Na quadra e nas redes sociais: a temporada mais empolgante da história da NBA está apenas começando

Matheus Zucchetto
Matheus Zucchetto

Stephen A. Smith é um homem polêmico. Se você não o conhece, faço uma pequena apresentação: imagine um comentarista que abraça a polêmica ao máximo, se envolve em provocações e não tira o pé ao dar sua opinião. Imaginou? 

Como qualquer um que vive na TV e nas redes sociais de hoje em dia, Stephen A. é amado e odiado por muitos. Mas não há como negar sua experiência na cobertura dos esportes americanos. E no dia da abertura da temporada 2019-20 da NBA, ele usou sua conta no Twitter para dizer algo que, talvez, muita gente não tenha levado em conta.

"Estou cobrindo a NBA há 25 anos. Nunca estive tão empolgado por uma temporada."

E preciso concordar, a NBA terá um ano histórico pela frente por vários motivos. É bom abrir os olhos para não perder o que está prestes a acontecer.

Antes de qualquer coisa, o nível de talento da liga aumentou de forma assustadora nos últimos 15 anos - a invasão dos europeus é uma das razões. Giannis Antetokounmpo é o atual MVP.  Nikola Jokic e Joel Embiid são candidatos. Luka Doncic foi o Calouro do Ano, e Rudy Gobert, o Melhor Defensor na temporada passada. As promessas que deixam o basquete universitário se desenvolvem cada vez mais - Zion chega com o potencial para mudar a franquia, assim como Donovan Mitchell, Trae Young, Ben Simmons, Jamal Murray e vários outros estão fazendo.

A maior prova do equilíbrio da NBA é Kawhi Leonard. Em um Leste sem dono, ele carregou o Toronto Raptors ao título. Agora, volta para casa, Los Angeles, mas com a camisa dos antes ignorados Clippers.

Mas vamos falar sobre algo que vai além do que acontece dentro das quadras.

A NBA se tornou o grande exemplo de um negócio que tomou conta das redes sociais. Se você ainda não tentou, experimente uma noite de #NBATwitter para entender o que quero dizer. Lances, reações, threads... e não falo apenas dos perfis norte-americanos. A mania já pegou no Brasil - e até trouxe o Orlando Magic, que se tornou a primeira franquia a ter uma conta oficial no país.

Os jogadores ganharam ainda mais voz - graças aos 280 caracteres do Twitter -, e o fã está mais perto de seus ídolos. É o modelo perfeito para quem quer se apaixonar pelo esporte. Isso sem falar da quantidade de jogos transmitidos - 175 só nos canais ESPN e no WatchESPN.

 Stephen A. é, sim, um comentarista polêmico. Mas ele acertou no alvo. A NBA é global e tem a companhia de uma legião de fãs que impressiona ano após ano. Dentro das quadras, é impossível prever o que vai acontecer - principalmente depois do que vimos na offseason. Nas redes sociais, o crescimento é constante. 

É hora de aproveitar. A temporada mais empolgante da história da NBA está apenas começando.

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Bola de Prata da NBA: quem seria o melhor jogador por posição? E o Bola de Ouro?

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco
LeBron é um dos destaques da temporada
LeBron é um dos destaques da temporada Getty Images

Nesta segunda-feira, a ESPN realizou a 50ª edição do Prêmio ESPN Bola de Prata Sportingbet, que premia os melhores jogadores por posição do Campeonato Brasileiro. Pensando neste modelo, faremos aqui o Bola de Prata da temporada 2019/2020 da NBA.

Portanto, nomes como Stephen Curry, que está lesionado, ficarão de fora. Ao final da temporada, veremos se a seleção ainda bate.


         
    

Bola de Prata de Armador: Luka Doncic

O segundo anista do Dallas Mavericks é o melhor armador da NBA na temporada e isso não é nem uma discussão. Luka Doncic está igualando marcas de Michael Jordan e sendo o principal responsável por uma das campanhas mais surpreendentes da temporada.

Com 16 vitórias e 7 derrotas, o Dallas Mavericks é o terceiro colocado da Conferência Oeste, muito acima das projeções iniciais que colocavam a equipe brigando pela sétima ou oitava colocação.

Médias de Doncic: 30 pontos, 9,8 rebotes e 9,2 assistências com 47,6% FG, 32% 3PT e 81,4% FT

Menções honrosas: Damian Lillard e Trae Young


         
    

Bola de Prata de Ala-Armador: James Harden

James Harden segue fazendo história. MVP de 2017/2018 e segundo colocado na votação nas temporadas 2016/2017 e 2018/2019, o camisa 13 do Houston Rockets faz uma das temporadas mais incríveis dos últimos tempos. A

Atualmente com 15 vitórias e 7 derrotas, o Houston Rockets ocupa a quarta colocação e Harden lidera a NBA em pontos por jogo demonstrando uma eficiência fora do comum.
Médias de Harden: 38.5 pontos, 6,1 rebotes e 7,4 assistências com 43,1% FG, 33,9% 3PT e 87,6% FT

Menções honrosas: Bradley Beal e Devin Booker


         
    

Bola de Prata de Ala: LeBron James

LeBron James está na sua 17ª temporada na NBA. Nesta altura, espera-se que o jogador, no mínimo, comece a entrar em declínio. Mas o camisa 23 dos Lakers não é um jogador comum. É um dos três melhores da história.

Fazendo partidas incríveis atrás de partidas incríveis, LeBron é o comandante de um Los Angeles Lakers que tem impressionantes 21 vitórias e apenas 3 derrotas, melhor campanha geral da NBA.
Médias de LeBron: 25,9 pontos, 6,8 rebotes e 10,8 assistências com 50,1% FG, 36,4% 3PT, 70,5% FT

Menções honrosas: Giannis Antetokounmpo, Kawhi Leonard


         
    

Bola de Prata de Ala-Pivô: Anthony Davis

Anthony Davis recém chegou ao Los Angeles Lakers e parece estar na equipe há uns quatro anos. O entrosamento com LeBron James foi instantâneo e o "Monocelha" não demorou para lembrar todos que é um dos cinco melhores jogadores da liga.

Além de uma produção ofensiva incrível, Anthony Davis atualmente é o melhor jogador defensivo da liga e o segundo responsável pela campanha absurda dos Lakers.

Médias de Davis: 27,7 pontos, 9 rebotes, 3,3 assistências, 2,7 tocos com 50,7% FG, 33,3% 3PT e 87% FT

Menções honrosas: Paskal Siakam


         
    

Bola de Prata de Pivô: Karl-Anthony Towns

Se o Minnesota Timberwolves está disputando a última vaga nos playoffs do Oeste muito se deve ao desempenho do pivô. Towns é, basicamente, o sistema ofensivo dos Wolves.
Se aproveitando de uma "ressurreição" de Wiggins, Towns está fazendo a melhor temporada de sua carreira em pontos e aproveitamento de arremessos do perímetro, ganhando a vaga de pivô da seleção.

Médias de Towns: 25,8 pontos, 11,6 rebotes, 4,7 assistências e 1,4 tocos com 50,9% FG, 42,2% 3PT e 80,2% FT.

Menções honrosas: Joel Embiid, Andre Drummond

Harden é o 'Bola de Ouro' da temporada
Harden é o 'Bola de Ouro' da temporada Getty Images

Bola de Ouro: James Harden

A temporada de James Harden é histórica. O camisa 13 do Houston Rockets acumula recordes atrás de recordes e se candidata a ser um dos melhores ala-armadores da história da NBA. Seus 38,5 pontos por jogo são a terceira maior temporada de um cestinha na história da NBA.

Tudo isso dando mais de 7 assistências por jogo e com uma eficiência histórica: um ataque só de isolações de James Harden faria 140 pontos por jogo. O maior pontuador da NBA desde Michael Jordan está fazendo história - de novo.

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Pascal Siakam é o jogador que mais evoluiu na NBA... de novo! | NBA no Divã #7

Leonardo Sasso
Leonardo Sasso
[]

Mais um NBA no Divã no ar!

Nesta semana, Guilherme Sacco e Leonardo Sasso discutiram os jogadores mais que evoluíram na temporada 2019-20 da NBA até agora. Pascal Siakam será o vencedor do MIP (Most Improved Player - jogador que mais evoluiu) mais uma vez?

Confira a discussão pelo YouTube no vídeo abaixo ou no WatchESPN.


Fonte: Leonardo Sasso

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Antetokounmpo é o líder dos Bucks que querem apagar os erros do passado e assumir a alcunha de favorito silencioso

Leonardo Sasso
Leonardo Sasso

Quando o Milwaukee Bucks abriu 2 a 0 na série final da Conferência Leste contra o Toronto Raptors na temporada passada, parecia questão de tempo para Giannis Antetokounmpo chegar à final e levar a equipe novamente ao topo após 45 anos. Nada disso aconteceu. Os Raptors venceram os quatro jogos seguintes, o grego sucumbiu ao desempenho de Kawhi Leonard nos dois lados da quadra, e os Bucks viram o título dos algozes pela televisão.

Sete meses depois, os Bucks estão novamente na briga. Líder do Leste e melhor campanha de toda a NBA com 18 vitórias em 21 jogos, Milwaukee mudou uma parte do elenco, mas manteve a base de sucesso com Khris Middleton, Eric Bledsoe e Brook Lopez como coadjuvantes de Antetokounmpo.

O grego, por sinal, evolui a cada ano. Nesta temporada, são 30,8 pontos, 13,4 rebotes e 5,8 assistências, além de 30,4% nas bolas de 3, aproveitamento ainda fraco, mas superior aos 25% de 2018-19. É a temporada em que Giannis mais chuta de longa distância. O arremesso, principal problema do jogador, parece em evolução, mesmo que lentamente. Esse é o fator essencial para Giannis ser o dono da NBA e para os Bucks admitirem de vez um rótulo de favoritos.

Giannis Antetokounmpo, o grande nome dos Bucks
Giannis Antetokounmpo, o grande nome dos Bucks Getty

Por enquanto, é no silêncio que Milwaukee trabalha. Na temporada, foram seis vitórias e três derrotas para equipes com mais de 50% de aproveitamento. Contra "mais fracos", os Bucks são letais, com 12 vitórias em 12 jogos.

Mas a temporada regular é apenas uma parte do que os Bucks têm que passar. O que interessa começa em abril. Milwaukee precisa que os coadjuvantes sejam regulares e que Antetokounmpo seja, mais do que nunca, o jogador mais dominante da NBA. É nos playoffs que tudo se resolve. Os Bucks esperam mais do que a final de conferência. Eles esperam o título. Mesmo que seja no silêncio...

Fonte: Leonardo Sasso

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O verdadeiro motivo pelo qual Carmelo Anthony foi eleito jogador da semana na NBA

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco
Melo foi eleito o jogador da semana
Melo foi eleito o jogador da semana Alika Jenner/Getty Images

Nesta segunda-feira, a NBA anunciou os melhores jogadores da semana para cada conferência. Carmelo Anthony, do Portland Trail Blazers, venceu a premiação na Conferência Oeste.

A escolha, porém, causou uma discussão entre os fãs de basquete. Afinal, Luka Doncic, do Dallas Mavericks, teve uma semana incrível, ajudou a equipe a vencer o Los Angeles Lakers, melhor equipe da NBA no momento, com médias de 30.3 pontos, 8.7 rebotes e 9 assistências. James Harden, do Houston Rockets, fez apenas dois jogos, mas um deles de 60 pontos em apenas três quartos.

A questão, porém, vai além. Sabemos que a NBA é uma liga pautadas por narrativas e a história da última semana foi o retorno de Melo ao basquete. Depois de ficar mais de um ano sem jogar, o ala foi contratado "no desespero" pelos Blazers e ganhou uma nova - e provavelmente última - chance na NBA.


         
    

E ele tem aproveitado-a muito bem. Talvez até acima das expectativas dos mais otimistas - eu, por exemplo, fui um dos grandes defensores da volta de Melo. Com médias de 22.3 pontos, 7.7 rebotes e 2.7 assistências, Carmelo liderou os Blazers a três vitórias em três jogos na semana e a NBA viu a oportunidade perfeita de coroar a grande história da semana.

O prêmio não é pelo fato de Carmelo ter sido o melhor jogador da semana - este foi Luka Doncic -, mas, sim, por que a narrativa do retorno de Melo é a mais atraente e mais rentável para a NBA. Sinceramente? Eu não tenho o menor problema com isso.

Carmelo Anthony merece ser celebrado sempre que possível e seu retorno tem sido mágico. O que for preciso para mantê-lo assim deve ser feito.

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O verdadeiro motivo pelo qual Carmelo Anthony foi eleito jogador da semana na NBA

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NBA se inspira no futebol europeu e quer criar uma copa durante a temporada

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Toronto Raptors posa para foto de campeão da NBA com o troféu Larry O'Brien
Toronto Raptors posa para foto de campeão da NBA com o troféu Larry O'Brien GETTY


O basquete tem bons motivos para estar otimista com sua popularidade. Vários índices apontam crescimento, com perspectiva futura ainda melhor pela força ser especialmente grande -- ainda mais na comparação com beisebol e futebol americano -- no público mais jovem. Mas há uma questão que incomoda: a audiência de TV. E, de acordo com reportagem de Adrian Wojnarowski e Zach Lowe da ESPN americana, a solução se inspira no futebol europeu.

As finais de 2018-19 tiveram as menores audiência da década na TV norte-americana. É até compreensível, considerando que apenas um dos times era dos Estados Unidos. Ainda assim, os números têm caído nos últimos quatro anos e a decisão de 2018 teve a terceira pior marca desde 2009. Mas essa questão nem é tão preocupante. O fato de a temporada passada ter um finalista canadense (Toronto Raptors) e a overdose de duelos entre Golden State Warriors e Cleveland Cavaliers pode justificar isso. E, na comparação com as World Series dos mesmos anos, a final do basquete tem números melhores.

O problema grande mesmo é na temporada regular. Várias cidades parecem desmobilizadas, sobretudo as que têm equipes fracas que apenas cumprem tabela esperando pegar uma boa posição para o próximo draft. A audiência desses jogos, geralmente transmitidos em canais regionais, tem sido particularmente baixa neste início de temporada. E mesmo os times fortes, com muitas partidas em rede nacional, os índices decepcionam.

A NBA considera que isso se deve a diversos fatores:

- Muitas franquias sabem que não têm chance de título e preferem fazer temporadas claramente ruins para se reconstruir ao invés de tentar ao menos uma vaga em playoff;
- A temporada regular é muito longa e a importância relativa de cada partida diminui. A torcida não se mobiliza tanto e...
- ...os times mais fortes, até por saberem que se classificarão ou que vencerão nos duelos contra as equipes mais fracas, acabam poupando suas estrelas em muitas partidas -- algumas delas transmitidas em rede nacional -- para tê-las em melhores condições nos playoffs.

Por isso, o comissário da liga Adam Silver, estuda um pacote de mudanças para a temporada regular:

- Redução da temporada regular de 82 para 78 jogos por equipe;
- Criação de um torneio de meio de temporada, uma espécie de “Copa da NBA” na comparação com as ligas e copas nacionais do futebol pelo mundo;
- Aumento das vagas em playoffs com a criação de uma etapa preliminar;
- Abrir a possibilidade de mudar o chaveamento das semifinais de conferência.

A primeira proposta visa reduzir o desgaste dos jogadores -- permitindo que os times não precisem poupar seus principais ao longo do ano -- e aumentar a importância relativa de cada partida. No entanto, os donos de franquias sempre reagem a ideias de redução da temporada regular, pois isso significa redução do faturamento em bilheteria, consumo no estádio em dia de jogo e direitos de transmissão. 

Adam Silver, comissário da NBA
Adam Silver, comissário da NBA Getty Images

Por isso, Silver sugere a criação de um torneio extra no meio do campeonato. Todos os 30 times participariam em um mata-mata só em jogos únicos. Os times fariam entre um e cinco jogos, dependendo da fase em que entrassem (dois teriam vaga direta nas oitavas de final) e fossem eliminados, nesse torneio, que ocuparia o espaço no calendário entre o Dia de Ação de Graças e o Natal.

O comissário da NBA acredita que esse torneio teria potencial de gerar receita suficiente para compensar as perdas dos jogos a menos que os times fariam na temporada regular. Além disso, daria aos torcedores de todos os times, mesmo os mais fracos, uma possibilidade de título e ainda criaria um evento que poderia ser organizado e comercializado à parte (ou seja, mais dinheiro). A inspiração declarada é o futebol europeu (Silver nunca escondeu que buscava no outro lado do Atlântico ideias para adotar no basquete). 

A ideia soa interessante, pois quebraria o certo marasmo que domina o meio da temporada regular da NBA (aliás, o mesmo comentário valeria para a MLB). Mas há uma questão importante: na Europa, a copa nacional é uma tradição estabelecida há décadas no calendário e clubes, mídia e torcedores dão valor a essa disputa. O torcedor, a mídia e os times da NBA a veriam da mesma forma? Dirigentes e analistas acham provável que essa “Copa da NBA” seria desprezada pelas equipes mais fortes, que a usariam para poupar seus atletas mais caros.

Por isso, a proposta que tem mais chance de vingar é a de criar uma fase preliminar nos playoffs. Hoje, se classificam os oito primeiros de cada conferência, que vão direto para as quartas de final do Leste ou do Oeste. A ideia da NBA é classificar dez times de cada lado, com os seis primeiros garantindo vaga nas quartas de final e sétimo, oitavo, nono e décimo disputando uma fase preliminar em jogo único para definir os dois últimos classificados.

Com isso, Silver acredita que aumentaria a importância de um time já classificado brigar para ficar entre os seis melhores de sua conferência. Além disso, mais equipes chegariam às últimas semanas de temporada regular com chance de playoff. E, bem, mais fanquias disputando playoffs são mais franquias mobilizando suas torcidas e ganhando dinheiro. Ainda que seja uma incômoda banalização do mata-mata (66% dos times estariam tecnicamente classificados), donos de clubes e jogadores não devem criar muitos problemas para aprovar a proposta.

A última mudança seria mais simples: realinhar as semifinais de conferência se necessário. Atualmente, os times são chaveados pela classificação (1 x 8, 2 x 7, 3 x 6 e 4 x 5) e a tabela permanece a mesma até o final. Se o segundo e o terceiro acabam caindo, as semifinais de conferência reúnem 1 x 4 e 6 x 7, ou seja, o primeiro colocado pega o adversário mais forte entre os sobreviventes, tudo por culpa da incompetência do segundo e do terceiro. Pela proposta, se algum cabeça de chave cair nas quartas de final de conferência, as semifinais são realinhadas para que os dois melhores times não possam se enfrentar. Isso já acontece na NFL, na NHL e na WNBA.

Todas as mudanças têm de ser analisadas e aprovadas pelos donos de franquias e pela associação de jogadores. Por isso, ainda há muita negociação para rolar e não há nenhuma certeza se alguma dessas propostas serão adotadas. Mas mostra uma inquietação saudável da NBA com a necessidade de criar mais atrativos para motivar torcedores, jogadores e mídia durante os longos meses de temporada regular.

Fonte: Ubiratan Leal

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Luka Doncic será o cara da NBA | NBA no Divã #6

Leonardo Sasso
Leonardo Sasso
Luka Doncic será o cara da NBA
Luka Doncic será o cara da NBA Arte ESPN

Mais um NBA no Divã no ar!

Nesta semana, Guilherme Sacco e Leonardo Sasso discutiram até onde Luka Doncic pode chegar. O armador do Dallas Mavericks tem feito uma temporada incrível e está entre os cotados para ser o MVP da NBA em 2019-20.

O programa NBA no Divã vai ao todas às terças-feiras no WatchESPN e às quintas-feiras no YouTube.

Veja o programa abaixo:


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Luka Doncic será o cara da NBA | NBA no Divã #6

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Maratona pelo MVP - LeBron, Giannis, Doncic e a briga mais acirrada das últimas temporadas

Matheus Zucchetto
Matheus Zucchetto

Pouco mais de um mês da temporada da NBA já passou.  

Parece pouco, mas já foi o bastante para que os grandes nomes da liga mostrassem o que conseguem fazer e, consequentemente, ganhassem vantagem na briga pelo prêmio de MVP.

Semana a semana, vamos montar a lista dos favoritos ao troféu de melhor jogador da temporada. E já vai o aviso: não são poucos.

Abaixo, a primeira lista!

1 - LEBRON JAMES 


     

Los Angeles Lakers - 15 vitórias e 2 derrotas
Médias: 25.6 pontos 7.4 rebotes e 11 assistências

LeBron não é o mesmo dos tempos de Miami Heat ou de Cleveland Cavaliers. Mas quem disse que ele precisa ser?

O camisa 23 assumiu o papel de armador dos Lakers, é o líder da liga na média de assistências e ainda comanda o time que tem a melhor campanha da NBA. É preciso reconhecer a mudança no estilo de jogo de LeBron, e o começo empolgante de  um time que, convenhamos, não tem um elenco como o dos vizinhos Clippers, só mostra o valor do astro que busca seu quarto título.

2 - GIANNIS ANTETOKOUNMPO


         
     

Milwaukee Bucks - 14 vitórias e 3 derrotas
Médias: 31.1 pontos, 13.9 rebotes e 6.4 assistências

Se o time de melhor campanha da NBA tem o líder do ranking nesta semana, o segundo melhor time tem o vice.

Giannis é, hoje, o jogador mais dominante da liga. Aquele que você para e se pergunta se pode ser parado. O atual MVP tem as melhores médias da carreira e evoluiu ainda mais desde sua última temporada e tem a sequência assustadora de 20 duplos-duplos em 2019-20 (é insano, mas não errei nas contas. Ele teve um duplo-duplo em cada uma das partidas desta campanha. Ah, e nos três da pré-temporada também). 

3 - LUKA DONCIC


         
     

Dallas Mavericks - 11 vitórias e 5 derrotas
Médias: 30.6 pontos, 10.1 rebotes e 9.8 assistências

O prêmio de MVP costuma ser consequência de uma ótima história que toma conta da temporada. E por enquanto, não há nenhuma melhor do que a de Doncic.

O esloveno de 20 anos está em seu segundo ano na NBA, mas joga como um veterano que está pronto para ser uma superestrela - na verdade, já é uma. Por que colocá-lo à frente de James Harden nesta lista? Dois motivos: surpreendentemente, os Mavs têm campanha melhor que os Rockets; no confronto direto, Luka fez 41 pontos e deu 10 assistências(além de seis rebotes), contra 32,11 e 9 de Harden. Ah, Doncic também saiu com a vitória em Houston.

4 - JAMES HARDEN


         
     

Houston Rockets  - 11 vitórias e 6 derrotas
Médias: 37.9 pontos, 6.1 rebotes e 8 assistências

Antes da temporada, uma dúvida pairou sobre Houston: a presença de Russell Westbrook poderia atrapalhar o volume de jogo de James Harden? A resposta é simples: não.

Harden continua sendo o foco do ataque dos Rockets, e depois de um começo estranho de temporada, as coisas se encaixaram para o camisa 13. Ele comandou a série de oito vitórias de Houston e lidera a NBA com folga na média de pontos.

5 - PASCAL SIAKAM


         
     

Toronto Raptors - 12 vitórias e 4 derrotas
Médias: 25.7 pontos, 8.7 rebotes e 4 assistências

Teoricamente, o top 5 também é lugar de Kawhi Leonard. Mas a quantidade de jogos que o camisa 2 perde nos Clippers para se recuperar fisicamente atrapalha. Por isso, vamos de Siakam, o herdeiro de Kawhi em Toronto.

O nível do ala subiu de forma impressionante neste primeiro mês de temporada. Nos playoffs de 2018-19, Siakam sumiu em algumas partidas. Mas isso não tem acontecido agora, que os Raptors, atuais campeões, estão em suas mãos. O camaronês tem volume de jogo, eficiência e, o mais importante, vitórias. Se continuar assim, pode brigar para ficar no top 5 até o final da temporada.

Fechando o top 10:

6 -  KAWHI LEONARD - Los Angeles Clippers
7 - ANTHONY DAVIS - Los Angeles Lakers
8 - JIMMY BUTLER - Miami Heat
9 - NIKOLA JOKIC - Denver Nuggets
10 - KEMBA WALKER - Boston Celtics.

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[Programação] Quinta tem a rodada tripla do Dia de Ação de Graças. Confira jogos e horários

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Os Cowboys enfrentam os Bills no Dia de Ação de Graças
Os Cowboys enfrentam os Bills no Dia de Ação de Graças Focus on Sport/Getty Images

Toda rodada de NFL começa na quinta, mas sempre há uma especial. A semana do Dia de Ação de Graças não tem um jogo de abertura, mas uma rodada tripla. Tudo para as famílias americanas terem muita bola oval para se distrair enquanto comem peru e se confraternizam à mesa. E sempre com um jogo do Detroit Lions e um do Dallas Cowboys.

Nesta temporada não é diferente. Os Leões fazem um duelo de divisão contra o Chicago Bears, enquanto que os caubóis recebem o Buffalo Bills. Além disso, há a rivalidade sulista entre New Orleans Saints e Atlanta Falcons. Já é atrativo suficiente para a semana, mas a quinta ainda tem uma maratona de basquete universitário.

A semana não fica só nisso. O fã de esporte poderá conferir dois grandes clássicos na noite de domingo, com Cowboys x New England Patriots e Green Bay Packers x San Francisco 49ers. E, na NBA, Anthony Davis se reencontrará com a torcida do New Orleans Pelicans. Tudo isso ao vivo nos canais ESPN.

Confira os horários dos esportes americanos e não perca nada.

SÁBADO, 23 DE NOVEMBRO

NBA
22h - Los Angeles Lakers x Memphis Grizzlies (ESPN)

NHL
21h - Anaheim Ducks x Tampa Bay Lightning (ESPN Extra)

NCAA (futebol americano)
17h30 - UCLA x USC (ESPN)
0h - Washington x Colorado (ESPN 2)
14h - Minnesota x Northwestern (WatchESPN)
14h - Harvard x Yale (WatchESPN)
14h - Hampton x Monmouth (WatchESPN)
14h - Oklahoma State x West Virginia (WatchESPN)
14h - Western Carolina x Alabama (WatchESPN)
14h - East Carolina x Connecticut (WatchESPN)
14h - Samford x Auburn (WatchESPN)
15h - Morgan State x Howard (WatchESPN)
15h - Cattanooga x VMI (WatchESPN)
16h - Air Force x New Mexico (WatchESPN)
17h30 - Michigan x Indiana (WatchESPN)
17h30 - UT Martin x Kentucky (WatchESPN)
17h30 - Pittsburgh x Virginia Tech (WatchESPN)
17h30 - East Tennessee State x Vanderbilt (WatchESPN)
17h30 - Mercer x North Carolina (WatchESPN)
18h - Syracuse x Louisiville (WatchESPN)
18h - Memphis x South Florida (WatchESPN)
21h - Temple x Cincinnati  (WatchESPN)
21h - Arkansas x LSU (WatchESPN)
21h30 - Houston x Tulsa (WatchESPN)
21h30 - Duke x Wake Forest (WatchESPN)
21h30 - Tennessee x Missouri (WatchESPN)
21h30 - Abilene Christian x Mississippi State (WatchESPN)
21h37 - Oregon x Arizona State (WatchESPN)
0h30* - Nevada x Fresno State (WatchESPN) 

NCAA (basquete feminino)
17h - Rice x Oklahoma State (WatchESPN)

DOMINGO, 24 DE NOVEMBRO

NFL
15h - Seattle Seahawks x Philadelphia Eagles (ESPN)
15h - Carolina Panthers x New Orleans Saints (ESPN 2)
18h - Jacksonville Jaguars x Tennessee Titans (ESPN Extra)
18h25 - Dallas Cowboys x New England Patriots (ESPN)
22h15 - Green Bay Packers x San Francisco 49ers (ESPN)

NHL
19h - Buffalo Sabres x Florida Panthers (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
0h30* - TCU x Clemson (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
17h - Texas State x Kansas (WatchESPN)
17h - UT Arlington x Kansas State (WatchESPN)

SEGUNDA, 25 DE NOVEMBRO

21h15 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NFL
22h15 - Baltimore Ravens x Los Angeles Rams (ESPN)

NHL
21h - Calgary Flames x Pittsburgh Penguins (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
19h -Virginia Tech x Michigan State (ESPN 2)
14h - Yale x Western michigan (WatchESPN)
16h30 - Georgia x Dayton (WatchESPN)
16h30 - Seattle U x Bucknell (WatchESPN)
21h - Arkansas x Georgia Tech (WatchESPN)
21h - Chicago State x Florida State (WatchESPN)
21h - Butler x Missouri (WatchESPN)
21h - Wisconsin x Richmond (WatchESPN)
21h - Cattanooga x Tennessee (WatchESPN)
23h - Kansas x Chaminade (WatchESPN)}
23h30 - Stanford x Oklahoma (WatchESPN)
23h30 - Auburn x New Mexico (WatchESPN)
1h30* - BYU x UCLA (WatchESPN)

TERÇA, 26 DE NOVEMBRO

NBB
19h50 - Corinthians x Unifacisa (ESPN)

NBA G-LEAGUE
21h - Fort Wayne Mad Ants x Westchester Knicks (WatchESPN)
22h - Salt Lake City Stars x Rio Grande Valley Vipers (WatchESPN)
0h - Canton Chargers x Sotckton Kings (WatchESPN)

NCAA (futebol americano)
21h - Western Michigan x Northern Illinois (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
21h30 - Jogo não definido (ESPN 2)
14h - Jogo não definido (WatchESPN)
16h30 - Jogo não definido (WatchESPN)
16h30 - Jogo não definido (WatchESPN)
19h - Jogo não definido (WatchESPN)
19h - Jogo não definido (WatchESPN)
21h - Farleigh Dickinson x Notre Dame (WatchESPN)
21h - Jogo não definido (WatchESPN)
22h - Jogo não definido (WatchESPN)
23h - Stephen F Austin x Duke (WatchESPN)
23h30 - Jogo não definido (WatchESPN)
0h30* - Jogo não definido (WatchESPN)
1h30* - Jogo não definido (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
21h - USC Upstate x Georgia (WatchESPN)
21h - Sam Houston State x Ole Miss (WatchESPN)

QUARTA, 27 DE NOVEMBRO

NBA
21h30 - Brooklyn Nets x Boston Celtics (ESPN)
23h30 - Los Angeles Lakers x New Orleans Pelicans (ESPN)

NHL
21h - Carolina Hurricanes x New York Rangers (ESPN 2)

NBA G-LEAGUE
21h - Maine Red Claws x Greensboro Swarm (WatchESPN)
21h - Erie BayHawks x Grand Rapids Drive (WatchESPN)
21h - College Park SkyHawks x Capital City Go-Go (WatchESPN)
21h30 - Texas Legends x Sioux Falls Skyforce (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
14h - Michigan x Iowa State (WatchESPN)
16h - St. Louis x Boston College (WatchESPN)
16h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
16h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
18h - Maine x Virginia (WatchESPN)
19h - Jogo a definir (WatchESPN)
19h - Ole Miss x Penn State (WatchESPN)
21h - Gonzaga x Southern Miss (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h30 - Seton Hall x Oregon (WatchESPN)
1h30* - Jogo a definir (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
21h - Davidson x Duke (WatchESPN)

QUINTA, 28 DE NOVEMBRO 

NFL
14h30 - Chicago Bears x Detroit Lions (ESPN)
18h30 - Buffalo Bills x Dallas Cowboys (ESPN)
22h15 - New Orleans Saints x Atlanta Falcons (ESPN)

NCAA (futebol americano)
20h30 - Ole Miss x Mississippi State (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
13h - Maryland x Temple (WatchESPN)
15h30 - Jogo a confirmar (WatchESPN)
15h30 - Texas A&M x Harvard (WatchESPN)
16h - Providence x Long Beach State (WatchESPN)
18h - Jogo a confirmar (WatchESPN)
18h - USC x Fairfield (WatchESPN)
18h - NC State x Memphis (WatchESPN)
18h30 - Wake Forest x College of Charleston (WatchESPN)
20h30 - Jogo a confirmar (WatchESPN)
20h30 - Jogo a confirmar (WatchESPN)
22h30 - UCF x Pennsylvania (WatchESPN)
23h - Jogo a confirmar (WatchESPN)
1h* - Pepperdine x Arizona (WatchESPN)

SEXTA, 29 DE NOVEMBRO 

21h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA
0h30* - Washington Wizards x Los Angeles Lakers (ESPN)

NHL
18h -  Colorado Avalanche x Chicago Blackhawks (ESPN)

* Do dia seguinte

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 23 de novembro, 2h.

Fonte: ESPN

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[Programação] Quinta tem a rodada tripla do Dia de Ação de Graças. Confira jogos e horários

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O que pode acontecer com os Astros depois do escândalo de roubo de sinais?

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Austin Barnes, catcher do Los Angeles Dodgers, passa sinais para Alex Wood em jogo contra o Houston Astros na World Series de 2017
Austin Barnes, catcher do Los Angeles Dodgers, passa sinais para Alex Wood em jogo contra o Houston Astros na World Series de 2017 ESPN

A informação surgiu como denúncia, mas todos foram rápidos em aceitá-las como verdade. Mesmo os responsáveis não fizeram esforço até agora para negar a acusação. Parece ser um senso comum de que o Houston Astros realmente desenvolveu um esquema com uso de recursos eletrônico para roubo de sinais dos catchers adversários. Uma prática que teria ocorrido em 2017, temporada do título dos texanos, e que possivelmente teria se estendido por 2018 (vice-campeão da Liga Americana) e até 2019 (campeão da Liga Americana, derrotado na World Series).

LEIA MAIS: Ex-jogador diz que time campeão da MLB em 2017 usou trapaça na campanha do título

Para entender o caso e em que pé está a situação, fiz um pequeno Perguntas Mais Frequentes.

Os Astros realmente roubaram sinais?

Tudo indica que sim. A suspeita já era disseminada pelos demais times da MLB, mas ganhou força com o depoimento de Mike Fiers. O arremessador -- que fez parte do elenco dos Astros em 2017 -- não apenas confirmou a existência de um esquema com recursos eletrônicos para roubo de sinais, mas ele detalhou seu funcionamento. Pesquisas em vídeos de arquivo batem com o relato de Fiers. O tuíte abaixo é um exemplo claro.


O que o clube alega?

Nada. Exato, nada. O Houston Astros ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso, revelado há duas semanas. A postura dá a entender ainda mais que a franquia silenciosamente admite o ocorrido e trata apenas de controlar os danos nos bastidores. Membros da diretoria e da comissão técnica, quando procurados por jornalistas, não aceitam dar entrevistas, mas dizer “em off” o conhecido “ah, mas todo mundo faz”.

E todo mundo faz?

Sim e não. É difícil cravar que cada uma das 30 franquias da MLB tenha algum tipo de esquema para roubar sinais dos adversários, mas é bastante possível que várias façam isso. A questão é a forma como isso ocorre. Usar o corredor na segunda base para olhar os sinais e repassá-lo de alguma forma ao rebatedor é visto como algo legítimo, dentro da ética do jogo e que se deve mais a falha do catcher. Ter um funcionário fora de campo fazendo isso já é inaceitável, mas é tido como uma infração “apenas grave”. A forma como os Astros estariam fazendo exigiria todo um sistema de vídeo, com profissionais dedicados a ler os sinais (mesmo quando a dupla catcher-arremessador estiver usando códigos mais complexos) e monitor dentro dos vestiários, passa de qualquer limite. O Boston Red Sox fez isso há dois anos, usando smartwatches para passar a informação, e foi punido como recado para que as demais franquias não repetissem o ato. E os Astros repetiram. De forma ainda mais profunda.

Mas como os Astros perderam os quatro jogos em casa na World Series?

O time texano usará isso como álibi, talvez dando a entender que as infrações reveladas por Fiers ao site The Athletic se referiam apenas à temporada de 2017. Mas é fato conhecido na liga que o Washington Nationals, já desconfiando dos Astros, desenvolveram cinco códigos diferentes de sinais e fizeram revezamento entre eles -- muitas vezes trocando entre uma entrada e outra -- nas partidas em Houston.

Qual a repercussão do caso?

Enormes. A mídia e os torcedores têm tratado como se fosse o maior atentado à lisura do esporte desde o escândalo de doping no começo da década passada. Primeiro, porque envolveu um time que tem sido competitivo ano após ano e que chegou a conquistar o título na temporada em questão. Segundo, porque aumentou a desconfiança de que se trata de algo disseminado pela liga. Mal comparando, é equivalente ao escândalo da bola murcha do New England Patriots nos playoffs de 2015. Entre os jogadores, há quem veja Fiers como traidor por falar sobre algo que deveria ser um segredo de vestiário (a justificativa de Fiers para falar à imprensa foi ver vários colegas arremessadores perderem o emprego após partidas ruins contra adversários que podem estar trapaceando), mas a maioria demonstra indignação com o fato. Ainda assim, não se fala muito em “título manchado” ou “os Astros são farsantes e trapaceiros”. Talvez não falem muito por imaginar que seu próprio clube ou seus próprios companheiros já participaram ou participam desse tipo de esquema.

O que a liga pode fazer?

A MLB está investigando o caso, então as consequências dependerão do que for descoberto e do tamanho da responsabilidade de cada um. Pelo tamanho do esquema, é altamente improvável que seja uma prática isolada de dois ou três funcionários, sem que dirigentes e membros importantes da comissão técnica tenham conhecimento ou participação. A punição mais imediata deve girar em torno de multa e perda de escolhas do draft para a franquia. Mas onde pode ficar feio é na suspensão de figuras altas na hierarquia dos Astros, como o técnico AJ Hinch e o general manager Jeff Luhnow. Retirada do título ou banimento dos playoffs por uma ou mais temporadas são hipóteses muito remotas.

Pode respingar em outros clubes?

Sim. Durante as investigações, os Astros devem tomar como linha de defesa a prova de que todo mundo comete essa infração. Se o Houston conseguir provar algo, é capaz de outro time também sofrer alguma sanção, ainda que mais leve que a dos texanos. Mas onde também pode respingar é na suspensão de pessoas que trabalhavam nos Astros nos últimos anos e que atualmente estão em outras franquias. Por exemplo, já há especulação que Alex Cora, atual técnico do Boston Red Sox e auxiliar de Hinch no Houston em 2017, seria um agente importante no esquema de roubo de sinais. O mesmo já se diz de Carlos Beltrán, que fazia o último ano de sua carreira como jogador pelos Astros em 2017 e foi recentemente contratado como técnico do New York Mets. Expandindo para a área de gestão, há ex-profissionais dos Astros em vários clubes da MLB, que receberam convites justamente após o bom resultado do Houston nos campos.

Fonte: Ubiratan Leal

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Os Lakers são os donos de Los Angeles | NBA no Divã #5

ESPN League
ESPN League
Os Lakers são os donos de LA
Os Lakers são os donos de LA Arte ESPN

O Los Angeles Lakers tem a melhor campanha da NBA. LeBron James é um dos principais candidatos ao prêmio de MVP e Anthony Davis está jogando o que se esperava que ele jogasse. No NBA no Divã desta semana, Guilherme Sacco e Leonardo Sasso analisam o que faz dos Lakers uma equipe já tão pronta ainda no começo da temporada e, consequentemente, uma das candidatas ao título e cravam: Los Angeles ainda pertence ao lado azul e roxo da força. Confira!



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Como lesão de Curry pode colocar Warriors como favoritos ao título... em 2021

Leonardo Sasso
Leonardo Sasso

A temporada do Golden State Warriors já era de transição. Com Kevin Durant deixando a franquia para se juntar ao Brooklyn Nets e Klay Thompson lesionado, as esperanças de playoffs eram justas, mas não certas. A Conferência Oeste, sempre acirrada, deixaria Stephen Curry e Draymond Green com uma árdua missão de classificar a equipe a pós-temporada.

O começo horrível, com os jovens recém-draftados enfrentando problemas, e derrotas pesadas, como a de Oklahoma City Thunder, em que os Warriors perderam por 28 pontos e chegaram a estar 42 pontos atrás do placar, fizeram ligar o sinal de alerta no Chase Center, ginásio de última geração inaugurado nesta temporada pela franquia que também fazia o caminho de Oakland para San Francisco outra vez.

Mas tudo ficou claro para a equipe que venceu três dos últimos cinco títulos no dia 30 de outubro, contra o Phoenix Suns. Quando Stephen Curry caiu e quebrou a mão, tudo mudou. Só um caminho parecia possível: largar a temporada de vez. 

Stephen Curry em ação pelos Warriors
Stephen Curry em ação pelos Warriors Getty

D'Angelo Russell passou a ser o "cara" do time, mesmo no primeiro ano após sair dos Nets. Green, poupado em muitas partidas. Posteriormente, Russell também teve minutos restritos e não atuou em outros jogos. A ideia é dar tempo de quadra para os jovens.

Eric Paschall já começou a aproveitar isso. Escolhido na posição 41 do último Draft, o ala-pivô que passou os últimos quatro anos no College e foi campeão por Villanova em 2018, tem brilhado em várias partidas do "desfacelado" Warriors. E é isso que Steve Kerr em 2019-20, saber com quem contar em 2020-21.

Com um desempenho ruim dentro das quadras, os Warriors têm mais chances de ter uma escolha alta no Draft de 2020. Sim, o recrutamento não é dos melhores, mas tem ótimos talentos, principalmente nas primeiras escolhas. No período campeão, o maior problema da franquia californiana foi o garrafão. Bogut, Pachulia, McGee, Looney, entre outros, atuaram, mas nunca foram a solução para área pintada.

Com Curry, Thompson, Green, talvez Russell, e espaço na folha salarial para trazer outros bons jogadores para o elenco, os Warriors começam a criar um corpo fortíssimo para 2020-21. Uma possível primeira escolha do Draft pode render James Wiseman ao time. O pivô foi declarado inelegível pela NCAA após atuar três partidas por Memphis, por conta do dinheiro recebido durante sua mudança para Memphis, ainda quando estava no High School.

Wiseman pode ser o pivô que faltou a equipe durante tantos anos. O complemento perfeito para jogadores com DNA de campeão. 

Os Warriors não estão mortos, longe disso. É um ano de reconstrução para em 2021 brigarem pelo título... De novo.

O Golden State Warriors visitam o Dallas Mavericks, de Luka Doncic, nesta quarta-feira, a partir das 21h30, com transmissão AO VIVO da ESPN e WatchESPN.

Fonte: Leonardo Sasso

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LeBron nos avisou... Os números mostram por que Doncic briga para ser o MVP mais novo da história

Matheus Zucchetto
Matheus Zucchetto

         


    


Fã de NBA, bem-vindo ao mundo de Luka Doncic.

Na noite de segunda-feira, o esloveno de 20 anos do Dallas Mavericks fez história na vitória sobre o San Antonio Spurs e colocou seu nome de vez na briga pelo prêmio de MVP.

42 pontos, 12 assistências e 11 rebotes.

Doncic se tornou o segundo jogador mais jovem (20 anos e 263 dias) da história a conseguir um triplo-duplo com pelo menos 40 pontos, atrás apenas de LeBron James (20 anos e 100 dias). E o astro do Los Angeles Lakers se rendeu a Luka no Instagram.

Já são seis triplos-duplos para Doncic nesta temporada, a segunda melhor marca de todos os tempos após 15 partidas numa temporada - atrás apenas de Oscar Robertson (11 em 1961-62) e à frente de Russell Westbrook (5 em 2016-17). Detalhe: ele só entrou em quadra 13 vezes até agora.

Luka também deixou para trás Jerry West, homem do logo da NBA, na quantidade de triplos-duplos com pelo menos 30 pontos nas duas primeiras temporadas da carreira. São 5 para ele, contra 4 de West.

O camisa 77 tem médias de 29.5 pontos (4º) e 9.3 assistências (2º). Doncic também aparece no top 10 dos rebotes, com 10.7 por jogo. Nas nove últimas partidas, elevou ainda mais seu nível com 31.6, 10.4 e 11.6. 

Se fizer apenas 16 pontos e der 6 assistências na quarta-feira, contra o Golden State Warriors, entrará para a história mais uma vez como o 5º jogador a ter média de 30 pontos e triplo-duplo em uma sequência de 10 jogos. Os outros? Oscar Robertson, Russell Westbrook, Michael Jordan e LeBron James.

Mas os números individuais não são a única coisa que colocam Doncic na briga para ser o MVP mais novo da história - Derrick Rose é o atual dono do feito.

Mesmo enquanto Kristaps Porzingis se adapta aos Mavericks em sua primeira temporada após romper o ligamento cruzado do joelho, Dallas tem oito vitórias e cinco derrotas e está na zona de classificação para os playoffs na forte Conferência Oeste.         


    


E se o prêmio é entregue para o jogador mais valioso, é impossível não considerar Luka: os Mavs têm o 8º melhor ataque da NBA, com 114.1 pontos por partida; Doncic é responsável, entre cestas e assistências, por 53.2 deles. Ou seja, 46,6%.

A 'era Doncic' está apenas começando. E para um jovem de 20 anos que joga como um veterano, ela deve durar muito tempo.

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Demorou, mas um novo LeBron James finalmente chegou nos Lakers

Matheus Zucchetto
Matheus Zucchetto

         


    


A temporada 2018-19 não foi boa para LeBron James. Em seu ano de estreia no Los Angeles Lakers, o camisa 23 sofreu uma lesão grave, ficou fora dos playoffs e, pela primeira vez em muito tempo, não mostrava disposição para carregar um time cheio de jovens.

Era como se LeBron ainda não tivesse chegado em Los Angeles.

Mas se há uma coisa de diferente em 2019-20, é o espírito do astro em quadra. Seu desejo de ter Anthony Davis foi atendido, e o potencial de um time que tem LeBron como armador finalmente começa a aparecer.

Ao contrário do que aconteceu no ano anterior, quando o camisa 23 ficou fora dos playoffs pela primeira vez desde sua segunda temporada como profissional, LeBron parece se divertir em quadra. Está mais engajado, claro, em um grupo que precisa brigar para ao menos chegar nas finais da Conferência Oeste. E aos 34 anos, ele está descansado e pronto para liderar os Lakers de uma forma diferente.


         
    


Este LeBron não é o dos tempos de Cavaliers ou de Heat, quando colocava a bola debaixo do braço e atacava. Hoje, ele distribui o jogo, deu um passo atrás para que Anthony Davis pudesse se encaixar, mas isso não significa que seu nível tenha caído. Pelo contrário.

Ele tem média de 11.2 assistências por partida e lidera a NBA no quesito com quase dois passes para cestas a mais do que o segundo colocado - Luka Doncic, dos Mavericks, tem 9.1.

Os 25 pontos por jogo são sua pior marca desde a temporada de calouro. Mas ele cria 27.7 pontos por confronto através de suas assistências - número que, claro, também é o melhor da liga.

Os Lakers lideram a Conferência Oeste com dez vitórias em doze jogos. É o melhor começo de temporada da franquia desde que Kobe liderou o time ao título em 2009-10. E o mais impressionante é ver o time em quadra, atuando realmente sob o comando de LeBron.

Renovado. Descansado. Pronto. Demorou, mas ele chegou em Los Angeles. A NBA que se prepare.

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Finalmente, o absurdo foi corrigido: Carmelo Anthony está de volta à NBA

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco
Carmelo Anthony está de volta
Carmelo Anthony está de volta Getty Images


A justiça foi feita na NBA. Carmelo Anthony está de volta às quadras e será jogador do Portland Trail Blazers. O absurdo que era Melo não estar empregado foi corrigido.

O ala não joga uma partida de NBA desde o começo da temporada passada quando foi dispensado pelo Houston Rockets após apenas 10 partidas na franquia texana. E isso é um absurdo.

Não existem 450 jogadores melhores do que Carmelo Anthony no mundo. Portanto, ele não ser um dos 15 jogadores de um dos 30 elencos da NBA é absurdo.

Não existem 450 jogadores de basquete que contribuam mais do que Carmelo Anthony poderia contribuir para qualquer equipe e isso é indiscutível. No auge, Carmelo era um dos maiores pontuadores da história do basquete.


         
    

E ninguém esquece como arremessar, muito menos alguém que foi 10x All-Star da NBA "só por pontuar". Vindo do banco de reservas e com minutos restritos, Carmelo é, indiscutivelmente, uma ótima opção para segundas unidades que precisem de alguém que converta oportunidades em cestas: exatamente o que o Blazers precisa.

A grande questão com Carmelo foi a mentalidade. A hesitação em aceitar um papel secundário. No entanto, o ala deu diversos sinais de que está disposto a se sacrificar para voltar a uma quadra de basquete e fazer o que mais gosta.


         
    

E esse é outro ponto inegável. Poucos jogadores amam entrar em uma quadra tanto quanto Carmelo Anthony. Entre todos os seus defeitos, o grande destaque no jogo de Melo sempre foi a energia e a vontade de vencer acima de tudo. Não existiu uma partida em sua carreira que Carmelo não deixou tudo em quadra.

Agora, o absurdo foi corrigido. O Portland Trail Blazers faz o que todo mundo deveria ter feito antes mesmo da temporada começar: dá a última chance para Carmelo provar de uma vez por todas que merece ser lembrado como um dos pontuadores mais letais e decisivos da NBA e não por uma figura caricata que foi criada sobre ele.

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Ja Morant já é um armador de elite da NBA

Leonardo Sasso
Leonardo Sasso

Quando Morant assombrou o mundo do basquete universitário da temporada passada, se tornando o único jogador com médias de mais de 20 pontos e 10 assistências por jogo desde que a NCAA passou a contabilizar as assistências nas suas estatísticas, a NBA já sabia que teria ali um armador de elite.

Bastaram 10 jogos para que Morant comprovasse isso. Em um Memphis Grizzlies jovem e em reconstrução, o armador não sentiu o peso de estar vestindo a camisa de uma franquia da principal liga de basquete do mundo.

São 18,8 pontos, 3,3 rebotes, 5,8 assistências e um roubo de bola por jogo na temporada. Ele já fez uma partida de 30 pontos e em outras quatro superou a marca de 20 pontos.

Ja Morant tem se destacados pelos Grizzlies
Ja Morant tem se destacados pelos Grizzlies Getty

Há poucos jogadores que são tão ágeis e têm a capacidade de finalização com maestria ao redor do aro como Morant tem. Ele não é jogador mais físico, mas combina uma habilidade incrível com uma velocidade avantajada. Quando dispara em direção a cesta é difícil de ser parado.

Mais do que isso, Morant se mostrou DECISIVO. Na partida desta quarta-feira (13) contra o Charlotte Hornets, fora de casa, o armador chamou a responsabilidade. Na sexta, contra o Utah Jazz, fez o mesmo.

No total, são 77 pontos nos últimos períodos dos jogos até agora, uma média de 7,7 por partida. Ele tem 33 pontos decisivos a mais do que Coby White, segundo na lista dos calouros. Mas a marca se torna ainda mais imponente quando se vê os últimos 10 anos. Ele lidera todos os calouros da NBA em pontos nos últimos quartos após 10 jogos nesse período.

Na história dos Grizzlies, Morant se tornou o mais jovem a fazer uma cesta da vitória.

Ja já está pronto, já é um armador de elite. Sorte de Memphis que achou um ótimo substituto para Mike Conley.



Fonte: Leonardo Sasso

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As maiores TRETAS da história da NBA - NBA no Divã #4

Leonardo Sasso
Leonardo Sasso
Brigas da NBA
Brigas da NBA Arte ESPN

Saiu! Finalmente o programa de Guilherme Sacco e Leonardo Sasso tem nome. Tudo com a ajuda do fã de esporte, essencial para a escolha.

No programa desta semana, o assunto foi as maiores brigas da história da Liga. Desde brigas de Shaq contra Charles Barkley até Jeff Van Gundy segurando Alonzo Mourning pelos pés!

Você pode acompanhar o vídeo pelo WatchESPN, clicando aqui.

Ou no Youtube, com o vídeo abaixo.

Fonte: Leonardo Sasso

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As maiores TRETAS da história da NBA - NBA no Divã #4

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Por que Russell Wilson é o MVP de 2019 na NFL

Gustavo Faldon
Gustavo Faldon
Russell Wilson
Russell Wilson Getty Images


Ainda restam mais sete semanas para o fim da temporada regular da NFL, mas, salvo alguma lesão grave ou exceção completamente bizarra, Russell Wilson é o MVP desta temporada.

Se ele não sofrer alguma lesão repentina que o tire da parte final da temporada, o quarterback do Seattle Seahawks tem tudo para ser eleito o mais valioso da liga. Alguns dizem que Lamar Jackson está na briga, bem como Deshaun Watson e Christian McCaffrey. 

No caso de Jackson, a empolgação é real, mas parece que individualmente e em termos coletivos, Wilson está acima. Sem contar que, após tantos anos e até um título de Super Bowl, estamos vendo o auge dele. Watson também tem feito um ano espetacular com os Texans e McCaffrey parece ser hoje, individualmente, o jogador de ataque mais dominante da NFL. Mas ainda são os QB's que chamam mais atenção.

E no caso de Wilson, que diversas vezes nesta temporada apareceu nas horas decisivas de vitórias apertadas, como no Monday Night Football diante do San Francisco 49ers, ou contra os Rams, ou como contra os Bengals no início da temporada, as estatísticas estão do lado dele também.

Wilson tem 23 passes para touchdown - líder na NFL - e apenas duas interceptações. Como de costume, ele resolve com os pés quando necessário e prolonga jogadas que com outros teriam acabado. E é importante citar também a campanha do Seattle Seahawks de 8 vitórias e apenas duas derrotas.

Talvez o cenário fosse diferente se alguns dos principais candidatos ao prêmio de MVP não tivessem se machucado, como Patrick Mahomes e Drew Brees. Mas isso não anularia a temporad absurda de Wilson.

Talvez Lamar Jackson e Watson sejam "versões" mais jovens de Wilson, mas o QB dos Seahawks está jogando com maestria e deve ganhar o troféu individual mais desejado da NFL ao fim da temporada.

E mais do que nunca, é importante ressaltar, Wilson merece. Hoje ele é um QB melhor e mais completo do que quando estava conduzindo os Seahawks ao Super Bowl. Mas, quem sabe, ele não retorna à final nesta nova "versão".

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O New York Knicks só tem uma solução para acabar com a vergonha

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

         
    

O New York Knicks tem que acabar e nascer de novo com outro nome. Digo, os Knicks têm apenas uma solução possível para a vergonha acabar: James Dolan precisa vender a franquia.

Antes da temporada começar defendi neste mesmo blog , no glorioso Programa Sem Nome, que os Knicks conquistariam a oitava vaga nos playoffs da Conferência Leste. Ousado, eu sei. Burro? Talvez. E o começo de temporada da franquia mais valiosa da NBA corrobora com essa tese. Após 10 jogos, os Knicks conseguiram possantes duas vitórias e oito derrotas.

Os triunfos vieram contra o Chicago Bulls, que não é assim um grande adversário, e contra o Dallas Mavericks, essa na conta da "vingança com o ex" contra o Porzingis e essas coisas malucas que a NBA nos proporciona anualmente.

No último domingo (10) a equipe tomou uma sapatada histórica do Cleveland Cavaliers, uma das piores equipes da NBA, e que parece ter sido a gota d'água: o técnico David Fizdale está sendo mais questionado do que nunca e a torcida perdeu completamente a paciência que, sabemos, já não é muita em Nova York.

RJ Barrett durante a derrota para os Cavaliers
RJ Barrett durante a derrota para os Cavaliers Nathaniel S. Butler/NBAE via Getty Image

Mas é simples: se você vai mal por dois anos a culpa, provavelmente, é do técnico. Se você vai mal por cinco anos, a culpa é da diretoria. Se o seu problema vem de décadas e com diversas diretorias, a culpa é de quem contrata as diretorias.

Faz 24 anos que James Dolan é o responsável por comandar os Knicks. Ainda que a equipe tenha chegado a final de 1999, quando perdeu para o San Antonio Spurs, o que Dolan mais acumula como dono da franquia são fracassos, brigas e ódio da torcida.

Não é a toa que os Knicks são vistos como a franquia mais disfuncional da NBA e acabam afastando superestrelas - Kyrie Irving e Kevin Durant são os exemplos mais recentes. Enquanto Dolan for o cara que comanda as ações, esse cenário não vai mudar.

Grandes estrelas continuarão correndo de Nova York (mesmo que seja pro Brooklyn), a torcida seguirá impaciente e nenhum técnico conseguirá desenvolver um bom trabalho. A vergonha só passará quando Dolan vender os Knicks para alguém que saiba fazer o seu trabalho de maneira competente.

E esperamos que isso seja antes do Stephen A Smith infartar ao vivo.

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O amanhã de Luka Doncic é hoje

Pedro Suaide
Pedro Suaide

20 anos. Alguns dos melhores jogadores universitários de basquete têm mais de 20 anos. Com essa idade, Luka Doncic é definitivamente um dos melhores, mas jogando no meio dos adultos.

Grande parte da análises sobre jogadores se baseia em sua idade e onde os mais velhos estavam com tal idade. O problema disso é que não tem como 'prever o futuro' de um ponto fora da curva, exatamente por ele não estar no mesmo nível da média.

Luka Doncic chegou à NBA em 2018 com um status de promessa, apesar de já ter conquistado a Europa com o Real Madrid e a seleção eslovena. Foi sensação em seu primeiro ano, mas obviamente era avaliado entre os calouros. Agora o ponto de comparação é outro: toda a liga. E seu rendimento mostra que ele realmente já faz parte do grupo de elite.

Após três semanas de jogos, apenas um jogador está no Top-10 de pontos, rebotes e assistências por jogo. E ele tem apenas 20 anos. E ele se chama Luka Doncic. 27,7 pontos (6º), 10,8 rebotes (10º) e 9,1 assistências (2º) de média. 

Muito além de sua posição em rankings quando comparado seus contemporâneos, é importante entender suas médias por jogo em comparação com todos os astros da NBA quando tinham sua idade. Nunca alguém teve médias tão altas, muito menos beirando um triplo-duplo. 

Considerando garotos de até 20 anos que eram protagonistas em suas equipes, Luka sobra contra outras estrelas. Para tirar uma base de análise, foram selecionados apenas jogadores que tiveram mais de 20 pontos por jogo de média.

LeBron James (2004-05) e Kevin Durant (2008-09) são os únicos que chegam perto em pontos, com 27,2 e 25,3 por jogo, respectivamente. Falando em assistências, ele é soberano, e o mais próximo também é LeBron de 2004-05, que teve 7,2. Nos rebotes, Doncic só não está melhor do que Shaquille O'Neal (1992-93), que pegou 13,3 por jogo.

E isso é muito pouco. Seu entendimento de jogo e leitura de situações em quadra estão em outro nível. É obvio que ele está longe de ser perfeito - sua escolha de arremessos ainda é bastante falha, sua defesa pode (e precisa) melhorar. Entretanto, seu instinto é de vencedor, e ele deixa isso claríssimo quando assume disputas contra os melhores do mundo em retas finais de partida.

A conversa não devem mais ser sobre se Doncic será ou não uma estrela. Mas sim quando ele vai vencer seu primeiro MVP. E o segundo. E por aí vai.

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O amanhã de Luka Doncic é hoje

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[Programação] Semana de clássicos que vão parar a Costa Oeste, um na NBA e um na NFL

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Os 49ers defendem invencibilidade contra os Seahawks
Os 49ers defendem invencibilidade contra os Seahawks Focus on Sport/Getty Images

Dois dos times californianos mais empolgantes desse início de temporada 2019-20 terão grandes desafios na próxima semana. E ambos contra rivais de divisão e de Costa Oeste. Bons motivos para ficar até tarde ligado nos canais ESPN.

Nesta segunda, o San Francisco 49ers, único invicto da temporada da NFL, receberá o Seattle Seahawks, equipe que vem dominando a divisão oeste da NFC nesta década (e que impediu ao menos mais uma ida dos Niners ao Super Bowl). Um grande desafio para medir o potencial real do time comandado pelo quarterback Jimmy Garoppolo.

Dois dias depois, a ação vai para as quadras de Los Angeles. Os Lakers de LeBron James e Anthony Davis, líder da Conferência Oeste com apenas uma derrota, receberá o Golden State Warriors. O time de São Francisco é o atual pentacampeão do oeste, mas começou muito mal a temporada e uma vitória sobre o rival californiano poderia mudar os ânimos -- caso contrário, pode dar ainda mais combustível ao segundo maior campeão da NBA.

A semana dos esportes americanos ainda tem dezenas de jogos universitários, um interessante Vegas Golden Knights x Washington Capitals (reedição da penúltima temporada) e um clássico do futebol nacional transportado ao basquete:  Botafogo x São Paulo.

Fique ligado nos horários e não perca nada.

SÁBADO, 9 DE NOVEMBRO

NBA
21h30 - Houston Rockets x Chicago Bulls (ESPN)

NHL
21h - Vegas Golden Knights x Washington Capitals (ESPN 2)

NCAA (futebol americano)
17h30 - Kansas State x Texas (ESPN 2)
14h - Penn State x Minnesota (WatchESPN)
14h - Vanderbilt x Florida (WatchESPN)
14h - Western Kentucky x Arkansas (WatchESPN)
14h - East Carolina x SMU (WatchESPN)
14h - Florida State x Boston College (WatchESPN)
14h - Texas Tech x West Virginia (WatchESPN)
14h30 - Yale x Brown (WatchESPN)
15h - Gardner-Webb x Presbyterian (WatchESPN)
15h - Mississippi College x West Alabama (WatchESPN)
16h - Bethune-Cookman x Delaware State (WatchESPN)
16h30 - Jacksonville State x Tennessee Tech (WatchESPN)
17h - Wofford x Mercer (WatchESPN)
17h - Alcorn State x Grambling (WatchESPN)
17h - Chattanooga x Samford (WatchESPN)
17h30 - Wake Forest x Virginia Tech (WatchESPN)
17h30 - Louisville x Miami (WatchESPN)
18h - New Mexico State x Ole Miss (WatchESPN)
21h - Missouri x Georgia (WatchESPN)
21h - Appalachian State x Sputh Carolina (WatchESPN)
21h30 - Tennessee x Kentucky (WatchESPN)
21h30 - Notre Dame x Duke (WatchESPN)
21h30 - Liberty x BYU (WatchESPN)
21h37 - Clemson x NC State (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
14h - Nicholls x Pittsburgh (WatchESPN)
14h - Robert Morris x Notre Dame (WatchESPN) 
16h30 - North Carolina Central x Stephen F. Austin (WatchESPN)
17h - UMKC x Oklahoma State (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
15h - Navy x Clemson (WatchESPN)
16h - Morehead State x Bowling Green (WatchESPN)
16h - South Dakota x Green Bay (WatchESPN)
17h - Florida A&M x Jacksonville State (WatchESPN)
22h - UCF x Belmont (WatchESPN)

DOMINGO, 10 DE NOVEMBRO

NFL
15h - Kansas City Chiefs x Tennessee Titans (ESPN)
15h - Atlanta Falcons x New Orleans Saints (ESPN Extra)
18h15 - Los Angeles Rams x Pittsburgh Steelers (ESPN Extra)
18h25 - Carolina Panthers x Green Bay Packers (ESPN)
22h15 - Minnesota Vikings x Dallas Cowboys (ESPN)

NHL
21h - Toronto Maple Leafs x Chicago Blackhawks (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
20h - James Madison x Virginia (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
16h - UIC x Kansas (WatchESPN)
17h - Luisiana-Monroe x Ole Miss (WatchESPN)

SEGUNDA, 11 DE NOVEMBRO

21h15 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NFL
22h15 - Seattle Seahawks x San Francisco 49ers (ESPN)

NCAA (basquete masculino)
22h - Louisiana-Monroe x Texas A&M (WatchESPN)
22h - Texas A&M-CC x Vanderbilt (WatchESPN)
22h - Florida Atlantic x Alabama (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
21h - Tennessee x Notre Dame (WatchESPN)
21h30 - UIC x Kansas State (WatchESPN)

TERÇA, 12 DE NOVEMBRO

NBB
19h50 - Botafogo x São Paulo (ESPN)

NHL
22h - Colorado Avalanche x Winnipeg Jets (ESPN)

QUARTA, 13 DE NOVEMBRO

NBA
21h30 - Los Angeles Clippers x Houston Rockets (ESPN)
0h - Golden State Warriors x Los Angeles Lakers (ESPN)

NHL
21h - Toronto Maple Leafs x New York Islanders 0(WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
22h - Monmouth x Kansas State (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
22h - Omaha x Kansas (WatchESPN)

QUINTA, 14 DE NOVEMBRO 

NFL
22h15 - Pittsburgh Steelers x Cleveland Browns (ESPN)

NHL
21h - Carolina Hurricanes x Buffalo Sabres (ESPN 2)

NCAA (basquete feminino)
22h - Houston Baptist x Baylor (WatchESPN)

SEXTA, 15 DE NOVEMBRO 

21h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA
22h - Utah Jazz x Memphis Grizzlies (ESPN)
0h30 - Boston Celtics x Golden State Warriors (ESPN)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 9 de novembro, 2h.

Fonte: ESPN

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