Parabéns, Everaldo! Relembre três narrações marcantes do narrador que faz aniversário

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Neste dia 29 de julho, o nosso narrador Everaldo Marques completa 41 anos de idade! Para comemorar, separamos três narrações marcantes que provam que o Everaldo é RI-DÍ-CU-LO!


Nas Finais da NBA de 2014, o Miami Heat estava perdendo a série por 3 a 2 para o San Antonio Spurs e via o rival texano muito próximo do título. Foi quando Ray Allen entrou em ação e salvou a equipe, que venceria a série na sétima partida. Everaldo narrou assim:


Em 2016, o Cleveland Cavaliers se tornaria o primeiro time da história da NBA a virar uma série de final após estar perdendo por 3 a 1. No Jogo 7 diante do Golden State Warriors, LeBron James deu um toco em Iguodala que entrou para a história da liga!

Por fim, um jogo de temporada regular que não prometia muito, mas acabou tirando uma das melhores narrações de Everaldo. Em Golden State Warriors x Utah Jazz, Curry aprontou das suas, acertou um arremesso do meio da quadra e levou Evê e Bulga a loucura!


         
    
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[Programação] É hora de conhecer o novo campeão da World Series

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Houston Astros comemora vitória na World Series de 2017
Houston Astros comemora vitória na World Series de 2017 Getty

A World Series não dá tempo para piscar. As finais da MLB mal começaram e já serão decididas nesta semana. Entre domingo  e a próxima quarta será conhecido o novo campeão da Major League Baseball, com os confrontos 5, 6 e 7 entre Washington Nationals e Houston Astros. 

Os Astros buscam o segundo título em três anos, enquanto que os Nats tentam sua primeira conquista na história. O time da capital americana ainda representaria a segunda World Series para um jogador brasileiro, pois Yan Gomes é um dos catchers da equipe (Paulo Orlando foi campeão com o Kansas City Royals em 2015).

Aproveite bem, pois é a única semana do ano em que as quatro principais ligas esportivas dos Estados Unidos estão em atividade ao mesmo tempo. E podem ser cinco, se considerarmos o futebol americano universitário.

Veja abaixo a programação de esportes americanos da ESPN.

SÁBADO, 26 DE OUTUBRO

NBA
18h - Miami Heat x Milwaukee Bucks (ESPN)

MLB (finais)
21h - Houston Astros x Washington Nationals (ESPN)

NHL
20h - St. Louis Blues x Boston Bruins (ESPN 2)

NCAA (futebol americano)
20h37 - Notre Dame x Michigan (ESPN Extra)
13h - Oklahoma x Kansas State (WatchESPN)
13h - Bryant x Robert Morris (WatchESPN)
13h - Bowling Green x Western Michigan (WatchESPN)
13h - Mississippi State x Texas A&M (WatchESPN)
13h - Appalachian State x South Alabama (WatchESPN)
13h - Miami x Pittsburgh (WatchESPN)
13h - Iowa x Nothwestern (WatchESPN)
14h - Howard x North Carolina A&T (WatchESPN)
15h - Delaware State x North Carolina Central (WatchESPN)
16h - Eastern Kentucky x Eastern Illinois (WatchESPN)
16h - Florida A&M x Morgan State (WatchESPN)
16h30 - Penn State x Michigan State (WatchESPN)
16h30 - Furman x Western Carolina (WatchESPN)
16h30 - Alabama A&M x Alabama State (WatchESPN)
16h30 - Maruland x Minnesota (WatchESPN)
16h30 - Syracuse x Florida State (WatchESPN)
16h30 - Akron x Northern Illinois (WatchESPN)
16h30 - Virginia x Louisville (WatchESPN)
16h45 - South Florida x East Carolina (WatchESPN)
17h - Murray State x Jacksonville State (WatchESPN)
17h - South Carolina State x Bethune-Cookman (WatchESPN) 
17h - South Carolina x Tennessee (WatchESPN)
17h - Duke x North Carolina (WatchESPN)
20h - Arkansas x Alabama (WatchESPN)
20h - UCF x Temple (WatchESPN)
20h30 - Boston College x Clemson (WatchESPN)
20h30 - Colorado State x Fresno State (WatchESPN)
20h30 - Missouri x Kentucky (WatchESPN)
21h - Louisiana Tech x UTEP (WatchESPN)
23h15 - Utah State x Air Force (WatchESPN)
23h30 - Washington State x Oregon (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
20h - Daemen x Syracuse (WatchESPN)
20h - Northwest Missouri State x Duke (WatchESPN)

DOMINGO, 27 DE OUTUBRO

NFL
14h - Philadelphia Eagles x Buffalo Bills (ESPN)
14h - Arizona Cardinals x New Orleans Saints (ESPN Extra)
17h - Carolina Panthers x San Francisco 49ers (ESPN 2)
17h25 - Cleveland Browns x New England Patriots (ESPN)
21h15 - Green Bay Packers x Kansas City Chiefs (ESPN 2)

MLB (finais)
21h - Houston Astros x Washington Nationals (ESPN)

NHL
20h - Los Angeles Kings x Chicago Blackhawks (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
20h - Mount Olive x NC State (WatchESPN)

SEGUNDA, 28 DE OUTUBRO

20h15 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NFL
21h15 - Miami Dolphins x Pittsburgh Steelers (ESPN)

TERÇA, 29 DE OUTUBRO

NBB
18h50 - Franca x Basquete Cearense (ESPN)

MLB (finais)
21h - Washington Nationals x Houston Astros (ESPN)

NHL
20h - San Jose Sharks x Boston Bruins (ESPN 2)

NCAA (basquete masculino)
20h - Capital Unviersity x Notre Dame (WatchESPN)
20h - Bellarmine x Louisville (WatchESPN)
21h - Carleton University x Syracuse (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
19h - Nova Southeastern x Miami (WatchESPN)
20h - Carson-Newman x Tennessee (WatchESPN)

QUARTA, 30 DE OUTUBRO

NBA (pré-temporada)
20h30 - Milwaukee Bucks x Boston Celtics (ESPN 2)
23h - Los Angeles Clippers x Utah Jazz (ESPN 2)

MLB (finais)
21h - Washington Nationals x Houston Astros (ESPN)

NHL
20h30 - Edmonton Oilers x Columbus Blue Jackets (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
20h - Fort Valley State x Duke (WatchESPN)
20h - Flagler x Miami (WatchESPN)

QUINTA, 31 DE OUTUBRO 

NFL
21h15 - San Francisco 49ers x Arizona Cardinals (ESPN)

NHL
21h - Calgary Flames x Nashville Predators (ESPN 2)

NCAA (futebol americano)
21h - West Virginia x Baylor (WatchESPN)
21h - Georgia Southern x Appalachian State (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
20h30 - Pittsburgh State x Kansas (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
20h - Anderson x NC State (WatchESPN)

SEXTA, 1º DE NOVEMBRO 

19h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA
20h - Houston Rockets x Brooklyn Nets (ESPN)
22h30 - Los Angeles Lakers x Dallas Mavericks (ESPN)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 26 de outubro, 14h.

Fonte: ESPN

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Giannis é a adaptação de Shaq à NBA moderna

Matheus Zucchetto
Matheus Zucchetto


30 pontos, 13 rebotes, 11 assistências.

Foram estes os números de Giannis Antetokounmpo em sua estreia na temporada 2019-20 da NBA - e o Milwaukee Bucks venceu o Houston Rockets de James Harden e Russell Westbrook. Os números são assustadores, mas já se tornaram comuns para o atual MVP da liga. Outra coisa que já é corriqueira para o grego? A comparação a Shaquille O'Neal. 

Mas, não, Giannis não é o novo Shaq. Nem é uma evolução do lendário pivô tetracampeão da NBA. Digamos que ele é a adaptação de O'Neal ao basquete moderno, e sua primeira partida na temporada ajuda a mostrar isso.

Dos 17 arremessos que tentou contra os Rockets, 9 foram dentro do garrafão - e oito foram convertidos. Algo similar ao que Shaq fazia em seus tempos de jogador e, desde o ano passado, principal razão para que Giannis tivesse seu nome ligado ao do antigo pivô.

"Nunca dei meu nome para alguém antes, mas vou fazer isso por ele. É o novo Super-Homem. Ele está dominando, e eu era assim também. Ele domina o garrafão, ataca o aro, enterra. Eu eu também não arremessava bolas de três", disse Shaq em novembro de 2018.



A última parte da fala de O'Neal é o que divide os estilos dos dois. Giannis não tentava chutes de três pontos. Mas as coisas estão mudando. Contra Houston, Antetokounmpo arremessou três vezes de meia-distância e não errou. Foram cinco bolas de três, e duas delas caíram.

Não existem mais dúvidas que a NBA não é a mesma dos tempos de Shaq (oito anos já se passaram desde que The Diesel se aposentou). As posições perderam importância, e a função é o que define os quintetos que vão à quadra. No caso dos Bucks, um time que gosta de aproveitar os rebotes defensivos para acelerar no contra-ataque, Antetokounmpo é o grande responsável por carregar a bola. E ele se aproveita disso como ninguém.

A consequência das táticas de Milwaukee é o aumento do número de assistências de Giannis - seis de seus 15 triplos-duplos foram feitos desde o começo da temporada passada.

Antetokounmpo antes de jogo dos Bucks na NBA
Antetokounmpo antes de jogo dos Bucks na NBA Getty

A própria forma como ele domina o garrafão é diferente do estilo de Shaq. O grego tem, sim, seus momentos de pivô em que usa os 2,11m que tem de altura para pontuar. Mas ele cria boa parte dos lances se movimentando e partindo do perímetro para atacar a cesta.

Giannis não é Shaq, mas é sua versão atualizada aos moldes do basquete moderno. E assim como aconteceu 20 anos atrás, a NBA sabe quem é o jogador mais dominante do mundo.

*E não vamos esquecer: os lances livres são dor de cabeça para os dois.

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A benção de Zion Williamson pode ser própria maldição

Pedro Suaide
Pedro Suaide

Nunca vimos um jogador como Zion Williamson. Por mais que você já tenha lido isso dezenas de vezes, não deixa de ser verdade.

São 2,01 metros de altura e 129 kg nas costas. Se fosse só isso, ok. O que o torna único é sua explosão e velocidade, fora do normal para jogadores mais leves - sejam eles mais altos ou mais baixos.  Além disso, seu controle de bola também é fora da curva.

Voa, Zion! Lonzo Ball manda passe da parte de trás da quadra, e calouro dos Pelicans sobe para ponte aérea na NBA

NESTA SEXTA-FEIRA, ÀS 21H, OS PELICANS ENCARAM OS MAVERICKS AO VIVO NA ESPN 2 E NO WATCHESPN - NÃO PERCA!

Seu desenvolvimento físico o faz jogar em qualquer nível de competição como se fosse o melhor atleta dentro de quadra. No Ensino Médio, era humilhante. Na Universidade, fácil. Na NBA, parece que ainda será muito dominante. 

Sem um arremesso confiável, Zion baseia seu jogo em 'trombadas'.  Ele consegue vir de fora da linha dos três batendo a bola com velocidade, vencendo o primeiro defensor no drible. Sua meta sempre é arremessar a um metro ou menos de distância da cesta, onde é mortal. Mas com apenas 2,01 metros isso se torna difícil, já que os pivôs são muito mais altos. 

Aí que vem sua benção. Seja com sua impulsão para chegar enterrando ou, principalmente, com sua força no chão, ele abre espaços. Tromba em um, dá ombrada em outro, gira, sobe, cesta.

Abaixo, veja seus arremessos contra os Bulls na pré-temporada.

O problema é que sua aptidão física pode ser sua maldição. Por ser muito pesado e não tão alto, Zion se torna extremamente denso. E todo esse peso pode ser muito para seus joelhos e pés aguentarem. Pode ser que não. 

A lesão que obrigou uma cirurgia no menisco e o tirou das primeiras semanas na temporada não tem relação com seu peso, disse David Griffin, diretor dos Pelicans.

"A ideia de que isso (lesão) aconteceu de alguma forma porque Zion está em más condições físicas é apenas estúpida".

Zion por Zion: em suas próprias palavras, fenômeno relembra caminho até a NBA

Não dá para saber se isso é verdade ou história para boi dormir, mas Griffin trouxe um bom exemplo do que é Zion: 

“Esse cara é uma aberração da natureza. Quando passou pelo exame físico, ele correu na esteira por mais tempo do que qualquer um precisou no teste de estresse cardiorrespiratório para aumentar sua frequência cardíaca. Isso aconteceu porque ele foi tocado pela mão de Deus. Ele está em condição de elite."

Em Duke, a lesão foi para a conta do tênis. Agora não temos explicação. Só resta esperar que sua carreira não seja destruída ou até mesmo freada por lesões. Ele é muito especial para isso.



Zion domina mais uma vez, acerta até bola de três e comanda vitória dos Pelicans sobre o Jazz na NBA

Fonte: Pedro Suaide

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A benção de Zion Williamson pode ser própria maldição

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‘Fórum 360 Basquete’ vai reunir profissionais do mercado em amplo debate sobre a modalidade

NBA na ESPN
NBA na ESPN

Um olhar sobre a modalidade que mais cresce no país. Esse é o objetivo do ‘Fórum 360 Basquete: Cenário, Mercado e Mídias’, evento que será realizado em 9 de novembro, no auditório da Academia Competition (São Paulo), reunindo profissionais do mercado para um dia repleto de debates sobre o basquete. Na programação, painéis de debates reunindo mais de 25 convidados, entre eles jornalistas (TV, rádio, Internet e impresso), executivos de marcas, agências e plataformas digitais e nomes do esporte, além de apresentações de representantes de entidades, como NBA (National Basketball Association), NBB (Novo Basquete Brasil), CBB (Confederação Brasileira de Basketball) e LBF (Liga de Basquete Feminino).

As inscrições já estão abertas pelo site www.360forum.com.br e são limitadas. Parte da renda será transformada em doação à Cruz Vermelha do Brasil. O evento é uma realização de MPC Rio Comunicação, Old Coach Branding e Think Sports, com apoio de ACEESP (Associação de Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo), Academia Competition e Cruz Vermelha do Brasil. Mais informações pelo email contato@360forum.com.br e no perfil oficial no Instagram @360.forum.

Abaixo a programação do evento* *sujeito a alterações por parte da organização

8h – Check-In 8h45min – Boas-Vindas e Apresentação do Fórum 360 Basquete Samy Vaisman (MPC Rio Comunicação) e Antônio Romero (OC Branding) 

9h – Mesa de Debate: Momento do Basquete e Atuação da Imprensa/Mídia Participantes: Marcius Azevedo (O Estado de SP), Marcos Guedes (Grupo Folha), Fábio Balassiano (Blog Bala na Cesta / UOL) e Erick Castelhero (ACEESP). Mediador: André Sanches (CBN / Rádio Globo) 

9h55 – Palestra NBA (Rodrigo Vicentini – Head da NBA no Brasil) 10h35 – Coffee Break 10h50 – Palestra NBB (Guilherme Buso – Diretor de Comunicação do NBB) 11h35 – Palestra CBB (nome a confirmar) 

12h20 – Palestra LBF (Ricardo Molina – Presidente da Liga de Basquete Feminino) 

13h – Intervalo 

14h – Reunião de Pauta: Novas Histórias na Mídia Participantes: Daniel Minozzi (TV Globo/SporTV), Rubens Pozzi (ESPN), José Emílio Ambrósio (TV Bandeirantes) e Márcio Moron (Fox Sports). Mediador: José Renato Ambrósio (TV Globo / SporTV) 

15h15 – Conteúdo Digital / Streaming Participantes: Gustavo Poloni (Twitter), Renan Prates (DAZN), João Fernandes (OC Branding) – representante Facebook a confirmar. Mediador: Fernando Medeiros 

16h30 – Coffee Break 

16h45 – Marcas, Marketing e Gestão Participantes: Rodrigo Lopes (Nestlé), Arthur Borelli (Think Sports), ‘Magic’ Paula (campeã mundial) e Diego Garcia (Nike). Mediador: Erich Beting (Máquina do Esporte) 18h – Considerações Finais e Encerramento

Mais informações: Fórum 360 Basquete

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Esqueça, Zion! Há 60 anos, NBA começava a ver o calouro mais monstruoso de sua história

Gustavo Faldon
Gustavo Faldon

A cada ano os 60 novos jogadores que entram na NBA via Draft causam furor e, acima de tudo, expectativa, já que fãs e crianças ao redor do mundo sabem de cor todas as suas enterradas na carreira antes mesmo dele vestir um uniforme da liga de basquete profissional.

E se a expectativa em cima de Zion Williamson é a maior em cima de um calouro desde LeBron James, há 60 anos um calouro elevava à enésima potência as definições de ser dominante. 

Foi em 24 de outubro de 1959 que Wilt Chamberlain fez seu primeiro jogo na NBA, pelo Philadelphia Warriors. O resultado final foi 118 a 109 para os Warriors, com astronômicos 43 pontos e 28 rebotes de Wilt. 

Só não é possível “pirar” mais nas estatísticas porque na época não contabilizavam roubos de bola e tocos.

Wilt Chamberlain foi de longe, em termos estatísticos, o melhor calouro que a NBA já viu. Ele terminou sua primeira temporada na liga com 37,6 pontos, 27 rebotes, 46% nos chutes e 2,3 assistências de média. Isso porque ele teve aproveitamento de apenas 58% nos lances livres, batendo 13,8 por jogo.

Foram 28 jogos com pelo menos 30 pontos, 27 com ao menos 40 pontos e cinco partidas com 50 ou mais pontos.

Além disso, foram 62 jogos com mais de 20 rebotes. Wilt Chamberlain realmente era de outro planeta.

Fonte: Gustavo Faldon

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Na quadra e nas redes sociais: a temporada mais empolgante da história da NBA está apenas começando

Matheus Zucchetto
Matheus Zucchetto

Stephen A. Smith é um homem polêmico. Se você não o conhece, faço uma pequena apresentação: imagine um comentarista que abraça a polêmica ao máximo, se envolve em provocações e não tira o pé ao dar sua opinião. Imaginou? 

Como qualquer um que vive na TV e nas redes sociais de hoje em dia, Stephen A. é amado e odiado por muitos. Mas não há como negar sua experiência na cobertura dos esportes americanos. E no dia da abertura da temporada 2019-20 da NBA, ele usou sua conta no Twitter para dizer algo que, talvez, muita gente não tenha levado em conta.

"Estou cobrindo a NBA há 25 anos. Nunca estive tão empolgado por uma temporada."

E preciso concordar, a NBA terá um ano histórico pela frente por vários motivos. É bom abrir os olhos para não perder o que está prestes a acontecer.

Antes de qualquer coisa, o nível de talento da liga aumentou de forma assustadora nos últimos 15 anos - a invasão dos europeus é uma das razões. Giannis Antetokounmpo é o atual MVP.  Nikola Jokic e Joel Embiid são candidatos. Luka Doncic foi o Calouro do Ano, e Rudy Gobert, o Melhor Defensor na temporada passada. As promessas que deixam o basquete universitário se desenvolvem cada vez mais - Zion chega com o potencial para mudar a franquia, assim como Donovan Mitchell, Trae Young, Ben Simmons, Jamal Murray e vários outros estão fazendo.

A maior prova do equilíbrio da NBA é Kawhi Leonard. Em um Leste sem dono, ele carregou o Toronto Raptors ao título. Agora, volta para casa, Los Angeles, mas com a camisa dos antes ignorados Clippers.

Mas vamos falar sobre algo que vai além do que acontece dentro das quadras.

A NBA se tornou o grande exemplo de um negócio que tomou conta das redes sociais. Se você ainda não tentou, experimente uma noite de #NBATwitter para entender o que quero dizer. Lances, reações, threads... e não falo apenas dos perfis norte-americanos. A mania já pegou no Brasil - e até trouxe o Orlando Magic, que se tornou a primeira franquia a ter uma conta oficial no país.

Os jogadores ganharam ainda mais voz - graças aos 280 caracteres do Twitter -, e o fã está mais perto de seus ídolos. É o modelo perfeito para quem quer se apaixonar pelo esporte. Isso sem falar da quantidade de jogos transmitidos - 175 só nos canais ESPN e no WatchESPN.

 Stephen A. é, sim, um comentarista polêmico. Mas ele acertou no alvo. A NBA é global e tem a companhia de uma legião de fãs que impressiona ano após ano. Dentro das quadras, é impossível prever o que vai acontecer - principalmente depois do que vimos na offseason. Nas redes sociais, o crescimento é constante. 

É hora de aproveitar. A temporada mais empolgante da história da NBA está apenas começando.

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Programa Sem Nome #1: Quem vai ser o campeão da NBA? E o MVP?

Leonardo Sasso
Leonardo Sasso

A temporada da NBA começa hoje e várias questões são levantadas antes dela começar: quem será o campeão? Quem vai surpreender? Calouro do ano? MVP?

São inúmeras questões, mas a dupla Guilherme Sacco e Leonardo Sasso, do Blog do ESPN League, tentou respondê-las.

Uma previsão da temporada, das duas conferências e também palpites para os prêmios individuais.

Conferência Leste

Conferência Oeste

Palpites


Fonte: Leonardo Sasso

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Programa Sem Nome #1: Quem vai ser o campeão da NBA? E o MVP?

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Cinco motivos para acompanhar a World Series

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Troféu da World Series
Troféu da World Series Getty

Sete jogos em nove dias, no máximo. Não há nem tempo para respirar direito e, quando menos se espera, já saiu o novo campeão da Major League Baseball. A World Series começa nesta terça, com Washington Nationals e Houston Astros se enfrentando em uma série que deve ser marcada como uma das mais bem arremessadas da história.

Se você estava muito absorvido pelas primeiras rodadas da NFL ou ligado demais nos preparativos para a temporada da NBA, aí vão cinco bons motivos para reservar os próximos dias para dar uma atenção ao beisebol.

Obs.: os jogos serão dias 22, 23, 25, 26, 27, 30 e 31 de outubro, sempre às 21h de Brasília. Para mais informações, acesse a página de programação deste site. Para tirar dúvidas sobre beisebol, fiz um fio no meu Twitter com links para vários texto e vídeos explicativos.

Tem brasileiro na parada

Yan Gomes é o catcher do Washington Nationals. O time promove um rodízio entre o brasileiro e Kurt Suzuki na posição, mas Yan foi melhor ofensivamente nas finais da Liga Nacional -- a MLB o elegeu como melhor na posição nas duas decisões de liga -- e deve ter muitas oportunidades na World Series.

Não é a primeira vez que o catcher chega à finalíssima da MLB. Em 2016 ele estava no time do Cleveland Indians que foi derrotado pelo Chicago Cubs na decisão. No entanto, o brasileiro voltava de contusão e pouco apareceu nos sete jogos.

Caso o título vá à capital americana, Yan -- que é torcedor do Santos e usa a camisa 10 em homenagem a Pelé -- se tornaria o segundo brasileiro a conquistar a World Series. Em 2015, Paulo Orlando foi campeão pelo Kansas City Royals.

Arremessadores

Se alguém fizer um ranking dos cinco melhores arremessadores do mundo neste momento, a lista muitíssimo provavelmente terá três nomes que estarão na World Series: Max Scherzer (Nationals), Justin Verlander e Gerrit Cole (Astros). Se o tal ranking for de dez melhores, aparece mais um, Stephen Strasburg (Nationals), com chance de ainda outro, Zack Greinke (Astros).

Os Astros têm em Verlander e Cole os dois candidatos mais fortes a título de Cy Young (melhor arremessador) da Liga Americana nesta temporada. Os Nationals conseguiram levar dois no-hitters além da sexta entrada contra o St. Louis Cardinals na final da Liga Nacional.

Quer mais evidências? Dos dez arremessadores com mais strikeouts na temporada, cinco estarão na World Series. É apenas o segundo confronto na história da World Series com os dois times com mais strikeouts na temporada regular. Aliás, os Astros são o time com mais percentual de eliminações por strike na história da temporada regular… e os Nationals na história dos playoffs.

As duas rotações são incrivelmente talentosas e tendem a dar o ritmo dos confrontos: jogos de placares baixos, com times tentando transformar em corrida qualquer migalha de produção ofensiva, sobretudo nas primeiras entradas. Isso los leva para o quarto item...

Jogos tensos

O beisebol é um esporte mais relaxado na temporada regular. São 162 jogos, perder algumas dezenas no caminho é aceitável e, com partidas quase todo dia, muitas vezes não vale a pena se matar para ganhar em uma noite se o esforço prejudicar os próximos compromissos.

Nos playoffs é tudo diferente. A intensidade é brutal, pois cada arremesso, cada rebatida, pode fazer todos aqueles meses de jogos e mais jogos irem pela janela. Não se pode dar margem para nada, e a estratégia de treinadores e pressão sobre os jogadores chega ao limite. Claro, isso passa para o torcedor, que tem a oportunidade de ver uma das modalidades mais tensas que existem.

Fim de um tabu?

O Washington Nationals surgiu em 2005, depois de o Montréal Expos se mudar para a capital americana. A franquia nunca conquistou nenhum título (aliás, essa é a primeira vez que chega a uma final). Mas o tabu também se estende à cidade.

Washington teve duas outras franquias, ambas chamadas Washington Senators. A primeira foi fundada em 1901 e ficou na capital americana até 1960. Nesse período, conquistou apenas um título, em 1924, e chegou à World Series em 1925 e 1933. A segunda surgiu em 1961 e ficou apenas 11 anos na cidade (mudou-se para Dallas e virou oTeas Rangers), sem nunca disputar os playoffs.

Dessa forma, a torcida de Washington não vê um título há 95 anos e não vê um jogo sequer da final há 86. Uma vitória dos Nationals recolocaria a capital americana no mapa do beisebol e ajudaria a manter o bom momento da cidade, que celebrou recentemente o título da NHL (Capitals em 2018) e da WNBA (Mystics em 2019).

Dinastia texana?

A MLB tem fama de ser uma liga previsível, mas nada poderia estar mais longe da verdade. Não há campeão repetido desde o New York Yankees em 1998-99-2000. Esses 19 anos são a maior série da história da liga sem repetir campeão, igualando a maior da NBA (entre 1969 e 87). A maior série da NFL é a atual, de 14 anos (desde Patriots 2004-05) e a maior da NHL foi entre 1999 e 2016 (com um ano de greve no meio).

Então, falar em dinastia no beisebol tem sido difícil, mas o Houston Astros talvez se candidate a uma pequena. O time texanos foi campeão em 2017 e caiu na final da Liga Americana em 2018 (seria, digamos, terceiro colocado no campeonato). Agora está na final novamente, com uma base forte e que deve seguir competitiva por mais alguns anos. 

Considerando que a divisão demorará um pouco para ter um concorrente à altura e a gestão do clube é agressiva na busca por título, é uma franquia que tem boas chances de seguir entre as melhores e, eventualmente, levantar um ou outro troféu a mais em um futuro próximo.

Fonte: Ubiratan Leal

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Pouca mídia, muito jogo: 5 calouros e 5 segundo-anistas que você precisa ficar de olho na temporada da NBA

Pedro Suaide
Pedro Suaide

A NBA CHEGOU!

É difícil conter os ânimos, mas sim, mais uma temporada está começando após um frio e longo inverno. Para entrar no clima, que tal conhecer cinco calouros e mais cinco segundo anistas under the radar?  Aqueles jogadores que talvez você não conheça tão bem, mas podem muito bem brilhar!

Calouros

Matisse Thybulle - Philadelphia 76ers

Melhor defensor universitário dos últimos anos, Thybulle terá um impacto imediato na NBA. Na Universidade de Washington, foi protagonista de uma marcação por zona, conseguindo 3,5 roubos de bola e 2,3 tocos por jogo na última temporada.

Além da força marcando, já chega com um arremesso confiável da linha dos três pontos e uma inteligência acima da média. Vindo do banco, será peça fundamental nos Sixers, que visam o título.

Nickeil Alexander-Walker - New Orleans Pelicans

O armador canadense chegou no time do momento e mostrou que merece sua vaga na rotação. Arremesso longo, QI de jogo, velocidade, bom passe... O garoto tem tudo.

Na Summer League, destacou-se muito e recebeu espaço na pré-temporada, participando de momentos decisivos em jogos e foi fundamental em vitórias dos Pelicans.

Tyler Herro - Miami Heat

Um gatilho! Herro veio de Kentucky prometendo uma coisa: bola de três. Na Summer League e na pré-temporada mostrou que sabe o que está fazendo. De uma escolha um tanto quanto despretensiosa já se tornou um jogador importante na rotação de Miami.

Provou que consegue chutar tanto recebendo a bola de passe quanto criando a situação com seu próprio drible. Além disso, entra em quadra com uma mentalidade vencedora e altíssima confiança.

Brandon Clarke - Memphis Grizzlies

Um dos jogadores universitários mais atléticos do último ano (talvez só atrás de Zion), Clarke consegue correr, pular, defender e estar em todos os lugares da quadra.

Caiu para a 21ª escolha do draft após temporada meteórica por Gonzaga e foi escolhido por Memphis, onde poderá dominar o garrafão com Jaren Jackson Jr. O arremesso ainda é um problema que precisa ser resolvido, mas o domínio de força e o poder defensivo já fazem dele um jogador muito empolgante.

Jordan Poole - Golden State Warriors

Se tem algo que os Warriors sabem fazer é draftar. É claro que não tem como dizer que Poole será o próximo Curry, Klay ou Green, mas o garoto de Michigan foi uma ótima garimpada de Steve Kerr e cia.

O arremesso longo é natural e parece que sai automaticamente. Ainda apresenta ótimo entendimento de como se movimentar no sistema ofensivo do time da Califórnia. A defesa é um problema, mas ele é o tipo de jogador que pode explodir e pontuar absurdos em qualquer noite.

Segundo anistas

Shai Gilgeous-Alexander - Oklahoma City Thunder

O jogador mais subestimado de sua classe. Foi escolhido na 11ª posição pelos Clippers e fez uma temporada incrível - mais pelo que jogou do que pelos números que acumulou. No fim da temporada, foi moeda de troca para o time de LA conseguir Paul George, e agora defende o Thunder.

O armador canadense já ganha vantagem por seu tamanho, muito alto e com braços longos para a posição. Tem um arremesso de três pontos muito constante e tem facilidade para finalizar ou passar após infiltrar o garrafão. Agora, com ainda mais espaço em uma franquia se reconstruindo, pode se consolidar. 

Miles Bridges - Charlotte Hornets

Como calouro conquistou seu espaço em Charlotte. Agora, sem Kemba Walker, pode se tornar o dono dos Hornets. 

Ainda é muito cru, principalmente na percepção de bons arremessos, mas apresenta potencial de ser um jogador completo. Seu poder físico é muito acima da média, o que já o torna um dos jogadores com melhores enterradas na liga e aumenta seu teto como um bom reboteiro para sua altura.

Loonie Walker - San Antonio Spurs

Como bem conhecemos Gregg Popovich, não é fácil ser um calouro e ter espaço com o treinador. Loonie foi selecionado na 18ª posição de 2018 após ótima temporada pela Universidade da Flórida e parece ser o encaixe perfeito para a posição 3 do time de San Antonio.

Walker lembra o jovem Kawhi Leonard, antes de evoluir e alcançar o estrelato. A defesa é boa, o arremesso de média e longa distância também. Sua solidez e principalmente inteligencia chamam atenção.

Landry Shamet - Los Angeles Clippers

Shamet é um caso curioso. Foi escolhido pelos Sixers e de cara se tornou um jogador fundamental vindo do banco. Logo foi trocado para os Clippers na negociação que levou Tobias Harris para Philadelphia, e em LA continuou mostrando do que era capaz. Agora que o time da Califórnia tem duas das maiores estrelas da liga, pouco se fala sobre Shamet, mas seu valor é gigante.

O garoto é um arremessador nato, daqueles que chegam prontos à liga. Seu trabalho de pés para achar espaços entre bloqueios e arremessar é outro ponto forte. Será fundamental vindo do banco para os Clippers buscarem o título da NBA.

Mitchell Robinson - New York Knicks

O pivô não jogou basquete universitário e foi selecionado pelos Knicks na 36ª escolha de 2018. Em sua primeira temporada na equipe, foi o substituto de Enes Kanter e depois de DeAndre Jordan, mas conquistou a torcida. Será o titular neste ano, merecidamente.

Foi o jogador com maior média de tocos por minuto em toda a NBA na última temporada. Seus braços longos fazem ele conseguir fechar o garrafão e alcançar arremessadores fora dos três pontos - já é um defensor temido. No ataque, pode se tornar uma máquina de pontes aéreas, e já revelou estar treinando para ser um bom arremessador de longa distância. Falta um certo refinamento no seu jogo ainda, mas parece ser apenas questão de tempo.

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Pouca mídia, muito jogo: 5 calouros e 5 segundo-anistas que você precisa ficar de olho na temporada da NBA

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A lesão não interfere em nada: Zion Williamson ainda será o calouro do ano

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

         
    

O New Orleans Pelicans divulgou nesta segunda-feira que Zion Williamson passou por uma cirurgia e ficará afastado de seis a oito semanas no começo da temporada.

Com o histórico do jogador e o tempo de recuperação, começaram a surgir as dúvidas: Zion será um 'bust'? Zion perdeu o prêmio de calouro do ano? As lesões transformarão Zion Williamson em um Greg Oden 2.0?

A resposta para todas as perguntas é a mesma: não. Principalmente para a disputa do prêmio de calouro do ano. Mesmo ficando dois meses afastado, a primeira escolha do Draft de 2019 receberá o troféu de rookie da temporada.

Enterradas de Zion serão o suficiente
Enterradas de Zion serão o suficiente Carmen Mandato/Getty Images

Não será preciso mais do que 50 jogos de Zion fazendo o que se espera que ele faça para que o calouro dos Pelicans fique com o prêmio. É simples.

Zion é queridinho da mídia, tem todo o "hype" necessário para transformar qualquer enterrada em manchetes ao redor do mundo e isso será o suficiente para atrair votos e mais votos.

Se considerarmos que três meses ótimos de Trae Young quase lhe deram o prêmio de calouro da última temporada quando Luka Doncic fez uma das melhores temporadas de rookie da história apenas pela narrativa, imagine o que será com Zion Williamson.

Só um desastre tira o prêmio da mão do camisa 1 dos Pelicans e essa lesão não é esse desastre.

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Por que 'calouro' dos Nuggets pode ser o fator crucial para o próximo título da NBA

Pedro Suaide
Pedro Suaide


Para alegria geral da nação, a NBA está voltando. E após uma temporada incrível, muitos seguem olhando torto para o Denver Nuggets antes do início de mais um campeonato.

O time de Mike Malone liderou a conferência oeste por grande parte do ano, terminou a temporada regular com 54 vitórias e caiu nas semifinais de conferência, superados pelos Blazers por 4 a 3. 

Denver não sabia o que era um jogo de playoffs desde 2013, e não passavam da primeira fase do mata-mata desde 2009. Ano passado foi um marco, encerrando oficialmente o fim da era de Carmelo Anthony e cia. e dando início a tempos que prometem ser de alegria, com Nikola Jokic no comando.

Ninguém esperava esse salto do dia para a noite, e o time agora pode estar no famoso 'segundo ano', aquele que prova se a última temporada foi apenas um ponto fora da curva - acho difícil que tenha sido considerando a quantidade de talento que eles têm no elenco.

Entretanto, esse salto para se tornar realmente um candidato ao título passa por um homem: Michael Porter Jr. 

Escolhido na 14ª escolha do draft de 2018, lesões nas costas tiraram o jogador da temporada. Mas ele está de volta, e pode ser decisivo por dois motivos.

Primeiro, ele pode se tornar o que o time precisa: um ala que pontue com facilidade. Hoje, o elenco é liderado por Nikola Jokic, pivô que pode pontuar muito, mas não obrigatoriamente faz isso, já que acaba jogando muitas vezes como um armador, apesar do tamanho. 

Seu fiel escudeiro é Jamal Murray, empolgante armador de apenas 22 anos. Ele consegue chegar a partidas de 40 pontos, mas segue sendo inconsistente - ou seja, às vezes não vai marcar mais de 10 pontos, e isso é um grande problema para um time que quer ser campeão.

Aí chega Porter, que foi um pontuador nato durante o ensino médio - e seus lances durante a pré-temporada mostram que ele realmente encontra a cesta naturalmente. Se encontrar seu potencial, pode fechar um quinteto com Jamal Murray, Gary Harris, Paul Milsap e Nikola Jokic para realmente buscar o título.

Mas existe um segundo motivo, caso ele apresente mais potencial do que basquete até a metade dessa temporada, e o time de Denver sinta que é a hora de dar All-In.

Os Nuggets têm um elenco profundo. Tirando os quatro titulares já citados acima e Porter Jr., o grupo conta com um arsenal de jogadores valiosos: Will Barton, Malik Beasley, Jerami Grant, Monte Morris, Torrey Craig e mais.


Caso sintam necessidade de 'virar a chave' durante o caminho, a direção da franquia pode buscar ele, o jogador que será o mais desejado em trocas durante esta temporada: Bradley Beal. E se tem um time com jovens jogadores e escolhas de draft que podem convencer os Wizards a abrir mão de sua estrela, é o Denver Nuggets.

Beal é uma estrela que está em uma equipe completamente disfuncional. Washington cada vez mais imagina (ou talvez até já saiba) que não vai ficar com ele quando seu contrato acabar, no meio de 2021. Por isso, é interessante trocá-lo antes que seja tarde demais para receber algo valioso em troca.

Para Denver, Beal seria um encaixe perfeito com Murray e Jokic, os 'introcáveis', e fecharia um trio capaz de reinar.

Seja para jogar ou para ser trocado, Michael Porter Jr. pode ser o fator crucial para o próximo título da NBA.

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[Programação] NBB começa com clássico de camisas pesadas... no futebol

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

 NBB entra chutando a porta. A temporada 2019-20 começa com um clássico de peso já na primeira rodada. Corinthians e São Paulo entrarão em quadra no ginásio Wlamir Marques para fazer a versão da bola laranja de um dos maiores clássicos dos gramados brasileiros. O jogo terá transmissão dos canais ESPN a partir das 20h.

A semana de esportes americanos é quente também nos gramados. Seja no beisebol, com a definição dos time que vão à World Series, seja no futebol americano, com clássicos na NCAA e confrontos diretos dentro da divisão na NFL. Tem espaço até para o jogo de Londres na manhã deste domingo.

Veja abaixo a agenda de esportes americanos nos canais ESPN deste semana. E atenção para a possibilidade de mudança de horário de alguns jogos dos playoffs da MLB de acordo com a evolução das séries.

SÁBADO, 12 DE OUTUBRO

MLB (playoffs)
17h - Washington Nationals x St. Louis Cardinals (ESPN)
21h - New York Yankees x Houston Astros (ESPN 2)

NHL
14h - Edmonton Oilers x New York Rangers (ESPN)

NCAA (futebol americano)
13h - Michigan x Illinois (ESPN 2)
13h - South Carolina x Georgia (WatchESPN)
13h - Miami-Ohio x Western Michigan (WatchESPN)
13h - Mississippi State x Tennessee (WatchESPN)
13h - Memphis x Temple (WatchESPN)
13h30 - Georgia Tech x Duke (WatchESPN)
14h - Central Connecticut x Columbia (WatchESPN)
14h - Jacksonville State x Eastern Illinois (WatchESPN)
16h - New Mexico State x Central Michigan (WatchESPN)
16h30 - Florida State x Clemson (WatchESPN)
16h30 - Cincinnati x Houston (WatchESPN)
16h30 - Kent State x Akron (WatchESPN)
16h45 - Connecticut x Tulane (WatchESPN)
17h - Iowa State x West Virginia (WatchESPN)
17h - UNLV x Vanderbilt (WatchESPN)
17h - Rhode Island x Virginia Tech (WatchESPN)
18h - Georgia State x Coastal Carolina (WatchESPN)
20h - Ole Miss x Missouri (WatchESPN)
20h - UMass x Louisiana Tech (WatchESPN)
20h30 - Navy x Tulsa (WatchESPN)
20h30 - Louisville x Wake Forest (WatchESPN)
20h30 - Arkansas x Kentucky (WatchESPN)
20h37 - Penn State x Iowa (WatchESPN)
21h - Florida x LSU (WatchESPN)
23h15 - Hawaii x Boise State (WatchESPN)

DOMINGO, 13 DE OUTUBRO

NFL
10h30 - Carolina Panthers x Tampa Bay Buccaneers (ESPN)
14h - Houston Texans x Kansas City Chiefs (ESPN)
14h - Seattle Seahawks x Cleveland Browns (ESPN Extra)
17h - San Francisco 49ers x Los Angeles Rams (ESPN 2)
17h25 - Dallas Cowboys x New York Jets (ESPN)
21h15 - Pittsburgh Steelers x Los Angeles Chargers (ESPN)

MLB (playoffs)
21h - New York Yankees x Houston Astros (ESPN 2)

NHL
20h - Pittsburgh Penguins x Winnipeg Jets (WatchESPN)

SEGUNDA, 14 DE OUTUBRO

20h15 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NFL
21h - Detroit Lions x Green Bay Packers (ESPN)

MLB (playoffs)
20h30 - St. Louis Cardinals x Washington Nationals (ESPN 2)

TERÇA, 15 DE OUTUBRO

NBB
19h50 - Corinthians x São Paulo (ESPN)

MLB (playoffs)
17h - Houston Astros x New York Yankees (ESPN 2)
21h - St. Louis Cardinals x Washington Nationals (ESPN 2)

QUARTA, 16 DE OUTUBRO

NBA (pré-temporada)
21h - Atlanta Hawks x New York Knicks (ESPN)
23h30 - Golden State Warriors x Los Angeles Lakers (ESPN)

MLB (playoffs)
17h - St. Louis Cardinals x Washinton Nationals (ESPN 2)
21h - Houston Astros x New York Yankees (ESPN 2)

NHL
20h - Colorado Avalanche x Pittsburgh Penguins (WatchESPN)

QUINTA, 17 DE OUTUBRO 

NFL
21h15 - Kansas City Chiefs x Denver Broncos (ESPN)

MLB (playoffs)
21h - Houston Astros x New York Yankees (ESPN 2)

NHL
20h - Tampa Bay Lightning x Boston Bruins (ESPN Extra)

NCAA (futebol americano)
20h30 - Louisiana x Arkansas State (WatchESPN)
22h - UCLA x Stanford (WatchESPN)

SEXTA, 18 DE OUTUBRO 

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB (playoffs)
21h - Washington Nationals x St. Louis Cardinals (ESPN)

NHL
20h - New York Rangers x Washington Capitals (ESPN 2)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 12 de outubro, 14h.

Fonte: ESPN

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Os playoffs 2019 podem redefinir o espaço dos Nationals, mesmo que o título não venha

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

Torcedores de beisebol talvez sejam os que mais se assemelham, nos Estados Unidos, aos do futebol brasileiro. O sujeito gosta do esporte, mas gosta mesmo é do seu time. E trocar de time é uma coisa inadmissível, mesmo que se mude de cidade ou que um time novo tenha aparecido na sua região e racionalmente não faz sentido continuar preferindo uma equipe do outro lado do país. O Washington Nationals sabe bem disso. E, por isso, a campanha na atual temporada pode dar uma nova dimensão à franquia.

A capital americana sempre teve uma relação complicada com o beisebol. O Washington Senators, franquia original da Liga Americana, era competitiva e teve alguns dos mitos da primeira metade do século 20, mas só conquistou uma World Series, em 1924. Em 1961, a franquia se mudou para Minneapolis e virou o Minnesota Twins, mas foi imediatamente substituída por um novo Senators, que nunca decolou e se mudou para Dallas em 1972, transformando-se no Texas Rangers.

Enquanto Washington tinha de conviver com um time ruim e, depois, ficar sem time algum, a região tinha uma outra potência na MLB. O Baltimore Orioles teve seu melhor momento, montando alguns dos melhores times da história. Entre 1966 e 83, disputou seis World Series (ganhou metade) e mais duas finais de Liga Americana. Isso em uma época em que só duas equipes de cada liga se classificavam aos playoffs.

[]

Naturalmente, os O’s foram adotados como o time de Washington. Tanto que, quando a MLB começou a falar em transformar a capital americana na nova casa do Montréal Expos, o Baltimore tentou barrar. Não queria dividir o espaço no que via como seu território.

Conversa vai, conversa vem, dinheiro vai, dinheiro vem, e Washington voltou a ter um time em 2005. Apesar de tecnicamente serem a mesma franquia dos Expos, os Nationals fizeram questão de aparecer como uma nova equipe, com novo nome, novo escudo, novas cores, novo uniforme. O vínculo com os antigos torcedores dos Expos era pequeno, até porque há uma fronteira política e linguística entre as duas equipes. Não havia também uma história gloriosa, cheia de títulos, para vender. O grande apelo era realmente territorial, e a briga para converter os seguidores dos Orioles na capital era dura.

Por isso, os torcedores dos Nationals encararam como uma grande vitória quando o Washington e o Baltimore se classificaram aos playoffs em 2014 e Kevin Durant anunciou que torceria pelos Nats. A estrela do basquete nasceu na região e admitiu que admitindo era O’s quando criança (afinal, os Nationals não existiam). 

Nos últimos anos, os Nationals montaram muitas equipes competitivas, mas nunca perderam o rótulo de time perdedor. O time teve campanha positiva nas últimas sete temporadas e foi aos playoffs em quatro delas, sem jamais passar da primeira fase do mata-mata. Algumas das eliminações foram traumáticas, com derrotas no jogo cinco da série de divisão por placares como 9 a 7 (2012, com fechador entregando a rapadura), 4 a 3 (2016) e 9 a 8 (2017).

A janela competitiva dessa base está se fechando. O contrato de Bryce Harper, primeira superestrela da franquia na nova sede, acabou e o jogador foi para o Philadelphia Phillies. A expectativa é que o mesmo pode ocorrer em breve com outros ídolos como Max Scherzer, Stephen Strasburg e Anthony Rendón. Com pouca história para promover e um currículo recente de eliminações precoces, os Nationals precisam desesperadamente criar grandes memórias para conquistar definitivamente seus torcedores.

É o que os playoffs de 2019 têm feito. O time era tido como azarão na briga pelos playoffs, mas cresceu no meio da temporada e acabou abocanhando um dos wildcards. Depois, virou o jogo único contra o Milwaukee Brewers na oitava entrada, quando o destino parecia certo. Nesta semana, virou a série contra o Los Angeles Dodgers, atual bicampeão da Liga Nacional, empatando o jogo na oitava entrada com dois home runs sobre um dos melhores arremessadores da história e virando na décima entrada com um grand slam.

Esses jogos criaram memórias afetivas, momentos que ficarão na lembrança de todo torcedores de Washington por décadas. Isso é fundamental para capturar uma geração de seguidores, para forjar um vínculo sentimental entre o time e os moradores da capital americana. Algo forte o suficiente para não morrer caso o elenco perca força nos próximos anos.

Se essa campanha se prolongar por mais uma etapa e chegar à primeira World Series da história da franquia (mesmo na época de Expos), o resultado é ainda maios forte. Mas, mesmo que tudo termine na final da Liga Nacional diante do St. Louis Cardinals, os Nationals já têm saldo mais que positivo. Podem perder o título, mas ganharam alguns milhares de torcedores.

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Stephen Curry tem um recado: o MVP voltou

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco



Sim, é só pré-temporada e, normalmente, ela não significa nada. Mas o que Stephen Curry fez na madrugada de quinta para sexta-feira não foi nada além de deixar um recado para a NBA: o MVP voltou.

O armador do Golden State Warriors é a minha aposta para terminar a temporada com o prêmio de jogador mais valioso em suas mãos e a atuação na vitória sobre o Minnesota Timberwolves mostra o por que.

Foram apenas 25 minutos e 28 segundos em quadra, mas Steph anotou 40 pontos, pegou seis rebotes e distribuiu seis assistências. Foram 14 arremessos convertidos em 19 tentados, sendo seis de nove do perímetro, além de seis arremessos livre sem erros.

Durante a "Era Durant" nos acostumamos a ver um Curry mais "tímido", mais coletivo e fazendo os sacrifícios necessários para que os outros brilhassem e sua equipe vencesse. Ele continuará sendo um cara que coloca a vitória acima da performance individual em 2019/2020. A questão, porém, é outra.

Com Klay Thompson lesionado até, no mínimo, fevereiro e a saída de Kevin Durant, Curry terá a ajuda apenas de D'Angelo Russell e Draymond Green por boa parte da temporada. Para fazer os Warriors vencerem, Steph terá que empilhar atuações de 40 pontos em 30 ou menos minutos.

Nesta madrugada, enquanto muitos dormiam, ele decidiu nos lembrar do que é capaz: fazer 40 pontos em 25 minutos com uma eficiência fora do comum e, ainda por cima, sendo garantia de diversão.

O maior empecilho poderia ser o fato de que os Warriors, por conta de tantos desfalques, não consigam uma campanha espetacular, o que o prejudicaria na disputa. Afinal, o número de vitórias ainda parece ser um critério extremamente relevante visto que isso foi o que, injustamente, tirou o prêmio das mãos de James Harden na última temporada.

Uma grande diferença entre o 'Brinquedinho Assassino' e o 'Barba' é que, mesmo se tiver uma campanha inferior, Curry terá o apoio dos fãs da NBA. Stephen é muito mais amado entre os torcedores e, também, entre os jornalistas que votam na premiação, o que provavelmente faria com que o critério das vitórias fosse menos importante.

Wardell Stephen Curry II é o único MVP unânime da história da liga, o melhor arremessador de todos os tempos e o coração e peça-chave do sistema que nos trouxe a, possivelmente, melhor equipe de todos os tempos.  E, ainda por cima, tem o carisma que conquista votos.

Na madrugada, Curry fez questão de nos lembrar disso tudo. Preparem-se, o MVP vem aí.

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Desde LeBron James, nenhum jogador teve a missão de mudar a NBA; Zion Williamson é esse cara

Leonardo Sasso
Leonardo Sasso

Ele impressiona desde os tempos de ensino médio. As enterradas impressionantes que o colocaram não só como fenômeno no basquete, como também nas redes sociais, “bombando” no Instagram. Zion Williamson tem estrela, isso é inegável. Mas se depender da pré-temporada, as expectativas do New Orleans Pelicans podem ser atingidas.

Zion tem sido dominante. No garrafão, quase imparável. Mais impressionante ainda é a agilidade para se movimentar em quadra.

Chamado muitas vezes de “gordinho” e que teria dificuldades para traduzir o jogo do College para a NBA, Zion está mais rápido, mais “leve” e quase letal no um contra um.

Contra o Chicago Bulls, nesta quarta-feira, foram 29 pontos. Foram 24 somente no garrafão. Um aproveitamento incrível de 12 de 13 nos arremessos.

LeBron James e Zion Williamson
LeBron James e Zion Williamson Arte ESPN

Nas últimas 20 temporadas, outros 19 calouros fizeram 24 pontos ou mais no garrafão. Zion terá 82 jogos para repetir o feito.

Nesse mesmo período, o recorde de pontos no garrafão por um calouro é de DeAndre Ayton, na temporada passada, com 30. O jogador dos Pelicans pode bater essa marca em 2019/20.

O jogo no United Center foi tão emblemático, que Zion se tornou apenas o 5º jogador nas últimas 20 pré-temporadas a ter mais de 25 pontos e pelo menos 90% de aproveitamento de quadra. Somente JJ Redick, Dwight Howard, Vince Carter e Kevin Garnett conseguiram a marca.

O arremesso de média e longa distância é algo para se adicionar e evoluir. Cada vez mais é importante na NBA o jogador ter o chute como alicerce importante do seu jogo.

Ben Simmons sofre com isso (acertou a 1ª bola de três apenas nesta pré-temporada), Giannis Antetokounmpo, apesar de ter sido MVP, precisa ser consistente do perímetro para ser um jogador cada vez mais difícil de ser marcado.

A defesa de Zion também está longe do potencial que ele tem. Atrasos de leitura e dificuldades no posicionamento acabam facilitando o ataque dos adversários. Atributos físicos Zion tem para evoluir neste aspecto.

Ele não está pronto. Longe disso. É apenas um calouro. Mas é uma “máquina”. Um jogador que não vai parar de proporcionar highlights.

Desde que LeBron James entrou na Liga, não se vê um jogador que pode mudar tanto a NBA como Zion tem esse potencial. Stephen Curry ajudou na mudança de filosofia, mas não se esperava isso quando saiu de Davidson. Zion pode mudar. Características únicas ele já tem.

Fonte: Leonardo Sasso

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[Programação] Melhor basquete feminino do mundo conhece seu campeão nesta semana

ESPN League
ESPN League
Connecticut Sun em jogo contra o Phoenix Mercury
Connecticut Sun em jogo contra o Phoenix Mercury Getty

Washington Mystics ou Connecticut Sun. Os dois times comandaram a temporada 2019 da WNBA. Ambos tiveram a melhor campanha da temporada regular e mantiveram essa autoridade nos playoffs. A equipe da capital americana chegou à final com uma vitória por 3 a 1 sobre o las Vegas Aces, enquanto que o Sun varreu o Los Angeles Sparks. E, após dois jogos na final, cada lado ficou com uma vitória

O equilíbrio é grande, mas alguém sairá por cima nesta semana. Os jogos 3, 4 e, se necessário, 5 da final estão programados para os próximos domingo, terça e quinta. Aí conheceremos o campeão do melhor basquete feminino do mundo, com os jogos transmitidos ao vivo na ESPN Extra.

Mas a semana segue quente para o fã de qualquer modalidade norte-americana. As séries divisionais da MLB chegarão ao fim, enquanto que a NBA segue na pré-temporada, e NFL e NHL já estão em temporada regular em pleno andamento.

Veja os horários abaixo e não percam nada.

SÁBADO, 5 DE OUTUBRO

MLB (playoffs)
18h - Minnesota Twins x New York Yankees (ESPN)
22h - Tampa Bay Rays x Houston Astros (ESPN 2)

NHL
20h - Columbus Blue Jackets x Pittsburgh Penguins (ESPN Extra)

NCAA (futebol americano)
23h30 - Washington x Stanford (ESPN Extra)
13h - Oklahoma x Kansas (WatchESPN)
13h - Purdue x Penn State (WatchESPN)
13h - Utah State x LSU (WatchESPN)
13h - TCU x Iowa State (WatchESPN)
13h - Kent State x Wisconsin (WatchESPN)
13h30 - Boston College x Louisville  (WatchESPN)
14h - Fordham x Yale (WatchESPN)
15h - North Carolina Central x Florida A&M (WatchESPN)
16h - UT Martin x Eastern Kentucky (WatchESPN)
16h - Eastern Michigan x Central Michigan (WatchESPN)
16h30 - Texas x West Virginia (WatchESPN)
16h30 - Wofford x Eastern Tennessee State (WatchESPN)
16h30 - Virginia Tech x Miami (WatchESPN)
16h30 - Baylor x Kansas State (WatchESPN)
16h45 - Memphis x Louisiana-Monroe (WatchESPN)
17h - Missouri State x Western Illinois (WatchESPN)
17h - North Carolina x Georgia Tech (WatchESPN)
17h - Troy x Missouri (WatchESPN)
18h - Youngstown State x Northern Iowa (WatchESPN)
20h - Georgia x Tennessee (WatchESPN)
20h - UMass x Florida International (WatchESPN)
20h30 - Tulsa x SMU (WatchESPN)
20h30 - Vanderbilt x Ole Miss (WatchESPN)
20h37 - Michigan State x Ohio State (WatchESPN)
21h - Pittsburgh x Duke (WatchESPN)
23h - San Diego State x Colorado State (WatchESPN)

DOMINGO, 6 DE OUTUBRO

NFL
14h - Baltimore Ravens x Pittsburgh Steelers (ESPN)
14h - Minnesota Vikings x New York Giants (ESPN Extra)
17h - Denver Broncos x Los Angeles Chargers (ESPN 2)
17h25 - Green Bay packers x Dallas Cowboys (ESPN)
21h15 - Indianapolis Colts x Kansas City Chiefs (ESPN)

MLB (playoffs)
20h30 - Los Angeles Dodgers x Washington Nationals (ESPN 2)

WNBA (final)
17h - Washington Mystics x Connecticut Sun (ESPN Extra)

NHL
18h - Tampa Bay Lughtning x Carolina Hurricanes (WatchESPN)

LACROSSE (Major League Lacrosse - final)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)

SEGUNDA, 7 DE OUTUBRO

20h15 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NFL
21h15 - Cleveland Browns x San Francisco 49ers (ESPN)

MLB (playoffs)
14h - Houston Astros x Tampa Bay Rays (ESPN)
16h - Atlanta Braves x St. Louis Cardinals (ESPN 2)
19h30 - Los Angeles Dodgers x Washington Nationals (ESPN Extra)
21h30 - New York Yankees x Minnesota Twins (ESPN 2)

TERÇA, 8 DE OUTUBRO

NBA (pré-temporada)
21h - Dallas Mavericks x Oklahoma City Thunder (ESPN)

MLB (playoffs)
17h - Houston Astros x Tampa Bay Rays (ESPN 2)
21h - New York Yankees x Minnesota Twins (ESPN 2)

WNBA (finais)
21h - Washington Mystics x Connecticut Sun (ESPN Extra)

NHL
21h - San Jose Sharks x Nashville Predators (WatchESPN)

QUARTA, 9 DE OUTUBRO

NBA (pré-temporada)
21h - New Orleans Pelicans x Chicago Bulls (ESPN)

MLB (playoffs)
18h - St. Louis Cardinals x Atlanta Braves (ESPN 2)
21h30 - Washington Nationals x Los Angeles Dodgers (ESPN 2)

NHL
20h - Montréal Canadiens x Buffalo Sabres (ESPN Extra)

NCAA (futebol americano)
21h - Appalachian State x Louisiana (WatchESPN)

QUINTA, 10 DE OUTUBRO 

NFL
21h15 - New York Giants x New England Patriots (ESPN)

MLB (playoffs)
18h - Minnesota Twins x New York Yankees (ESPN 2)
21h30 - Tampa Bay Rays x Houston Astros (ESPN 2)

WNBA (finais)
21h - Connecticut Sun x Washington Mystics (ESPN Extra)

NCAA (futebol americano)
19h - Bethune-Cookman x North Carolina Central (WatchESPN)
21h - Syracuse x NC State (WatchESPN)
22h15 - Louisiana-Monroe x Texas State (WatchESPN)

SEXTA, 11 DE OUTUBRO 

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB (playoffs)
21h - Final da Liga Nacional (ESPN)

NHL
20h30 - New York Islanders x Carolina Hurricanes (ESPN 2)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 5 de outubro, 14h.

Fonte: ESPN

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[Programação] Melhor basquete feminino do mundo conhece seu campeão nesta semana

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[FAQ] O que você precisa saber para acompanhar a MLB agora que os playoffs chegaram

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Jogadores dos Yankees comemoram vitória sobre os Twins nos playoffs de 2017
Jogadores dos Yankees comemoram vitória sobre os Twins nos playoffs de 2017 ESPN

Os playoffs da MLB estão chegando. Para quem já acompanha o beisebol, é a melhor época do ano. Para muitos que não acompanham, é a hora em que se dá uma oportunidade para conhecer a modalidade em seu melhor momento. E é com esse segundo grupo que quero falar agora.

É comum as pessoas estranharem quando tentam seguir a MLB pela primeira vez. Por isso, fiz esse rápido FAQ, com perguntas e respostas básicas para entender o esporte e seguir os playoffs. 

Então, boa diversão!

Então, eu já tentei ver a MLB algumas vezes, mas achei meio paradão e demorado. Vale a pena dar uma nova chance ao beisebol nos playoffs?

Vale, e muito. A demora do beisebol é relativa, pois o tempo médio de jogo é semelhante ao de uma partida da NFL, entre 3h e 3h10. A diferença é que, para o público que ainda não conhece tão bem o esporte, parece que o jogo fica muito tempo parado e fica a sensação de demora. Nos playoffs, o cenário é bem diferente. A partida em si até fica mais longa (até pelo regulamento, cada intervalo é um minuto mais longo para a TV americana faturar um pouco mais), mas a intensidade compensa. Com uma temporada regular de 162 jogos em 180 dias, é comum os times jogarem sempre de olho no que pode acontecer no dia seguinte. É normal poupar jogador ou até aceitar uma derrota se o esforço para uma virada improvável provocar um desgaste para a próxima partida. Nos playoffs não tem mais isso. As equipes colocam todas as cartas na mesa, batalhando em cada duelo no bastão e gastando o arsenal de arremessadores para conseguir as eliminações. O duelo tático se torna muito mais quente, assim como o comportamento da torcida.

Ah, isso significa que todo jogo é equilibrado?

Em geral, muito mais que na temporada regular. Mas é claro que acontecem algumas lavadas no meio do caminho. Como ocorrem na NFL, na NBA ou na NHL.

Uma coisa que me incomoda no beisebol é que parece que são sempre os mesmos times ganhando. Os playoffs são previsíveis, não?

Não, mil vezes não! O Boston Red Sox, atual campeão, nem para os playoffs se classificaram. Nos últimos 18 anos, em apenas 8 o campeão mais recente foi ao mata-mata. Aliás, desde o New York Yankees tricampeão entre 1998 e 2000 a MLB não repete o campeão do ano anterior. São 19 temporadas já, a maior série de todos os tempos do beisebol. Para se ter uma ideia, a maior sequência da história da NFL é de 14 anos, de 2005 até hoje. Na NBA também é de 19 anos, mas já faz muito tempo, entre 1969 e 89. E, na NHL, foi de 16 anos entre 1999 e 2016*. Ou seja, é uma das ligas menos previsíveis. Talvez só o da NHL tenha mais surpresas.

* Eu não errei a conta. Nesse período houve uma temporada não-realizada por greve. ;-)

Legal, mas tem um problema. Não adianta você ficar tentando me convencer aqui se eu não entendo muito do jogo. Vou ficar meio perdido na transmissão.

Normal. É um esporte com uma dinâmica muito diferente da que estamos acostumados no Brasil, com uma criação esportiva que se baseia no futebol. Mesmo o futebol americano, que é bem diferente, tem a familiaridade de ver um campo retangular e cada time ocupando um dos lados e tendo de levar a bola a uma meta do outro. No beisebol não tem isso. Mas eu fiz um fio (ou thread) no Twitter com vários links para ajudar. Clica aqui para dar uma olhada. Se tiver alguma dúvida, me manda uma mensagem no Twitter que damos um jeito.

Opa, agora sim! Como é o esquema dos playoffs deste ano?

A MLB se divide em Liga Nacional e Liga Americana, com 15 times em cada uma. Se esse excesso da palavra “liga” o deixou confuso, elas equivalem às conferências da NFL ou da NBA. Mas, voltando, cada liga tem três divisões (grupos) de cinco equipes. Vão ao mata-mata o primeiro colocado de cada divisão e mais dois times de melhor campanha entre os que não ganharam sua chave (são o “wildcard”, nome pomposo para a nossa boa e velha “repescagem”). Assim, cada liga fica com cinco classificados. Os dois times de wildcard se enfrentam em jogo único, com o vencedor se juntando aos campeões de divisão. Cada liga fica com quatro times, que se enfrentam em semifinais (chamadas de “série de divisão”) em melhor de cinco, com os vencedores indo para a final da liga em melhor de sete. O campeão de cada liga vai para a World Series, também em melhor de sete.

Quais são os times na briga?

Na Liga Americana, Houston Astros, New York Yankees e Minnesota Twins venceram suas divisões, enquanto que Oakland Athletics e Tampa Bay Rays farão o confronto de wildcard. Na Liga Nacional, ganharam seus grupos Los Angeles Dodgers, Atlanta Braves e St. Louis Cardinals, e Washington Nationals e Milwaukee Brewers disputam a vaga na repescagem. Escolhe um para torcer, aí você verá como o beisebol pode ser angustiante e emocionante. Se sua preferência for para um dos times eliminados, escolhe um time para secar. Dá o mesmo efeito.

Quem são os favoritos?

Pela campanha na temporada regular, Astros, Yankees e Dodgers. Os Astros parecem o time mais completo, pois os Yankees precisam contornar as vulnerabilidades de seus arremessadores titulares e os Dodgers têm de lidar com a falta de arremessadores reservas confiáveis. Dos demais, os Braves têm um elenco bastante talentoso e jovem, mas ainda há dúvidas se terá experiência suficiente para o mata-mata. Os Cardinals não são tão fortes assim, mas têm tradição de crescer nos playoffs. O Nationals têm uma fama de amarelarem na hora H, mas o time pode criar muitos problemas aos favoritos. Rays, Twins, Athletics e Brewers são azarões. Rays, Brewers e Athletics podem usar estratégias criativas durante os jogos. Os Twins têm potencial de rebater muitos home runs durante suas séries.

Quando serão os playoffs?

Começam nesta terça, dia 1º, e terminam na última semana de outubro. Se a World Series chegar a sete jogos, o derradeiro será em 30 de outubro.

E que jogos a ESPN vai transmitir?

Quase todos, e com exclusividade. E tem partida praticamente todo dia. Os horários podem mudar de um dia para o outro de acordo com o desenrolar das chaves. Por isso, se tiver dúvidas, consulte a página de programação do ESPN.com.br ou do Blog do ESPN League (todo sábado há um post com a programação de esportes americanos).

Fonte: Ubiratan Leal

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[Programação] Início dos playoffs da MLB, volta da NBA (enfrentando time do NBB) e abertura da NHL. Que semana!

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
St. Louis Blues abre a temporada da NHL contra o Washington Capitals
St. Louis Blues abre a temporada da NHL contra o Washington Capitals Getty Image

Outubro é o grande mês dos esportes americanos. É o único momento em que as quatro grandes ligas estão em atividade ao mesmo tempo, e podemos até estender essa conta se consideramos que o futebol americano universitário e a MLS também estão rolando e a WNBA está em suas finais. E o mês já entra chutando a porta e fazendo barulho: logo na primeira semana, tem início dos playoffs da MLB, abertura da temporada regular da NHL e pré-temporada da NBA com jogo envolvendo uma equipe brasileira.

Na MLB, Houston Astros, New York Yankees, Minnesota Twins, Oakland Athletics, Tampa Bay Rays, Los Angeles Dodgers, Atlanta Braves, St. Louis Cardinals, Washington Nationals e Milwaukee Brewers participam o mata-mata da liga profissional mais antiga dos Estados Unidos. A primeira fase, com um jogo único em cada liga, ocorre na terça e na quarta. A partir da quinta, a maratona das séries de divisão, com direito a rodada QUÁDRUPLA na próxima sexta.

Na NHL, os dois últimos campeões -- Washington Capitals e St. Louis Blues -- se encontram logo na abertura da temporada. Na sexta, a série europeia com um confronto entre Chicago Blackhawks e Philadelphia Flyers na República Tcheca.

E, no basquete, o renovado Brooklyn Nets (infelizmente ainda sem Kevin Durant) recebe o Franca na pré-temporada. Será o primeiro jogo da equipe paulista contra uma franquia da NBA (os únicos brasileiros a terem essa oportunidade foram Flamengo, Bauru e Vasco).

Para a turma do futebol americano, também sobram atrações. No domingo, os canais ESPN transmitem quatro confrontos diretos de divisão, incluindo o duelo de invictos entre New England Patriots e Buffalo Bills.

Veja abaixo todas a programação de esportes americanos nesta semana nos canais ESPN.

SÁBADO, 28 DE SETEMBRO

NCAA (futebol americano)
23h30 - UCLA x Arizona (ESPN 2)
13h - Northwestern x Wisconsin (WatchESPN)
13h - Buffalo x Miami-Ohio (WatchESPN)
13h - Holy Cross x Syracuse (WatchESPN)
13h - Texas A&M x Arkansas (WatchESPN)
13h - Northern Illinois x Vanderbilt (WatchESPN)
13h - Middle Tennessee x Iowa (WatchESPN)
13h - BYU x Toledo (WatchESPN)
13h30 - Delaware x Pittsburgh (WatchESPN)
14h - Cornell x Yale (WatchESPN)
16h - Jacksonville State x Austin Peay (WatchESPN)
16h30 - Clemson x North Carolina (WatchESPN)
16h30 - Iowa State x Baylor (WatchESPN)
16h30 - Minnesota x Purdue (WatchESPN)
16h30 - Wake Forest x Boston College (WatchESPN)
17h - SMU x South Florida (WatchESPN)
17h - Towson x Florida (WatchESPN)
19h - North Carolina Central x Morgan State (WatchESPN)
20h - Mississippi State x Auburn (WatchESPN)
20h - Connecticut x UCF (WatchESPN)
20h30 - Kentucky x South Carolina (WatchESPN)
20h30 - NC State x Florida State (WatchESPN)
20h37 - Ohio State x Nebraska (WatchESPN)
21h - UNLV x Wyoming (WatchESPN)
20h30 - Hawaii x Nevada (WatchESPN)

DOMINGO, 29 DE SETEMBRO

NFL
14h - New England Patriots x Buffalo Bills (ESPN)
14h - Cleveland Browns x Baltimore Ravens (ESPN Extra)
17h - Seattle Seahawks x Arizona Cardinals (ESPN 2)
17h25 - Minnesota Vikings x Chicago Bears (ESPN)
21h15 - Dallas Cowboys x New Orleans Saints (ESPN)

WNBA (final)
16h - Connecticut Sun x Washington Mystics (WatchESPN)

SEGUNDA, 30 DE SETEMBRO

20h15 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NFL
21h15 - Cincinnati Bengals x Pittsburgh Steelers (ESPN)

TERÇA, 1º DE OUTUBRO

MLB (playoffs)
21h - Wildcard da Liga Nacional (ESPN)

WNBA (finais)
21h - Connecticut Sun x Washington Mystics (ESPN Extra)

QUARTA, 2 DE OUTUBRO

MLB (playoffs)
21h - Wildcard da Liga Americana (ESPN)

NHL
21h - Washington Capitals x St. Louis Blues (ESPN 2)

QUINTA, 3 DE OUTUBRO 

NFL
21h15 - Los Angeles Rams x Seattle Seahawks (ESPN)

MLB (playoffs)
18h - Série de Divisão da Liga Nacional (ESPN 2)
21h30 - Série de Divisão da Liga Nacional (ESPN 2)

NHL
22h - Calgary Flames x Colorado Avalanche (WatchESPN)

NCAA (futebol americano)
20h30 - Georgia Southern x South Alabama (WatchESPN)
21h - Tempe x East Carolina (WatchESPN)

SEXTA, 4 DE OUTUBRO 

19h30 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA (pré-temporada)
20h30 - Brooklyn Nets x Franca (ESPN)

MLB (playoffs)
15h - Série de Divisão da Liga Americana (ESPN)
17h - Série de Divisão da Liga Nacional (ESPN Extra)
20h30 - Série de Divisão da Liga Americana (ESPN 2)
23h30 - Série de Divisão da Liga Nacional (ESPN 2)

NHL
15h - Chicago Blackhawks x Philadelphia Flyers (ESPN 2)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 28 de setembro, 14h.

Fonte: ESPN

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Kyrie Irving é mais uma prova de que precisamos discutir saúde mental de atletas

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

Durante a apresentação do elenco do Brooklyn Nets na sexta-feira, o armador Kyrie Irving deu um depoimento aonde explicou a grande razão para ter 'falhado' com seus ex-companheiros de Boston Celtics: a morte de seu avô.


         
    

Segundo Kyrie, ele não soube como lidar com a perda de alguém tão querido e, principalmente, não procurou terapia para saber como fazer. Sem cuidar da sua saúde mental, perdeu a alegria que sentia ao jogar basquete e, consequentemente, não conseguiu se dedicar integralmente a seus companheiros como o líder que 'deveria ter sido e falhou'.

O armador não é o primeiro - e nem deve ser o último - a falar abertamente sobre questões de saúde mental interferirem em seu jogo na NBA. Kevin Love e DeRozan já relataram problemas com depressão. Paul Pierce já afirmou que desenvolveu problemas para estar em multidões após ser esfaqueado onze vezes e jogar a temporada normalmente em 2000.

A terapia podia ter salvo a temporada de Kyrie
A terapia podia ter salvo a temporada de Kyrie Mike Lawrie/Getty Images

O que todos têm em comum? Nenhum deles fez uma pausa na temporada para se recuperar como fariam com qualquer lesão física. E questões mentais deveriam ser tratadas com a mesma seriedade das físicas.

É preciso acabar com essa cultura de que pessoas que lidam com problemas de saúde mental como a depressão são mais 'fracas' que as outras e, portanto, não tem condições de ser um atleta profissional.

Ou que quem demonstra sentimentos e vulnerabilidades é menos focado e tem menos chances de ser um grande jogador do que aqueles que, muito provavelmente, preferem esconder seus problemas em cargas excessivas de trabalho.

Precisamos parar de tratar os jogadores como robôs programados para jogarem basquete - ou futebol ou futebol americano ou qualquer esporte - e os tratarmos com o que são de verdade: seres humanos com problemas como eu, você e qualquer outro. E, não, Kyrie, você não falhou. Nós que falhamos com você.

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Stephen Curry merece estar à frente de Kobe Bryant em ranking histórico da NBA

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

Na quinta-feira, o Bleacher Report divulgou um ranking histórico da NBA em que Stephen Curry era o 10º colocado e Kobe Bryant o 14º. A presença do armador do Golden State Warriors na frente da lenda do Los Angeles Lakers causou polêmica nas redes sociais, mas não está errada.

A única coisa errada é a posição de cada um no ranking. Kobe e Curry deveriam estar no top 10, mas o jogador dos Warriors na frente do ex-Laker é o correto.

E por um motivo simples: Kobe Bryant foi um excelente jogador, mas foi uma "cópia fiel" do que já havia vindo antes, Curry foi o jogador que mais influenciou o basquete na história, além de ser o melhor arremessador de todos os tempos e um dos três melhores armadores que a liga já viu.

Steph é um dos 3 melhores PGs da história
Steph é um dos 3 melhores PGs da história Getty Images

O legado do armador dos Warriors será maior do que o deixado pelo ala dos Lakers. Antes de Steph, a NBA arremessava, no total, 52 mil bolas de três em uma temporada (números de 2015). Na última temporada, foram 78 mil arremessos de longa distância, ou seja, um aumento de 26 mil bolas desde que os Warriors foram campeões pela primeira vez sob a batuta de Curry.


         
    

O sistema de ataque do Warriors deixou sua marca pelas equipes da NBA atual e só foi possível por conta da qualidade de Curry. Pelo fato de ser o melhor arremessador de todos os tempos e, ao mesmo tempo, um jogador extremamente coletivo. Que sempre se dispôs a se sacrificar pelo sucesso da equipe, ao contrário de Kobe Bryant e sua "Mamba Mentality".

Stephen Curry é um arremessador melhor, um armador melhor, um jogador melhor e um companheiro melhor do que Kobe Bryant foi. Em uma discussão em que o nível dos jogadores é tão parelho, detalhes fazem a diferença. E Steph vence em todos os detalhes e no legado.

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