acontecer com os Astros depois do escândalo de roubo de sinais?
Punição aos Astros por roubo de sinais: você quer justiça ou justiçamento?

A MLB não anunciou imediatamente as punições aos dois porto-riquenhos. Beltrán escapou porque a trapaça ocorreu quando era jogador, e hoje ele já tenta outra carreira (os Mets de 2020 seriam seu primeiro trabalho como técnico). O time nova-iorquino decidiu demitir por conta própria, para se afastar institucionalmente de um protagonista de escândalo. Cora certamente será punido, mas o tamanho da paulada não foi anunciado porque ainda há mais o que se investigar. É aí que o Boston Red Sox campeão de 2018 entra no caso.

O Boston chegou a ser advertido por criar um sistema de uso de imagens de TV e smart watches para roubo de sinais em 2017. Mas havia especulações de que os Red Sox seguiram roubando sinais irregularmente. Quando a investigação sobre o Houston Astros começou a avançar, acabou surgindo a revelação de que, realmente, os Meias Vermelhas não haviam parado.

Pelas regras da MLB, e o caso dos Red Sox foi um marco para reforçar isso, o roubo de sinais é permitido se realizado dentro de campo pela habilidade e malandragem dos jogadores. Um corredor na segunda base consegue ver os sinais do catcher. Se ele conseguir decodificar a orientação, pode fazer algum movimento que alerte o rebatedor (que fica de frente para a segunda base) do que estaria chegando. Isso sempre aconteceu no beisebol e não há intenção de mudar isso. O que não pode é usar tecnologia para fazer essa leitura. Aí é golpe baixo, passar do limite moralmente aceito no código de conduta da modalidade.

Os Astros pisaram nesse limite como se fosse uma bituca de cigarro que precisa ser apagada. Os Red Sox quiseram dar uma empurradinha no limite para ver se ninguém percebia ou aceitava que foi sem querer.

Em 2018, o Boston contratou Alex Cora como técnico. E o ex-auxiliar dos Astros levou para o Fenway Park o esquema que havia ajudado a implementar no Texas. Só que, calejado da bronca recebida no ano anterior, os Red Sox não foram de cabeça no roubo de sinal com tecnologia. Tentaram um esquema híbrido.

Como no caso do Houston, os Red Sox usavam câmeras para captar imagens dos sinais dos catcher e enviá-las para um monitor nos vestiários. A diferença é como os rebatedores recebiam essa informação. No caso dos Astros, vai de assobios e pauladas em uma lata de lixo até a suspeita de uso de artefato eletrônico preso ao corpo do jogador. Para o Boston, essa parte era mais discreta e, digamos, velha guarda.

Os rebatedores descobriam pelo vídeo quais os códigos de sinais que os adversários usavam. Eles trabalhavam normalmente no bastão, sem receber nenhuma orientação. No entanto, se chegassem à segunda base, eles usavam o conhecimento adquirido com as imagens do monitor do vestiário para ver as orientações dos catchers com os próprios olhos e repassar ao rebatedor. Ou seja, a segunda parte estaria dentro do código de ética que sempre foi aceito e praticado no beisebol. A questão é que a primeira envolvia a filmagem irregular dos oponentes.

E, como ocorreu com os Astros em 2017, os Red Sox acabaram campeões na temporada em que implementaram um sistema de roubo de sinais com a participação de Alex Cora.

Essa parte da investigação ainda está em andamento, pois a prioridade era concluir o caso do Houston. A situação do Boston é menos grave, porque seu próprio mecanismo não permitia a utilização a todo momento (era preciso haver um corredor na segunda base). Ainda assim, é passível de punição, sobretudo porque a franquia é reincidente do caso de 2017. Mas, para Cora, o gancho deve chegar ainda mais pesado, pois teria sido protagonista nos dois casos. Antes mesmo que novidades sobre a investigação dos Red Sox sejam reveladas, a franquia já demitiu o técnico.

E assim, a um mês do início da pré-temporada, três clubes -- incluindo dois dos últimos três campeões -- ficaram sem treinador. E a liga torce para qualquer outro clube que estivesse roubando sinais (suspeita-se que sejam muitos) resolva parar antes que a credibilidade da MLB toda seja colocada em xeque pela opinião pública.

Fonte: Ubiratan Leal

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Como o escândalo de roubo de sinais estourou no Boston Red Sox

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[Programação] Hora de saber quem vai ao Super Bowl

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Os 49ers recebem os Packers na final da Conferência Nacional
Os 49ers recebem os Packers na final da Conferência Nacional Focus on Sport/Getty Images

"E aí, qual é a hora do jogo da NFL neste sábado?"

Bem, depois de duas semanas de playoffs com partidas espalhadas pelo fim de semana, muita gente já se acostumou a passar o sabadão vendo o melhor do futebol americano. Por isso é preciso ficar atento, porque, nas finais de conferência, só há jogos no domingo. Green Bay Packers x San Francisco 49ers fecha uma rodada dupla de domingão, iniciada no final da tarde (horário de Brasília) com Tennessee Titans x Kansas City Chiefs.

Isso não significa que o fã de esporte que já cancelou seus compromissos no sábado ficará órfão de esportes na TV. Tem dois jogos de NBA, com os dois times de Los Angeles, Clippers e Lakers, enfrentando New Orleans Pelicans e Houston Rockets, nessa ordem. E, depois de rodada dupla de basquete e futebol americano no fim de semana, o fã de esporte pode ficar ligado para toda a cobertura dos canais ESPN na expectativa para o Super Bowl.

Então, anote aí os horários para não perder nada:

SÁBADO, 18 DE JANEIRO

NBA
17h30 - Los Angeles Clippers x New Orleans Pelicans (ESPN)
22h30 - Los Angeles Lakers x Houston Rockets (ESPN)

NHL
17h - St. Louis Blues x Colorado Avalanche (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
14h - Virginia Tech x Syracuse (WatchESPN)
14h - North Carolina x Pittsburgh (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
15h - Miami x Florida State (WatchESPN)
15h - South Carolina x Texas A&M (WatchESPN)
16h - Clemson x NC State (WatchESPN)
16h - Kansas x Texas (WatchESPN)
16h - Purdue x Maryland (WatchESPN)
16h - TCU x Oklahoma (WatchESPN)
16h - Toledo x Akron (WatchESPN)
16h - Tulsa x Tulane (WatchESPN)
16h - West Virginia x Kansas State (WatchESPN)
17h - North Dakota x North Dakota State (WatchESPN)
17h30 - Missouri x Alabama (WatchESPN)
18h - Houston x Wichita State (WatchESPN)
18h - Iowa State x Texas Tech (WatchESPN)
18h - Kentucky x Arkansas (WatchESPN)
20h - Louisville x Duke (WatchESPN)
20h - Northern Iowa x Bradley (WatchESPN)
20h - South Florida x UCF (WatchESPN)
20h - Tennessee x Vanderbilt (WatchESPN)
21h - Albany x Stony Brook (WatchESPN)
22h - Virginia x Georgia Tech (WatchESPN)
22h - Temple x SMU (WatchESPN)
22h - LSU x Ole Miss (WatchESPN)
22h30 - Georgia x Mississippi State (WatchESPN)
0h - Utah State x Boise State (WatchESPN)
0h - BYU x Gonzaga (WatchESPN)
1h* - Cal State San Bernardino x UC San Diego (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
16h - Kent State x Miami-Ohio (WatchESPN)
16h - South Dakota State x South Dakota (WatchESPN)
16h - Stony Brook x Albany (WatchESPN)
16h - Vermont x Hartford (WatchESPN)
20h - Texas Tech x Kansas (WatchESPN)

BASQUETE ESCOLAR (ensino médio)
17h - La Lumiere x Gonzaga (WatchESPN)
18h30 - Rancho Christian x Camden (WatchESPN)
20h - IMG Academy x Patrick School (WatchESPN)
22h - Sierra Canyon x Dominican (WatchESPN)

DOMINGO, 19 DE JANEIRO

NFL (playoffs)
17h - Tennessee Titans x Kansas City Chiefs (ESPN)
20h30 - Green Bay Packers x San Francisco 49ers (ESPN)

NHL
14h30 - Boston Bruins x Pittsburgh Penguins (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
18h - Drake x Southern Illinois (WatchESPN)
18h - Loyola Chicago x Illinois State (WatchESPN)
20h - Boston College x Wake Forest (WatchESPN)
20h - East Carolina x Cincinnati (WatchESPN)
22h - California x UCLA (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
14h - Duke x Clemson (WatchESPN)
14h - Syracuse x Pittsburgh (WatchESPN)
14h - Tulsa x UConn (WatchESPN)
15h - Louisville x North Carolina (WatchESPN)
15h - Miami x Notre Dame (WatchESPN)
15h - Texas x Kansas State (WatchESPN)
16h - Auburn x Georgia (WatchESPN)
16h - Boston College x Georgia Tech (WatchESPN)
16h - Kentucky x LSU (WatchESPN)
16h - Wake Forest x NC State (WatchESPN)
16h - Ball State x Pittsburgh (WatchESPN)
17h - Iowa State x Oklahoma State (WatchESPN)
17h - Missouri x Ole Miss (WatchESPN)
17h - UCF x South Florida (WatchESPN)
17h - Virginia Tech x Virginia (WatchESPN)
18h - Florida x Texas A&M (WatchESPN)
20h - Arkanss x Vanderbilt (WatchESPN)

BASQUETE ESCOLAR (ensino médio)
14h30 - Orangeville Preparatory x Brewster (WatchESPN)
16h15 - Whitney Young x Patrick School (WatchESPN)
18h - Hillcrest Preparatory x Sunrise Christian (WatchESPN)
19h30 - Prolofic Preparatory x La Lumiere (WatchESPN)
21h30 - IMG Academy x Montverde (WatchESPN)

SEGUNDA, 20 DE JANEIRO

19h30 - ESPN LIVE BUD (ESPN)

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NHL
17h - Detroit Red Wings x Colorado Avalanche (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
21h - NC State x Virginia (WatchESPN)
21h - Texas x West Virginia (WatchESPN)
23h - Oklahoma x Baylor (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
21h - Alabama x Tennessee (WatchESPN)
21h - Mississippi State x South Carolina (WatchESPN)

BASQUETE ESCOLAR (ensino médio)
12h - St. Charles x Riverdale Baptist (WatchESPN)
13h - Dematha x Rancho Christian (WatchESPN)
13h45 - Norfolk Collegiate x Sidwell Friends (WatchESPN)
15h - Paul VI x Sierra Canyon (WatchESPN)
15h30 - Grayson x Crestwood Preparatory (WatchESPN)
17h - Oak Hill Academy x Bishop Gorman (WatchESPN)
17h15 - Hamilton Heights x Westtown (WatchESPN)
19h - Constitution x Rock Creek Christian (WatchESPN)
19h - McEachern x Montverde (WatchESPN)
20h45 - Archbichop Carroll x Bullis (WatchESPN)

TERÇA, 21 DE JANEIRO

19h - NFL LIVE BUD (ESPN)

NBB
18h50 - São José x São Paulo (ESPN)

NHL
21h30 - Pittsburgh Penguins x Philadelphia Flyers (WatchESPN)

NBA G-LEAGUE
15h - Rio Grande Valley Vipers x Northern Arizona Suns (WatchESPN)
21h - Westchester Knicks x Capitaul City Go-Go (WatchESPN)
22h30 - Oklahoma City Blue x Austin Spurs (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Wichita State x South Florida (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
22h - Wake Forest x Clemson (WatchESPN)
22h - Oklahoma State x Iowa State (WatchESPN)
22h - Texas Tech x TCU (WatchESPN)
23h - Miami x Duke (WatchESPN)
23h - Texas A&M x Missouri (WatchESPN)
23h - Ole Miss x Tennessee (WatchESPN)
1h* - Air Force x Utah State (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
22h - East Carolina x Tulsa (WatchESPN)

QUARTA, 22 DE JANEIRO

NBA
21h - Philadelphia 76ers x Toronto Raptors (ESPN)
23h30 - San Antonio Spurs x New Orleans Pelicans (ESPN)

NHL
21h30 - Winnipeg Jets x Columbus Blue Jackets (WatchESPN)

NBA G-LEAGUE
21h - South Bay Lakers x Long Island Nets (WatchESPN)
21h - Lakeland Magic x Canton Charge (WatchESPN)
21h30 - Greensboro Swarm x Raptors 905 (WatchESPN)
22h - Delaware Blue Coats x Memphis Hustle (WatchESPN)
22h - Grand Rapids Drive x Wisconsin Herd (WatchESPN)
23h - Agua Caliente Clippers x Salt Lake City Stars (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
21h - Georgia Tech x Louisville (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Cincinnati x Temple (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Arkansas x Mississippi State (WatchESPN)
22h - North Carolina x Virginia Tech (WatchESPN)
22h - East Carolina x SMU (WatchESPN)
23h - Boston College x Pittsburgh (WatchESPN)
23h - Memphis x Tulsa (WatchESPN)
23h - Alabama x Vanderbilt (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
20h - Maine x Vermont (WatchESPN)
21h - Houston x Cincinnati (WatchESPN)
21h - Stony Brook x Binghamton (WatchESPN)
22h - Kansas x Texas (WatchESPN)
22h - UCF x Tulane (WatchESPN)

QUINTA, 23 DE JANEIRO 

20h30 - NFL LIVE BUD (ESPN)

NBA G-LEAGUE
21h - Iowa Wolves x Erie BayHawks (WatchESPN)
21h - Windy City Bulls x Capital City Go-Go (WatchESPN)
22h - Texas Legends x Oklahoma City Blue (WatchESPN)
0h - Northern Arizona Suns x Agua Caliente Clippers (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino) 
21h - Belmont x Murray State (WatchESPN)
21h - Florida International x Old Dominion (WatchESPN)
23h - UConn x Houston (WatchESPN)
1h* - USC x Oregon (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
20h - Clemson x Miami (WatchESPN)
21h - Boston College x Virginia Tech (WatchESPN)
21h - Florida State x Wake Forest (WatchESPN)
21h - Georgia x Arkansas (WatchESPN)
21h - NC State x Pittsburgh (WatchESPN)
21h - North Carolina x Georgia Tech (WatchESPN)
21h - Ole Miss x Auburn (WatchESPN)
21h - Tennessee x UConn (WatchESPN)
22h - Duke x Syracuse (WatchESPN)
22h - Texas A&M x Alabama (WatchESPN)
22h - Virginia x Louisville (WatchESPN)
23h - Mississippi State x Venderbilt (WatchESPN)

SEXTA, 24 DE JANEIRO 

20h - NFL LIVE BUD (ESPN)

21h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA
22h - Los Angeles Clippers x Miami Heat (ESPN)

NHL
22h - All-Star Weekend: Desafio de Habilidades (WatchESPN)

* Do dia seguinte

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 18 de janeiro, 12h.

Fonte: ESPN

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[Programação] Hora de saber quem vai ao Super Bowl

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Punição aos Astros por roubo de sinais: você quer justiça ou justiçamento?

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

Catcher dos Dodgers passa sinal em jogo contra os Astros durante a World Series de 2017
Catcher dos Dodgers passa sinal em jogo contra os Astros durante a World Series de 2017 ESPN

Um ano de suspensão para o técnico e para o general manager, dois anos sem primeira e segunda escolha no draft e uma multa de US$ 5 milhões. Foi essa a punição imposta pela Major League Baseball ao Houston Astros por desenvolver e manter um esquema de uso de tecnologia para roubo de sinais dos catchers adversários nas últimas temporadas. Os donos da franquia e os jogadores saíram ilesos, assim como o título da World Series de 2017.

ENTENDA:
Ex-jogador diz que time campeão da MLB em 2017 usou trapaça na campanha do título
O que pode acontecer com os Astros depois do escândalo de roubo de sinais?

A reação inicial de muita gente foi considerar a pena leve. Afinal, os Astros foram campeões enquanto estavam trapaceando. Ou seja, o benefício pelo roubo de sinais foi muito maior que o custo. Qualquer jogador ou qualquer clube faria a mesma troca: perder seu técnico, seu principal dirigente, algumas escolhas de draft e US$ 5 milhões para levar um troféu para casa. “No mínimo, tinham de tirar o título de 2017!”, foi uma afirmação bastante comum no Twitter nesta segunda.

Vamos com calma.

É tentador meter uma paulada federal no Houston Astros, daquela de deixar o time sem rumo. Tira o título, bane o clube de participação de playoffs e ainda o proíbe de negociar jogadores por alguns anos. O time mais consistente da MLB nos últimos anos rapidamente viraria um pária na liga e, em poucas temporadas, já estaria no fundo da tabela. Mas seria mesmo justo? Foi para tudo isso? Não estaria punindo pessoas que não têm nada a ver com isso? Isso é fazer justiça para punir um infrator ou justiçamento para atender a sede de sangue dos torcedores derrotados?

É preciso colocar a punição em perspectiva. Não apenas pelo que realmente representou a infração, mas também dentro do contexto de punições que a MLB (e, de certa forma, as outras ligas americanas) impõe a suas franquias.

Obs.: o caso de Alex Cora e do Boston Red Sox ainda não foi decidido. A MLB reforçou agora sua investigação aos Meias Vermelhas e Cora, que teria criado o esquema em Houston em 2017 e o levado a Boston no ano seguinte, pode pegar o maior gancho de todos. Especulam até um banimento perpétuo da liga.

As punições anunciadas estão entre as maiores já aplicadas pela MLB. A suspensão de um ano para AJ Hinch (técnico) e Jeff Luhnow (general manager) são mais que o dobro da pena para um jogador que foi pego no doping. E a punição em si é pesada não apenas pelo ano em que o sujeito fica sem trabalhar -- e sem receber --, mas também pelo fato de sua imagem ficar suja no mercado. Tanto que, horas após o anúncio da MLB, Hinch e Luhnow foram demitidos por Jim Crane, dono dos Astros. Provavelmente levará alguns anos para ambos recuperarem um posto de destaque na liga, se é que o farão.

Para os Astros, perder Luhnow e escolhas das duas primeiras rodadas nos drafts de 2020 e 21 pode ter implicações maiores do que parecem. O general manager era o grande líder de um dos melhores (talvez o melhor) departamentos de inteligência da MLB, capaz de identificar promessas e desenvolver ainda mais o talento de jogadores já rodados, sobretudo arremessadores. Uma punição a ele não apenas pode tirar a capacidade de articulação desse grupo técnico, mas também jogar a culpa da trapaça nesses profissionais. Muitos já recebem propostas de outras franquias. Desde esta segunda, a chance de alguns aceitarem aumentou sensivelmente.

Além disso, uma instabilidade nessa equipe de inteligência, além de uma eventual má imagem que a franquia deixe no mercado, pode tornar os Astros mais frágeis para negociar com jogadores. E haverá muito trabalho nessa área: cinco jogadores -- Josh Reddick, Yuli Gurriel, Michael Brantley, George Springer e Brad Peacock -- ficarão sem contrato ao final da próxima temporada, e mais oito -- Zack Greinke, Justin Verlander, Roberto Osuna, Joe Smith, Carlos Correa, Martín Maldonado, Lance McCullers e Chris Devenski -- têm vínculo por apenas mais dois anos. Algumas trocas desvantajosas ou não-renovação com alguns desses agentes livres podem desfazer rapidamente a base vitoriosa de hoje.

Astros comemoram título da World Series de 2017
Astros comemoram título da World Series de 2017 ESPN

O draft também pode ter um impacto, ainda que em longo prazo. Na MLB, há escolhas compensatórias (extras) após a primeira e após a segunda rodada, então, perder as escolhas das duas primeiras rodadas pode significar mais do que dois jogadores que deixam de ser recrutados. E, para uma franquia que pode precisar de talentos novos para se manter no topo quando o time atual envelhecer ou trocar de equipe, ficar sem os melhores talentos em duas classes seguidas deixaria buracos importantes.

Outras punições soariam mais a aplacar sede de sangue do que fazer justiça. Os Astros trapacearam, e isso os ajudou a conseguir resultados melhores nos últimos anos. Mas não muda o fato de que a equipe realmente é boa, competitiva e teria totais condições de conquistar o título de 2017 sem o roubo de sinais. 

Trapaça por trapaça, a justiça esportiva não costuma mudar o resultado de uma competição de esporte coletivo se um jogador -- por mais decisivo que ele tenha sido -- atuou dopado. Seria desproporcional fazer isso pelo roubo de sinais. Ainda mais porque poderia motivar o Houston a querer que todas as franquias fossem submetidas ao mesmo nível de cuidado, forçando a investigação nas práticas de todos os outros 28 times (os Red Sox não entram na conta porque já estão sob investigação). E certamente a MLB encontraria vários outros casos de roubos de sinais, criando um ciclo interminável de punição que poderia ruir a estabilidade política e credibilidade técnica da liga.

Isso não significa que a decisão da MLB tenha sido uma maravilha. Ela foi muito complacente com Crane e com os jogadores dos Astros (e, pelas informações veiculadas pela imprensa, partiu do elenco a ideia do esquema para roubo de sinais e sua aplicação). Mas seria difícil a liga impor uma pena pesada a um de seus sócios (os US$ 5 milhões de multa não fazem nem cócegas) e suspender ou multar jogadores poderia levar a uma longa disputa jurídica com a associação de atletas.

De qualquer modo, a MLB precisa agir rapidamente no caso do Boston Red Sox (que é menos grave, mas não pode ser ignorado). E pensar em uma forma de os sinais serem passados de maneira mais segura. Um ponto eletrônico não seria difícil de implementar. É só querer.

Fonte: Ubiratan Leal

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Punição aos Astros por roubo de sinais: você quer justiça ou justiçamento?

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[Programação] Cobertura especial de futebol americano na expectativa para as finais de conferência na NFL

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Lambeau Lip, tradição nos touchdowns do Green Bay Packers
Lambeau Lip, tradição nos touchdowns do Green Bay Packers Stacy Revere/Getty Images Sport

A ESPN preparou uma cobertura especial para as finais de conferência da NFL. E o fã de esporte poderá conferir tudo nesta semana.

O esquenta começa com as semifinais da NFC e AFC, com rodada dupla de jogos no sábado e no domingo. Na segunda, tem NFL Live, ESPN League e a final do futebol americano universitário entre Clemson, atual campeão, e LSU, favorito ao título. Terça, quinta e sexta tem NFL Live, e na sexta tem mais uma edição do ESPN League. Além disso, teremos equipes de reportagem nas sedes das finais de conferência, trazendo um material exclusivo sobre as partidas que apontarão os times que disputarão o Super Bowl.

Para o fã de esportes americanos, a cobertura ainda segue com NBA, NHL, NBB e as semifinais da Champions Hockey League. Então, veja os horários para não perder nada.

SÁBADO, 11 DE JANEIRO

NFL (playoffs)
18h30 - Minnesota Vikings x San Francisco 49ers (ESPN)
22h - Tennessee Titans x Baltimore Ravens (ESPN)

NBA
22h30 - Philadelphia 76ers x Dallas Mavericks (ESPN)

NHL
15h - Vancouver Canucks x Buffalo Sabres (ESPN 2)

NCAA (futebol americano - bowls)
14h - Final FCS: James Madison x North Dakota State (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
14h - Tulane x Temple (WatchESPN)
14h - Cincinnati x UCF (WatchESPN)
14h - Alabama x Kentucky (WatchESPN)
15h - South Carolina x Tennessee (WatchESPN)
16h - Louisville x Notre Dame (WatchESPN)
16h - NC State x Virginia Tech (WatchESPN)
16h - Oklahome State x TCU (WatchESPN)
17h30 - Texas A&M x Venderbilt (WatchESPN)
18h - Syracuse x Virginia (WatchESPN)
18h30 - Clemson x North Carolina (WatchESPN)
20h - Texas Tech x West Virginia (WatchESPN)
20h - Arkansas x Ole Miss (WatchESPN)
20h - Georgia x Auburn (WatchESPN)
21h - The Citadel x Wofford (WatchESPN)
22h - Wake Forest x Duke (WatchESPN)
22h - Oklahoma x Iowa State (WatchESPN)
22h - Mississippi State x LSU (WatchESPN)
22h - Santa Clara x Saint Mary's (WatchESPN)
22h30 - Florida x Missouri (WatchESPN)
0h - Hawaii x UC Irvine (WatchESPN)
0h - USC x UCLA (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
15h - Houston x UConn (WatchESPN)

BASQUETE ESCOLAR (ensino médio)
0h30 - Rancho Christian x Sierra Canyon (WatchESPN)

DOMINGO, 12 DE JANEIRO

NFL
17h - Houston Texans x Kansas City Chiefs (ESPN)
20h30 - Seattle Seahawks x Green Bay Packers (ESPN)

NHL
20h - Pittsburgh Penguins x Arizona Coyotes (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
18h - Memphis x South Florida (WatchESPN)
20h - Pittsburgh x Miami (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
14h - Kentucky x Florida (WatchESPN)
14h - Maryland x Michigan (WatchESPN)
14h - Syracuse x Miami (WatchESPN)
15h - Georgia x Tennessee (WatchESPN)
16h - Clemson x Georgia Tech (WatchESPN)
16h - North Carolina x Florida State (WatchESPN)
16h - Oklahoma State x Baylor (WatchESPN)
16h - Wake Forest x Louisville (WatchESPN)
16h - William & Mary x North Carolina (WatchESPN)
17h - Alabama x Auburn (WatchESPN)
17h - Missouri x Arkansas (WatchESPN)
17h - Ole Miss x LSU (WatchESPN)
18h - Virginia Tech x Duke (WatchESPN)
18h - NC State x Notre Dame (WatchESPN)
19h - South Carolina x Vanderbilt (WatchESPN)

SEGUNDA, 13 DE JANEIRO

20h45 - ESPN LIVE BUD (ESPN)

21h15 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NCAA (futebol americano - final)
22h15 -Clemson x LSU (ESPN)

BASQUETE ESCOLAR (ensino médio)
22h - St. Joseph Central x Liberty North (WatchESPN)

TERÇA, 14 DE JANEIRO

19h - NFL LIVE BUD (ESPN)

NHL
22h - Vancouver Canucks x Winnipeg Jets (ESPN)

NBB
19h30 - Corinthians x São José (ESPN)

CHAMPIONS HOCKEY LEAGUE (playoffs)
13h55 - Mountfield-TCH x Djugarden-SUE (ESPN 2)
14h - Lulea-SUE x Frölunda Indians-SUE (WatchESPN)

NBA G-LEAGUE
21h - Delaware Blue Coats x Lakeland Magic (WatchESPN)
21h - Maine Red Claws x Erie BayHawks (WatchESPN)
22h - Agua Caliente Clippers x Rio Grande Valley Vipers (WatchESPN)
0h - Austin Spurs x Stockton Kings (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
23h - Kansas x Oklahoma (ESPN 2)
21h - Louisville x Pittsburgh (WatchESPN)
21h - Duke x Clemson (WatchESPN)
21h - Ole Miss x Florida (WatchESPN)
22h - Texas Tech x Kansas State (WatchESPN)
23h - Virginia Tech x Wake Forest (WatchESPN)
23h - Missouri x Mississippi State (WatchESPN)
23h - TCU x West Virginia (WatchESPN)
1h* - San Diego State x Fresno State (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
22h - UConn x Memphis (WatchESPN)

QUARTA, 15 DE JANEIRO

NBA
21h -Brooklyn Nets x Philadelphia 76ers (ESPN)
23h30 - Portland Trail Blazers x Houston Rockets (ESPN)

NHL
22h - Philadelphia Phillies x St. Louis Blues (WatchESPN)

NBA G-LEAGUE
21h - Fort Wayne Mad Ants x Long Islan Nets (WatchESPN)
21h - Grand Rapids Drive x College Park SkyHawks (WatchESPN)
22h - Santa Cruz Warriors x Iowa Wolves (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
20h30 - Boston College x Syracuse (WatchESPN)
20h30 - Kentucky x South Carolina (WatchESPN)
21h - Miami x NC State (WatchESPN)
21h - Virginia x Florida State (WatchESPN)
22h - Iowa State x Baylor (WatchESPN)
22h - Texas x Oklahoma State (WatchESPN)
22h30 - Notre Dame x Georgia Tech (WatchESPN)
22h30 - Vanderbilt x Arkansas (WatchESPN)
23h - Auburn x Alabama (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
21h30 - Oklahoma State x Kansas State (WatchESPN)
22h - Baylor x Kansas (WatchESPN)

QUINTA, 16 DE JANEIRO 

20h30 - NFL LIVE BUD (ESPN)

NHL
21h - Pittsburgh Penguins x Boston Bruins (ESPN)

NBA G-LEAGUE
13h - Windy City Bulls x Lakeland Magic (WatchESPN)
14h30 - Erie BayHawks x Wisconsin Herd (WatchESPN)
21h - Salt Lake City Stars x Maine Red Claws (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino) 
21h - Cincinnati x Memphis (WatchESPN)
21h - Youngstown State x Northern Kentucky (WatchESPN)
23h - Colorado x Arizona State (WatchESPN)
1h* - Santa Clara x Gonzaga (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
20h - Florida State x NC State (WatchESPN)
20h - Miami x North Carolina (WatchESPN)
20h - Tennessee x Florida (WatchESPN)
20h - UConn x UCF (WatchESPN)
20h30 - Texas A&M x Kentucky (WatchESPN)
21h30 - Georgia Tech x Syracuse (WatchESPN)
22h - LSU x Mississippi State (WatchESPN)
22h - Notre Dame x Duke (WatchESPN)
23h - Stanford x Oregon (WatchESPN)

BASQUETE ESCOLAR (ensino médio)
22h30 - Staley x St. Joseph Central (WatchESPN)

SEXTA, 17 DE JANEIRO 

19h - NFL LIVE BUD (ESPN)

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA
21h - Chicago Bulls x Philadelphia 76ers (ESPN)
23h30 - Portland Trail Blazers x Dallas Mavericks (ESPN)

* Do dia seguinte

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 11 de janeiro, 10h.

Fonte: ESPN

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[Programação] Cobertura especial de futebol americano na expectativa para as finais de conferência na NFL

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Doncic não será apenas o melhor jogador da história dos Mavericks, mas também um dos maiores da NBA

Leonardo Sasso
Leonardo Sasso
Luka Doncic em ação pelo Dallas Mavericks
Luka Doncic em ação pelo Dallas Mavericks Getty

Sim, a previsão é ousada. Sim, uma lesão pode acabar com tudo isso. Sim, apenas uma temporada e meia de Luka Doncic na NBA. Mas tudo isso já pode ser colocado em palavras. Luka Doncic será um dos melhores jogadores da história da NBA.

Jerry West, lenda da NBA, afirmou que o esloveno será o melhor jogador de todos os tempos do Dallas Mavericks, superando Dirk Nowtzki. O alemão teve uma história incrível por Dallas. Foi campeão da NBA em 2011 e teve a carreira toda na franquia. 

Mas Doncic pode ser maior. O armador já atingiu números fantásticos, como 10 triplos-duplos de pelo menos 30 pontos. O jogador mais jovem a atingir o feito. Mas o impacto maior não é em estatísticas.

Doncic mudou Dallas. Transformou um time de 24 vitórias e 58 derrotas em um de desempenho positivo e que briga no topo da Conferência Oeste e não apenas por uma "simples" vaga nos playoffs.

O esloveno melhora todos a seu redor. Com 8,9 assistências por jogo, Doncic tem 3ª melhor média da Liga. Se Porzingis ainda não está totalmente adaptado, pelo menos entende que o time é de Doncic. 

Das grandes estrelas da Liga e Doncic já pode ser incluído na lista, ele é um dos poucos que sorri a todo momento. Joga momentos decisivos como se estivesse no parque brincando. Talvez por isso seja considerado um dos mais carismáticos da NBA.

Com todo o respeito que Nowitzki merece, mas Doncic será melhor. O esloveno pode ser o melhor europeu a já atuar na NBA se seguir com esse desempenho. O céu é o limite para o jovem de 20 anos que já conquistou tudo na Europa.

Os Mavericks de Doncic enfrentam o Denver Nuggets nesta quarta-feira, a partir das 21h30, com transmissão da ESPN e WatchESPN.

Fonte: Leonardo Sasso

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Doncic não será apenas o melhor jogador da história dos Mavericks, mas também um dos maiores da NBA

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Dwight Howard mostra que às vezes um casamento terminado merece uma segunda chance

Gustavo Faldon
Gustavo Faldon
Dwight Howard
Dwight Howard Getty

De início, eu custei a achar que Dwight Howard de fato tinha mudado logo que foi contratado pelo Los Angeles Lakers com um contrato não-garantido para ser coadjuvante ao lado de LeBron James.

Mas, passados alguns meses, o pivô de 34 anos realmente mudou. A começar por seu corpo, chegou na temporada mais magro, mais em forma, tem sido uma peça importante do banco de reservas mesmo jogando menos de 20 minutos nas partidas.

E o plano de jogo de Frank Vogel passa longe das mãos dele, que praticamente não recebe mais a bola no garrafão e parte pra dentro, se limitando a abrir espaço para os companheiros. Mas é exatamente esse o motivo que faz o Dwight Howard 2019-20 melhor do que o de 2012-13.


         
    

Howard deixou o ego de lado, joga para o time. Suas médias são as piores da carreira (7,1 pontos e 6,8 rebotes), mas é inegável que ele está vivendo um grande momento e o sorriso na cara não é mais aquele de falta de seriedade e brincadeiras em excesso como na última passagem. Ele realmente parece estar feliz.

O "Superman" precisou de um banho de humildade, foi trocado por diversos times, ninguém o queria. Os Lakers deram a mão e ele entendeu que precisava mudar.

E o resultado vem. Os Lakers lideram o Oeste, ele recuperou a alegria de jogar e vai participar do torneio de enterradas da NBA e ainda teve seu contrato garantido pelo resto da temporada.

Dwight Howard nos mostrou que nem todo divórcio está fadado ao fracasso. Às vezes os dois lados só precisam de uma segunda chance.

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Dwight Howard mostra que às vezes um casamento terminado merece uma segunda chance

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Se esse foi o fim de Brady e Belichik nos Patriots, só temos que lamentar

Gustavo Faldon
Gustavo Faldon

         
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[Programação] Playoffs da NFL tem semana de duelos de wild card. Fique ligado na agenda

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
New Orleans Saints enfrenta o Minnesota Vikings nos playoffs da NFL
New Orleans Saints enfrenta o Minnesota Vikings nos playoffs da NFL Getty

Temos uma boa e uma má notícia. Primeiro a boa notícia: a temporada da NFL só terá jogão a partir de agora, e todos com transmissão dos canais ESPN. A má notícia é que serão apenas 11 partidas antes de meses e meses de recesso da liga, e mais uma se você tiver boa vontade e contar o Pro Bowl. Tudo isso junto conspira para uma conclusão óbvia: não dá para perder mais nada, porque você vai curtir bastante e vai sentir falta.

A fase de wildcard começa neste sábado, tendo como atração principal o New England Patriots. O atual tricampeão da Conferência Americana perdeu o direito de folgar nesta abertura de playoffs com uma derrota em casa para o Miami Dolphins e é visto com desconfiança.  No domingo, o New Orleans Saints recebe o Minnesota Vikings e o Seattle Seahawks visita o Philadelphia Eagles. Enquanto isso, San Francisco 49ers, Green Bay Packers, Kansas City Chiefs e Baltimore Ravens já se preparam para as semifinais de conferência na próxima semana.

O clima de playoffs não fica restrito à NFL. O hóquei no gelo tem as semifinais da Champions Hockey League, a principal competição continental da modalidade na Europa. Três times suecos e um tcheco estão na briga, que também será transmitida nos canais ESPN.

Fique de olho na agenda de esportes americanos para não perder nada.

SÁBADO, 4 DE JANEIRO

NFL (playoffs)
18h35 - Buffalo Bills x Houston Texans (ESPN)
22h - Tennessee Titans x New England Patriots (ESPN)

NBA
22h - Boston Celtics x Chicago Bulls (ESPN 2)

NHL
15h - Edmonton Oilers x Boston Bruins (WatchESPN)

NCAA (futebol americano - bowls)
13h - Armed Forces Bowl: Southern Mississippi x Tulane (ESPN)

FUTEBOL AMERICANO ESCOLAR
15h30 - Blue-Gray All-American Bowl: Norte x Sul (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
14h - NC State x Clemson (WatchESPN)
14h - Wake Forest x Pittsburgh (WatchESPN)
14h - Oklahoma State x Texas Tech (WatchESPN)
14h - LSU x Tennessee (WatchESPN)
15h - Kansas State x Oklahoma (WatchESPN)
16h - Florida State x Louisville (WatchESPN)
16h - Virginia Tech x Virginia (WatchESPN)
16h - UConn x South Florida (WatchESPN)
16h - Buffalo x Miami-Ohio (WatchESPN)
16h - Missouri x Kentucky (WatchESPN)
18h - Notre Dame x Syracuse (WatchESPN)
18h - Ole Miss x Wichita State (WatchESPN)
18h30 - Auburn x Mississippi State (WatchESPN)
20h - Georgia Tech x North Carolina (WatchESPN)
20h - Iowa State x TCU (WatchESPN)
20h - Alabama x Florida (WatchESPN)
21h - Texas A&M x Arkansas (WatchESPN)
22h - Duke x Miami (WatchESPN)
22h -Texas x Baylor  (WatchESPN)
22h - Bradley x Northern Iowa (WatchESPN)
22h - King x Loyola (WatchESPN)
23h - SMU x Vanderbilt (WatchESPN)
0h - Air Force x UNLV (WatchESPN)
0h - Pepperdine x Gonzaga (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
16h - Buffalo x Miami-Ohio (WatchESPN)
17h - Kansas x Oklahoma State (WatchESPN)

DOMINGO, 5 DE JANEIRO

NFL
15h - Minnesota Vikings x New Orleans Saints (ESPN)
18h30 - Seattle Seahawks x Philadelphia Eagles (ESPN)

NHL
14h30 - San Jose Sharks x Washington Capitals (ESPN 2)

NCAA (basquete masculino)
15h - Marist x St. Peter's (WatchESPN)
16h - Iona x Monmouth (WatchESPN)
20h - Oregon State x Colorado (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
14h - Michigan State x Michigan (WatchESPN)
14h - Georgia Tech x Wake Forest (WatchESPN)
14h - Virginia x NC State (WatchESPN)
14h - Vanderbilt x Florida (WatchESPN)
16h - Duke x Louisville (WatchESPN)
16h - Arkansas x Auburn (WatchESPN)
16h - LSU x Missouri (WatchESPN)
16h - Cincinnati x Sourth Florida (WatchESPN)
16h - Florida State x Miami (WatchESPN)
16h - North Carolina x Virginia Tech (WatchESPN)
16h - Boston College x Pittsburgh (WatchESPN)
18h - Mississippi State x Georgia (WatchESPN)
18h - Notre Dame x Syracuse  (WatchESPN)
18h - Memphis x Houston (WatchESPN)
18h - Tennessee x Kentucky (WatchESPN)
20h - South Carolina x Alabama (WatchESPN)

SEGUNDA, 6 DE JANEIRO

20h - ESPN LIVE BUD (ESPN)

20h30 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NCAA (futebol americano - bowls)
21h30 - LendingTree Bowl: Louisiana x Miami-Ohio (ESPN)

NCAA (basquete masculino)
23h - West Virginia x Oklahoma State (WatchESPN)
23h - Southern x Prairie View A&M (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
21h - Ohio State x Maryland (WatchESPN)
21h - Ole Miss x Texas A&M (WatchESPN)

TERÇA, 7 DE JANEIRO

20h30 - NFL LIVE BUD (ESPN)

NHL
21h - Philadelphia Flyers x Carolina Hurricanes (ESPN)

CHAMPIONS HOCKEY LEAGUE (playoffs)
13h55 - Frölunda Indians-SUE x Lulea-SUE (ESPN 2)

NBA G-LEAGUE
21h - Wisconsin Herd x Fort Wayne Mad Ants (WatchESPN)
21h - Delaware Blue Coats x Westchester Knicks (WatchESPN)
22h - Austin Spurs x Oklahoma City Blue (WatchESPN)
0h - Rio Grande Valley Vipers x Stockton Kings (WatchESPN) 

NCAA (basquete masculino)
21h - Ohio State x Maryland (ESPN 2)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Florida x South Carolina (WatchESPN)
21h - Tennessee x Missouri (WatchESPN)
23h - Virginia Tech x Syracuse (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Ole Miss x Texas A&M (WatchESPN)
1h* - Jogo a definir (WatchESPN)
1h* - Jogo a definir (WatchESPN)

QUARTA, 8 DE JANEIRO

NBA
21h30 - Denver Nuggets x Dallas Mavericks (ESPN)
0h - Milwaukee Bucks x Golden State Warriors (ESPN)

NHL
21h30 - Winnipeg Jets x Toronto Maple Leafs (WatchESPN)

CHAMPIONS HOCKEY LEAGUE (playoffs)
13h55 - Djugarden-SUE x Mountfield-TCH (ESPN 2)

NBA G-LEAGUE
21h - Long Island Nets x Colorado Rapids Drive (WatchESPN)
0h - Iowa Wolves x South Bay Lakers (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Pittsburgh x North Carolina (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Mississippi State x Alabama (WatchESPN)
21h30 - Florida State x Wake Forest (WatchESPN)
22h - Kansas x Iowa State (WatchESPN)
23h - Duke x Georgia Tech (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Vanderbilt x Auburn (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
21h - Buffalo x Toledo (WatchESPN)
22h - West Virginia x Kansas (WatchESPN)

QUINTA, 9 DE JANEIRO 

20h30 - NFL LIVE BUD (ESPN)

NHL
21h - Edmonton Oilers x Montréal Canadiens (ESPN)

NBA G-LEAGUE
21h - Capital City Go-Go x Maine Red Claws (WatchESPN)
22h - Canton Charge x Wisconsin Herd (WatchESPN)
22h30 - Northern Arizona Suns x Austin Spurs (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino) 
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - St. Peter's x Siena (WatchESPN)
21h - Louisiana Tech x UTSA (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Murray State x Jacksonville State (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)
1h* - Jogo a definir (WatchESPN)
1h* - Jogo a definir (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
13h - Quinnipiac x Rider (WatchESPN)
19h - Austin Peay x Tennessee Tech (WatchESPN)
20h - Duke x Virginia (WatchESPN)
21h - Georgia Tech x Florida State (WatchESPN)
21h - NC State x North Carolina (WatchESPN)
21h - Vanderbilt x Georgia (WatchESPN)
21h - Arkansas x South Carolina (WatchESPN)
21h - Boston College x Notre Dame (WatchESPN)
21h - Mississippi State x Missouri (WatchESPN)
21h - Florida x Auburn (WatchESPN)
21h - Pittsburgh x Virginia Tech (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Gardner-Webb x Campbell (WatchESPN)
21h - East Tennesse State x UNC Greensboro (WatchESPN)
22h - Louisville x Miami (WatchESPN)
22h - Tennessee x Ole Miss (WatchESPN)
22h - Kentucky x Alabama (WatchESPN)
23h - LSU x Texas A&M (WatchESPN)

SEXTA, 10 DE JANEIRO 

20h - NFL LIVE BUD (ESPN)

21h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA
22h - New Orleans Pelicans x New York Knicks (ESPN)
0h30* - Golden State Warriors x Los Angeles Clippers (ESPN)

* Do dia seguinte

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 4 de janeiro, 10h.

Fonte: ESPN

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[Programação] Playoffs da NFL tem semana de duelos de wild card. Fique ligado na agenda

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James Harden nos acostumou com o absurdo e passou a ser subestimado

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

         
    

James Harden terminou a década de 2010 como o maior cestinha do período. Com 19578 pontos anotados entre 1º de janeiro de 2010 e 31 de dezembro de 2019, o camisa 13 do Houston Rockets superou LeBron James, o segundo colocado, por mais de 200 pontos.

Vale lembrar que James Harden não era titular até a temporada 2012/2013, sendo "apenas" sexto homem na época de Oklahoma City Thunder. O que explica o feito do Barba? A sua capacidade absurda de pontuar que fez a gente se acostumar com o absurdo.

Nesta temporada, Harden tem média de 38,2 pontos por jogo, a maior marca desde 1986/87 quando Michael Jordan atingiu 37,1 pontos por partida.
Na reta final de dezembro, o Barba teve uma sequência de 9 jogos em que fez 39,2 pontos por jogo com 52,1% de aproveitamento dos arremessos e 48,3% do perímetro e quase ninguém falou sobre isso e, principalmente, o quão absurdo é.

James Harden passou a ser subestimado
James Harden passou a ser subestimado Stacy Revere/Getty Images

Passamos a tratar uma temporada de 38,2 pontos, 7,5 assistências, 46% de FG e 38% de 3PT (além de 62,4% de true shooting e 56,7% eFG) como algo normal e "não merecedora" do prêmio de jogador mais valioso da temporada.

James Harden faz coisas absurdas com tamanha constância que o absurdo virou normal e, portanto, o camisa 13 está passando a ser subestimado. Não se fala mais em nenhum feito do Barba que não seja fazer 60 pontos em uma partida.

Quem tenta diminuir os feitos de Harden cai nos mesmos papos de sempre: o de que ele cava muitas faltas, bate muitos arremessos livres e, portanto, pontua bastante por isso. Esquecem, por exemplo, que ele fez 55 pontos contra o Cleveland Cavaliers e 54 contra o Orlando Magic batendo 5 e 6 lances livres, respectivamente.

James Harden é um jogador histórico. O melhor cestinha desde Michael Jordan na NBA e alguém capaz de fazer 50 pontos em uma partida parecerem "normais" ou "irrelevantes". É preciso dar a devida importância histórica para o camisa 13 enquanto sua carreira está ativa e não só depois de sua aposentadoria.

Apreciem o maior pontuador da década. E não deixem a narrativa corromper a visão. Não subestimem James Harden. Tratem-o como o jogador histórico que ele é.


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Ligas brasileiras deviam aproveitar as festas para terem exposição

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Georginho, do São Paulo
Georginho, do São Paulo Beto Miller/Corinthians

O clássico das duas maiores torcidas de futebol do país, duelos com duas das maiores rivalidades do interior paulista e o dérbi nordestino, além de o campeão da Liga Sul-Americana visitando uma tradicional força. O NBB programou vários encontros marcantes para a rodada dos dias 27 a 29 de dezembro, jogos com potencial de chamar a atenção ao basquete nacional nas arquibancadas e, principalmente, na mídia. Ainda mais porque estamos em uma época especial do calendário: o momento em que o futebol nacional está parado e as pessoas estão com tempo livre de sobra.

Por mais que algumas modalidades tenham públicos bem estabelecidos, como o vôlei e o basquete, o caminho para uma real massificação passa por expandir essa base de torcedores. E isso inevitavelmente significa receber a atenção do enorme grupo de brasileiros que se dedicam exclusivamente ao futebol.

Durante a maior parte do ano, o futebol domina. As demais modalidades acabam programando seus jogos de forma que não concorram diretamente com o esporte mais popular do país, muitas vezes escolhendo horários ou dias da semana menos atrativos ao torcedor da TV ou da arquibancada. É difícil medir o impacto total disso na audiência e na média de público da Superliga, do NBB, da LBF, da Liga Futsal e da Liga Nacional de Handebol, mas certamente as ligas gostariam de trabalhar sem esse obstáculo.

É justamente o que ocorre em dezembro, especialmente nas semanas de Natal e Ano Novo. O futebol profissional está de férias e o torcedor tem apenas as especulações de mercado como motivo de engajamento maior. Momento ideal para as demais modalidades aparecerem. A LBF, a Liga Futsal e as Ligas Nacionais de Handebol masculina e feminina estão de recesso nesse período, mas a Superliga de vôlei e o NBB, não. O basquete percebeu a oportunidade e realizou partidas de bastante apelo dias após o Natal. Teve ótimos públicos em seus ginásios. Mas ainda é algo raro.

A Superliga tem recesso de 22 de dezembro a 5 de janeiro no torneio masculino e de 22 de dezembro a 7 de janeiro no torneio feminino. São duas semanas em que o vôlei teria grande exposição pela falta de futebol, mas desperdiça a oportunidade parando suas competições.

O NBB descobriu isso nos últimos anos. Encheu a tabela de grandes partidas em 2017 e apostou no Super 8 para mobilizar a torcida no ano passado. O retorno não foi tão bom e, na temporada 2019-20, deixaram o Super 8 para janeiro, reservando uma rodada de jogos de bastante apelo para os dias entre Natal e Ano Novo. O público respondeu com boa presença na maioria dos ginásios.

Claro que há resistência a isso. Realizar jogos obriga os clubes e a liga a funcionarem normalmente. Muita gente reclamaria porque gostaria de ter folga para passar as festas com família e amigos. Mas talvez seja o preço a se pagar.

Milhões de brasileiros trabalham normalmente nessa época do ano. Seja porque atua em um setor que não pode parar (transporte público, segurança pública, saúde, imprensa) ou porque atua em uma área que considera importante a sua operação se manter na ativa sempre (comércio, turismo, lazer). Se a liga considerar que a exposição do período de férias do futebol é fundamental, que se aproveite isso. Se for o caso, compense com bônus ou esquema de revezamento (quem joga/trabalha no Natal folga no Ano Novo e vice-versa).

Nos Estados Unidos é assim. As ligas americanas programam rodadas importantes para feriados e nas festas de fim de ano justamente para aproveitar que os torcedores estão de folga. O Dia da Independência é da MLB. O Dia de Ação de Graças é da NFL. O Natal é da NBA. O Réveillon é do futebol americano universitário.

Na Europa não é tão diferente. Por mais que jogadores e técnicos reclamem, as rodadas de fim de ano da Premier League se acumulam porque têm público acima da média. No basquete, a Liga ACB espanhola teve jogos em 28 e 29 dezembro e já retorna no dia 4 de janeiro. Sendo que, nos dias 2 e 3 já tem o retorno da Euroliga.

Por isso, a iniciativa do NBB deve ser saudada. E que deveria inspirar o vôlei. Afinal, se não dar para brigar diretamente com o futebol, que se coma pelas beiradas e aproveite para aparecer quando a bola para de rolar nos gramados.

Fonte: Ubiratan Leal

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Ligas brasileiras deviam aproveitar as festas para terem exposição

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[Programação] O melhor do futebol americano universitário entra em campo na semana de Ano Novo

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Jonathan Taylor, considerado um dos melhores running back universitários do momento, defenderá o Wisconsin no Rose Bowl
Jonathan Taylor, considerado um dos melhores running back universitários do momento, defenderá o Wisconsin no Rose Bowl Getty Images

O futebol americano unviersitário chega em sua melhor semana. Não, não é a semana da finalíssima. Essa será só em 13 de janeiro. A melhor semana é a do Ano Novo, em que os melhores times da temporada se encontram em uma série de bowls de alto nível técnico e grandes rivalidades.

Os grandes atrativos da semana são as semifinais, que neste ano valerão o Peach Bowl (Oklahoma x LSU, líder do ranking da temporada regular) e o Fiesta Bowl (Ohio State x Clemson, atual campeão). Mas o torcedor pode acompanhar também os demais quatro bowls que fazem parte dos "seis grandes": Rose (Oregon x  Wisconsin), Sugar (Georgia x Baylor), Cotton (Memphis x Penn State) e Orange (Florida x Virginia).

O festival de futebol americano também chega ao profissional, com a última rodada da temporada regular da NFL. E, no hóquei no gelo, é momento do Winter Classic, neste ano com um inusitado duelo a céu aberto entre times de uma região mais quente dos Estados Unidos: Kashville Predators x Dallas Stars.

Veja a programação de esportes americanos dos canais ESPN e não perca nada.

SÁBADO, 28 DE DEZEMBRO

NHL
21h - Nashville Predators x Pittsburgh Penguins (WatchESPN)

NCAA (futebol americano - bowls)
14h - Cotton Bowl: Memphis x Penn State (ESPN 2)
18h10 - Chick-fil-A Peach Bowl (semifinal): Oklahoma x LSU (ESPN 2)
22h10 - Playstation Fiesta Bowl (semifinal): Clemson x Ohio State (ESPN 2)
14h - Camping World Bowl: Notre Dame x Iowa State (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
13h30 - Brown x Duke (WatchESPN)
14h - Long Neach State x Florida (WatchESPN)
16h - North Alabama x Florida State (WatchESPN)
21h - Niagara x Syracuse (WatchESPN) 

NCAA (basquete feminino)
15h - Florida A&M x LSU (WatchESPN)
15h - Yale x North Carolina (WatchESPN)
17h - UT Rio Grande Valley x Kansas State (WatchESPN)
17h - Alabama State x Ole Miss (WatchESPN)
17h - Jacksonville State x Auburn (WatchESPN)

DOMINGO, 29 DE DEZEMBRO

NFL
15h - Miami Dolphins x New England Patriots (ESPN)
15h - New Orleans Saints x Carolina Panthers (ESPN 2)
18h25 - Philadelphia Eagles x New York Giants (ESPN)
18h25 - Tennessee Titans x Houston Texans (ESPN Extra)
22h15 - San Francisco 49ers x Seattle Seahawks (ESPN)

NHL
17h - Winnipeg Jets x St. Louis Blues (WatchESPN) 

NCAA (basquete masculino)
14h - Alabama A&M x Notre Dame (WatchESPN)
14h - Cornell x Penn State (WatchESPN)
17h - NJIT x UConn (WatchESPN)
15h30 - Liberty x LSU (WatchESPN)
16h30 - Southern Louisiana x Oklahoma State (WatchESPN)
17h - Kansas x Stanford (WatchESPN)
18h - Navy x Virginia (WatchESPN)
18h - Tennessee Tech x Ole Miss (WatchESPN)
18h - Limpscomb x Auburn (WatchESPN)
18h - Tulsa x Kansas State (WatchESPN)
20h30 - Richmond x Alabama (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
14h - NC State x Boston College (WatchESPN)
16h - Davidson x Florida (WatchESPN)
16h - Wake Forest x Miami (WatchESPN)
16h - Howard x Tennessee (WatchESPN)
16h - Virginia Tech x Florida State (WatchESPN)
16h - Syracuse x Louisville (WatchESPN)
16h - East Carolina x Georgia (WatchESPN)
16h - Virginia x Georgia Tech (WatchESPN)
17h - UT Martin x Arkansas (WatchESPN)
17h - SE Louisiana x Alabama (WatchESPN)
17h - Little Rock x Mississippi State (WatchESPN)
18h - Clemson x Notre Dame (WatchESPN)

SEGUNDA, 30 DE DEZEMBRO

18h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NCAA (futebol americano - bowls)
14h - Servpro First Responders Bowl: Western Kentucky x Western Michigan (ESPN)
18h - Music City Bowl: Mississippi State x Louisville (ESPN 2)
22h - Orange Bowl: Florida x Virginia (ESPN 2)

NCAA (basquete masculino)
21h - Yale x North Carolina (WatchESPN)
21h - Austin Peay x Georgia (WatchESPN)
22h - Texas Southern x Texas A&M (WatchESPN)
22h - Davidson x Vanderbilt (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
22h - Morehead State x Baylor (WatchESPN)
22h - Wofford x Kansas (WatchESPN)

TERÇA, 31 DE DEZEMBRO

NHL
15h - New York Islanders x Washington Capitals (ESPN)

NCAA (futebol americano - bowls)
14h - Belk Bowl: Virginia Tech x Kentucky (ESPN 2)
17h45 - Liberty Bowl: Navy x Kansas State (ESPN 2)
21h30 - Valero Alamo Bowl: Utah x Texas (ESPN 2)

NBA G-LEAGUE
14h - Delaware Blue Coats x Maine Red Claws (WatchESPN)
15h - Rio Grande Valley Vipers x Memphis Hustle (WatchESPN)
21h30 - Oklahoma City Blue x Sioux Falls Skyforce (WatchESPN)
0h30* - Texas Legends x South Bay Lakers (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
14h - Miami x Clemson (WatchESPN)
18h - Georgia Tech x Florida State (WatchESPN)
20h - Boston College x Duke (WatchESPN)

QUARTA, 1º DE JANEIRO

NHL
16h - Nashville Predators x Dallas Stars (ESPN)

NCAA (futebol americano - bowls)
15h - Citrus Bowl: Michigan x Alabama (ESPN 2)
19h10 - Rose Bowl: Oregon x Wisconsin (ESPN)
22h50 - Sugar Bowl: Georgia x Baylor (ESPN 2)
15h - Outback Bowl: Minnesota x Auburn (WatchESPN)

QUINTA, 2 DE JANEIRO 

NHL
21h - Tampa Bay Lughtning x Montréal Canadiens (WatchESPN)

NCAA (futebol americano - bowls) 
17h - Birmingham Bowl: Boston College x CIncinnati (ESPN)
21h - Gator Bowl: Indiana x Tennessee (ESPN)

NCAA (basquete feminino)
19h - Missouri x Tennessee (WatchESPN)
20h - Iona x Quinnipiac (WatchESPN)
20h - Wake Forest x Duke (WatchESPN)
21h -Louisville x Clemson (WatchESPN)
21h - Kentucky x South Carolina (WatchESPN)
21h - Miami x Georgia Tech (WatchESPN)
21h - North Carolina x Virginia (WatchESPN)
21h - Virginia Tech x NC State (WatchESPN)
21h - Wichita State x UConn (WatchESPN)
21h - Notre Dame x Pittsburgh (WatchESPN)
21h30 - Georgia x Ole Miss (WatchESPN)
22h - Florida x Mississippi State (WatchESPN)
22h - Florida State x Syracuse (WatchESPN)
22h30 - Alabama x LSU (WatchESPN)
22h30 - Auburn x Vanderbilt (WatchESPN)
23h - Texas A&M x Arkansas (WatchESPN)

SEXTA, 3 DE JANEIRO 

21h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA
22h - Philadelphia 76ers x Denver Nuggets (ESPN)
0h30* - New Orleans Pelicans x Los Angeles Lakers (ESPN)

NCAA (futebol americano - bowls)
17h30 - Famous Idaho Potato Bowl: Ohio x Nevada (ESPN 2)

* Do dia seguinte

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 29 de dezembro, 14h.

Fonte: ESPN

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MLB dá passo importante para adotar zona de strike digital nos próximos cinco anos

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

Efeito digital simulando a zona de strike em transmissão de TV
Efeito digital simulando a zona de strike em transmissão de TV Reprodução TV

Contagem em 3 bolas e um strike. Bases lotadas, dois eliminados. Parte de baixo da oitava entrada e o time que está no bastão perde por uma corrida. Oportunidade clara de empatar ou mesmo virar o marcador. O arremessador manda uma bola rápida na parte externa, dois centímetros para fora. Walk e placar empatado, mas… o juiz dá strike! O rebatedor faz cara de quem comeu e não gostou, a torcida xinga, o narrador da TV levanta voz para dizer algo como “uma marcação controversa que pode mudar os rumos da partida”. E muda. No arremesso seguinte, o rebatedor, ainda irritado, vai para o swing em uma bola de efeito fora da zona de strike e é eliminado. O placar segue sem alteração e, na nona entrada, o fechador completa o serviço e garante a vitória de sua equipe.

O cenário descrito acima é extremo, mas acontece algumas vezes toda temporada. Se somarmos a isso outros momentos em que uma única marcação errada de bola ou strike teve influência no resultado final, chegamos em dezenas de casos por ano, muitos deles em partidas de playoff que podem decidir a classificação de uma equipe. Por isso, a marcação de bolas e strikes motivam sempre tanta polêmica. Ainda mais porque se trata da ação mais básica do beisebol, pautando cada um dos cerca de 300 arremessos que ocorrem por jogo.

Não à toa, televisão, clubes e empresas especializada em análise de desempenho desenvolveram radares que rastreiam o arremesso. Eles identificam onde a bola passou, se a marcação do árbitro foi correta ou mesmo se o jogador se equivocou na leitura do arremesso. E fica a pergunta: se já há radares disponíveis, por que diabos a MLB não adota definitivamente a marcação eletrônica e tira da mão do árbitro?

Bem, isso pode acontecer em breve. E tivemos um passo importante nesta segunda. Uma reportagem da Associated Press revelou que o novo acordo trabalhista assinado com a Major League Baseball, a Associação de Árbitros da MLB concorda em cooperar no desenvolvimento e no teste de radares para a marcação de bolas e strikes. A entidade também aceita colaborar se a liga decidir colocar a tecnologia em ação.

Pode soar como algo pequeno, mas não é. Pela relação entre a MLB e o sindicato, a aprovação dos árbitros é fundamental para a mudança de uma regra que afetará diretamente sua atividade. Também é preciso haver uma aprovação do sindicato de jogadores, mas essa seria mais simples para esse caso.

O acordo entre a liga e o sindicato de árbitros é válido pelos próximos cinco anos, e, se a marcação eletrônica for adotada, é provável que seja em algum momento dentro desse período. Em 2019, a MLB assinou um acordo com uma liga independente, a Atlantic Coast League, para a experimentação de novas regras no jogo. Uma delas foi o uso de radares para a definição de bolas e strikes e o teste foi considerado bem sucedido. Não houve perda significativa de tempo no anúncio das decisões e os jogadores pareceram aceitar a mudança. Ainda há ajustes a realizar, como no caso de bolas de curva com efeito muito acentuado e que ficam no limite de entrar ou não na zona de strike.

A adoção de radar para bolas e strikes não eliminaria o árbitro do home plate. No sistema que tem sido testado, ele anuncia a marcação normalmente, seguindo a informação que recebe em um ponto eletrônico. Além disso, seguiria a cargo dele a definição de várias outras jogadas, como check swing, se houve eliminação em disputa no home plate, balk e interferência. E, claro, se houver algum problema no sistema de marcação, o árbitro assumiria esse papel.

É provável que a MLB adote a marcação eletrônica em uma liga menor single-A (quarto nível) em 2020 e em uma triple-A (segundo nível) em 2021. Provavelmente seriam os passos finais para a entrada nas grandes ligas. Isso tornaria o beisebol no nível da MLB na modalidade coletiva com uso mais significativo de tecnologia na arbitragem. Afinal, sua ação mais básica, repetida centenas de vezes ao longo do jogo, seria decidida sem participação humana. Não haveria paralelo em futebol, basquete, rugby, futebol americano, vôlei, hóquei no gelo, handebol ou outro esporte de equipes. Só competições individuais com cronometragem eletrônica, como natação e atletismo, dependeriam mais da tecnologia para o desenrolar das competições.

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