Oklahoma City Thunder perde a última estrela daquela que poderia ter sido uma dinastia na NBA

Leonardo Sasso
Leonardo Sasso
Quarteto original do Thunder
Quarteto original do Thunder Getty

Quando o Miami Heat conquistou seu primeiro título da NBA, na temporada 2011-12, com LeBron James, Chris Bosh e Dwayne Wade brilhando, muitos se espantaram e acreditavam que estariam vendo um time histórico do outro lado.

O Oklahoma City Thunder tinha estrelas em ascensão. Russell Westbrook, Kevin Durant, James Harden e Serge Ibaka mostravam um talento fantástico e tudo construído através do Draft, assim como os Warriors conseguiriam e teriam frutos nos anos seguintes.

Aquela derrota marcou o fim desse time. O rápido surgimento e o fim ainda mais expresso. Antes da temporada seguinte começar, Harden fora trocado aos Rockets. Batendo na trave contra os Warriors de Curry, Thompson e Green, Durant decidiu mudar de lado e ser campeão em Oakland.

Ibaka também havia deixado a equipe para ir ao Orlando Magic. Westbrook ficou sozinho. Focado mais em estatísticas, acumular triple-doubles, do que realmente brigar por títulos, o Thunder ficou apenas no “quase”.

Tudo que se imaginava após aquele jogo 5 das Finais de 2012, no dia 20 de junho, foi se esvaindo aos poucos.

E o fim aconteceu na noite deste 11 de julho. Westbrook deixa Oklahoma City para se juntar aos Rockets, formar novamente a união com Harden. Chris Paul vai ao Thunder, com um contrato pesado e em fraca decadência na carreira.

O término de uma história que poderia ter sido de títulos, de uma dinastia, mas que acabou deixando apenas pensamentos e hipóteses do que poderia ter sido.

Fonte: Leonardo Sasso

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Tom Brady renovou, mas aposentadoria nos Patriots não é garantida. E se ele for para o mercado?

Rafael Belattini
Rafael Belattini

Tom Brady assinou uma extensão de dois anos em seu contrato com os Patriots. Ganhou um considerável aumento salarial para esta temporada, mas não garantiu que ficará até os 45 anos em New England.

É isso mesmo, já que o contrato assinado prevê uma revisão ano a ano, com um encerramento logo antes do final do “ano fiscal” da liga e existe um comprometimento do time em não usar a franchise tag no quarteback.

Por mais que o cenário seja improvável, o torcedor dos Patriots precisa saber que existe sim a chance de Brady virar um free agent. Neste ou no próximo ano, mas há a chance do camisa 12 não encerrar a carreira na franquia que o recrutou lá em 2000.

E a possibilidade é até fácil de se visualizar. Brady quer jogar até os 45 anos, mas Bill Belichick já deixou claro que não tem nenhum apego emocional com jogador.

Tom Brady renovou, mas pode não se aposentar nos Patriots
Tom Brady renovou, mas pode não se aposentar nos Patriots Getty

Apesar de Brady sempre dizer que vai parar se “não prestar” mais, o nível de exigência do treinador pode ser um pouco maior e ainda há a chance de Belichick vislumbrar uma possibilidade para o futuro.

Enfim, por mais difícil que seja imaginar o quarterback com outro uniforme, essa possibilidade existe.

E o quarterback, mesmo aos 43 anos, terá mercado? Oras, é claro que sim, e sem pensar muito é possível apresentar alguns candidatos.

Mike Vrabel, treinador do Tennessee Titans, jogou com Tom Brady e tem um ótimo relacionamento com ele. Quer mais? Em 2020, Marcus Mariota e Ryan Tannehill não terão mais contrato com a franquia.

Se a intenção for seguir com velhos conhecidos, mas fugir da AFC e possíveis confrontos diretos com os ex-companheiros, o Detroit Lions de Matt Patricia abriria as portas com todo o prazer, mesmo com Matthew Stafford por lá e com um grande contrato.

Tom Brady ainda poderia tentar seguir seu coração e jogar perto de casa, no San Francisco 49ers, time que torcia quando criança – ele estava no Candlestick Park e chorou com o barulho da torcida na icônica “The Catch”. Afinal, o sonho em 2000 era de que ele fosse recrutado pela franquia da Califórnia, e o ano pode ser crucial para Jimmy Garoppolo depois da frustração da lesão no joelho.

Calcula-se que Brady já abriu mão de US$ 60 milhões em salários para jogar em times competitivos nos Patriots, então dinheiro muito provavelmente não seria um fator para esta escolha – e não é só por Gisele Bündchen garantir uma boa renda na casa, mas por ele também já ter mais de US$ 200 milhões em ganhos na carreira e mais uma série de patrocinadores pessoais.

E como descartar interesses do Minnesota Vikings, Chicago Bears, New York Giants, entre outros que não estão seguros com a posição de QB?

Apesar de ser apenas um exercício de imaginação, e de pesadelo para o torcedor dos Patriots, seria muito interessante ver Tom Brady ir para o mercado em 2020.

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[Programação] Semana para curtir alguns dos esportes mais bizarros do mundo na ESPN

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

ESPN 8. Quando os roteiristas do filme "Com a Bola Toda" ("Dodgeball - The True Underdog Story") imaginaram uma emissora que fosse transmitir o Campeonato Americano de Queimada, logo imaginou que a ESPN americana tivesse chegado a seu oitavo canal. E o apelido, "the ocho", dava a entender a força que o público latino teria no mercado. Isso foi em 2004 e, 15 anos depois, isso se tornou realidade. Ou meia realidade.

Desde 2017, a ESPN americana entrou na brincadeira do filme e, em um dia do ano, o canal ESPN 2 americano se transforma em ESPN 8 - The Ocho, e toda a programação é voltada às competições esportivas e "esportivas" (com e sem aspas) mais alternativas possíveis. Neste ano, o WatchESPN traz ao Brasil toda essa gama de competições bizarras, e o fã de esporte poderá conferir a partir da madrugada de terça para quarta.

Dodgeball, Figure 8 bus race e chess-boxing
Dodgeball, Figure 8 bus race e chess-boxing Reprodução

Há modalidades até familiares ao público, como competição de kart e torneio de games de fliperama, como Big Buck (usa pistola, simulando uma caça na floresta), Tetris e Golden Tee (golfe). Mas há alguns bastante incomuns, como chess-boxing (mistura de xadrez com boxe, ganha quem conseguir um nocaute ou um xeque-mate), Highland Games (várias modalidades típicas do interior da Escócia), competição de equipes de eletricistas, luta de robôs "estúpidos" (feitos de material reciclado e comandando por paus, sem uso de eletrônica), torneio de dança girando placa de propaganda, prova para definir o melhor condutor de bonde da Europa e até um esporte em que os atletas fazem malabarismos com pinos enquanto fogem de boladas.

Veja abaixo toda a programação. É para maratonar!

SÁBADO, 3 DE AGOSTO

BEISEBOL (Little League World Series)
11h - Jogo a definir (WatchESPN) 
14h - Jogo a definir (WatchESPN) 
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)

BEISEBOL (Senior League World Series - playoffs)
18h - Final (WatchESPN)

BEISEBOL (Intermediate League World Series playoffs)
17h - Semifinal (WatchESPN)
21h - Semifinal (WatchESPN)

SOFTBOL (Senior League World Series)  
18h30 - Semifinal (WatchESPN)
21h - Semifinal (WatchESPN)

LACROSSE (Major League Lacrosse)
20h - Boston Cannons x Denver Outlaws (WatchESPN)

DOMINGO, 4 DE AGOSTO

MLB
20h - Boston Red Sox x New York Yankees (ESPN)

THE BASKETBALL TOURNAMENT 
13h - Carmen's Crew x Overseas Elite (ESPN 2)
15h - Golden Eagles Alumni x Team Hines (ESPN 2)

BEISEBOL (Little League World Series)
11h - Jogo a definir (WatchESPN)
11h - Jogo a definir (WatchESPN)
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Senior League World Series - playoffs)  
15h - Final (WatchESPN)

SEGUNDA, 5 DE AGOSTO

20h30 - ESPN LEAGUE (ESPN)

21h - DESAFIO DE TALENTOS (ESPN)

MLB
21h - Oakland Athletics x Chicago Cubs (ESPN 2)

BEISEBOL (Little League World Series)
11h - Jogo a definir (WatchESPN)
11h - Jogo a definir (WatchESPN)
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
22h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)

TERÇA, 6 DE AGOSTO

MLB
20h - Texas Rangers x Cleveland Indians (ESPN)

THE BASKETBALL TOURNAMENT (playoffs)
22h - Final (ESPN 2)

BEISEBOL (Little League World Series) 
11h - Jogo a definir (WatchESPN) 
11h - Jogo a definir (WatchESPN) 
13h - Jogo a definir (WatchESPN) 
14h - Jogo a definir (WatchESPN) 
14h - Jogo a definir (WatchESPN) 
14h - Jogo a definir (WatchESPN) 
16h - Jogo a definir (WatchESPN) 
17h - Jogo a definir (WatchESPN) 
17h - Jogo a definir (WatchESPN) 
18h - Jogo a definir (WatchESPN) 
20h - Jogo a definir (WatchESPN) 
20h - Jogo a definir (WatchESPN) 
20h - Jogo a definir (WatchESPN) 
23h - Jogo a definir (WatchESPN)

ESPORTES ALTERNATIVOS (ESPN THE OCHO)
3h* - Campeonato Universitário de Spikeball (WatchESPN)
4h* - Campeonato Mundial de Big Buck (WatchESPN)

QUARTA, 7 DE AGOSTO

MLB
20h - Milwaukee Brewers x Pittsburgh Pirates (ESPN 2)

BEISEBOL (Little League World Series) 
12h - Jogo a definir (WatchESPN) 
14h - Jogo a definir (WatchESPN) 
14h - Jogo a definir (WatchESPN) 
15h - Jogo a definir (WatchESPN) 
16h - Jogo a definir (WatchESPN) 
17h - Jogo a definir (WatchESPN) 
20h - Jogo a definir (WatchESPN) 
21h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Little League) 
14h - Jogo a definir (WatchESPN) 
17h - Jogo a definir (WatchESPN) 
20h - Jogo a definir (WatchESPN) 
23h - Jogo a definir (WatchESPN)

ESPORTES ALTERNATIVOS (ESPN THE OCHO)
4h30 - Campeonato Mundial de Lenhador (WatchESPN)
5h30 - Campeonato Mundial de Lançamento de Machado (WatchESPN)
6h30 - Highland Games (WatchESPN)
7h - Campeonato Americano de Quicar Pedra na Água (WatchESPN)
8h - O Melhor do Chess-Boxing (WatchESPN)
9h30 - Campeonato Americano de Kart (WatchESPN)
10h30 - Campeonato de Bolada em Malabaristas (WatchESPN)
12h - Campeonato de Queimada (WatchESPN)
13h - Seletiva Americana de Abertura de Massa de Pizza (WatchESPN)
14h - Campeonato de Cuspida de Caroço de Cereja (WatchESPN)
14h30 - Campeonato de Putt em Minigolfe (WatchESPN)
15h - Campeonato Mundial de Golden Tee (WatchESPN)
15h30 - Campeonato de Corrida de Ônibus Escolar Fazendo o 8 (WatchESPN)
16h - Campeonato de Europeu de Condutores de Bonde (WatchESPN)
17h - Campeonato Mundial de Tetris (WatchESPN)
17h30 - Campeonato de Corrida de Bolinha de Gude (WatchESPN)
18h - Corrida de Cortador de Grama (WatchESPN)
18h30 - Liga de Luta de Robôs Estúpidos (WatchESPN)
19h - Campeonato Americano de Eletricistas (WatchESPN)
20h - Campeonato Mundial de Girar Placas (WatchESPN)
20h30 - Campeonato de Subir Escadas Escorregadias (WatchESPN)
21h - Campeonato Mundial de Cornhole (WatchESPN)
22h - Copa Continental de Queimada: Estados Unidos x Canadá (WatchESPN)

QUINTA, 8 DE AGOSTO

WNBA
23h - Phoenix Mercury x Los Angels Sparks (ESPN Extra)

BEISEBOL (Little League World Series) 
12h - Jogo a definir (WatchESPN) 
14h - Jogo a definir (WatchESPN) 
16h - Jogo a definir (WatchESPN) 
18h - Jogo a definir (WatchESPN) 
20h - Jogo a definir (WatchESPN) 
22h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Little League) 
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)

SEXTA, 9 DE AGOSTO

19h30 - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB
20h - Los Angeles Angels x Boston Red Sox (ESPN) 

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 3 de agosto, 13h.

Fonte: Ubiratan Leal

Fonte: Ubiratan Leal

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A dinastia do Golden State Warriors está apenas começando

Pedro Suaide
Pedro Suaide
Curry, Klay e Green: a fundação da dinastia segue junta
Curry, Klay e Green: a fundação da dinastia segue junta Thearon W. Henderson/Getty Images

Klay Thompson disse que é prematuro para dizer que a dinastia do Golden State Warriors não existe mais. Klay está certo. 

"Dizer que a dinastia acabou, eu acho que é um pouco ignorante, porque eu vou voltar melhor e ainda mais atlético."

Certas vezes nos acostumamos com certo nível de excelência e não aceitamos menos disso.

Os Warriors perdem sem Kevin Durant, é claro. Os melhores reservas já saíram do time e nomes tão importantes como Andre Iguodala são passado. Ok, estão certos. A questão é outra.

Nos últimos três anos, os Warriors não fizeram esforço algum para chegar às finais. Levaram a temporada regular em banho-maria e foram impiedosos nos playoffs. Perderam as finais de 2019 com todos os méritos de Kawhi Leonard e do Toronto Raptors. Mas nós sabemos que com Durant e Klay saudáveis em todos os jogos a história poderia ser (e acho que provavelmente seria) diferente.


         
    

Entretanto, para ser campeão não é necessário tal nível de excelência. E para ser uma dinastia, não é necessário ser tão surrealmente acima da média.

Os Warriors têm um dos três maiores armadores da história em seu time, o único MVP unânime da NBA de todos os tempos. Ele ainda tem só 31 anos - e seu estilo de jogo não pune tanto seu corpo como é comum na liga. Sim, ele tem suas lesões, mas isso não faz ele cair de nível. E bom, me desculpe, mas eu não preciso argumentar para você entender o quão especial é o camisa 30.

Klay Thompson é um dos maiores arremessadores da história (ao lado de Steph) e um dos mais inteligentes que já pisaram numa quadra de basquete.

D'Angelo Russell está em clara evolução com potencial de se tornar uma superestrela. Apenas 23 anos e vindo da melhor temporada de sua carreira.

Draymond Green finalmente entendeu que se estiver mais magro pode ser o jogador mais importante da NBA. É a alma e coração de um time intenso.

Willie Cauley-Stein, Kevon Looney, Omari Spellman são garotos que estão devem render cada vez mais nesse estilo de jogo. Jordan Poole, Alfonzo McKinnie e Alec Burcs estão longe de ser um ponto fraco para o futuro.

Entretanto, uma parte dessa orquestra sempre é esquecida. O maestro Steve Kerr. Um gênio muitas vezes subestimado por ter treinado um time que foi um ponto muito fora da curva. Kerr é diferente, e dinastias são marcadas por treinadores diferentes.

Os últimos cinco anos foram alucinantes, mas o futuro não é menos promissor. Em uma NBA que se desenha mais equilibrada, jamais tire da conta uma equipe acostumada a vencer e com tanta casca e habilidade como esse.

Então sigam desacreditando dos Warriors. Continuem não contando com eles. Logo, logo eles vão aparecer, e estão apenas começando.

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Torcedor foi testar velocidade de seu arremesso durante um jogo. E acabou contratado

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

Nathan Patterson
Nathan Patterson Instagram

Ser um atleta profissional é difícil. Muito difícil. Extremamente difícil. E, toda vez que você vê um atleta de altíssimo rendimento fazer algo e pensar “isso eu também faço” ou, ainda mais ousado, soltar um “eu faria melhor”, pode ter certeza que você tem 99,99999% de chance de não chegar nem perto. Se qualquer um pudesse praticar esporte naquele nível, os atletas não seriam tão bem pagos.

Mas o americano Nathan Petterson está no 0,00001% que, quando pensa “isso eu também faço”, realmente faria.

Como milhares de adolescentes americanos, Patterson havia jogado beisebol durante o ensino médio. Era arremessador no time de sua escola, mas não foi draftado e seguiu sua vida normalmente. Como milhares dos adolescentes, diga-se.

Até que, em agosto de 2018, ele foi a um jogo do Nashville Sounds, time de triple-A (liga menor imediatamente abaixo da MLB). O clube havia colocado uma jaula de arremessos com radar e os torcedores podiam ir lá e testar a velocidade de sua bola rápida. A maioria fica no patamar de amadores, entre 50 e 80 milhas/hora. Mas Patterson soltou o braço e o painel indicou: 96 milhas/hora. Um índice semelhante ao de jogador da MLB.

Patterson não arremessava com energia máxima desde que deixou o ensino médio, mas se animou com a força que seu braço ainda tinha. Resolveu investir em uma carreira tardia no beisebol. Treinou em academias especializadas para ver se mantinha a velocidade com constância e precisão e ainda entrou em uma liga amadora para ter mais experiência em jogo. Nesse meio-tempo, chegou a fraturar o punho em um acidente de carro, mas foi na mão esquerda (ele é destro).

Até que, em julho deste ano, Nathan estava em um jogo do Colorado Rockies e testou novamente seu braço. De novo 96 milhas/hora. Seu irmão, Christian, filmou e jogou nas redes sociais. E o vídeo viralizou.

Duas semanas depois, Patterson anunciou em suas redes sociais que havia assinado um contrato com o Oakland Athletics. Trata-se de um acordo para ligas menores, onde o arremessador iniciará sua preparação em um nível profissional para, eventualmente, ascender e chegar à MLB. Com 23 anos, ele precisa subir rápido para efetivamente ter uma oportunidade.

De acordo com Patterson, a conversa com os A’s vinha desde fevereiro, motivada pela demonstração no jogo do Nashville Sounds (que era filiado ao Oakland no ano passado). Mas a confirmação do contrato veio depois do vídeo no jogo dos Rockies se espalhar nas redes sociais.

Na postagem em que anuncia sua contratação, Patterson diz que a história ainda não acabou. “Estou escrevendo os próximos capítulos e estou animado com essa jornada. Hora de ficar ainda mais focado, trabalhar ainda mais duro, e tudo começa com sua mentalidade.”

Fonte: Ubiratan Leal

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Permita-me discordar: Carmelo merece mais do que uma turnê de despedida

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco
Carmelo ainda tem lenha para queimar
Carmelo ainda tem lenha para queimar Issac Baldizon/NBAE via Getty Images

Neste mesmo blog, Gustavo Faldon fez um texto para dizer que Carmelo Anthony não é digno de uma turnê de despedida na NBA, como aconteceu, por exemplo, com Kobe Bryant e Dwyane Wade.

Permita-me discordar, Faldon, mas Carmelo merece mais que uma turnê de despedida. Aos 35 anos, ele não está no último ano de sua carreira - como ele mesmo disse ao First Take, da ESPN.


         
    



Na entrevista, Carmelo deixa claro que ainda tem muita lenha para queimar e que está disposto a aceitar 'certos papéis' para continuar na liga. Além disso, o ala faz um questionamento bastante pertinente: são 30 times com elencos de 15 jogadores na liga, ou seja, um total de 450 jogadores na NBA.

Não existem 450 jogadores de basquete que contribuam mais do que Carmelo Anthony poderia contribuir para qualquer equipe e isso é indiscutível. No auge, Carmelo era um dos maiores pontuadores da história do basquete.


         
    

E ninguém esquece como arremessar, muito menos alguém que foi 10x All-Star da NBA "só por pontuar". Vindo do banco de reservas e com minutos restritos, Carmelo é, indiscutivelmente, uma ótima opção para segundas unidades que precisem de alguém que converta oportunidades em cestas.

Carmelo foi três vezes medalhista olímpico com a seleção dos Estados Unidos e, em todas, demonstrou ser um grande líder. Anthony pode trazer essa liderança e experiência para qualquer vestiário.

A grande questão sempre foi a mentalidade, a hesitação em aceitar um papel secundário, mas Carmelo continua dando sinais de que está disposto a se sacrificar para voltar a uma quadra de basquete e fazer o que mais gosta.


         
    

E esse é outro ponto inegável. Poucos jogadores amam entrar em uma quadra quanto Carmelo Anthony. Entre todos os seus defeitos, o grande destaque no jogo de Melo foi a energia e a vontade de vencer acima de tudo. Não existiu uma partida em sua carreira que Carmelo não deixou tudo em quadra.

Carmelo não merece uma tour de despedida. Ele merece muito mais. Merece uma última chance e uma oportunidade de recuperar a sua imagem. Carmelo Anthony merece ser lembrado como um dos pontuadores mais letais da NBA e não como alguém que ele nunca foi.

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Permita-me discordar: Carmelo merece mais do que uma turnê de despedida

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Turnê de despedida? Carmelo não merece uma e está colhendo o que plantou na NBA

Gustavo Faldon
Gustavo Faldon
Carmelo Anhtony
Carmelo Anhtony Getty

Aos 35 anos, Carmelo Anthony não desperta interesse de nenhuma franquia da NBA. Talvez alguém no desespero o pegue mais perto da temporada. Mas, apesar de declarações publicadas por seu preparador físico de que ele gostaria de uma turnê de despedida na Liga, como Dwyane Wade teve em 18-19, Carmelo não seria digno de uma.

Dwyane Wade foi um dos maiores jogadores da história. Entre aqueles que atuaram na posição 2 na NBA, você só coloca Michael Jordan e Kobe Bryant acima dele.

E o mais importante: Wade se sacrificou pelo time. E não só nos seus últimos anos de carreira, quando por iniciativa própria se colocou como opção para vir do banco de reservas.

No seu auge, ainda com 28 anos, como ele mesmo disse, no dia em que LeBron James chegou ao Miami Heat, Wade proclamou: “Eu sou o número 2”. Quantos jogadores que tinham já o nível de idolatria que ele tinha em 2010, tendo ganhado um título pelo Heat anos antes, abrira mão desse status para alguém que estava chegando?

Carmelo Anthony não fez isso nem no Oklahoma City Thunder, há dois anos, quando riu ironicamente da mínima possibilidade de sair do banco de reservas.

Particularmente, não acho ele tão “mala” quanto muita gente. Acompanhei de perto o “Dream Team” dos EUA de 2016 na Olimpíada do Rio, cobrindo o basquete na competição. Carmelo era uma referência, que já havia ido aos três Jogos anteriores e conquistado dois ouros, tinha todos os motivos para aos 32 anos querer ficar em casa e fugir do “risco” do Zika que muitos atletas deram como desculpa.


         
    

Mas ele veio ao Rio. Não só isso. Foi até a favela visitar a comunidade, fez questão de ver o time feminino dos EUA jogando durante a Olimpíada. Ele tem esse lado de compaixão. Não é à toa que é um dos melhores amigos de LeBron James, Kobe Bryant (que disse que Melo foi seu companheiro mais próximo na seleção dos EUA) e do próprio Wade.

Porém, parece que na NBA faltou em determinado momento essa mesma compaixão, esse mesmo reconhecimento.

Carmelo Anthony nunca sequer disputou uma final. Um “tour” de despedida é para alguém maior do que o status dele, com todo respeito. Foi um grande pontuador, mas poderia ter aberto mão de certas coisas no fim de carreira.

Se esse realmente for o fim, foi um prazer vê-lo jogar. Ele teve grandes momentos, principalmente no New York Knicks, onde carregou um time fraco nas costas. Mas há certas coisas que têm que ser colocadas em seu devido lugar.

Fonte: Gustavo Faldon

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Lakers como Madonna, Warriors como Beyoncé: as 30 franquias da NBA como divas pop

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

Por incrível que pareça, os mundos do basquete e das divas pop andam lado a lado. Rihanna e Beyoncé são presenças constantes em partidas da liga, Selena Gomez é torcedora fanática do San Antonio Spurs e mais.

Aqui, comparamos as 30 franquias da NBA com 30 divas pop de diferentes eras. Todas com um motivo por trás.

Atlanta Hawks - Zara Larsson

Para quem vê de fora, não parece. Mas quem vive diariamente um dos mundos, sabe que ambos são o futuro da liga. Se Trae Young, DeAndre Hunter e John Collins são o futuro da NBA, Zara Larsson é o futuro do pop.

Boston Celtics - Britney Spears

Tal qual a "Princesinha do Pop", o Boston Celtics é uma das equipes mais consolidadas e famosas do mundo. O problema, porém, é a dificuldade de ser rival de Lakers/Madonna.

Brooklyn Nets - Christina Aguilera

Assim como 'Xtina', os Nets tiveram um excelente momento no começo dos anos 2000, mas sempre faltou algo que lhes colocasse em primeiro lugar. Passaram um tempo por baixo, mas nunca saíram do coração de quem acompanha e, agora, tentam retomar o protagonismo.

Charlotte Hornets - Lady GaGa

Aqui, a questão é de identidade. Os Hornets não sabem se são Hornets ou Bobcats, não sabem pra onde vão no futuro e lembram bastante Lady GaGa e sua indecisão entre seguir carreira no pop ou no country.

O mundo do pop sempre esteve conectado ao da NBA
O mundo do pop sempre esteve conectado ao da NBA ArteESPN

Chicago Bulls - Mariah Carey

Assim como Mariah Carey, os Bulls dominaram os anos 90. Ganharam tudo, foram condecorados de todas as maneiras possíveis e, inclusive, considerados os melhores de todos os tempos. O problema é que a magia acabou, mas a arrogância não...

Cleveland Cavaliers - Selena Quintanilla

Assim como a cantora latina, os Cavs sempre tentaram brilhar mesmo diante de muitos problemas e, infelizmente, tiveram seu auge interrompido por um drama. No caso de Cleveland, a ida de LeBron para os Lakers.

Dallas Mavericks - Shakira

Me aponte uma pessoa que não goste da Shakira. Uma sequer. Eu duvido. Agora faça o mesmo com o Dallas Mavericks. Antes com Dirk e agora com Doncic, os Mavs são puro carisma e, bom, é difícil demais odiá-los.

Denver Nuggets - Adele

Carisma, poesia e aclamação do público geral, mesmo não estando sempre na mídia. As características servem tanto para o Denver Nuggets quanto para Adele. E, bom, Jokic e Adele são praticamente a mesma pessoa.

Detroit Pistons - Janet Jackson

Um dos grandes nomes do final dos anos 80 e começo dos anos 90 e que viu o melhor de todos os tempos surgir para acabar com seu reinado. Assim pode ser definida a história dos Pistons com Jordan e a de Janet com Madonna.

Golden State Warriors - Beyoncé

A dona da nova geração. A rainha dos millenials. A que é impossível você se sentir neutro: ou você ama ou odeia. Beyoncé é o que o Golden State Warriors foi nesta década.

Houston Rockets - Miley Cyrus

Loucura, psicopatia e caos. O que acontece dentro do Houston Rockets é o que acontece na carreira de Miley Cyrus. Quem vê de fora não entende, mas parece funcionar. Não é a que ganha tudo, mas funciona da sua maneira.

Indiana Pacers - Ellie Goulding

Ambos são da cena mais indie, não tem o apelo do público geral, apesar de uma ou outra aparição na mídia, e, portanto, não recebem os devidos holofotes. Mas são excelentes a sua maneira e mereciam mais reconhecimento.

LA Clippers - Ariana Grande

O grande nome do momento. Assim como todo mundo está na expectativa de ver como Kawhi Leonard e Paul George irão funcionar em Los Angeles, todos anseiam pelo próximo lançamento de Ariana e em como ela vai revolucionar a indústria.

Los Angeles Lakers - Madonna

Os donos da brincadeira. Os que transcendem gerações, que inventaram o "showtime" no basquete e revolucionaram a maneira de se fazer um show na indústria pop. Los Angeles Lakers e Madonna é a comparação perfeita. As luzes de Hollywood brilham mais do que todas as outras, não importa a fase.

Memphis Grizzlies - Kesha

A história de ambos não é das mais "bonitas". Sempre foi de muita luta, de superação e de deixar para trás as adversidades. Apesar de nunca terem chegado ao palco principal, marcaram o coração dos que acompanham os dois mundos. O basquete pelo basquete. A arte pela arte.

Miami Heat - Rihanna

O sangue latino, o domínio quase que absoluto por alguns anos no começo da década e, finalmente, "a desistência". Assim como Rihanna parece ter desistido de fazer música para se concentrar em seus outros projetos, o Miami Heat parece ter desistido do projeto de dominar a NBA e deixou de lado oportunidades de buscar Russell Westbrook para, bem, investir em outros.

Milwaukee Bucks - Dua Lipa

Giannis é o cara que chegou de fora da NBA para, com muito carisma e um talento sobrenatural, ganhar o coração da nova geração de torcedores e colocar o Milwaukee Bucks no mapa da liga por alguns anos. Assim foi com Dua Lipa, a cantora albanesa que se estabeleceu na Inglaterra, demonstrou um carisma fora do comum e um talento melhor ainda para ser uma das estrelas da nova geração.

Minnesota Timberwolves - Sabrina Carpenter

Tinha tudo para explodir e se transformar na sensação do momento. Os Wolves nunca conseguiram entregar o que prometiam com Wiggins e Towns - depois com Butler - e ficaram no quase. Sabrina foi a mesma coisa. Chegou a abrir turnê mundial de Ariana Grande, começou a aparecer na mídia e... não aproveitou.

New Orleans Pelicans - Amy Winehouse

O puro soul. Como a cidade de New Orleans e o basquete local, Amy nunca teve medo de mostrar sua alma para o grande público. Toda vez que subia ao palco, era sempre a mais autêntica das divas. Como são os Pelicans. Ninguém sabe aonde eles vão chegar, apesar do futuro promissor, mas sempre saberemos que será com muito "funk" e muita alma.

New York Knicks - Aretha Franklin

Quem começou a acompanhar agora, não entende o tamanho de ambos. Mas foram fundamentais para que a gente chegasse nessa geração, com tudo cimentado e boa aceitação do público. Ajudaram a fundar e a consolidar os dois mundos e, mesmo esquecidos atualmente, ainda merecem respeito e reverências da nova geração.

Oklahoma City Thunder - Demi Lovato

Tinham tudo para dominar o futuro. O Thunder tinha três futuros MVPs e Serge Ibaka no mesmo elenco. Demi tinha toda a fama e séries aclamadas pela Disney. Ambos tomaram decisões bastante questionáveis e queimaram seu futuro, nos deixando no "e se...". Atualmente, tentam recomeçar suas vidas mudando completamente e reiniciando do zero.

Orlando Magic - Gwen Stefani

Você pode não conhecer a história de ambos mais a fundo, mas com certeza já viu ou ouviu alguma coisa especial deles, que também nunca saem do imaginário das pessoas. Seja o Magic pelas camisas clássicas que tomaram conta do mundo ou Gwen pelos projetos paralelos.

Philadelphia 76ers - Taylor Swift

O futuro da liga, o futuro do pop. É impossível você se sentir neutro em relação a qualquer um dos dois. Ou você ama ou você odeia Embiid e companhia, a mesma coisa com Taylor. Não existe alguém que seja ponderado na hora de falar de ambos. Ou é o céu ou o inferno. Escolha seu lado.

Phoenix Suns - Lana del Rey

Depressão pura. Não tem muito porque se estender nisso aqui. A sensação que eu tenho quando paro para pensar nas escolhas que os Suns tomaram nos últimos anos é a mesma que eu tenho quando ouço Summertime Sadness. Eu só quero chorar.

Portland Trail Blazers - Whitney Houston

Mais dois que deram azar de nascer na "geração dourada". Assim como os Blazers de Clyde Drexler seriam muito mais lembrados se não fosse o Chicago Bulls de Michael Jordan ou o Houston Rockets de Hakeem Olajuwon, ninguém hesitaria em colocar Whitney como a maior de todos os tempos se não fosse Madonna, Britney ou Cher.

Sacramento Kings - Pussycat Dolls

Tinha tudo pra dar certo. Carisma, talento e apoio popular. O futuro parecia lindo, mas foi nebuloso. Brigas internas, decisões horríveis, muito azar e, de novo, muitas brigas, minaram um futuro brilhante. Se são os Kings ou as Pussycat Dolls, você decide.

San Antonio Spurs - Selena Gomez

Nascidos no Texas, nunca quiseram a atenção da mídia e sempre fizeram a arte pela arte e não pelo sucesso. Atualmente, tomam decisões questionáveis para quem vê de fora, mas quem vive a torcida - ou o fandom - aprendeu que confiar é a melhor escolha. Por mais questionável que pareça a decisão, uma hora ela será explicada e tudo fará sentido.

Toronto Raptors - Anitta

A forasteira, a 'gringa' que quer tomar conta do cenário mundial e que apostou tudo em seu talento. No caso de Anitta, foi fazendo parcerias atrás de parcerias com nomes consagrados do pop. Os Raptors apostaram em Kawhi. Ambos chegaram lá e colocaram seu nome no mapa. A questão é mantê-lo relevante nos próximos anos.

Utah Jazz - Katy Perry

A mídia nunca colocou nenhum dos dois como prioridade, apesar de uma boa parte reconhecer as qualidades. Os holofotes não são virados para Salt Lake City da mesma maneira que não são para Katy, mas ambos seguem fazendo seu trabalho com bastante dignidade e conquistando fãs ao redor do mundo.

Washington Wizards - P!nk

Assim como P!nk, os Wizards nunca viveram uma vida muito "normal". Uma das personalidades mais "rock and roll" do mundo do pop, P!nk nunca fez a linha de boa moça que conquistava o coração da mídia, sempre foi autêntica, preferiu ganhar seu espaço sendo ela mesma e lidando com o que viesse de consequência. Assim como os Wizards, principalmente na Era John Wall.



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Lakers como Madonna, Warriors como Beyoncé: as 30 franquias da NBA como divas pop

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Parabéns, Everaldo! Relembre três narrações marcantes do narrador que faz aniversário

ESPN League
ESPN League

Neste dia 29 de julho, o nosso narrador Everaldo Marques completa 41 anos de idade! Para comemorar, separamos três narrações marcantes que provam que o Everaldo é RI-DÍ-CU-LO!


Nas Finais da NBA de 2014, o Miami Heat estava perdendo a série por 3 a 2 para o San Antonio Spurs e via o rival texano muito próximo do título. Foi quando Ray Allen entrou em ação e salvou a equipe, que venceria a série na sétima partida. Everaldo narrou assim:


Em 2016, o Cleveland Cavaliers se tornaria o primeiro time da história da NBA a virar uma série de final após estar perdendo por 3 a 1. No Jogo 7 diante do Golden State Warriors, LeBron James deu um toco em Iguodala que entrou para a história da liga!

Por fim, um jogo de temporada regular que não prometia muito, mas acabou tirando uma das melhores narrações de Everaldo. Em Golden State Warriors x Utah Jazz, Curry aprontou das suas, acertou um arremesso do meio da quadra e levou Evê e Bulga a loucura!


         
    
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[Programação] A espera acabou: a pré-temporada da NFL está de volta, e você vê nos canais ESPN

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Matt Ryan, quarterback do Atlanta Falcons
Matt Ryan, quarterback do Atlanta Falcons ESPN

Foram meses de estiagem, mas eles sempre acabam uma hora. Todo ano é assim, e 2019 não será diferente. Após muita espera, enfim a NFL está de volta. Os times já se apresentaram para os treinamentos, e o torcedor começa a ver ação já nesta semana.

Na quinta, Denver Broncos e Atlanta Falcons entram no estádio Tom Benson, colado ao Hall da Fama do futebol americano profissional, para o primeiro jogo da pré-temporada. Claro, partida com transmissão dos canais ESPN.

Mas as emoções não param aí. A MLB tem uma semana quente, com a transmissão de vários clássicos. New York Yankees e Boston Red Sox se encontram duas vezes na tela da ESPN, confrontos que podem ser fundamentais para definir a temporada das duas equipes. Além disso, Chicago Cubs e St. Louis Cardinals, que disputam cabeça a cabeça a liderança da divisão central da Liga Nacional.

Veja a programação da semana e não perca nada:

SÁBADO, 27 DE JULHO

WNBA
16h30 - All-Star Game (ESPN Extra)

THE BASKETBALL TOURNAMENT 
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
15h - Jogo a definir (WatchESPN)
15h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (ESPN Extra)
18h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
22h - Jogo a definir (WatchESPN)

SENIOR LEAGUE BASEBALL
11h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Little League) 
12h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
19h - Jogo a definir (WatchESPN) 

DOMINGO, 28 DE JULHO

MLB
20h - New York Yankees x Boston Red Sox (ESPN)

THE BASKETBALL TOURNAMENT 
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
15h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)

BEISEBOL (Senior League World Series)
11h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN) 
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

BEISEBOL (Intermediate League World Series)
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN) 
19h - Jogo a definir (WatchESPN)
22h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Little League) 
16h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
19h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Junior League World Series)  
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
13h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
13h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
18h - Jogo a definir (WatchESPN) 
18h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

LACROSSE (WPLL)
15h - Jogo a definir (WatchESPN) 

SEGUNDA, 29 DE JULHO

20h30 - ESPN LEAGUE (ESPN)

21h - DESAFIO DE TALENTOS (ESPN)

MLB
20h - Atlanta Braves x Washington Nationals (ESPN 2)

BEISEBOL (Senior League World Series)
11h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

BEISEBOL (Intermediate League World Series)
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN) 
19h - Jogo a definir (WatchESPN)
22h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Little League)
11h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Senior League World Series) 
19h - Jogo a definir (WatchESPN)
19h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Junior League World Series) 
14h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
15h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
18h - Jogo a definir (WatchESPN) 

TERÇA, 30 DE JULHO

MLB
20h - Arizona Diamondbacks x New York Yankees (ESPN)

BEISEBOL (Senior League World Series)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

BEISEBOL (Intermediate League World Series)
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
19h - Jogo a definir (WatchESPN)
22h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Senior League World Series)
16h - Jogo a definir (WatchESPN) 
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
18h30 - Jogo a definir (WatchESPN)  
18h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Junior League World Series)
17h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
18h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)

QUARTA, 31 DE JULHO

MLB
21h - Chicago Cubs x St. Louis Cardinals (ESPN)

BEISEBOL (Senior League World Series) 
17h - Jogo a definir (WatchESPN) 
20h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

BEISEBOL (Intermediate League World Series) 
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
19h - Jogo a definir (WatchESPN)
22h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Senior League World Series)
11h - Jogo a definir (WatchESPN)
11h - Jogo a definir (WatchESPN)
13h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
13h30 - Jogo a definir (WatchESPN) 

SOFTBOL (Junior League World Series) 
14h30 - Jogo a definir (WatchESPN) 
15h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
18h - Jogo a definir (WatchESPN)

QUINTA, 1º DE AGOSTO

NFL (pré-temporada)
21h - Denver Broncos x Atlanta Falcons (ESPN)

WNBA
23h - Las Vegas Aces x Los Angeles Sparks (ESPN 2)

THE BASKETBALL TOURNAMENT (playoffs)
20h - Jogo a definir (ESPN 2)
22h - Jogo a definir (WatchESPN)

BEISEBOL (Senior League World Series)  
17h - Jogo a definir (WatchESPN) 
20h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

BEISEBOL (Intermediate League World Series) 
19h - Jogo a definir (WatchESPN) 
22h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Senior League World Series) 
16h - Jogo a definir (WatchESPN) 
16h - Jogo a definir (WatchESPN) 
18h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
18h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)  
21h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Junior League World Series) 
17h30 - Jogo a definir (WatchESPN)  
18h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)

SEXTA, 2 DE AGOSTO

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB
20h - Boston Red Sox x New York Yankees (ESPN 2)

THE BASKETBALL TOURNAMENT (playoffs)
20h - Jogo a definir (ESPN Extra)
22h30 - Jogo a definir (ESPN Extra)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 27 de julho, 2h.

Fonte: Ubiratan Leal

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Pesquisa com membros da NBA faz sentido: LeBron não é mais o melhor jogador da liga

Gustavo Faldon
Gustavo Faldon
LeBron James lamenta em jogo do Los Angeles Lakers
LeBron James lamenta em jogo do Los Angeles Lakers Getty Images

Anualmente, a ESPN faz uma pesquisa com técnicos, olheiros e executivos das franquias da NBA. Você pode ver o resultado dela clicando aqui.

Notou algo estranho? Sim, LeBron James não recebeu nenhum dos 20 votos na pergunta "Quem é o melhor jogador da NBA?". E isso faz sentido.

Calma. É inegável o valor, talento e lugar de LeBron James na história do basquete. Mas tudo que se argumenta contra o resultado da pesquisa - e não sou eu quem está falando, são funcionários que trabalham diariamente nos cargos mais profundos na NBA - remete ao passado do que LeBron já fez, não do que ele pode oferecer daqui pra frente.

"Ah, mas ele teve a lesão". Sim, exatamente. Isso entra na conta também, além da idade avançada. LeBron ai fazer 35 anos em dezembro. Apesar dessa ser a idade com a qual Michael Jordan ganhou seu último título, o camisa 23 do Chicago Bulls era uma peça importantíssima, mas dentro de um time, de um sistema, onde tinham outros jogadores com potencial de Hall da Fama a seu lado, sem um histórico bruto de lesões. Um dos melhores sexto-homem da época (Kukoc), o melhor pegador de rebotes da história (Rodman) e Scottie Pippen, só para citar os mais famosos. Ah, e também tinha um dos maiores técnicos da história que encerraria sua carreira com 11 títulos da Liga.

LeBron, anunciado oficialmente como armador do Los Angeles Lakers, ao contrário de Jordan, terá que gastar cada gota de seu suor para fazer esse time ser competitivo, especialmente nos playoffs. 

Fora isso, Kawhi Leonard acabou de conduzir um time que antes da chegada dele era "amarelão" ao título, sendo o MVP das Finais, seu segundo em dois times diferentes, Giannis Antetokounmpo está amedrontando a NBA colocando o Milwaukee Bucks no mapa novamente. E James Harden, mesmo com um jogo criticado, no "modo apelão", reescreveu os livros de história na última temporada.

Se a pergunta fosse "No auge, quem é melhor?", realmente a resposta tem que ser obrigatoriamente LeBron James. Mas a temporada passada mostrou que até os super-homens uma hora ou outra não conseguem operar milagres, como o próprio LeBron fez ao levar o cambaleado Cleveland Cavaliers à final em seu último ano. Mas não podemos superestimar essa capacidade, que fracassou ano passado nos Lakers, mesmo com a lesão mais grave de sua carreira entrando como um fator.

Claro, LeBron vai ter os números ainda e proporcionará lances e feitos geniais, mas aos poucos parece que o bastão de melhor da NBA, que foi dele por pelo menos os últimos sete anos, vai se afastando de sua mão. E isso não apaga ou diminui em nada a carreira mais impressionante que vimos diante de nossos olhos nos últimos 16 anos.

Fonte: Gustavo Faldon

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Pesquisa com membros da NBA faz sentido: LeBron não é mais o melhor jogador da liga

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O mercado da MLB está parado a apenas 5 dias de seu fechamento. Por quê?

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Madison Bumgarner está de saída dos Giants?
Madison Bumgarner está de saída dos Giants? Getty Images


Dia 31 de julho, 16h no horário de Nova York (17h de Brasília). É este o prazo limite para a negociação de jogadores da Major League Baseball na atual temporada. Depois disso, nada feito. Não há nem o mês extra de negociações limitadas que existiam nos anos anteriores. Ou seja, quem quer reforçar o seu elenco tem apenas cinco dias restando. E ninguém está fazendo nada. O que acontece?

Um mercado agitado é uma necessidade estratégica de qualquer liga. Basta ver como a NBA tomou conta do noticiário esportivo americano nos dias da abertura da janela de negociação de agentes livres. Seus times, suas marcas e seus patrocínios aparecem mesmo sem algo relevante ocorrendo em campo ou em quadra. A MLB sempre teve isso, com contratos zilionários sendo assinados entre uma temporada e outra. Mas a temperatura baixou demais nos últimos dois anos, mesmo para as trocas finais de meio de campeonato.

Um problema do beisebol é que a janela de transferências se fechava oficialmente em 31 de julho, mas era possível realizar negociações com algumas restrições até 31 de agosto. Para dar mais força a 31 de julho como marco de mercado, a MLB encerrou a janela de agosto. A partir de 2019, tem de trocar até 31 de julho e ponto. A tendência é que tudo ficaria mais agitado, com várias trocas e muita repercussão na mídia.


O que a liga não esperava é que a temporada estivesse tão incerta até esse momento. Entre times que lutam por título de divisão ou por uma vaga de wildcard, apenas sete das 30 equipes podem se considerar completamente fora da briga por playoff. A saber: Chicago White Sox, Toronto Blue Jays, Kansas City Royals, Detroit Tigers, Baltimore Orioles, Seattle Mariners e Miami Marlins. Outros seis times (Texas Rangers, San Diego Padres, Colorado Rockies, Pittsburgh Pirates, Cincinnati Reds e New York Mets) vivem situação muito difícil, mas estão a uma sequência de cinco vitórias de entrar na disputa. E três (Arizona Diamondbacks, Los Angeles Angels e San Francisco Giants) estão no meio da confusão, mas não se sabe se terão fôlego para seguir ali até o fim da temporada.

O resultado disso é que poucos times têm motivos claros para se desfazer de seus jogadores. Na realidade, apenas os times completamente fora da briga estarão abertos a negociar seus melhores jogadores. As franquias que correm por fora até sabem que não passarão de fase, mas viram que os times atuais não são tão ruins e talvez valesse a pena manter a base para, com alguns reforços, entrar firme na temporada 2020. Isso significa que até devem negociar seus atletas, mas farão jogo duro -- leia-se: pedir alto por cada troca -- com os interessados porque não têm tanto interesse assim em se desfazer do elenco.

Esse cenário torna o mercado muito arriscado. Muitos times estão em um limbo de não saber se vão ou não brigar pela classificação, ou seja, se entram nas conversas para trazer ou para fornecer reforços. E, entre os que devem fornecer, o preço cobrado (nível dos jovens exigidos) por cada jogador que saia será alto.


No meio disso, aparecem nomes como Madison Bumgarner e Will Smith (Giants), Noah Syndergaard (Mets), Zack Greinke (Diamondbacks), Felipe Vázquez (Pirates), Hunter Pence e Mike Minor (Rangers). Jogadores que certamente farão barulho se trocarem de camisa.

O resultado disso é que muito time está esperando até este fim de semana para saber de que lado da mesa de negociação está. E também para avaliar bem qual o poder de barganha do time do outro lado da conversa. O mercado deve ficar agitado a partir da próxima segunda, mas provavelmente alguns negócios bombásticos não ocorrerão simplesmente porque não haverá tempo hábil para os dois times chegarem a um acordo ou porque algumas equipes não sabiam se brigavam ou não pela classificação.

Uma boa notícia (temporada equilibrada e emocionante) acaba tendo um efeito colateral (mercado frio). Fica a lição, e talvez a ideia de a MLB mudar a data-limite para negociação, talvez para 15 de agosto, por exemplo.

Fonte: Ubiratan Leal

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O mercado da MLB está parado a apenas 5 dias de seu fechamento. Por quê?

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Mahomes chegou e se apresentou. Agora precisa se provar

Rafael Belattini
Rafael Belattini

Mahomes foi MVP logo em sua primeira temporada como titular
Mahomes foi MVP logo em sua primeira temporada como titular Getty

Mais jovem jogador a ganhar o prêmio de MVP em mais de três décadas, Patrick Mahomes é um dos maiores astros da liga neste momento. E isso não é um ponto a ser discutido.

Porém, o terceiro quarterback a ter conseguido uma temporada com 50 touchdowns na história da NFL sabe que vai precisar trabalhar muito mais em 2019.

Pois, parafraseando Galvão Bueno, chegar é uma coisa, se manter é outra.

E, convenhamos, ele colocou a régua lá em cima.

Mahomes declarou, durante as férias, que estava trabalhando para perder as gordurinhas, diminuir o percentual de gordura do corpo e substituir por mais músculos. Ou seja, ele tem tudo bem claro na cabeça de que a temporada passada... bem, ficou no passado.

Além de todo o talento que tem, o quarteback do Kansas City Chiefs contou com o fator surpresa no último ano. Ninguém sabia o que esperar do jogador e também do esquema montado por Andy Reid para o segundoanista que substituía Alex Smith.

As estatísticas mostram que o camisa 15 lançou 49,3% de seus passes para recebedores que estavam abertos, a quarta maior marca entre os QB que tentaram pelo menos 150 passes no último ano. A média da liga? 44,3%.

Os passes com “janelas apertadas”? Apenas 12,2% das tentativas de Mahomes foram com este cenário, a terceira menor porcentagem da liga.

Os números apontam um grande mérito do sistema implantando nos Chiefs, a capacidade de recebedores como Tyreek Hill e Travis Kelce em se separarem da marcação, e também a qualidade de Mahomes, que lê bem o jogo e também consegue se virar como poucos para sobreviver à pressão até que alguém consiga improvisar uma rota e ficar livre.

Inteligente, com um ótimo conhecimento do jogo e um braço mais do que potente, Mahomes dificilmente será mais um exemplo de “one-hit wonder” na NFL, mas essa temporada será fundamental para que ele se estabeleça como o futuro da liga.

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Mahomes chegou e se apresentou. Agora precisa se provar

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Ao ‘mofar’ no Thunder, carreira de Chris Paul cada vez mais encaminha para um grande ‘e se’ na NBA

Gustavo Faldon
Gustavo Faldon

Chris Paul
Chris Paul Getty

Há um ano, Chris Paul estava assinando um contrato no valor máximo com o Houston Rockets, que o renderá US$ 44 milhões em seu último ano, em 2022, logo após seu primeiro ano com o time, formando uma dupla dinâmica com James Harden na NBA.

Hoje, o armador se tornou um fardo, sem mercado justamente por esse contrato largo, além de ter já 34 anos e um histórico de lesões desanimador. Por isso, o Oklahoma City Thunder, que o recebeu na troca por Russell Westbrook, não achou times para repassá-lo.

 Com a carreira mais perto do fim do que do começo, mesmo que ainda tenha “lenha” para queimar, é fato que Chris Paul já passou do auge. Por isso, tudo indica que sua vida na NBA talvez não terá correspondido à expectativa.

Quando surgiu na NBA, ainda nos Hornets, Paul chamou atenção por ter pouco mais de 1,80m, uma habilidade acima da média de armar o jogo, visão de quadra, precisão no chute e capacidade defensiva que o credenciavam para o Hall da Fama.

Agora, ele parece cada vez mais que irá integrar a indesejável lista de grandes jogadores que jamais atuaram nas Finais, ao lado de Steve Nash, George Gervin, Dominique Wilkins e Chris Webber.

O primeiro ponto de virada da carreira de Paul foi na troca que o levou para Los Angeles, em 2011. O destina era os Lakers, que chegaram a acertar uma troca com New Orleans, mas por “motivos de basquete” caiu.

Quase no instante seguinte, os Clippers negociaram e trouxeram o armador. Paul fez um trio empolgante com Blake Griffin e DeAndre Jordan. Mas lesões nos playoffs custaram uma campanha grande do time de Los Angeles, que não atingiu a final de conferência em seis anos lá.

Em 2017, então, veio a troca para os Rockets, que deu sobrevida a Paul. Com o armador em quadra, Houston abriu 3 a 2 na final do Oeste diante dos Warriors, mas ele sofreu uma lesão na coxa no jogo 5, perdeu as partidas seguintes, e o time texano foi eliminado.

Em 14 anos de NBA, Paul jogou ao menos 70 jogos apenas seis vezes. Com 34 anos, é improvável pensar que ele consiga se manter saudável e seja capaz de carregar o Thunder, recheado de jovens, por muito tempo no competitivo Oeste.

Fonte: Gustavo Faldon

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Há 50 anos, acontecia algo mais improvável que o homem chegar à lua: um home run de Gaylord Perry

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

A data não é precisa, porque a história não foi registrada no momento e acabou virando lembrança contada tempos depois. Há até quem conteste a veracidade dela. Mas teria ocorrido em 1962 ou 63. Gaylord Perry, arremessador do San Francisco Giants, fazia aquecimento como rebatedor antes de uma partida e acertava várias rebatidas em linha. Contatos relativamente fortes, o que deixou Harry Jupiter, repórter do San Francisco Examiner, animado.

O jornalista comentou com Alvin Dark, técnico dos Giants, que o tal arremessador parecia ter força nas rebatidas. Talvez até conseguisse um home run mais hora, menos hora. Naquela altura, era compreensível Jupiter não conhecer Perry. O arremessador estava em suas primeiras temporadas, e só se tornou membro fixo da rotação do San Francisco justamente em 1963. Isso não impediu Dark de ser taxativo ao responder:

- Esquece. Um homem chegará à lua antes de Perry rebater um home run.

A referência lunar não era tão acidental. Os Estados Unidos estavam iniciando seu projeto de levar o homem à lua e a corrida espacial era tema recorrente. Mas o técnico sabia do que estava falando. Perry passou a se destacar como um dos melhores arremessadores da MLB. Em 1964, teve um ERA de 2,75. Teve uma queda em 1965, mas se recuperou em 66, iniciando uma série de quinze temporadas seguidas com ERA abaixo de 3,5. Nesse período todo, levou dois prêmios Cy Young. Claro, foi para o Hall da Fama. Mas ele não sabia rebater.

Considerando apenas temporadas completas, seu aproveitamento no bastão nunca chegou a 19%. Força também não era a dele: apenas quatro rebatidas extrabase (todas duplas) nos sete primeiros anos de carreira.

Enquanto Perry não descobria como rebater, os cientistas norte-americanos aprendiam rápido o que era preciso fazer para colocar o homem à lua antes da União Soviética. Em 16 de julho, a Nasa lançou o foguete Saturno 5, dando início à missão Apollo 11. Quatro dias depois, exatos 50 anos atrás, o módulo Eagle aterrissou no solo lunar. De lá saiu Neil Armstrong, que deu "um pequeno passo para um homem, um salto gigantesco para a humanidade". O homem, enfim, havia chegado à lua.

Neil Armstrong pisando na lua, em 1969
Neil Armstrong pisando na lua, em 1969 Divulgação - Nasa

Perry não pôde ver esse momento histórico. Ele estava em campo, defendendo os Giants contra o Los Angeles Dodgers. Eram 13h17 em São Francisco. Às 13h51, Claude Osteen, arremessador dos Dodgers, deixou uma bola rápida pendurada na parte alta da zona de strike. Gaylord Perry foi para o swing com força. A bola voou, voou, voou e... foi para a arquibancada. Perry, enfim, havia rebatido um home run.

A previsão de Alvin Dark estava certa. Por 34 minutos.

Fonte: Ubiratan Leal

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Há 50 anos, acontecia algo mais improvável que o homem chegar à lua: um home run de Gaylord Perry

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[Programação] Desafio de Talentos: candidatos já vão para a cabine comentar jogos (mas com pegadinhas)

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Veja o Desafio de Talentos no WatchESPN
Veja o Desafio de Talentos no WatchESPN Reprodução ESPN

Comentar uma partida não é fácil. E os candidatos a comentaristas de esportes americanos do Desafio de Talentos vão sentir isso na pele já no segundo episódio do reality show da ESPN. Nesta segunda, eles irão à cabine para analisar uma partida, mas serão surpreendidos com várias pegadinhas ao longo da transmissão. Como se sairão?

A semana de esportes americanos da ESPN ainda tem maratona do The Basketball Tournament e do softbol da Little League. Além, claro, da MLB, dos playoffs da LBF e da WNBA. Confira os horários para não perder nada.

SÁBADO, 20 DE JULHO

LBF (playoffs)
18h - Campinas x Uninassau (ESPN Extra)

THE BASKETBALL TOURNAMENT
15h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
18h - Jogo a definir (WatchESPN)
19h - Jogo a definir (WatchESPN)
19h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Little League)
11h - Jogo a definir (WatchESPN)
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)

DOMINGO, 21 DE JULHO

MLB
20h - Washington Nationals x Atlanta Braves (ESPN)

THE BASKETBALL TOURNAMENT
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
15h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN) 

SOFTBOL (Little League) 
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)

LACROSSE (MLL)
17h - Dallas Rattlers x Denver Outlaws (WatchESPN)

SEGUNDA, 22 DE JULHO

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

21h - DESAFIO DE TALENTOS (ESPN)

MLB
20h - Boston Red Sox x Tampa Bay Rays (ESPN 2) 

SOFTBOL (Little League) 
11h - Jogo a definir (WatchESPN)
12h - Jogo a definir (WatchESPN)
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN) 
15h - Jogo a definir (WatchESPN) 
16h - Jogo a definir (WatchESPN) 
17h - Jogo a definir (WatchESPN) 
18h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)

TERÇA, 23 DE JULHO

MLB
20h - St. Louis Cardinals x Pittsburgh Pirates (ESPN)

WNBA
23h - Seattle Storm x Las Vegas Aces (ESPN Extra)

SOFTBOL (Little League) 
12h - Jogo a definir (WatchESPN)
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN) 
15h - Jogo a definir (WatchESPN) 
16h - Jogo a definir (WatchESPN) 
17h - Jogo a definir (WatchESPN) 
18h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)

QUARTA, 24 DE JULHO

MLB
21h - New York Yankees x Minnesota Twins (ESPN 2)

SOFTBOL (Little League)  
12h - Jogo a definir (WatchESPN) 
12h - Jogo a definir (WatchESPN) 
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
15h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
18h - Jogo a definir (WatchESPN)
19h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)

QUINTA, 25 DE JULHO

THE BASKETBALL TOURNAMENT
18h - Jogo a definir (WatchESPN)
19h50 - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h40 - Jogo a definir (WatchESPN)
22h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Little League) 
11h - Jogo a definir (WatchESPN)
12h - Jogo a definir (WatchESPN)
12h - Jogo a definir (WatchESPN)
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
15h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
18h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)

SEXTA, 26 DE JULHO

19h30 - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB
20h - New York Yankees x Boston Red Sox (ESPN)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 19 de julho, 21h.

Fonte: Ubiratan Leal

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A nobre, dura e previamente fracassada luta de Melvin Gordon

Rafael Belattini
Rafael Belattini

Melvin Gordon quer um novo contrato antes de se apresentar aos Chargers
Melvin Gordon quer um novo contrato antes de se apresentar aos Chargers Frank Jansky/Icon Sportswire via Getty I

Melvin Gordon já avisou que, sem um novo contrato, não vai se apresentar para os treinamentos do Los Angeles Chargers, que começam no próximo dia 24. Selecionado na primeira rodada do draft de 2015 (15º geral), ele está em seu último ano de contrato de calouro, ganhando US$ 5,6 milhões (R$ 20,96 milhões).

Ezekiel Elliott, entrando em seu quarto ano de contrato com o Dallas Cowboys – receberá US$ 3,85 milhões (R$ 14,41 milhões) com mais US$ 9 milhões (R$ 33,69 milhões) no próximo – também pode fazer o mesmo e não aparecer na reapresentação do dia 26.

A causa é nobre. Gordon diz que faz isso pensando em toda uma geração de running backs, que se arriscam correndo no meio de gigantes e são vistos como “descartáveis” pela maioria das pessoas na NFL. Afinal, com apenas mais um ano de contrato, uma lesão em 2019 pode significar até mesmo o fim da linha para ele na Liga.

O problema é que os números jogam extremamente contra os corredores. Mesmo que você queria valorizá-los.

Pegando exemplos recentes, o Pittsburgh Steelers ficou sem Le’Veon Bell no ano passado. Apesar de perder um dos indiscutivelmente melhores da posição, a franquia da Pensilvânia não viu as estatísticas do jogo corrido caírem tanto. Na verdade, conseguiu mais touchdowns (16 contra 12) e mais jardas por tentativa (4,2 contra 3,8).

Em uma equipe que sequer conseguiu chegar aos playoffs, James Conner teve 215 corridas com 973 jardas e 12 touchdowns em 2018, contra 321 corridas para 1.291 jardas e nove TDs de Bell no ano anterior. Na média, Conner correu mais que Bell (4,5 contra 4 jardas por tentativa).

Também no ano passado, Gordon foi titular em 12 partidas acumulando 885 jardas corridas e 10 touchdowns, com média de 5,1 jardas por tentativa. Seu reserva imediato, Austin Ekeler, titular em três jogos, teve 554 jardas e três touchdowns, mas com 69 chances a menos na temporada regular, tendo uma média até melhor, de 5,2 jardas por tentativa.

O detalhe: Ekeler é dois anos mais novo e receberá, em 2019, apenas US$ 645 mil (R$ 2,41 milhões).

O talento de Gordon, Bell, e outros dos principais running backs da liga é inegável, mas é cada vez mais ponderado o sistema do time e a qualidade da linha ofensiva, responsável por abrir os buracos para as corridas.

É claro que o running back precisa ser valorizado e não merece arriscar sua saúde sem muitas garantias sobre o futuro, mas a natureza do jogo infelizmente é esta.

Muitos jogadores da NFL observam a valorização de atletas da NBA e tentam replicar o que é feito na outra liga, mas os esportes são completamente diferentes.

Le'Veon Bell acabou no New York Jets (onde receberá até menos do que tinham oferecido para ele nos Steelers). E por acaso a chegada do astro, somada à presença de Sam Darnold, muda o patamar da franquia? Tem o mesmo efeito que a união de dois astros na NBA? Nem de longe. 

Ser importante em um elenco de 53 jogadores é bem mais complicado do que fazer isso em um grupo de 14 em que cinco passam a maior parte do tempo em quadra.

A última vez que um RB foi MVP da temporada regular? 2012, quando Adrian Peterson não conseguiu levar o Minnesota Vikings além da rodada de wild card nos playoffs. MVP de Super Bowl? Em 1998, com Terrell Davis, do Denver Broncos.

Na NFL, a única posição que realmente tem poder de fogo para mudar as coisas se decidir se rebelar é a de quarterback.

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Onze garotos que melhor aproveitaram a Summer League da NBA e mostraram seu valor

Pedro Suaide
Pedro Suaide

Para salvar ajudar em nossa necessidade de NBA, a Summer League veio e encantou nossos corações. 

Foram quase duas semanas de jogos com centenas de garotos tentando se provar para merecer uma chance na liga 'dos adultos'. 

Aqui, então, estão os onze jogadores que me encheram os olhos: 

Nickeil Alexander-Walker - Pelicans

[]

24,3 pontos / 6 assistências / 4,8 rebotes / 2,8 roubos de bola 

Finalização com as duas mãos, arremesso de fora, visão de jogo, intensidade defensiva: o ala/armador dos Pelicans mostrou todas essas coisas durante a Summer League, isso jogando predominantemente como o armador da equipe, algo com o qual não estava acostumado. 

Jogador que mais teve a bola em mãos durante os jogos, deixou seu potencial em evidência e soube muito bem dar ritmo às jogadas. Décima-sétima escolha do Draft, pode já aparecer na rotação do jovem time de New Orleans - e com muito mérito. 

Brandon Clarke – Grizzlies

14,7 pontos / 9,8 rebotes / 2,0 assistências / 1,8 toco 

Quando ele caiu até a 21ª posição do draft, o espanto foi geral. A temporada que o ala/pivô teve em Gonzaga foi animadora, e sua Summer League provou que ele merecia ter escolhido antes. Para a sorte dos Grizzlies, não foi. Foi campeão do torneio, com ótima atuação na final, e ainda coroado MVP. 

O gigante dominou o garrafão e mandou em todas as suas partidas. Extremamente atlético, é rápido e inteligente. Em pouco tempo deve ser titular do time de Memphis ao lado de Jaren Jackson Jr. 

Veja os melhores momentos da grande final:

Tyler Herro – Heat

19,8 pontos / 4,5 rebotes / 4,3 assistências / 1,5 roubo 

Aposta do Heat na 13ª escolha do draft, Herro foi um dos melhores pontuadores da Summer League. Com uma mão calibradíssima, mostrou que arremessa com muita velocidade e até ultrapassou as expectativas de quem o viu jogar por Kentucky. 

Além do arremesso, chamou atenção por ter um controle muito bom de seus pés, inclusive com um 'primeiro passo' extremamente agressivo. Também já deve ter seu espaço em Miami desde o começo da temporada. 

Lonnie Walker IV – Spurs

24,8 pontos / 5,8 rebotes / 1,3 roubo

 Draftado em 2018, jogou apenas 17 partidas na última temporada, com média de 6,9 minutos por jogo. Após essa Summer League, mostrou que merece mais minutos de Gregg Popovich. 

Muito além do bom defensor que ele já mostrava ser, apresentou um arsenal ofensivo muito importante. Conseguiu criar arremessos para ele mesmo e se provar como um cara que pode ser o líder do time. Devemos vê-lo cada vez mais em quadra. 

Carsen Edwards – Celtics

[]

19,4 pontos / 3,8 rebotes / 21/45 (46,6%) 3pt 

Apenas a 33ª escolha do draft, Edwards mostrou o que já havíamos visto em Purdue: ele arremessa de qualquer lugar - e com eficiência.

 O armador dos Celtics, numa NBA que cada vez arremessa mais dos três pontos, deixou claro que tem seu espaço. Tanto é que o time de Boston já o presenteou com um contrato de quatro anos. 

Kendrick Nunn – Heat

21 pontos / 6,3 assistências / 5 rebotes / 1,5 roubo / 55% FG 

Nunn não foi draftado em 2018 e passou a temporada jogando na G-League com o Santa Cruz Warriors. Um ano depois, está mostrando que merece uma chance na NBA.

 No bom time do Miami Heat, foi mortal ao lado de Tyler Herro. Mostrou muita rapidez e um arremesso com alto potencial. Além disso, parece ter bastante noção de espaço, o que pode transformá-lo num bom passador. 

Jaxson Hayes – Pelicans

16,3 pontos / 7,3 rebotes / 1,3 toco 

Pivô selecionado para fazer o 'garrafão do futuro' ao lado de Zion Williamson, Hayes superou as expectativas na Summer League, e pode já ser o presente do time.

 Muito atleticismo - no ataque e na defesa -, inteligência e domínio do garrafão. Se mostrou um grande jogador agora, mas o que mais empolga é o fato de ser evidente o potencial de crescimento. Tem um arremesso bom (que deve seguir evoluindo) e muita intensidade. Pode se tornar, pelo menos, numa máquina de highlights. 

Rui Hachimura – Wizards

[]

19,3 pontos / 7 rebotes / 1,7 toco 

Para muitos, o japonês foi escolhido 'muito cedo' no draft, sendo o 9º geral. Nessa Summer League, começou a provar o contrário.

 Hachimura, ainda muito cru, pode se tornar um jogador completo. Arremessa, infiltra, tem noção de posicionamento e parece disposto a aprender. Como primeira opção no ataque, foi bem e correspondeu com boas pontuações. 

RJ Barrett – Knicks

15,4 pontos / 8,6 rebotes / 4,2 assistências

 A terceira escolha do draft foi a mais alta a mostrar seu basquete na Summer League (Zion jogou apenas minutos, e Ja Morant sequer entrou em quara). Após um começo em primeira marcha, mostrando mais suas deficiências, como o arremesso de três pontos inconsistente e o baixo aproveitamento, deu a volta por cima.

 Como um todo, mostrou o que já se esperava dele: infiltração muito boa, velocidade e muita agressividade em direção à cesta. Tem momentos em que se mostra também um ótimo passador, e ainda tem um bom potencial defensivo. Deve começar a temporada como titular.

Coby White – Bulls

15 pontos / 5,6 rebotes / 4,8 assistências / 1,4 roubo

 A escolha de primeira rodada dos Bulls teve sofreu um pouco arremessando a bola, mas mostrou várias habilidades que o fazem digno de sua posição no draft. Muito veloz e com uma ótima visão de quadra, é um armador moderno e com muita personalidade.

 Provavelmente começará a temporada vindo do banco de reservas, mas deve, durante a temporada, roubar a posição de Kris Dunn. 

Ignas Brazdeikis – Knicks

[]

15,4 pontos / 5,2 rebotes / 51% FG 

Escolha de número 47 do draft, Brazdeikis foi um acerto dos Knicks. O ala mostrou muita versatilidade e preparação para o basquete que a NBA joga hoje em dia. Ótimo arremesso de média e longa distância e inteligência para infiltrar.

 Chegou a ter uma gigante atuação de 30 pontos, a primeira de tal marca na competição, contra os Suns. Num time novo como o de Nova Iorque, pode ganhar seus minutos na rotação.

 Menções Honrosas (alguns já são melhores do que o nível da competição, outros não mostraram tanto)

Chris Boucher – Raptors

23 pontos / 9,8 rebotes / 1,3 toco

Atual campeão da NBA, Boucher chegou a jogar em duas partidas das Finais do Leste, contra os Bucks, na última temporada. Após a saída de Kawhi, mostrou que pode produzir mais, e deve receber cada vez mais espaço em Toronto.

Mitchell Robinson – Knicks

13,8 pontos / 10,6 rebotes / 3,4 tocos 

Robinson teve uma temporada ótima como calouro dos Knicks, e sua Summer League foi um marco. Enalteceu seus pontos positivos (receber pontes aéreas, pegar rebotes e dar tocos), mas também mostrou que tem muito a melhorar (muito afobado, arremesso não confiável). Deve começar a temporada como titular.

Jarrett Allen – Nets

[]

16,4 pontos / 10,6 rebotes / 2,2 tocos

 O pivô já mostrou do que é capaz na NBA, então era de se esperar que brilhasse na Summer League... e assim foi. Defensivamente e nos rebotes, é um monstro. Ofensivamente, usou o torneio para melhorar, o que é preciso.

Anfernee Simons – Blazers

22 pontos / 4,3 rebotes / 1 roubo

 Simons jogou 20 partidas na última temporada pelos Blazers, e mostrou lapsos do que era capaz. Na Summer League, provou que pode ser um grande pontuador, arremessando de qualquer lugar da quadra, mas precisa melhorar sua defesa e seu repertório ofensivo. 

Daniel Gafford – Bulls

13,8 pontos / 7,8 rebotes / 2,8 tocos 

Escolha de segunda rodada dos Bulls, Gafford foi muito bem na dobradinha com Coby White, completando várias pontes aéreas. Surpreendeu por ser 'completo', apesar de ainda muito cru. Pode ganhar minutos na temporada, principalmente num time como o de Chicago.

Naz Reid – Timberwolves

11,9 pontos / 5,4 rebotes / 2 assistências 

Pivô de LSU que não foi draftado, Reid mostrou nessa Summer League que merece, ao menos, uma chance. Na semifinal, dominou o garrafão contra Jarrett Allen e foi 'o cara' que colocou os Wolves na final. Defensivamente, tem um potencial imenso.

Pablo Prigioni – Timberwolves 

[]

Ex-jogador da NBA, Prigioni teve sua primeira oportunidade como treinador, e foi muito bem. Montou uma equipe muito bem equilibrada e com uma defesa sensacional, inclusive usando zona. Durante a temporada, será auxiliar de Ryan Saunders.

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[Programação] Final da Summer League da NBA e hora da revanche da última World Series

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

É rápido, mas intenso. A Summer League da NBA mal começou e já está em sua semana decisiva. A liga que reúne as principais promessas - e alguns jogadores que estão sendo testados - do melhor basquete do mundo chega a seus playoffs nesta semana. Os jogadores já mostraram o que podem fazer, e alguns ainda tentaram provar que merecem uma chance no elenco principal para a próxima temporada. Agora é momento de definir o campeão. O mata-mata começa neste sábado e já termina na terça, e o fã de esporte pode conferir tudo nos canais ESPN e no WatchESPN.

Enquanto isso, a MLB entra em sua segunda metade de temporada com pé na porta. O Sunday Night Baseball tem Los Angeles Dodgers x Boston Red Sox, um reencontro dos times que protagonizaram a final de 2018. Os Dodgers foram derrotados naquela oportunidade, mas chegam com a melhor campanha de toda a liga, enquanto os Red Sox ainda não conseguiram escapar da ressaca do título e sofrem para entrar na zona de classificação para os playoffs.

Confira abaixo tudo o que vai rolar de esportes americanos nos canais ESPN nesta semana.

[]

SÁBADO, 13 DE JULHO

NBA SUMMER LEAGUE
17h - Torneio de Consolação (WatchESPN)
19h - Torneio de Consolação (WatchESPN)
19h30 - Quartas de final (ESPN 2)
21h - Torneio de Consolação (WatchESPN)
21h30 - Quartas de final (ESPN 2)
23h - Torneio de Consolação (WatchESPN)
23h30 - Quartas de final (ESPN 2)

LACROSSE (MLL)
21h - Boston Cannons x Atlanta Blaze (Watch ESPN)

DOMINGO, 14 DE JULHO

MLB
20h - Los Angeles Dodgers x Boston Red Sox (ESPN)

NBA SUMMER LEAGUE
19h - Semifinal (ESPN 2)
21h - Semifinal (ESPN 2)

SEGUNDA, 15 DE JULHO

20h30 - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB
20h - Los Angeles Dodgers x Philadelphia Phillies (Watch ESPN)

NBA SUMMER LEAGUE
22h - Final (ESPN 2)

TERÇA, 16 DE JULHO

MLB
20h - Tampa Bay Rays x New York Yankees (ESPN 2)

QUARTA, 17 DE JULHO

MLB
20h - Tampa Bay Rays x New York Yankees (ESPN)

QUINTA, 18 DE JULHO

LBF (playoffs)
19h - Campinas x Uninassau (ESPN Extra)

SEXTA, 19 DE JULHO

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB
20h - Colorado Rockies x New York Yankees (ESPN 2)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 12 de julho, 23h30.

Fonte: Ubiratan Leal

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A janela estava se fechando, mas os Rockets, na marra, abriram novamente

Pedro Suaide
Pedro Suaide

Quando a janela esteve mais aberta do que nunca, Houston Rockets esteve a uma lesão de Chris Paul e 27 arremessos seguidos errados dos três pontos de uma final, e de um provável título, da NBA, em 2018. 

Daryl Morey e Mike D'Antoni haviam criado um time e uma filosofia para vencer os Warriors, e quase venceram.

Bom, aqueles Warriors não existem mais. Aquele Chris Paul também não. Sem a maior dinastia dos últimos tempos presente na liga, o título está mais aberto do que nunca, e aí vimos Clippers, Lakers, Jazz, Sixers, e tantos outros times se mexerem para lutar pelo título. Os Rockets poderiam ter ficado para trás, mas não.

James Harden, que vem de seu quarto ano seguido lutando pelo MVP e acaba de sair de uma temporada histórica, terá o resto de seu auge no basquete ao lado de Russell Westbrook, 4 anos mais novo do que Chris Paul. Eles voltaram no tempo.

Todos os problemas de Westbrook vocês já sabem. Turnovers, tomadas de decisões erradas, arremesso pouco eficiente de média e longa distância... ok. Agora, lembrem de tudo que ele fez carregando o Oklahoma City Thunder, todas as atuações magnânimas que ele emplacou e toda sua habilidade dentro de quadra.

O Houston Rockets provavelmente decidirá partidas de temporada regular e de playoffs com Westbrook, Harden, Gordon, Tucker e Capela em quadra. Três arremessadores muito bons dos três pontos, o que é perfeito para Westbrook, que foi patético nos arremessos de fora na última temporada. Duas super estrelas, coisa que faz a diferença na hora de vencer. E um quinteto para se bater de frente com qualquer outro da liga.

Durante as partidas, Harden e Westbrook poderão 'dividir turnos', e assim veremos Russell simplesmente destruir os times reservas das equipes adversárias, abusando de toda sua imposição física e de seu conhecimento do jogo.

Vale lembrar que os dois jogaram juntos e são amigos, o que pode fazer o clima fora de quadra influenciar na  performance dentro.

Outra coisa importante é lembrar que Westbrook volta a ser o 'número 2' que era com Durant em Oklahoma. Aquele que fez KD ser MVP 2014. Aquele que foi às finais da NBA em 2012. E aquele que, acima de tudo, não está acima do bem e do mal, não manda na franquia (como mandava no Thunder nos últimos anos) é apenas mais um jogador. Um baita jogador.

Com Harden no auge, Westbrook precisando se provar e tendo uma nova chance, e todo um elenco de apoio que encaixa em suas características - abrem a quadra, sabem arremessar, não querem protagonismo - os Rockets forçaram a janela a abrir mais um pouco, e agora brigam pelo título da NBA. 

(E ah, isso não quer dizer que eles ganharam a troca. Oklahoma fez outro ótimo negócio e seu futuro promete)

Fonte: Pedro Suaide

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Por que Russell Westbrook no Houston Rockets faz sentido

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

De princípio, não parece. A reação imediata das pessoas foi pensar "o Houston Rockets vai jogar com duas bolas?" ou, então, "Russell Westbrook não arremessa de fora, não vai se encaixar". Mas Westbrook em Houston faz sentido. Pra todo mundo. Pra ele, pra equipe e pra James Harden.

Pra início de conversa, Chris Paul não queria mais estar no Texas. As notícias são de que ele e Harden haviam brigado feio depois da eliminação para o Golden State Warriors na última temporada e Paul não aguentava mais olhar na cara de James. CP3 precisava ir.

Com um contrato gigante, os Rockets só seriam capaz de movê-lo por outro contrato gigante. Westbrook estava insatisfeito com a saída de Paul George e queria abandonar o barco em Oklahoma. Era a oportunidade.

Mas, além da questão extra quadra, a opção faz sentido dentro de quadra. O grande problema dos Rockets na pós temporada do ano passado foi ter alguém que dividisse a carga ofensiva com Harden na hora de fechar as partidas.

Chris Paul deveria ser esse cara, mas o que já foi um dos melhores, quiçá o melhor, armadores da liga, hoje é um jogador que tem dificuldade para pontuar isolado contra nomes como Jonas Jerebko, como foi na série contra os Warriors.

Harden e Westbrook voltarão a ser companheiros de equipe
Harden e Westbrook voltarão a ser companheiros de equipe Getty Images

Com isso, Harden ficava sobrecarregado e a defesa de Golden State sequer hesitava na hora de dobrar no camisa 13. Com Westbrook, a história será diferente. 

Russell não é um dos pontuadores mais eficientes da liga, para ficar em um eufemismo, mas é uma das grandes ameaças ofensivas da NBA quando ataca o aro. E tem capacidade de bater qualquer defensor na isolação.

A presença de Westbrook fará com que as defesas não se sintam tão seguras na hora de dobrar em Harden e tirá-lo completamente dos finais das partidas. Já é uma vitória para Houston.

Além disso, Westbrook não é um arremessador nato e gosta de jogar com a bola na mão, mas já demonstrou em outras oportunidades que pode ser apenas o segundo cestinha de uma equipe, como foi com Durant em Oklahoma.

Em Houston, o espaçamento proporcionado pelo arsenal de chutadores da equipe lhe dará espaço para brilhar nas infiltrações. Na hora de atacar o aro, fazer a defesa entrar em colapso e ou pontuar ou soltar a bola para um arremessador livre na zona morta.

Westbrook era a melhor opção de mercado para Daryl Morey e o Houston Rockets. Os Rockets eram a melhor opção para Russ. Bem vindos ao tiroteio do Velho Oeste, que será insano.

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