Por que seu time será campeão da NBA em 2019/2020

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

A temporada da NBA começa oficialmente em 22 de outubro. A espera ainda é longa, mas você, torcedor, com certeza já começa a projetar como será a temporada do seu time. Se vai brigar por título, se vai brigar pela primeira escolha no draft de 2020.

Aqui, você vai descobrir exatamente por que a equipe que você torce levantará o Larry O'Brien em junho de 2020.

Atlanta Hawks

O Atlanta Hawks não é o futuro da NBA, é o agora. Trae Young vai mostrar que, de fato, é um Steph 2.0 e conduzir a equipe a glória com arremessos incríveis, partidas de 50 ou mais pontos e show atrás de show. Além disso, Cam Reddish e De'Andre Hunter entrarão na liga jogando como veteranos e John Collins vai dar o próximo passo. Não tem jeito.

Boston Celtics

Kyrie Irving foi embora e o clima em Boston é de pura paz. Kemba Walker tem experiência de carregar uma franquia nas costas e vai demonstrar que a troca foi benéfica para os Celtics.

Com um elenco redondo, com todo mundo tranquilo, Kemba brilhando e com a mente brilhante de Brad Stevens no banco, o Larry O'Brien vai voltar para Boston.

Brooklyn Nets

Kyrie Irving vai provar que o problema não era ele, mas o Boston. Enquanto todo mundo pensa que os Nets vão apenas esperar a chegada de Kevin Durant na próxima temporada, Kyrie tem um plano.

O pick and roll com DeAndre Jordan vai funcionar como uma máquina, Jarrett Allen vai proteger o aro como Dennis Rodman e LeVert e Dinwiddie vão brilhar.

Charlotte Hornets

Terry Rozier vai justificar todo o investimento feito pelos Hornets. Os 58 milhões de dólares em três vão parecer uma pechincha quando Scary Terry estiver aterrorizando defesas adversárias nos playoffs.

Malik Monk finalmente dará o próximo passo e Willy Hernangómez se transformará em um Pau Gasol moderno. Aí vêm as abelhas.

Chicago Bulls

Coby White vai chegar na NBA provando que merecia ter sido escolhido antes da sétima posição do draft e tomar conta da equipe. Zach LaVine vai continuar apresentando uma evolução no arremesso e crescendo como jogador.

Para fechar com chave de ouro, Lauri Markkanen mostrará para Luka Doncic quem é o melhor europeu da NBA e dominará garrafão atrás de garrafão.
 
Cleveland Cavaliers

Collin Sexton terá a ajuda de Darius Garland no perímetro e ambos vão mostrar para os Splash Brothers dos Warriors quem é que são os verdadeiros arremessadores.

Kevin Love vai voltar a ser o jogador que fazia 20 pontos e 20 rebotes nos Wolves. LeBron já quebrou a maldição, agora é hora de Sexton repetir o título.

Dallas Mavericks

Luka Doncic. O esloveno vai provar que a discussão dele poder encerrar a carreira como o melhor estrangeiro da história da liga é válida carregando os Mavericks nas costas até o título, como fez com o Real Madrid na Euroliga.

Além disso, Porzingis ficará longe das lesões e estará motivado a esfregar na cara dos Knicks o erro que eles cometeram ao não tratarem como ele queria. E Carlisle já provou que vence supertimes com times inferiores em 2011.

Denver Nuggets

Nikola Jokic vai mostrar que não só é o melhor pivô da NBA, mas também um dos melhores armadores. Michael Porter Jr ficará livre das lesões, assim como Bol Bol e o garrafão dos Nuggets será assustador.

Junte a isso Jamal Murray e Gary Harris com a experiência dos playoffs no ano passado e, pronto, é festa no Colorado!

Detroit Pistons

Derrick Rose vai entrar em uma máquina do tempo e voltar a 2011. Blake Griffin e Andre Drummond vão pegar cerca de 15 rebotes por jogo cada um.

Reggie Jackson vai voar como se fosse o NBA 2K11 (quem jogou, sabe) e o Detroit vai criar a versão 3.0 dos Bad Boys.

Golden State Warriors

A dinastia está só começando. Stephen Curry vai voltar a ter a liberdade que tinha quando foi MVP unânime da liga, D'Angelo Russell vai se adaptar muito bem ao estilo dos Warriors.

A campanha na temporada regular deve ser de quinta ou sexta colocação no Oeste. Lá por fevereiro, Klay Thompson volta da lesão e, bom, eu não gostaria de jogar uma série de sete jogos contra esse equipe.

Houston Rockets

Russell Westbrook e James Harden vão se dar muito bem. O entrosamento dos tempos de Thunder vai se transferir para o Texas e os dois vão jogar com uma harmonia que poucos esperam.

No sistema de 'run-and-gun' de Mike D'Antoni, ambos vão se divertir e brilhar. E Clint Capela vai cansar de enterrar bolas após o pick-and-roll com um dos dois. E eu quero ver quem é que vai impedir Morey de falar que Harden é um pontuador melhor que Michael Jordan.

Indiana Pacers

Victor Oladipo voltará de lesão ainda melhor do que quando se machucou, que já era alto. Myles Turner seguirá como um dos melhores defensores de aro da NBA e Sabonis o complemento perfeito para o garrafão da equipe.

Além disso, Malcolm Brogdon foi a adição perfeita para uma equipe que precisava de um pouco mais de arremesso.

LA Clippers

O time que ganhou dois jogos do Warriors completo, com Durant e tudo, trocou Danilo Gallinari e Shai Gilgeous-Alexander por Kawhi Leonard e Paul George. Só isso.

E boa sorte tentando pontuar contra esse perímetro. Se passar por eles, boa sorte tentando se virar com Montrezl Harrell. E não esqueça de Lou Williams fazendo 30 pontos vindo do banco.

Quem ficará com o Larry O'Brien?
Quem ficará com o Larry O'Brien? Getty Images

Los Angeles Lakers

LeBron James e Anthony Davis.

Memphis Grizzlies

Ja Morant vai se mostrar a evolução de Russell Westbrook. Dwight Howard vai voltar a ser o pivô dominante de 2009 (se ficar, né?), Andre Iguodala continuará sendo um dos melhores defensores da liga.

Jae Crowder foi uma adição excelente, Valanciunas vai completar bem o garrafão com Howard e, por que não, é a temporada de Cabloco! (Pode conter ufanismo).

Miami Heat

Jimmy Butler vai chegar na Flórida e transformar a franquia. Sem estar na sombra de Whiteside, Adebayo vai demonstrar o potencial que tem e se transformar em um jogador dominante no garrafão.

Goran Dragic é um armador extremamente sólido e que vai garantir ótimos minutos e Dion Waiters vai entrar no modo "Waiters Island" nos playoffs e nós vamos nos divertir assistindo a uma insanidade de arremessos que não deveriam sequer ter sido tentados caindo de chuá.

Milwaukee Bucks

Giannis Antetokounmpo é o atual MVP da NBA e só tem espaço para melhora. E o grego já é um dos jogadores mais dominantes da liga, imagina quando adicionar um arremesso consistente do perímetro, o que deve acontecer nessa temporada.

Se o arremesso não vier, Giannis ainda é uma força capaz de colapsar defesas enquanto infiltra e abrirá espaço para Brook Lopez e, agora, Kyle Korver arremessarem do perímetro. O time está cada vez mais completo. E assustador.

Minnesota Timberwolves

Karl-Anthony Towns irá provar para o mundo que o problema era Jimmy Butler. Wiggins irá rir de quem o considera o "pior contrato da NBA". Além disso, Jarrett Culver entrará na liga dominando o perímetro.

E Jordan Bell mostrará que não era apenas um "produto do sistema Warriors". Aí vem os lobos.

New Orleans Pelicans

O fenômeno Zion é real. O camisa 1 vai entrar na NBA destruindo aros e defesas e revolucionando a liga. Lonzo Ball seguirá a evolução que já mostrava nos Lakers, chegando cada vez mais perto de ser um jogador que disputa uma vaga em um dos times de defesa da liga. 

Derrick Favors é um ótimo complemento para Zion no garrafão e Jrue Holiday um dos armadores mais subestimados da NBA. Brandon Ingram tem muito a evoluir e JJ Redick é um veterano que segue contribuindo muito bem, principalmente nos arremessos. É um time com muitas opções.

New York Knicks

A maldição irá acabar! Enquanto todos riam dos Knicks por não terem conseguido Kevin Durant e Kyrie Irving, a equipe montava um elenco sólido e Julius Randle treinava e treinava e treinava para se transformar em um unicórnio.

RJ Barrett está empolgado pela oportunidade de ofuscar seu ex-colega Zion Williamson e mostrar quem é o verdadeiro dono de Duke. Enquanto isso, Mithcell Robinson vai fechar o garrafão como se fosse embalado a vácuo. O Madison voltará aos tempos de glória!

Oklahoma City Thunder

Chris Paul está de volta a Oklahoma e seus laços com a cidade farão ele voltar ao modo "Point God". Danilo Gallinari mostrará que é um dos jogadores mais subestimados da liga e o resto do elenco é bastante sólido.

Steven Adams é um ótimo pivô que vai brilhar no pick and roll com CP3, Shai Gilgeous-Alexander é um ótimo arremessador e André Roberson será o responsável pelo trabalho sujo na defesa.

Orlando Magic

Quem vai duvidar do conto de fadas da Disney? Aaron Gordon seguirá em plena evolução, Markelle Fultz se transformará no jogador que prometia ser e Mohamed Bamba será a ajuda perfeita no garrafão.

Com isso e Nikola Vucevic querendo justificar seu contrato, Evan Fournier colocando bola atrás de bola e Terrence Ross e DJ Augustin fazendo sua parte, o Mickey receberá seu anel.

Philadelphia 76ers

Finalmente chegou o ano dos Sixers. Joel Embiid vai se manter saudável durante toda a pós-temporada e demonstrar que é um dos pivôs mais dominantes, se não o mais, da liga. Seria bom se Ben Simmons desenvolvesse um arremesso, mas não será necessário. O ala tem tudo para compensar a falta de arremesso com armação.

Al Horford foi uma excelente adição para um garrafão que ficará instransponível. Tobias Harris e Josh Richardson proverão o arremesso que a equipe precisa para brilhar.

Phoenix Suns

Um meteoro atingiu a terra. A humanidade foi praticamente extinta, exceto por um ser humano que sobreviveu: Devin Booker.

Sozinho no planeta Terra, Booker declara o Suns campeão da temporada 2019/2020. É o único cenário possível para isso acontecer.

Portland Trail Blazers

Damian Lillard cansou de ficar no quase. Esse ano é o ano de Dame D.O.L.L.A e C.J McCollum e ninguém será capaz de impedir. Assim como fez contra o Thunder na temporada passada, Lillard irá obliterar qualquer equipe que entrar em seu caminho.

E, de bônus, ainda vai se transformar em um dos rappers mais condecorados do cenário. É o ano de Lillard e nós seremos testemunhas.

Sacramento Kings

De'Aaron Fox e Marvin Bagley III deixaram de participar da Copa do Mundo de basquete pelos Estados Unidos para "se preparem para uma temporada divertida na NBA".

O mínimo que eu espero de quem rejeita o Mundial pelos Estados Unidos sem ser um All-Star é que eles façam uma preparação realmente incrível e, do nada, levantem o Larry O'Brien.

San Antonio Spurs

Gregg Popovich é um dos melhores técnicos da história do basquete, talvez o melhor. Dejounte Murray vai estar saudável a temporada toda e Pop será capaz de montar um time extremamente competitivo, ainda mais com a adição de DeMarre Carroll, um ótimo defensor que coloca bolas de três.

E atenção para o calouro Luka Samanic. Ninguém está falando dele, mas tem tudo para ser mais um daqueles jogadores que os Spurs acham, lapidam e viram uma das principais estrelas da liga (cof cof Kawhi cof cof).

Toronto Raptors

Quem precisa de Kawhi? O verdadeiro MVP das Finais foi Pascal Siakam! Ou, melhor, VanVleet! Digo, o Drake! Os Raptors são os atuais campeões e mesmo perdendo o MVP das Finais, ainda tem time e, acima de tudo, defesa que pode brigar pelo título.

VanVleet deu mostras de que é um jogador que cresce em playoffs, Siakam se mostrou um dos maiores unicórnios da liga e, bom, jogar no Jurassic Park não é nada fácil.

Utah Jazz
O Jazz era um dos melhores times na última temporada e só precisava de um armador melhor que Ricky Rubio. Bom, Utah agora tem Mike Conley como seu principal armador.

A última vez que eu vi um upgrade tão bom assim foi quando a Selena Gomez largou o Justin Bieber para ficar com o The Weeknd. Ninguém vai pontuar contra esse Jazz, que ganha a NBA vencendo a final com o adversário tendo media de 50 pontos por jogo.

Washington Wizards

John Wall está fora da temporada. Mas, calma, um heroi improvável vem do Oriente para transformar os Wizards em pura magia. Vindo de Toyama, no Japão, Rui Hachimura irá entrar na liga fazendo coisas incríveis.

Junto com Bradley Beal, Hachimura irá levar os Wizards ao lugar mais alto do pódio. Rui Hachimura é o hokage que Washington estava esperando.

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Kyrie Irving não deveria nem ter entrado em quadra na temporada

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco


Quando o Brooklyn Nets assinou com Kyrie Irving e Kevin Durant na pré-temporada, a franquia sabia que o segundo estava fora de toda a temporada. Mas sabia, também, que o primeiro é um dos jogadores que mais sofre com lesões e não estava 100% desde o começo do ano.

O objetivo dos Nets com essas assinaturas é claro: vencer a NBA. Também é claro que isso não seria possível já na primeira temporada. Apenas com Kyrie e o atual elenco de apoio, Brooklyn não teria condições de vencer a NBA.

Kyrie entrou na temporada com uma lesão no ombro e jogou as primeiras partidas no sacrifício. Ela se agravou em 16 de novembro e o armador ficou fora até 10 de janeiro, quando retornou às quadras diante do Atlanta Hawks. 

Em 1º de fevereiro voltou a sentir a lesão e, na última quinta-feira, a equipe anunciou que Kyrie passará por uma cirurgia e está fora da temporada.

Kyrie Irving com a camisa do Brooklyn Nets
Kyrie Irving com a camisa do Brooklyn Nets Getty

A realidade é que Irving nunca deveria ter entrado em quadra nesta temporada. Com a ausência de Durant e a impossibilidade de ser campeão, a equipe deveria ter deixado Kyrie se recuperar plenamente da lesão no ombro, esperado o próximo ano e, aí sim, apostado suas fichas na dupla.

Kyrie já basicamente não participou da temporada, foram apenas 20 dos 82 jogos disputados. Com isso, vimos a ascensão de um jogador improvável: Spencer Dinwiddie.
O armador dos Nets se mostrou uma das grandes surpresas da temporada e capaz de liderar o time a uma campanha razoável e com ótimos números.

Com Kyrie e Durant ausentes, o Nets evitaria uma pressão desnecessária, deixaria seus jogadores se desenvolverem ainda mais e teria suas duas estrelas plenamente recuperadas para 2020/2021, quando realmente interessa.  Agora, terá que lidar com mais uma crise, mais questionamentos sobre a saúde de seu armador e, principalmente, se ele pode ser confiável na hora que o Nets irá precisar.  Bastava ter deixado de fora.

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James Harden não é um defensor ruim, muito pelo contrário

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

         
    



No último domingo, após o All-Star Game, Giannis Antetokounmpo falou que a estratégia de sua equipe no período final foi sempre procurar quem estava marcado por James Harden e atacar a, em teoria, fraca defesa do armador do Houston Rockets.

Como é possível ver no vídeo abaixo, a estratégia de Giannis e seus companheiros não foi eficiente. Não só a equipe de LeBron saiu vitoriosa como quem atacou Harden teve muitas dificuldades para pontuar. E isso se dá pelo fato de que, não, James Harden não é um defensor ruim.


         
    



Harden não é nenhum Kawhi ou Draymond Green no lado defensivo da quadra, mas passa longe de ser o péssimo defensor que se tem a percepção. Por conta de vídeos de três ou quatro temporadas atrás, quando Harden realmente tinha mais problemas defensivos, criou-se a imagem de Harden como um péssimo defensor.

Nos últimos anos, porém, o camisa 13 dos Rockets tem evoluído bastante no quesito. Por conta de sua força na parte inferior do corpo, Harden é um excelente defensor no poste baixo.


         
    



Inclusive, segundo dados da Second Spectrum, departamento de estatísticas avançadas, foram 55 tentativas de arremesso de adversários nesta situação contra Harden e apenas 13 acertos, um aproveitamento de 23,6%.
A menor marca de alguém que defendeu, no mínimo, 25 arremessos nesta temporada. Os 55 arremessos, aliás, são a segunda maior marca de tentativas contra um defensor, atrás apenas das 63 contra Rudy Gobert.

Harden é um defensor de poste de elite
Harden é um defensor de poste de elite Tim Warner/Getty Images

Mas não é só no poste baixo que Harden tem se mostrado um bom defensor. O armador também tem uma ótima leitura de passes e tem 2,9 desvios por jogo, 15ª maior marca da liga e muito semelhante aos números de Draymond Green, que tem exatamente 3. O líder da liga no fundamento é Jrue Holiday, com 4,3 desvios por partida.

O armador também é o décimo em roubos de bola por jogo com 1,6 por partida, mesmo número de Anthony Davis, Chris Paul e Marcus Smart. Por fim, outra estatística avançada joga a favor de James Harden.

Defensive win shares é a estatística que mede quantas vitórias um jogador adicionou a sua equipe na temporada única e exclusivamente por sua defesa. O número de James Harden é 2,2, o 26º da liga e empatado com nomes como Chris Paul e Jimmy Butler, defensores reconhecidos na liga.


         
    



Obviamente que James Harden não é nenhum defensor de elite, mas a narrativa de que ele é um defensor ruim deveria ter ficado em 2017, talvez 2018. Qualquer pessoa que acompanhe os Rockets de perto percebe que, na hora que precisa, Harden é um defensor confiável.

Tem seus problemas, justamente por não ser elite, como defender o pick and roll e dificuldade para trocar de adversário nestas situações, mas está longe de ser alguém que você quer explorar nos minutos finais como "garantia de pontos". Giannis aprendeu no All-Star Game, os outros times precisam aprender antes dos playoffs.

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Novo sistema de playoff da MLB: como seria e o que ele indica

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

Troféu da World Series
Troféu da World Series Getty

A Major League Baseball vai mudar, já está mudando. A queda de popularidade do beisebol entre as novas gerações enfim começou a incomodar a principal liga profissional da modalidade, e a MLB percebeu que era necessário realizar alterações que tornassem seu torneio mais atrativo para os jovens, mais agitados e ultraconectados. A maior parte das medidas visa reduzir o tempo dos jogos, mas há uma mais ousada e polêmica: mudar os playoffs.

Atualmente, o mata-mata da MLB é disputado por cinco equipes na Liga Americana e outras cinco na Nacional. Os três campeões de divisão se classificam automaticamente para as séries divisionais (equivalente a semifinais de liga), onde encontram o vencedor do jogo de wildcard (repescagem) realizado entre os dois melhores times que não venceram divisão alguma. Nas séries divisionais, o time de melhor campanha pega o vencedor do wildcard, enquanto que o segundo cabeça de chave pega o terceiro. Daí temos finais de ligas e a World Series, a decisão geral.

Pela proposta da MLB, seriam sete classificados em cada chave: três campeões de divisão e quatro wildcards. O time de melhor campanha teria uma vaga direta na série divisional. Os outros dois campeões de divisão e o primeiro wildcard enfrentariam os outros três wildcards em séries melhor de três, com todos os jogos na casa dos cabeças de chave. Como seria feito o emparceiramento? Os cabeças de chave escolheriam o adversário. Isso mesmo: seria realizado um evento em que o segundo time de melhor campanha escolhe qual dos wildcards quer enfrentar. Depois o terceiro campeão da divisão escolhe e o melhor wildcard fica com quem sobra.

Obs.: a fase de wildcard seria em melhor de três, mas não precisaria de datas extras em relação ao formato atual. Ela apenas ocuparia os dias de descanso antes e depois dos jogos de wildcards atuais. Ou seja, o time que pulasse essa fase não perderia tanto ritmo de jogo assim.

Nesse formato, a MLB tenta atingir dois alvos: aumentar a quantidade de time envolvidos na temporada regular e criar mais eventos com potencial de atrair a mídia. A primeira parte é fácil de entender: nos últimos anos, cresceu bastante a quantidade de times que não lutaram pela temporada, pensando apenas em economizar dinheiro e atrair jovens para se tornar competitivo no futuro. Ainda que faça sentido como estratégia, isso faz que algumas equipes tenham cerca de 500 jogos de temporada regular valendo muito pouco, alienando seus torcedores. Com mais vagas disponíveis, os playoffs são mais acessíveis e poucas franquias realmente se verão fora da disputa já no começo do ano.

A segunda parte é a mais polêmica. A MLB tem a desvantagem de ver seus playoffs ocorrerem em uma época do ano em que NFL, futebol americano universitário, NBA e NHL estão em disputa. Ou seja, dividindo atenção do público. Por isso, criar momentos de tensão e polêmica ajuda a cutucar o torcedor. E um evento em horário nobre de domingo em que os times escolhem quem enfrentarão (incluindo aí todo o debate que se estenderá nos dias anteriores sobre qual seria a melhor estratégia de cada um) tem um sabor diferente.

Já dá para imaginar o cenário. A MLB inclui no seu pacote de direitos de transmissão a venda do evento em que os cabeças de chave escolhem seus adversários e mais seis séries de wildcard, o que garante de 12 a 18 jogos decisivos (ao invés dos dois jogos atuais). Isso vale milhões diretamente e outros milhões indiretamente, com o espaço conquistado nas conversas pelas ruas, nas redes sociais e na mídia.

O problema é: tudo isso faz sentido comercial, mas soa apelativo esportivamente. Encaixar os sete classificados em um sistema de disputa não é natural, precisa de um contorcionismo grande no regulamento. E dar aos clubes o direito de escolher seus adversários é criar polêmicas fáceis.

Ainda assim, o lado econômico provavelmente falará forte e não haverá muita resistência dentro da liga para aprovar o formato. Os clubes gostarão de saber que os playoffs estão mais acessíveis. O sindicato de jogadores gostará de saber que mais associados disputarão o mata-mata. Os árbitros gostarão de ter mais chances de serem chamados para um trabalho extra em outubro. E todo mundo adorará ratear esse dinheiro extra que entrará. Mesmo a TV, que terá de gastar mais dinheiro, não achará ruim perceber que recuperou isso com a audiência das novas fases e de uma temporada regular com menos jogos irrelevantes.

Mas o sistema que a MLB escolheu para revitalizar os playoffs me fez pensar em outra coisa. Encaixar os sete classificados e a fase de wildcard com três confrontos soa forçado no modelo atual, mas ficaria bastante natural se… cada liga tivesse quatro divisões. Com quatro divisões, a melhor campanha entre os campeões vai direto para a série divisional, enquanto que os três campeões de divisão seguintes escolhem entre três classificados por wildcard. Faz muito mais sentido.

E como a MLB dividiria suas ligas para ter quatro grupos? Hoje, com 15 times na Liga Nacional e outros 15 na Americana, muito difícil. No entanto, se as grandes ligas expandirem para 32 franquias, uma em cada liga, são 16 para dividir em quatro grupos de quatro times. Exatamente como a NFL.

Rob Manfred, comissário da MLB, já disse que a liga pretende ampliar a quantidade de equipes. Para isso, só precisa resolver a questão dos estádios de Tampa Bay Rays e de Oakland Athletics. Talvez essa expansão não esteja tão distante assim e a entidade já faça planos pensando nisso.

Fonte: Ubiratan Leal

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Campeão, MVP e decisivo: Mahomes começa a trilhar caminho para ser um dos maiores da história

Gustavo Faldon
Gustavo Faldon

Patrick Mahomes foi simplesmente brilhante no Super Bowl LIV vencido pelo Kansas City Chiefs.

E mesmo não tendo sido brilhante o tempo todo, ele foi na hora em que seu time mais precisava que ele fosse assim.

Aos 24 anos, campeão do Super Bowl, com duas temporadas de titular, MVP da final da NFL, MVP da temporada regular e recordes batidos ano a ano, Mahomes tem tudo para ser um dos maiores quarterbacks da história.

Obviamente, estamos falando de um esporte de contato onde as lesões são inevitáveis e muitas vezes podem ser graves e acabar com carreiras. Mas tirando essa exceção, é impossível imaginar hoje que Mahomes não vá estar entre os maiores da história quando sua carreira se encerrar.

As viradas sensacionais dos Chiefs nesta temporada não foram à toa. Elas vieram porque atrás do center o camisa 15 estava lá para erguer o time e acreditar quando muitos diziam já ter desistido.

Mahomes
Mahomes Getty Images

Mahomes fará 25 anos em setembro. Portanto, ainda tem ao menos mais 10 anos de altíssimo nível.

Obviamente o talento de um quarterback não é tudo num time e às vezes a oportunidade de jogar um segundo Super Bowl pode jamais existir, já que é um esporte coletivo e o QB é um fator apenas.

Dan Marino e Aaron Rodgers nunca tiveram a oportunidade de jogar num segundo Super Bowl em suas carreiras.

Se os Chiefs mantiverem a base do time campeão e ao longo dos anos forem conseguindo repor peças importantes, podemos estar vendo o começo da “era Mahomes” na NFL.

Fonte: Gustavo Faldon, de Miami (EUA)

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Eu nunca quis ser como Kobe Bryant, mas nunca amei outro jogador como amo Kobe Bryant

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

         
    


Eu nunca quis ser como Kobe Bryant. É estranho falar isso, ainda mais em um momento como esse, mas eu nunca quis ser como Kobe Bryant. Ao mesmo tempo, nunca me apaixonei tanto por um jogador como me apaixonei por Kobe Bryant.

Explicar esse sentimento é quase impossível, mas como eu fui amar alguém que era o contrário do que eu sempre fui ou quis ser?

Nunca acreditei que a competitividade em excesso fosse uma virtude ou algo a ser exaltado. Nunca achei que trabalhar demais fosse saudável ou que gritar com seus companheiros durante um treinamento e tentar motivá-los pela pressão seja o caminho correto.

Como então eu fui me apaixonar pelo cara mais obcecado da história da NBA? O cara que acordava 4h da manhã e ia dormir meia-noite sempre com uma bola embaixo do braço? Que gritava com companheiros um treino sim e no outro também?

Simplesmente porque ele era Kobe Bryant.

Existia algo de diferente naquela camisa 24, uma aura hipnotizante que me fazia jogar todas as minhas convicções pela janela toda vez que ela ia à boca de Kobe e eu sabia que vinha algo especial.

Vá em paz, Mamba
Vá em paz, Mamba Harry How/Getty Images

Eu era apenas uma criança quando comecei a acompanhar os feitos do Black Mamba e foi por causa dele que eu me apaixonei por basquete. Se hoje eu escrevo esse texto é porque Kobe fez eu amar essa bola laranja mais do que qualquer outra coisa na vida. Foi por ficar maravilhado com as atuações espetaculares nos jogos mais difíceis, principalmente nos minutos finais. Pela enormidade de bolas vencedoras e arremessos no estouro do cronômetro. Pela capacidade de se despedir da liga anotando 60 pontos após praticamente duas décadas de pura dedicação, sangue, suor e lágrimas. De altos e baixos.

A coisa mais difícil do mundo era eu concordar com alguma postura dele. Sempre fui um dos maiores advogados de acusação da "Mamba Mentality" e todas as coisas, pra mim, negativas que ela trouxe. Ainda assim, nunca amei e nem devo amar alguém como Kobe. E essa é a mágica de Kobe Bryant.

Kobe nunca deixou de ser Kobe. Você concorde com ele ou não, Kobe não deixaria de ser Kobe. Se três arremessos consecutivos foram os responsáveis pela derrota na quarta-feira, ele acreditava que seriam os responsáveis pela vitória na sexta-feira. E fazia eles serem. Acima de tudo, Kobe sempre foi Kobe, o que quer que isso significasse ser, sem o menor remorso.

Eu posso não concordar com a postura, mas jamais vou deixar de assistir os vídeos de melhores momentos, de me emocionar com eles e com as conquistas, de admirar a autenticidade. Vou seguir gritando "Kobe!" a cada bolinha de papel jogada no lixo.

Eu nunca quis ser como Kobe, mas nunca amei outro jogador como amo Kobe. Vá em paz, Mamba.

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Meu sonho era ser Kobe Bryant

Pedro Suaide
Pedro Suaide



Kobe foi draftado em 1996. Eu nasci no ano seguinte, e dez anos depois comecei a jogar basquete competitivamente. Antes disso, me apaixonei pelo esporte de tanto assistir partidas com meu pai. De 2007 a 2012, joguei campeonatos estaduais e sul-americanos, e meu sonho era ser Kobe Bryant!

Toda criança e adolescente tem isso: imitar um movimento, uma comemoração, passar noites e noites vendo lances - ao vivo e melhores momentos. Com toda a minha geração, este espelho foi ele. 

Sozinho, em qualquer quadra que fosse, puxava a camisa pela entrada da manga regata como ele fazia. Me imaginava ganhando um título da NBA e subindo na mesa ao centro da quadra e abrindo meus braços do jeito que ele eternizou em 2010.  A grande maioria das cestas que fiz durante minha 'carreira', comemorei com o braço dobrado e o punho, fechado, em frente ao meu rosto, como tanto o vi fazer. Sonhava com o dia em que ia jogar contra ele. 

[]

Sequer cheguei perto de ser jogador profissional, mas Kobe ainda definiu meu futuro. Decidi trabalhar com esporte por causa da NBA. E muito do meu amor pela NBA veio por causa dele. O basquete é uma bússola na minha vida, assim como na de tantas outras pessoas, e foi ele que me fez escolher o Jornalismo. 

Mas muito além disso, esse esporte criou meus círculos de amizade e colocou inúmeras pessoas tão importantes na minha vida.  Me fez mais próximo do meu pai e me ensinou as principais coisas que sei. E falando em ser pai, Kobe foi com P maiúsculo - e se como jogador não fui como ele, que eu seja para meus filhos que algum dia virão o que ele foi para Gigi, Bianka, Natalia e a bebê Capri. 

Se sonhei em ser Kobe quando mais novo, atualmente sonhava em um dia entrevistá-lo. 

Em sua aposentadoria, chorei. Com sua carta, 'Dear Basketball', chorei mais ainda. Ontem, sequer consegui digerir o que aconteceu. 

Como disse André Kfouri, Kobe foi o Jordan de quem não viu Jordan. Além disso, foi o Jordan da era digital. A carreira inteira de Bryant, do primeiro ao último dia, está documentada, viralizada e compartilhada nas redes sociais. 

No Brasil, Kobe é um dos esportistas mais amados da história. Seu auge correu lado a lado com a globalização da NBA, muito por causa de David Stern, que também nos deixou há pouco tempo. Jogou a carreira inteira em uma franquia popular e vencedora, e por lá venceu. O brasileiro ovaciona Kobe Bryant, e sua camisa é marca registrada em parques, rachões e praias por todo nosso país. 

Kobe Bryant morreu aos 41 anos em acidente de helicóptero
Kobe Bryant morreu aos 41 anos em acidente de helicóptero ESPN

Seu legado como jogador, personalidade e pai é imensurável, e seguir exaltando seus feitos é chover no molhado. Ele podia ser amado ou odiado por jogar nos Lakers, por sua mentalidade, por seus erros ou acertos dentro de quadra... Mas ele sempre foi respeitado e reconhecido como o que é: uma lenda. Kobe rompeu as barreiras do esporte e do clubismo e se tornou um astro além de seu nicho - coisa que pouquíssimos conseguem. Resta agradecer por tanto.

Então, obrigado por toda noite mal dormida por causa do fuso horário da Califórnia. Obrigado por todo arremesso completamente irracional que caiu e que me fez tomar broncas em quadra ao tentar imitá-los. Obrigado pelos títulos, pelas marcas e pelas frases. Obrigado por ter moldado toda uma geração. Obrigado por ter me ajudado a escolher o meu futuro. 

Obrigado, do fundo do meu coração, Kobe!

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Kobe Bryant, o mais próximo de Jordan que vimos, nos inspirou muito além do basquete

Gustavo Faldon
Gustavo Faldon


Os super-heróis, na nossa mente, sempre vencem e são imortais.

Infelizmente, hoje perdemos um super-herói, com poderes sobrenaturais do basquete, que atendia pelo nome de Kobe Bryant.

Muitos, assim como eu, o tinham como ídolo de infância, adolescência. 

Kobe Bryant foi absolutamente inspirador pelo que fez nas quadras e conseguiu com que nós aplicássemos a mentalidade que ele tinha em quadra fora dela.

Ele nos ensinou muito mais do que um chute no fadeaway, ou como arremessar de meia distância.

Kobe nos ensinou que é preciso, qualquer que seja o ramo na vida, entrar de cabeça e com garra nas coisas. Trabalhar duro, mais que todo mundo, se quiser ter seus sonhos realizados. Que nós não podemos nos intimidar com qualquer dificuldade que nos é imposta. E principalmente a não temer nas horas decisivas.

Kobe Bryant morreu aos 41 anos em acidente de helicóptero
Kobe Bryant morreu aos 41 anos em acidente de helicóptero ESPN

Tive a oportunidade de vê-lo jogar na minha frente, ao vivo, fiquei perto dele uma única vez, em 2013, quando ele veio ao Brasil e atendeu a imprensa em São Paulo. Sim, nossos heróis são de carne e osso.

E quando nos deparamos com as primeiras notícias de sua morte, simplesmente não acreditamos. Ou de alguma forma acreditamos que ele vai sair dessa. 

Em quadra, Kobe Bryant foi o mais próximo de Michael Jordan que vimos. Uma pena a NBA no Brasil não ter sido no auge dele como era hoje, com highlights de Twitter segundos depois de ter acontecido, com todo mundo vendo todos os jogos dele.

Mas quem teve a sorte de vê-lo ao vivo, diariamente, nunca irá esquecer. 

Adeus, Kobe. Nós nunca iremos esquecê-lo.

Kobe Bryant se despediu da NBA com 60 pontos contra o Utah Jazz, em 2016
Kobe Bryant se despediu da NBA com 60 pontos contra o Utah Jazz, em 2016 Getty Images

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Kobe Bryant, o mais próximo de Jordan que vimos, nos inspirou muito além do basquete

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[Programação] Semana das estrelas no futebol americano e no hóquei no gelo

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Alexander Ovechkin, do Washington Capitals, uma das principais estrelas da NHL
Alexander Ovechkin, do Washington Capitals, uma das principais estrelas da NHL Getty Image

O Super Bowl é o grande momento do ano nos esportes americanos. Enquanto ele não chega, o fã de esporte pode se aquecer vendo alguns dos principais nomes de duas das quatro grandes ligas norte-americanas. Neste sábado, os grandes nomes da NHL entram no gelo para mais uma edição do All-Star Game. No dia seguinte, é a vez das estrelas da NFL disputarem o Pro Bowl, o jogo das estrelas da bola oval.

A semana ainda tem NBA, com partidas envolvendo algumas das principais equipes da liga, como Los Angeles Lakers, Houston Rockets, Boston Celtics e Philadelphia 76ers. Além, claro, da cobertura in loco dos canais ESPN na semana que antecede a grande final da NFL.

Então, fique de olho na grade de programação de esportes americanos (excepcionalmente neste post, não estão incluídos os jogos universitários do WatchESPN. Confira a grade do WatchESPN aqui).

SÁBADO, 25 DE JANEIRO

NBA
22h30 - Los Angeles Lakers x Philadelphia 76ers (ESPN)

NHL
22h - All-Star Game (WatchESPN) 

DOMINGO, 26 DE JANEIRO

NFL
17h - Pro Bowl (ESPN)

NBA
20h - Boston Celtics x New Orleans Pelicans (ESPN) 

SEGUNDA, 27 DE JANEIRO

19h30 - ESPN LIVE BUD (ESPN)

20h - ESPN LEAGUE (ESPN) 

TERÇA, 28 DE JANEIRO

19h30 - NFL LIVE BUD (ESPN)

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBB
20h - Flamengo x Unifacisa (ESPN 2) 

NBA G-LEAGUE
22h - College Park SkyHawks x Rio Grande Valley Vipers (WatchESPN)
23h - Fort Wayne Mad Ants x Salt Lake City Stars (WatchESPN)

QUARTA, 29 DE JANEIRO

20h15 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA
21h30 - Detroit Pistons x Brooklyn Nets (ESPN)
0h - Houston Rockets x Portland Trail Blazers (ESPN)

NHL
21h30 - Toronto Maple Leafs x Dallas Stars (WatchESPN)

NBA G-LEAGUE
13h - Capital City Go-Go x Long Island Nets (WatchESPN)
13h - Grand Rapids Drive x Raptors 905 (WatchESPN)
22h - Texas Legends x Memphis Hustle (WatchESPN)
22h30 - Austin Spurs x Northern Arizona Suns (WatchESPN)

QUINTA, 30 DE JANEIRO 

20h - NFL LIVE BUD (ESPN)

20h30 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NHL
21h30 - Nashville Predators x New Jersey Devils (ESPN)

NBA G-LEAGUE
21h - Erie BayHawks x Greensboro Swarm (WatchESPN)
22h - Agua Caliente Clippers x Rio Grande Valley Vipers (WatchESPN)
22h - College Park SkyHawks x Wisconsin Herd (WatchESPN)

SEXTA, 31 DE JANEIRO 

20h - NFL LIVE BUD (ESPN)

21h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA
22h - Dallas Mavericks x Houston Rockets (ESPN)
0h30 - Portland Trail Blazers x Los Angeles Lakers (ESPN)

NHL
21h - Philadelphia Flyers x Pittsburgh Penguins (WatchESPN)

* Do dia seguinte

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 24 de janeiro, 22h.

Fonte: ESPN

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Já passou da hora de darmos o devido valor a Damian Lillard

Pedro Suaide
Pedro Suaide

[]

Eu, você e qualquer pessoa que já assistiu um jogo de basquete sabemos que Damian Lillard é um bom jogador. Ótimas médias, sempre presente nos playoffs, jogadas marcantes... E seguimos o definindo como um bom jogador.

Parece oportunista fazer um texto como esse agora, após ele marcar 34, 34, 61 e 47 pontos nos seus últimos quatro jogos - e talvez realmente seja. Mas a gente precisa falar sobre o tamanho de Damian Lillard.

O armador caminha para se tornar o maior ídolo da história do Portland Trail Blazers, e com certeza já fez duas das mais marcantes jogadas do século da NBA:


         
     

E como fazemos com grandes jogadores, o exaltamos por isso. Mas imagine se Russell Westbrook tivesse o feito - em playoffs, como Dame fez.

Na última semana, como já foi dito, Lillard marcou 61 pontos. E mais 47 no jogo seguinte. Quando James Harden tem atuações desse tipo, todos perdemos a linha - como deve ser feito. Com Lillard, o entusiasmo parece que acaba rápido.

Talvez por ele não ser uma personalidade polêmica, talvez por ele jogar em Portland, talvez por ele falar pouco. Nós, a mídia, damos muito pouco valor para o que Damian Lillard faz - há anos.

Sua única temporada na carreira com menos de 20 pontos por jogo foi a primeira, de calouro, com 19. Nos últimos cinco anos, tem média superior a 25 - e nesse mesmo período de tempo chuta mais de 36% nos arremessos longos, acertando, no mínimo, três arremessos em média. 

Discutivelmente, Lillard é o jogador mais clutch da NBA - aquele cara em quem a gente confia na hora de decidir o jogo. Do mesmo jeito, confiamos nele para arremessar bolas que apenas ele e Stephen Curry conseguem, de muito longe. Entretanto, se alguém faz uma cesta do meio da rua, dizemos que foi uma 'cesta de Curry', mas nunca uma 'cesta de Lillard'.

Com sua atuação de 61 pontos, ele se tornou o jogador com a melhor e a segunda melhor pontuação da história entre jogadores de 1,88 metro ou menos, com 61 e 60. A concorrência que ele deixou para trás? Tim Hardaway, Chris Paul, Allen Iverson, Isiah Thomas, John Stockton, Jerry West e muitos outros 'baixinhos'. 


         
     

Além disso, entrou num grupo de elite e se tornou um dos únicos seis jogadores da história da liga com mais de um jogo de 60 pontos, ao lado de Elgin Baylor (3), Michael Jordan (4), James Harden (4), Kobe Bryant (6) e Wilt Chamberlain (32).  Mas Lillard foi o único a fazer um jogo com tantos pontos acertando 11 cestas de três pontos.

Pensando na franquia de Portland, Lillard é o segundo maior cestinha e o terceiro com mais assistências... Isso sem ser sequer um dos 10 com mais minutos em quadra, já que está na liga há apenas oito anos.

Com 29 anos, Lillard é, literalmente, o presente da NBA. E já passou da hora de o tratarmos com o status que ele merece: um dos melhores jogadores do século.

Apreciem sem moderação.


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Carrasco de Brady e dos Patriots, Eli Manning foi, na essência da palavra, um gigante

Gustavo Faldon
Gustavo Faldon
Eli Manning venceu seu 2º Super Bowl com os Giants após nova vitória sobre os Patriots
Eli Manning venceu seu 2º Super Bowl com os Giants após nova vitória sobre os Patriots Getty

Com o perdão do trocadilho do título, Eli Manning foi, sim, um gigante.

O quarterback anunciará oficialmente sua aposentadoria da NFL nesta sexta-feira. 

Talvez por ser um Manning, o peso que Eli teve que enfrentar, mesmo sendo uma escolha número 1 de Draft, não foi pouco. 

Obviamente ele não era dos caras mais regulares, tendo liderado a NFL em interceptações em três anos na carreira: 2007 (20), 2010 (25) e 2013 (27). Mas a franquia New York Giants deve muito a ele.

Nos momentos mais difíceis e decisvos em playoffs, Eli jogou como um Manning. E, diferente de seu irmão, conseguiu afastar o fantasma de New England Patriots e Tom Brady nos playoffs.

Nas duas temporadas de título dos Giants, Eli teve somados 15 passes para touchdowns e somente duas interceptações nos playoffs em 2008 e 2012, sendo o MVP do Super Bowl em ambas as ocasiões.

No Super Bowl XLII, quando todos achavam que só um milagre daria o título aos Giants. Bem, Eli fez um e concluiu uma das jogadas mais icônicas de todos os tempos para David Tyree.

Eli Manning não será lembrado como o melhor e mais talentoso quarterback, mas certamente foi um dos maiores competidores e responsável por dois títulos de Super Bowl diante da franquia de maior dinastia em todos os tempos.

Obrigado, Eli. O Hall da Fama te aguarda.

Fonte: Gustavo Faldon

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Zion Williamson tem uma primeira missão para mostrar sua grandeza: levar os Pelicans aos playoffs

Pedro Suaide
Pedro Suaide
[]

Vamos direto ao ponto: com Zion Williamson, o New Orleans Pelicans precisa agarrar e não devolver uma vaga nos playoffs do Oeste da NBA, mais aberto do que nunca.

O time fez sua lição de casa até agora. Após 44 jogos disputados na temporada, todos sem a primeira escolha do draft, o time tem 17 vitórias e 27 derrotas, uma campanha dentro do esperado, principalmente com tantas lesões curtas, como as de Brandon Ingram, Jrue Holliday, Lonzo Ball e Derrick Favors, quarteto que ocupa grande parte da minutagem do time.

Após o elenco 'engrenar', já são 11 vitórias nas últimas 16 partidas. Agora, o tão esperado Zion Williamson fará sua primeira partida oficial pela franquia - contra oSan Antonio Spurs, às 23h30, AO VIVO na ESPN e no WatchESPN.

Zion divide opiniões como poucos jogadores, e a incógnita que ronda seu nome só favorece na discussão entre gregos e troianos. Já ouvimos muitas coisas, desde "ele é gordo" até "ele será o melhor jogador da NBA na próxima década". Se apegando à fatos, o que sabemos? Sua pré-temporada, saudável e disputada em alto nível, foi histórica.

Durante os quatro jogos que ele fez, teve a quarta melhor média de pontos por jogo do período, com 23,3 por jogo - atrás apenas de James Harden (31,2), Giannis Antetokounmpo (27,3) e Stephen Curry (26,8). 

|A estreia de Zion: o que esperar da primeira partida do calouro dos Pelicans na NBA|

Zion ainda tornou-se o primeiro calouro a ter média de mais de 20 pontos por jogo acertando 70% de seus arremessos, e é aqui que ele se torna ainda mais assustador. Sua habilidade com a bola na mão é tão boa quanto a de qualquer craque regular da NBA. Entretanto, sua impulsão, força e velocidade formam uma junção nunca antes vista, e seu controle de corpo e equilíbrio, principalmente no ar e a caminho do arremesso, fazem dele um perigo constante perto da cesta. Todo arremesso que ele faz perto da cesta é de alta qualidade.

E na defesa ele também pode fazer toda a diferença. Até hoje, seu time é o 10º pior defendendo na liga. Entretanto, Zion tem uma versatilidade que, se ele desenvolver contra os maiores jogadores do mundo, podem fazer dele uma espécie de Draymond Green com mais impulsão ao marcar: um general. Durante seu ano em Duke, teve médias de 2,1 roubos e 1,8 toco por jogo. Com algo que lembre isso NBA, poderá mudar sua equipe.  

Apesar de ser o 12º de sua conferência, os Pelicans estão apenasn três jogos e meio atrás do Memphis Grizzlies, o 8º. Isso quer significa que o time tem chances realíssimas de chegar lá, mas também mostra que, para isso, terá que superar seis adversários que estão vivos na disputa.

Atrás, com dois jogos e meio a menos do que os Pelicans, estão os Kings e os Wolves, que parecem estar perdendo o fôlego de vez enquanto perdem partidas em sequência.

À frente, estão Suns, Blazers e Spurs, até chegarmos aos Grizzlies, que hoje iriam aos playoffs: dois times com muita experiência e dois comandados por garotos. E é por ser a perfeita mistura disso que os Pelicans precisam se sobressair.

Se os Pelicans são liderados Lillard, McCollum e Carmelo, e os Spurs por DeRozan e Aldridge, os Pelicans têm Jrue Holliday, JJ Redick e Derrick Favors com muitos minutos em sua rotação. Jogadores consolidados, com experiência em playoffs e que melhoram aqueles ao seu redor.

E enquanto os Suns crescem com Booker, Oubre e Ayton, e os Grizzliers surpreendem com Ja Morant e Jaren Jackson Jr, os Pelicans contam com um núcleo jovem mais completo do que ambos. Lonzo Ball está finalmente mostrando o grande jogador que pode ser; Brandon Ingram têm temporada de All-Star e aos poucos se consolida como um dos grandes jogadores da liga; e ainda restam Josh Hart, Jaxson Hayes e Nickeil Alexander-Walker, que entregam menos, mas seguem evoluindo.

Agora adicione Zion Williamson a tudo isso. Não, ele não precisará fazer 20 pontos e pegar 12 rebotes por jogo, nem dar 3 tocos ou acertar 80% de seus arremessos. Seu tamanho e sua força abrem caminhos na quadra. Ele, ao entrar em quadra, já intimida defesas e as obriga a prestarem muita atenção nele. Com isso, é uma questão de inteligência e solidariedade (que ele já apresentou) para saber distribuir a bola e explorar os grandes talentos que New Orleans tem. 

Ele não precisa ser o cestinha ou jogador que mais participa do jogo, principalmente com as ótimas temporadas ofensivas de Jrue e Ingram. Mas craques são inteligentes, e é sua inteligência que vai abrir os caminhos.

Grandes jogadores fazem grandes coisas. Zion tem sua primeira missão naquele que parece ser seu caminho para a grandeza. Hoje é o dia 1.

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Como o escândalo de roubo de sinais estourou no Boston Red Sox

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

Alex Cora (de vermelho) cumprimenta Aaron Boone antes do clássico entre Yankees e Red Sox
Alex Cora (de vermelho) cumprimenta Aaron Boone antes do clássico entre Yankees e Red Sox Getty Images


As atenções estavam voltadas ao Houston Astros, que via sua comissão técnica e diretoria se tornarem alvos principais das punições da MLB pelo escândalo de roubo de sinais. Mas também havia motivos para ficar de olho com o que acontecia no New York Mets e, principalmente, no Boston Red Sox. Não demorou dois dias para ambas equipes anunciarem a demissão de seus treinadores, Carlos Beltrán e Alex Cora. E, no caso das Meias Vermelhas, ainda há expectativa de que venha mais bomba.

A questão imediata dos técnicos é até simples de entender. As investigações da MLB indicaram que ambos teriam sido os mentores do sistema de utilização de tecnologia para roubo de sinais dos adversários, ainda em 2017. Beltrán, então jogador dos Astros, estava com dificuldades no bastão e pediu ajuda a seu amigo Cora, na época auxiliar técnico do time. O resultado disso foi a utilização de câmeras -- utilizadas prioritariamente para os times avaliarem se vale a pena pedir o replay para revisar uma marcação do árbitro -- para filmar o catcher adversário passando sinais. As imagens chegam ao vivo a um monitor colocado no corredor que leva ao banco de reservas, onde qualquer um do Houston podia ver, identificar o arremesso e fazer algum som que o rebatedor identificasse.

ENTENDA:
Ex-jogador diz que time campeão da MLB em 2017 usou trapaça na campanha do título
O que pode acontecer com os Astros depois do escândalo de roubo de sinais?
Punição aos Astros por roubo de sinais: você quer justiça ou justiçamento?

A MLB não anunciou imediatamente as punições aos dois porto-riquenhos. Beltrán escapou porque a trapaça ocorreu quando era jogador, e hoje ele já tenta outra carreira (os Mets de 2020 seriam seu primeiro trabalho como técnico). O time nova-iorquino decidiu demitir por conta própria, para se afastar institucionalmente de um protagonista de escândalo. Cora certamente será punido, mas o tamanho da paulada não foi anunciado porque ainda há mais o que se investigar. É aí que o Boston Red Sox campeão de 2018 entra no caso.

O Boston chegou a ser advertido por criar um sistema de uso de imagens de TV e smart watches para roubo de sinais em 2017. Mas havia especulações de que os Red Sox seguiram roubando sinais irregularmente. Quando a investigação sobre o Houston Astros começou a avançar, acabou surgindo a revelação de que, realmente, os Meias Vermelhas não haviam parado.

Pelas regras da MLB, e o caso dos Red Sox foi um marco para reforçar isso, o roubo de sinais é permitido se realizado dentro de campo pela habilidade e malandragem dos jogadores. Um corredor na segunda base consegue ver os sinais do catcher. Se ele conseguir decodificar a orientação, pode fazer algum movimento que alerte o rebatedor (que fica de frente para a segunda base) do que estaria chegando. Isso sempre aconteceu no beisebol e não há intenção de mudar isso. O que não pode é usar tecnologia para fazer essa leitura. Aí é golpe baixo, passar do limite moralmente aceito no código de conduta da modalidade.

Os Astros pisaram nesse limite como se fosse uma bituca de cigarro que precisa ser apagada. Os Red Sox quiseram dar uma empurradinha no limite para ver se ninguém percebia ou aceitava que foi sem querer.

Em 2018, o Boston contratou Alex Cora como técnico. E o ex-auxiliar dos Astros levou para o Fenway Park o esquema que havia ajudado a implementar no Texas. Só que, calejado da bronca recebida no ano anterior, os Red Sox não foram de cabeça no roubo de sinal com tecnologia. Tentaram um esquema híbrido.

Como no caso do Houston, os Red Sox usavam câmeras para captar imagens dos sinais dos catcher e enviá-las para um monitor nos vestiários. A diferença é como os rebatedores recebiam essa informação. No caso dos Astros, vai de assobios e pauladas em uma lata de lixo até a suspeita de uso de artefato eletrônico preso ao corpo do jogador. Para o Boston, essa parte era mais discreta e, digamos, velha guarda.

Os rebatedores descobriam pelo vídeo quais os códigos de sinais que os adversários usavam. Eles trabalhavam normalmente no bastão, sem receber nenhuma orientação. No entanto, se chegassem à segunda base, eles usavam o conhecimento adquirido com as imagens do monitor do vestiário para ver as orientações dos catchers com os próprios olhos e repassar ao rebatedor. Ou seja, a segunda parte estaria dentro do código de ética que sempre foi aceito e praticado no beisebol. A questão é que a primeira envolvia a filmagem irregular dos oponentes.

E, como ocorreu com os Astros em 2017, os Red Sox acabaram campeões na temporada em que implementaram um sistema de roubo de sinais com a participação de Alex Cora.

Essa parte da investigação ainda está em andamento, pois a prioridade era concluir o caso do Houston. A situação do Boston é menos grave, porque seu próprio mecanismo não permitia a utilização a todo momento (era preciso haver um corredor na segunda base). Ainda assim, é passível de punição, sobretudo porque a franquia é reincidente do caso de 2017. Mas, para Cora, o gancho deve chegar ainda mais pesado, pois teria sido protagonista nos dois casos. Antes mesmo que novidades sobre a investigação dos Red Sox sejam reveladas, a franquia já demitiu o técnico.

E assim, a um mês do início da pré-temporada, três clubes -- incluindo dois dos últimos três campeões -- ficaram sem treinador. E a liga torce para qualquer outro clube que estivesse roubando sinais (suspeita-se que sejam muitos) resolva parar antes que a credibilidade da MLB toda seja colocada em xeque pela opinião pública.

Fonte: Ubiratan Leal

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Como o escândalo de roubo de sinais estourou no Boston Red Sox

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[Programação] Hora de saber quem vai ao Super Bowl

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Os 49ers recebem os Packers na final da Conferência Nacional
Os 49ers recebem os Packers na final da Conferência Nacional Focus on Sport/Getty Images

"E aí, qual é a hora do jogo da NFL neste sábado?"

Bem, depois de duas semanas de playoffs com partidas espalhadas pelo fim de semana, muita gente já se acostumou a passar o sabadão vendo o melhor do futebol americano. Por isso é preciso ficar atento, porque, nas finais de conferência, só há jogos no domingo. Green Bay Packers x San Francisco 49ers fecha uma rodada dupla de domingão, iniciada no final da tarde (horário de Brasília) com Tennessee Titans x Kansas City Chiefs.

Isso não significa que o fã de esporte que já cancelou seus compromissos no sábado ficará órfão de esportes na TV. Tem dois jogos de NBA, com os dois times de Los Angeles, Clippers e Lakers, enfrentando New Orleans Pelicans e Houston Rockets, nessa ordem. E, depois de rodada dupla de basquete e futebol americano no fim de semana, o fã de esporte pode ficar ligado para toda a cobertura dos canais ESPN na expectativa para o Super Bowl.

Então, anote aí os horários para não perder nada:

SÁBADO, 18 DE JANEIRO

NBA
17h30 - Los Angeles Clippers x New Orleans Pelicans (ESPN)
22h30 - Los Angeles Lakers x Houston Rockets (ESPN)

NHL
17h - St. Louis Blues x Colorado Avalanche (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
14h - Virginia Tech x Syracuse (WatchESPN)
14h - North Carolina x Pittsburgh (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
15h - Miami x Florida State (WatchESPN)
15h - South Carolina x Texas A&M (WatchESPN)
16h - Clemson x NC State (WatchESPN)
16h - Kansas x Texas (WatchESPN)
16h - Purdue x Maryland (WatchESPN)
16h - TCU x Oklahoma (WatchESPN)
16h - Toledo x Akron (WatchESPN)
16h - Tulsa x Tulane (WatchESPN)
16h - West Virginia x Kansas State (WatchESPN)
17h - North Dakota x North Dakota State (WatchESPN)
17h30 - Missouri x Alabama (WatchESPN)
18h - Houston x Wichita State (WatchESPN)
18h - Iowa State x Texas Tech (WatchESPN)
18h - Kentucky x Arkansas (WatchESPN)
20h - Louisville x Duke (WatchESPN)
20h - Northern Iowa x Bradley (WatchESPN)
20h - South Florida x UCF (WatchESPN)
20h - Tennessee x Vanderbilt (WatchESPN)
21h - Albany x Stony Brook (WatchESPN)
22h - Virginia x Georgia Tech (WatchESPN)
22h - Temple x SMU (WatchESPN)
22h - LSU x Ole Miss (WatchESPN)
22h30 - Georgia x Mississippi State (WatchESPN)
0h - Utah State x Boise State (WatchESPN)
0h - BYU x Gonzaga (WatchESPN)
1h* - Cal State San Bernardino x UC San Diego (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
16h - Kent State x Miami-Ohio (WatchESPN)
16h - South Dakota State x South Dakota (WatchESPN)
16h - Stony Brook x Albany (WatchESPN)
16h - Vermont x Hartford (WatchESPN)
20h - Texas Tech x Kansas (WatchESPN)

BASQUETE ESCOLAR (ensino médio)
17h - La Lumiere x Gonzaga (WatchESPN)
18h30 - Rancho Christian x Camden (WatchESPN)
20h - IMG Academy x Patrick School (WatchESPN)
22h - Sierra Canyon x Dominican (WatchESPN)

DOMINGO, 19 DE JANEIRO

NFL (playoffs)
17h - Tennessee Titans x Kansas City Chiefs (ESPN)
20h30 - Green Bay Packers x San Francisco 49ers (ESPN)

NHL
14h30 - Boston Bruins x Pittsburgh Penguins (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
18h - Drake x Southern Illinois (WatchESPN)
18h - Loyola Chicago x Illinois State (WatchESPN)
20h - Boston College x Wake Forest (WatchESPN)
20h - East Carolina x Cincinnati (WatchESPN)
22h - California x UCLA (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
14h - Duke x Clemson (WatchESPN)
14h - Syracuse x Pittsburgh (WatchESPN)
14h - Tulsa x UConn (WatchESPN)
15h - Louisville x North Carolina (WatchESPN)
15h - Miami x Notre Dame (WatchESPN)
15h - Texas x Kansas State (WatchESPN)
16h - Auburn x Georgia (WatchESPN)
16h - Boston College x Georgia Tech (WatchESPN)
16h - Kentucky x LSU (WatchESPN)
16h - Wake Forest x NC State (WatchESPN)
16h - Ball State x Pittsburgh (WatchESPN)
17h - Iowa State x Oklahoma State (WatchESPN)
17h - Missouri x Ole Miss (WatchESPN)
17h - UCF x South Florida (WatchESPN)
17h - Virginia Tech x Virginia (WatchESPN)
18h - Florida x Texas A&M (WatchESPN)
20h - Arkanss x Vanderbilt (WatchESPN)

BASQUETE ESCOLAR (ensino médio)
14h30 - Orangeville Preparatory x Brewster (WatchESPN)
16h15 - Whitney Young x Patrick School (WatchESPN)
18h - Hillcrest Preparatory x Sunrise Christian (WatchESPN)
19h30 - Prolofic Preparatory x La Lumiere (WatchESPN)
21h30 - IMG Academy x Montverde (WatchESPN)

SEGUNDA, 20 DE JANEIRO

19h30 - ESPN LIVE BUD (ESPN)

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NHL
17h - Detroit Red Wings x Colorado Avalanche (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
21h - NC State x Virginia (WatchESPN)
21h - Texas x West Virginia (WatchESPN)
23h - Oklahoma x Baylor (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
21h - Alabama x Tennessee (WatchESPN)
21h - Mississippi State x South Carolina (WatchESPN)

BASQUETE ESCOLAR (ensino médio)
12h - St. Charles x Riverdale Baptist (WatchESPN)
13h - Dematha x Rancho Christian (WatchESPN)
13h45 - Norfolk Collegiate x Sidwell Friends (WatchESPN)
15h - Paul VI x Sierra Canyon (WatchESPN)
15h30 - Grayson x Crestwood Preparatory (WatchESPN)
17h - Oak Hill Academy x Bishop Gorman (WatchESPN)
17h15 - Hamilton Heights x Westtown (WatchESPN)
19h - Constitution x Rock Creek Christian (WatchESPN)
19h - McEachern x Montverde (WatchESPN)
20h45 - Archbichop Carroll x Bullis (WatchESPN)

TERÇA, 21 DE JANEIRO

19h - NFL LIVE BUD (ESPN)

NBB
18h50 - São José x São Paulo (ESPN)

NHL
21h30 - Pittsburgh Penguins x Philadelphia Flyers (WatchESPN)

NBA G-LEAGUE
15h - Rio Grande Valley Vipers x Northern Arizona Suns (WatchESPN)
21h - Westchester Knicks x Capitaul City Go-Go (WatchESPN)
22h30 - Oklahoma City Blue x Austin Spurs (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Wichita State x South Florida (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
22h - Wake Forest x Clemson (WatchESPN)
22h - Oklahoma State x Iowa State (WatchESPN)
22h - Texas Tech x TCU (WatchESPN)
23h - Miami x Duke (WatchESPN)
23h - Texas A&M x Missouri (WatchESPN)
23h - Ole Miss x Tennessee (WatchESPN)
1h* - Air Force x Utah State (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
22h - East Carolina x Tulsa (WatchESPN)

QUARTA, 22 DE JANEIRO

NBA
21h - Philadelphia 76ers x Toronto Raptors (ESPN)
23h30 - San Antonio Spurs x New Orleans Pelicans (ESPN)

NHL
21h30 - Winnipeg Jets x Columbus Blue Jackets (WatchESPN)

NBA G-LEAGUE
21h - South Bay Lakers x Long Island Nets (WatchESPN)
21h - Lakeland Magic x Canton Charge (WatchESPN)
21h30 - Greensboro Swarm x Raptors 905 (WatchESPN)
22h - Delaware Blue Coats x Memphis Hustle (WatchESPN)
22h - Grand Rapids Drive x Wisconsin Herd (WatchESPN)
23h - Agua Caliente Clippers x Salt Lake City Stars (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
21h - Georgia Tech x Louisville (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Cincinnati x Temple (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Arkansas x Mississippi State (WatchESPN)
22h - North Carolina x Virginia Tech (WatchESPN)
22h - East Carolina x SMU (WatchESPN)
23h - Boston College x Pittsburgh (WatchESPN)
23h - Memphis x Tulsa (WatchESPN)
23h - Alabama x Vanderbilt (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
20h - Maine x Vermont (WatchESPN)
21h - Houston x Cincinnati (WatchESPN)
21h - Stony Brook x Binghamton (WatchESPN)
22h - Kansas x Texas (WatchESPN)
22h - UCF x Tulane (WatchESPN)

QUINTA, 23 DE JANEIRO 

20h30 - NFL LIVE BUD (ESPN)

NBA G-LEAGUE
21h - Iowa Wolves x Erie BayHawks (WatchESPN)
21h - Windy City Bulls x Capital City Go-Go (WatchESPN)
22h - Texas Legends x Oklahoma City Blue (WatchESPN)
0h - Northern Arizona Suns x Agua Caliente Clippers (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino) 
21h - Belmont x Murray State (WatchESPN)
21h - Florida International x Old Dominion (WatchESPN)
23h - UConn x Houston (WatchESPN)
1h* - USC x Oregon (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
20h - Clemson x Miami (WatchESPN)
21h - Boston College x Virginia Tech (WatchESPN)
21h - Florida State x Wake Forest (WatchESPN)
21h - Georgia x Arkansas (WatchESPN)
21h - NC State x Pittsburgh (WatchESPN)
21h - North Carolina x Georgia Tech (WatchESPN)
21h - Ole Miss x Auburn (WatchESPN)
21h - Tennessee x UConn (WatchESPN)
22h - Duke x Syracuse (WatchESPN)
22h - Texas A&M x Alabama (WatchESPN)
22h - Virginia x Louisville (WatchESPN)
23h - Mississippi State x Venderbilt (WatchESPN)

SEXTA, 24 DE JANEIRO 

20h - NFL LIVE BUD (ESPN)

21h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA
22h - Los Angeles Clippers x Miami Heat (ESPN)

NHL
22h - All-Star Weekend: Desafio de Habilidades (WatchESPN)

* Do dia seguinte

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 18 de janeiro, 12h.

Fonte: ESPN

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[Programação] Hora de saber quem vai ao Super Bowl

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Punição aos Astros por roubo de sinais: você quer justiça ou justiçamento?

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

Catcher dos Dodgers passa sinal em jogo contra os Astros durante a World Series de 2017
Catcher dos Dodgers passa sinal em jogo contra os Astros durante a World Series de 2017 ESPN

Um ano de suspensão para o técnico e para o general manager, dois anos sem primeira e segunda escolha no draft e uma multa de US$ 5 milhões. Foi essa a punição imposta pela Major League Baseball ao Houston Astros por desenvolver e manter um esquema de uso de tecnologia para roubo de sinais dos catchers adversários nas últimas temporadas. Os donos da franquia e os jogadores saíram ilesos, assim como o título da World Series de 2017.

ENTENDA:
Ex-jogador diz que time campeão da MLB em 2017 usou trapaça na campanha do título
O que pode acontecer com os Astros depois do escândalo de roubo de sinais?

A reação inicial de muita gente foi considerar a pena leve. Afinal, os Astros foram campeões enquanto estavam trapaceando. Ou seja, o benefício pelo roubo de sinais foi muito maior que o custo. Qualquer jogador ou qualquer clube faria a mesma troca: perder seu técnico, seu principal dirigente, algumas escolhas de draft e US$ 5 milhões para levar um troféu para casa. “No mínimo, tinham de tirar o título de 2017!”, foi uma afirmação bastante comum no Twitter nesta segunda.

Vamos com calma.

É tentador meter uma paulada federal no Houston Astros, daquela de deixar o time sem rumo. Tira o título, bane o clube de participação de playoffs e ainda o proíbe de negociar jogadores por alguns anos. O time mais consistente da MLB nos últimos anos rapidamente viraria um pária na liga e, em poucas temporadas, já estaria no fundo da tabela. Mas seria mesmo justo? Foi para tudo isso? Não estaria punindo pessoas que não têm nada a ver com isso? Isso é fazer justiça para punir um infrator ou justiçamento para atender a sede de sangue dos torcedores derrotados?

É preciso colocar a punição em perspectiva. Não apenas pelo que realmente representou a infração, mas também dentro do contexto de punições que a MLB (e, de certa forma, as outras ligas americanas) impõe a suas franquias.

Obs.: o caso de Alex Cora e do Boston Red Sox ainda não foi decidido. A MLB reforçou agora sua investigação aos Meias Vermelhas e Cora, que teria criado o esquema em Houston em 2017 e o levado a Boston no ano seguinte, pode pegar o maior gancho de todos. Especulam até um banimento perpétuo da liga.

As punições anunciadas estão entre as maiores já aplicadas pela MLB. A suspensão de um ano para AJ Hinch (técnico) e Jeff Luhnow (general manager) são mais que o dobro da pena para um jogador que foi pego no doping. E a punição em si é pesada não apenas pelo ano em que o sujeito fica sem trabalhar -- e sem receber --, mas também pelo fato de sua imagem ficar suja no mercado. Tanto que, horas após o anúncio da MLB, Hinch e Luhnow foram demitidos por Jim Crane, dono dos Astros. Provavelmente levará alguns anos para ambos recuperarem um posto de destaque na liga, se é que o farão.

Para os Astros, perder Luhnow e escolhas das duas primeiras rodadas nos drafts de 2020 e 21 pode ter implicações maiores do que parecem. O general manager era o grande líder de um dos melhores (talvez o melhor) departamentos de inteligência da MLB, capaz de identificar promessas e desenvolver ainda mais o talento de jogadores já rodados, sobretudo arremessadores. Uma punição a ele não apenas pode tirar a capacidade de articulação desse grupo técnico, mas também jogar a culpa da trapaça nesses profissionais. Muitos já recebem propostas de outras franquias. Desde esta segunda, a chance de alguns aceitarem aumentou sensivelmente.

Além disso, uma instabilidade nessa equipe de inteligência, além de uma eventual má imagem que a franquia deixe no mercado, pode tornar os Astros mais frágeis para negociar com jogadores. E haverá muito trabalho nessa área: cinco jogadores -- Josh Reddick, Yuli Gurriel, Michael Brantley, George Springer e Brad Peacock -- ficarão sem contrato ao final da próxima temporada, e mais oito -- Zack Greinke, Justin Verlander, Roberto Osuna, Joe Smith, Carlos Correa, Martín Maldonado, Lance McCullers e Chris Devenski -- têm vínculo por apenas mais dois anos. Algumas trocas desvantajosas ou não-renovação com alguns desses agentes livres podem desfazer rapidamente a base vitoriosa de hoje.

Astros comemoram título da World Series de 2017
Astros comemoram título da World Series de 2017 ESPN

O draft também pode ter um impacto, ainda que em longo prazo. Na MLB, há escolhas compensatórias (extras) após a primeira e após a segunda rodada, então, perder as escolhas das duas primeiras rodadas pode significar mais do que dois jogadores que deixam de ser recrutados. E, para uma franquia que pode precisar de talentos novos para se manter no topo quando o time atual envelhecer ou trocar de equipe, ficar sem os melhores talentos em duas classes seguidas deixaria buracos importantes.

Outras punições soariam mais a aplacar sede de sangue do que fazer justiça. Os Astros trapacearam, e isso os ajudou a conseguir resultados melhores nos últimos anos. Mas não muda o fato de que a equipe realmente é boa, competitiva e teria totais condições de conquistar o título de 2017 sem o roubo de sinais. 

Trapaça por trapaça, a justiça esportiva não costuma mudar o resultado de uma competição de esporte coletivo se um jogador -- por mais decisivo que ele tenha sido -- atuou dopado. Seria desproporcional fazer isso pelo roubo de sinais. Ainda mais porque poderia motivar o Houston a querer que todas as franquias fossem submetidas ao mesmo nível de cuidado, forçando a investigação nas práticas de todos os outros 28 times (os Red Sox não entram na conta porque já estão sob investigação). E certamente a MLB encontraria vários outros casos de roubos de sinais, criando um ciclo interminável de punição que poderia ruir a estabilidade política e credibilidade técnica da liga.

Isso não significa que a decisão da MLB tenha sido uma maravilha. Ela foi muito complacente com Crane e com os jogadores dos Astros (e, pelas informações veiculadas pela imprensa, partiu do elenco a ideia do esquema para roubo de sinais e sua aplicação). Mas seria difícil a liga impor uma pena pesada a um de seus sócios (os US$ 5 milhões de multa não fazem nem cócegas) e suspender ou multar jogadores poderia levar a uma longa disputa jurídica com a associação de atletas.

De qualquer modo, a MLB precisa agir rapidamente no caso do Boston Red Sox (que é menos grave, mas não pode ser ignorado). E pensar em uma forma de os sinais serem passados de maneira mais segura. Um ponto eletrônico não seria difícil de implementar. É só querer.

Fonte: Ubiratan Leal

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[Programação] Cobertura especial de futebol americano na expectativa para as finais de conferência na NFL

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Lambeau Lip, tradição nos touchdowns do Green Bay Packers
Lambeau Lip, tradição nos touchdowns do Green Bay Packers Stacy Revere/Getty Images Sport

A ESPN preparou uma cobertura especial para as finais de conferência da NFL. E o fã de esporte poderá conferir tudo nesta semana.

O esquenta começa com as semifinais da NFC e AFC, com rodada dupla de jogos no sábado e no domingo. Na segunda, tem NFL Live, ESPN League e a final do futebol americano universitário entre Clemson, atual campeão, e LSU, favorito ao título. Terça, quinta e sexta tem NFL Live, e na sexta tem mais uma edição do ESPN League. Além disso, teremos equipes de reportagem nas sedes das finais de conferência, trazendo um material exclusivo sobre as partidas que apontarão os times que disputarão o Super Bowl.

Para o fã de esportes americanos, a cobertura ainda segue com NBA, NHL, NBB e as semifinais da Champions Hockey League. Então, veja os horários para não perder nada.

SÁBADO, 11 DE JANEIRO

NFL (playoffs)
18h30 - Minnesota Vikings x San Francisco 49ers (ESPN)
22h - Tennessee Titans x Baltimore Ravens (ESPN)

NBA
22h30 - Philadelphia 76ers x Dallas Mavericks (ESPN)

NHL
15h - Vancouver Canucks x Buffalo Sabres (ESPN 2)

NCAA (futebol americano - bowls)
14h - Final FCS: James Madison x North Dakota State (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
14h - Tulane x Temple (WatchESPN)
14h - Cincinnati x UCF (WatchESPN)
14h - Alabama x Kentucky (WatchESPN)
15h - South Carolina x Tennessee (WatchESPN)
16h - Louisville x Notre Dame (WatchESPN)
16h - NC State x Virginia Tech (WatchESPN)
16h - Oklahome State x TCU (WatchESPN)
17h30 - Texas A&M x Venderbilt (WatchESPN)
18h - Syracuse x Virginia (WatchESPN)
18h30 - Clemson x North Carolina (WatchESPN)
20h - Texas Tech x West Virginia (WatchESPN)
20h - Arkansas x Ole Miss (WatchESPN)
20h - Georgia x Auburn (WatchESPN)
21h - The Citadel x Wofford (WatchESPN)
22h - Wake Forest x Duke (WatchESPN)
22h - Oklahoma x Iowa State (WatchESPN)
22h - Mississippi State x LSU (WatchESPN)
22h - Santa Clara x Saint Mary's (WatchESPN)
22h30 - Florida x Missouri (WatchESPN)
0h - Hawaii x UC Irvine (WatchESPN)
0h - USC x UCLA (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
15h - Houston x UConn (WatchESPN)

BASQUETE ESCOLAR (ensino médio)
0h30 - Rancho Christian x Sierra Canyon (WatchESPN)

DOMINGO, 12 DE JANEIRO

NFL
17h - Houston Texans x Kansas City Chiefs (ESPN)
20h30 - Seattle Seahawks x Green Bay Packers (ESPN)

NHL
20h - Pittsburgh Penguins x Arizona Coyotes (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
18h - Memphis x South Florida (WatchESPN)
20h - Pittsburgh x Miami (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
14h - Kentucky x Florida (WatchESPN)
14h - Maryland x Michigan (WatchESPN)
14h - Syracuse x Miami (WatchESPN)
15h - Georgia x Tennessee (WatchESPN)
16h - Clemson x Georgia Tech (WatchESPN)
16h - North Carolina x Florida State (WatchESPN)
16h - Oklahoma State x Baylor (WatchESPN)
16h - Wake Forest x Louisville (WatchESPN)
16h - William & Mary x North Carolina (WatchESPN)
17h - Alabama x Auburn (WatchESPN)
17h - Missouri x Arkansas (WatchESPN)
17h - Ole Miss x LSU (WatchESPN)
18h - Virginia Tech x Duke (WatchESPN)
18h - NC State x Notre Dame (WatchESPN)
19h - South Carolina x Vanderbilt (WatchESPN)

SEGUNDA, 13 DE JANEIRO

20h45 - ESPN LIVE BUD (ESPN)

21h15 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NCAA (futebol americano - final)
22h15 -Clemson x LSU (ESPN)

BASQUETE ESCOLAR (ensino médio)
22h - St. Joseph Central x Liberty North (WatchESPN)

TERÇA, 14 DE JANEIRO

19h - NFL LIVE BUD (ESPN)

NHL
22h - Vancouver Canucks x Winnipeg Jets (ESPN)

NBB
19h30 - Corinthians x São José (ESPN)

CHAMPIONS HOCKEY LEAGUE (playoffs)
13h55 - Mountfield-TCH x Djugarden-SUE (ESPN 2)
14h - Lulea-SUE x Frölunda Indians-SUE (WatchESPN)

NBA G-LEAGUE
21h - Delaware Blue Coats x Lakeland Magic (WatchESPN)
21h - Maine Red Claws x Erie BayHawks (WatchESPN)
22h - Agua Caliente Clippers x Rio Grande Valley Vipers (WatchESPN)
0h - Austin Spurs x Stockton Kings (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
23h - Kansas x Oklahoma (ESPN 2)
21h - Louisville x Pittsburgh (WatchESPN)
21h - Duke x Clemson (WatchESPN)
21h - Ole Miss x Florida (WatchESPN)
22h - Texas Tech x Kansas State (WatchESPN)
23h - Virginia Tech x Wake Forest (WatchESPN)
23h - Missouri x Mississippi State (WatchESPN)
23h - TCU x West Virginia (WatchESPN)
1h* - San Diego State x Fresno State (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
22h - UConn x Memphis (WatchESPN)

QUARTA, 15 DE JANEIRO

NBA
21h -Brooklyn Nets x Philadelphia 76ers (ESPN)
23h30 - Portland Trail Blazers x Houston Rockets (ESPN)

NHL
22h - Philadelphia Phillies x St. Louis Blues (WatchESPN)

NBA G-LEAGUE
21h - Fort Wayne Mad Ants x Long Islan Nets (WatchESPN)
21h - Grand Rapids Drive x College Park SkyHawks (WatchESPN)
22h - Santa Cruz Warriors x Iowa Wolves (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
20h30 - Boston College x Syracuse (WatchESPN)
20h30 - Kentucky x South Carolina (WatchESPN)
21h - Miami x NC State (WatchESPN)
21h - Virginia x Florida State (WatchESPN)
22h - Iowa State x Baylor (WatchESPN)
22h - Texas x Oklahoma State (WatchESPN)
22h30 - Notre Dame x Georgia Tech (WatchESPN)
22h30 - Vanderbilt x Arkansas (WatchESPN)
23h - Auburn x Alabama (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
21h30 - Oklahoma State x Kansas State (WatchESPN)
22h - Baylor x Kansas (WatchESPN)

QUINTA, 16 DE JANEIRO 

20h30 - NFL LIVE BUD (ESPN)

NHL
21h - Pittsburgh Penguins x Boston Bruins (ESPN)

NBA G-LEAGUE
13h - Windy City Bulls x Lakeland Magic (WatchESPN)
14h30 - Erie BayHawks x Wisconsin Herd (WatchESPN)
21h - Salt Lake City Stars x Maine Red Claws (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino) 
21h - Cincinnati x Memphis (WatchESPN)
21h - Youngstown State x Northern Kentucky (WatchESPN)
23h - Colorado x Arizona State (WatchESPN)
1h* - Santa Clara x Gonzaga (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
20h - Florida State x NC State (WatchESPN)
20h - Miami x North Carolina (WatchESPN)
20h - Tennessee x Florida (WatchESPN)
20h - UConn x UCF (WatchESPN)
20h30 - Texas A&M x Kentucky (WatchESPN)
21h30 - Georgia Tech x Syracuse (WatchESPN)
22h - LSU x Mississippi State (WatchESPN)
22h - Notre Dame x Duke (WatchESPN)
23h - Stanford x Oregon (WatchESPN)

BASQUETE ESCOLAR (ensino médio)
22h30 - Staley x St. Joseph Central (WatchESPN)

SEXTA, 17 DE JANEIRO 

19h - NFL LIVE BUD (ESPN)

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA
21h - Chicago Bulls x Philadelphia 76ers (ESPN)
23h30 - Portland Trail Blazers x Dallas Mavericks (ESPN)

* Do dia seguinte

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 11 de janeiro, 10h.

Fonte: ESPN

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Doncic não será apenas o melhor jogador da história dos Mavericks, mas também um dos maiores da NBA

Leonardo Sasso
Leonardo Sasso
Luka Doncic em ação pelo Dallas Mavericks
Luka Doncic em ação pelo Dallas Mavericks Getty

Sim, a previsão é ousada. Sim, uma lesão pode acabar com tudo isso. Sim, apenas uma temporada e meia de Luka Doncic na NBA. Mas tudo isso já pode ser colocado em palavras. Luka Doncic será um dos melhores jogadores da história da NBA.

Jerry West, lenda da NBA, afirmou que o esloveno será o melhor jogador de todos os tempos do Dallas Mavericks, superando Dirk Nowtzki. O alemão teve uma história incrível por Dallas. Foi campeão da NBA em 2011 e teve a carreira toda na franquia. 

Mas Doncic pode ser maior. O armador já atingiu números fantásticos, como 10 triplos-duplos de pelo menos 30 pontos. O jogador mais jovem a atingir o feito. Mas o impacto maior não é em estatísticas.

Doncic mudou Dallas. Transformou um time de 24 vitórias e 58 derrotas em um de desempenho positivo e que briga no topo da Conferência Oeste e não apenas por uma "simples" vaga nos playoffs.

O esloveno melhora todos a seu redor. Com 8,9 assistências por jogo, Doncic tem 3ª melhor média da Liga. Se Porzingis ainda não está totalmente adaptado, pelo menos entende que o time é de Doncic. 

Das grandes estrelas da Liga e Doncic já pode ser incluído na lista, ele é um dos poucos que sorri a todo momento. Joga momentos decisivos como se estivesse no parque brincando. Talvez por isso seja considerado um dos mais carismáticos da NBA.

Com todo o respeito que Nowitzki merece, mas Doncic será melhor. O esloveno pode ser o melhor europeu a já atuar na NBA se seguir com esse desempenho. O céu é o limite para o jovem de 20 anos que já conquistou tudo na Europa.

Os Mavericks de Doncic enfrentam o Denver Nuggets nesta quarta-feira, a partir das 21h30, com transmissão da ESPN e WatchESPN.

Fonte: Leonardo Sasso

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Dwight Howard mostra que às vezes um casamento terminado merece uma segunda chance

Gustavo Faldon
Gustavo Faldon
Dwight Howard
Dwight Howard Getty

De início, eu custei a achar que Dwight Howard de fato tinha mudado logo que foi contratado pelo Los Angeles Lakers com um contrato não-garantido para ser coadjuvante ao lado de LeBron James.

Mas, passados alguns meses, o pivô de 34 anos realmente mudou. A começar por seu corpo, chegou na temporada mais magro, mais em forma, tem sido uma peça importante do banco de reservas mesmo jogando menos de 20 minutos nas partidas.

E o plano de jogo de Frank Vogel passa longe das mãos dele, que praticamente não recebe mais a bola no garrafão e parte pra dentro, se limitando a abrir espaço para os companheiros. Mas é exatamente esse o motivo que faz o Dwight Howard 2019-20 melhor do que o de 2012-13.


         
    

Howard deixou o ego de lado, joga para o time. Suas médias são as piores da carreira (7,1 pontos e 6,8 rebotes), mas é inegável que ele está vivendo um grande momento e o sorriso na cara não é mais aquele de falta de seriedade e brincadeiras em excesso como na última passagem. Ele realmente parece estar feliz.

O "Superman" precisou de um banho de humildade, foi trocado por diversos times, ninguém o queria. Os Lakers deram a mão e ele entendeu que precisava mudar.

E o resultado vem. Os Lakers lideram o Oeste, ele recuperou a alegria de jogar e vai participar do torneio de enterradas da NBA e ainda teve seu contrato garantido pelo resto da temporada.

Dwight Howard nos mostrou que nem todo divórcio está fadado ao fracasso. Às vezes os dois lados só precisam de uma segunda chance.

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Dwight Howard mostra que às vezes um casamento terminado merece uma segunda chance

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Se esse foi o fim de Brady e Belichik nos Patriots, só temos que lamentar

Gustavo Faldon
Gustavo Faldon

         
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Se esse foi o fim de Brady e Belichik nos Patriots, só temos que lamentar

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[Programação] Playoffs da NFL tem semana de duelos de wild card. Fique ligado na agenda

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
New Orleans Saints enfrenta o Minnesota Vikings nos playoffs da NFL
New Orleans Saints enfrenta o Minnesota Vikings nos playoffs da NFL Getty

Temos uma boa e uma má notícia. Primeiro a boa notícia: a temporada da NFL só terá jogão a partir de agora, e todos com transmissão dos canais ESPN. A má notícia é que serão apenas 11 partidas antes de meses e meses de recesso da liga, e mais uma se você tiver boa vontade e contar o Pro Bowl. Tudo isso junto conspira para uma conclusão óbvia: não dá para perder mais nada, porque você vai curtir bastante e vai sentir falta.

A fase de wildcard começa neste sábado, tendo como atração principal o New England Patriots. O atual tricampeão da Conferência Americana perdeu o direito de folgar nesta abertura de playoffs com uma derrota em casa para o Miami Dolphins e é visto com desconfiança.  No domingo, o New Orleans Saints recebe o Minnesota Vikings e o Seattle Seahawks visita o Philadelphia Eagles. Enquanto isso, San Francisco 49ers, Green Bay Packers, Kansas City Chiefs e Baltimore Ravens já se preparam para as semifinais de conferência na próxima semana.

O clima de playoffs não fica restrito à NFL. O hóquei no gelo tem as semifinais da Champions Hockey League, a principal competição continental da modalidade na Europa. Três times suecos e um tcheco estão na briga, que também será transmitida nos canais ESPN.

Fique de olho na agenda de esportes americanos para não perder nada.

SÁBADO, 4 DE JANEIRO

NFL (playoffs)
18h35 - Buffalo Bills x Houston Texans (ESPN)
22h - Tennessee Titans x New England Patriots (ESPN)

NBA
22h - Boston Celtics x Chicago Bulls (ESPN 2)

NHL
15h - Edmonton Oilers x Boston Bruins (WatchESPN)

NCAA (futebol americano - bowls)
13h - Armed Forces Bowl: Southern Mississippi x Tulane (ESPN)

FUTEBOL AMERICANO ESCOLAR
15h30 - Blue-Gray All-American Bowl: Norte x Sul (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
14h - NC State x Clemson (WatchESPN)
14h - Wake Forest x Pittsburgh (WatchESPN)
14h - Oklahoma State x Texas Tech (WatchESPN)
14h - LSU x Tennessee (WatchESPN)
15h - Kansas State x Oklahoma (WatchESPN)
16h - Florida State x Louisville (WatchESPN)
16h - Virginia Tech x Virginia (WatchESPN)
16h - UConn x South Florida (WatchESPN)
16h - Buffalo x Miami-Ohio (WatchESPN)
16h - Missouri x Kentucky (WatchESPN)
18h - Notre Dame x Syracuse (WatchESPN)
18h - Ole Miss x Wichita State (WatchESPN)
18h30 - Auburn x Mississippi State (WatchESPN)
20h - Georgia Tech x North Carolina (WatchESPN)
20h - Iowa State x TCU (WatchESPN)
20h - Alabama x Florida (WatchESPN)
21h - Texas A&M x Arkansas (WatchESPN)
22h - Duke x Miami (WatchESPN)
22h -Texas x Baylor  (WatchESPN)
22h - Bradley x Northern Iowa (WatchESPN)
22h - King x Loyola (WatchESPN)
23h - SMU x Vanderbilt (WatchESPN)
0h - Air Force x UNLV (WatchESPN)
0h - Pepperdine x Gonzaga (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
16h - Buffalo x Miami-Ohio (WatchESPN)
17h - Kansas x Oklahoma State (WatchESPN)

DOMINGO, 5 DE JANEIRO

NFL
15h - Minnesota Vikings x New Orleans Saints (ESPN)
18h30 - Seattle Seahawks x Philadelphia Eagles (ESPN)

NHL
14h30 - San Jose Sharks x Washington Capitals (ESPN 2)

NCAA (basquete masculino)
15h - Marist x St. Peter's (WatchESPN)
16h - Iona x Monmouth (WatchESPN)
20h - Oregon State x Colorado (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
14h - Michigan State x Michigan (WatchESPN)
14h - Georgia Tech x Wake Forest (WatchESPN)
14h - Virginia x NC State (WatchESPN)
14h - Vanderbilt x Florida (WatchESPN)
16h - Duke x Louisville (WatchESPN)
16h - Arkansas x Auburn (WatchESPN)
16h - LSU x Missouri (WatchESPN)
16h - Cincinnati x Sourth Florida (WatchESPN)
16h - Florida State x Miami (WatchESPN)
16h - North Carolina x Virginia Tech (WatchESPN)
16h - Boston College x Pittsburgh (WatchESPN)
18h - Mississippi State x Georgia (WatchESPN)
18h - Notre Dame x Syracuse  (WatchESPN)
18h - Memphis x Houston (WatchESPN)
18h - Tennessee x Kentucky (WatchESPN)
20h - South Carolina x Alabama (WatchESPN)

SEGUNDA, 6 DE JANEIRO

20h - ESPN LIVE BUD (ESPN)

20h30 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NCAA (futebol americano - bowls)
21h30 - LendingTree Bowl: Louisiana x Miami-Ohio (ESPN)

NCAA (basquete masculino)
23h - West Virginia x Oklahoma State (WatchESPN)
23h - Southern x Prairie View A&M (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
21h - Ohio State x Maryland (WatchESPN)
21h - Ole Miss x Texas A&M (WatchESPN)

TERÇA, 7 DE JANEIRO

20h30 - NFL LIVE BUD (ESPN)

NHL
21h - Philadelphia Flyers x Carolina Hurricanes (ESPN)

CHAMPIONS HOCKEY LEAGUE (playoffs)
13h55 - Frölunda Indians-SUE x Lulea-SUE (ESPN 2)

NBA G-LEAGUE
21h - Wisconsin Herd x Fort Wayne Mad Ants (WatchESPN)
21h - Delaware Blue Coats x Westchester Knicks (WatchESPN)
22h - Austin Spurs x Oklahoma City Blue (WatchESPN)
0h - Rio Grande Valley Vipers x Stockton Kings (WatchESPN) 

NCAA (basquete masculino)
21h - Ohio State x Maryland (ESPN 2)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Florida x South Carolina (WatchESPN)
21h - Tennessee x Missouri (WatchESPN)
23h - Virginia Tech x Syracuse (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Ole Miss x Texas A&M (WatchESPN)
1h* - Jogo a definir (WatchESPN)
1h* - Jogo a definir (WatchESPN)

QUARTA, 8 DE JANEIRO

NBA
21h30 - Denver Nuggets x Dallas Mavericks (ESPN)
0h - Milwaukee Bucks x Golden State Warriors (ESPN)

NHL
21h30 - Winnipeg Jets x Toronto Maple Leafs (WatchESPN)

CHAMPIONS HOCKEY LEAGUE (playoffs)
13h55 - Djugarden-SUE x Mountfield-TCH (ESPN 2)

NBA G-LEAGUE
21h - Long Island Nets x Colorado Rapids Drive (WatchESPN)
0h - Iowa Wolves x South Bay Lakers (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Pittsburgh x North Carolina (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Mississippi State x Alabama (WatchESPN)
21h30 - Florida State x Wake Forest (WatchESPN)
22h - Kansas x Iowa State (WatchESPN)
23h - Duke x Georgia Tech (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Vanderbilt x Auburn (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
21h - Buffalo x Toledo (WatchESPN)
22h - West Virginia x Kansas (WatchESPN)

QUINTA, 9 DE JANEIRO 

20h30 - NFL LIVE BUD (ESPN)

NHL
21h - Edmonton Oilers x Montréal Canadiens (ESPN)

NBA G-LEAGUE
21h - Capital City Go-Go x Maine Red Claws (WatchESPN)
22h - Canton Charge x Wisconsin Herd (WatchESPN)
22h30 - Northern Arizona Suns x Austin Spurs (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino) 
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - St. Peter's x Siena (WatchESPN)
21h - Louisiana Tech x UTSA (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Murray State x Jacksonville State (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)
1h* - Jogo a definir (WatchESPN)
1h* - Jogo a definir (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
13h - Quinnipiac x Rider (WatchESPN)
19h - Austin Peay x Tennessee Tech (WatchESPN)
20h - Duke x Virginia (WatchESPN)
21h - Georgia Tech x Florida State (WatchESPN)
21h - NC State x North Carolina (WatchESPN)
21h - Vanderbilt x Georgia (WatchESPN)
21h - Arkansas x South Carolina (WatchESPN)
21h - Boston College x Notre Dame (WatchESPN)
21h - Mississippi State x Missouri (WatchESPN)
21h - Florida x Auburn (WatchESPN)
21h - Pittsburgh x Virginia Tech (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Gardner-Webb x Campbell (WatchESPN)
21h - East Tennesse State x UNC Greensboro (WatchESPN)
22h - Louisville x Miami (WatchESPN)
22h - Tennessee x Ole Miss (WatchESPN)
22h - Kentucky x Alabama (WatchESPN)
23h - LSU x Texas A&M (WatchESPN)

SEXTA, 10 DE JANEIRO 

20h - NFL LIVE BUD (ESPN)

21h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA
22h - New Orleans Pelicans x New York Knicks (ESPN)
0h30* - Golden State Warriors x Los Angeles Clippers (ESPN)

* Do dia seguinte

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 4 de janeiro, 10h.

Fonte: ESPN

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James Harden nos acostumou com o absurdo e passou a ser subestimado

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

         
    

James Harden terminou a década de 2010 como o maior cestinha do período. Com 19578 pontos anotados entre 1º de janeiro de 2010 e 31 de dezembro de 2019, o camisa 13 do Houston Rockets superou LeBron James, o segundo colocado, por mais de 200 pontos.

Vale lembrar que James Harden não era titular até a temporada 2012/2013, sendo "apenas" sexto homem na época de Oklahoma City Thunder. O que explica o feito do Barba? A sua capacidade absurda de pontuar que fez a gente se acostumar com o absurdo.

Nesta temporada, Harden tem média de 38,2 pontos por jogo, a maior marca desde 1986/87 quando Michael Jordan atingiu 37,1 pontos por partida.
Na reta final de dezembro, o Barba teve uma sequência de 9 jogos em que fez 39,2 pontos por jogo com 52,1% de aproveitamento dos arremessos e 48,3% do perímetro e quase ninguém falou sobre isso e, principalmente, o quão absurdo é.

James Harden passou a ser subestimado
James Harden passou a ser subestimado Stacy Revere/Getty Images

Passamos a tratar uma temporada de 38,2 pontos, 7,5 assistências, 46% de FG e 38% de 3PT (além de 62,4% de true shooting e 56,7% eFG) como algo normal e "não merecedora" do prêmio de jogador mais valioso da temporada.

James Harden faz coisas absurdas com tamanha constância que o absurdo virou normal e, portanto, o camisa 13 está passando a ser subestimado. Não se fala mais em nenhum feito do Barba que não seja fazer 60 pontos em uma partida.

Quem tenta diminuir os feitos de Harden cai nos mesmos papos de sempre: o de que ele cava muitas faltas, bate muitos arremessos livres e, portanto, pontua bastante por isso. Esquecem, por exemplo, que ele fez 55 pontos contra o Cleveland Cavaliers e 54 contra o Orlando Magic batendo 5 e 6 lances livres, respectivamente.

James Harden é um jogador histórico. O melhor cestinha desde Michael Jordan na NBA e alguém capaz de fazer 50 pontos em uma partida parecerem "normais" ou "irrelevantes". É preciso dar a devida importância histórica para o camisa 13 enquanto sua carreira está ativa e não só depois de sua aposentadoria.

Apreciem o maior pontuador da década. E não deixem a narrativa corromper a visão. Não subestimem James Harden. Tratem-o como o jogador histórico que ele é.


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