Esqueça Nets, Durant, Warriors, Kyrie, Lakers... Por que essa é a imagem que pode mudar o rumo da NBA nos próximos anos

Pedro Suaide
Pedro Suaide

Em poucas horas, o mundo da NBA virou de cabeça para baixo. Mesmo antes de o mercado abrir, Kyrie Irving e Kevin Durant já estavam a caminho do Brooklyn Nets.

As horas seguintes foram insanas, como esperado, e com méritos, os Nets foram exaltados - afinal, agora eles têm Durant e Kyrie - e a discussão se eles realmente conseguirão um título desse jeito fica para outro dia.

Entretanto, nesta segunda-feira, Zion Williamson assinou seu contrato com o New Orleans Pelicans, apenas oficializando sua escolha como número 1 do Draft de 2019. E, mais do que Durant, Kyrie ou seja lá quem for, essa é a imagem que pode mudar o futuro da NBA.

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Zion é um fenômeno. Parte, obviamente, por ser ainda uma incógnita, algo nada certeiro. Entretanto, muito é pelo potencial nunca visto. Uma junção de velocidade, impulsão, força e habilidade que a NBA ainda não entendeu até onde pode chegar.

Entretanto, há razões para acreditar que sua chegada mude a NBA mais do que qualquer outro acontecimento nessa intertemporada.

O primeiro motivo é o seguinte: há um bom tempo a NBA não apresenta um panorama tão aberto quanto atualmente.


Os Warriors foram desmontados, e sem eles, existe competitividade. Os Lakers juntaram LeBron James e Anthony Davis, mas ainda não têm um time. Mesmo que Kawhi Leonard chegue, isso pode garantir uma hegemonia por quanto tempo? Algo perto de três anos, pensando na idade de LeBron e nos recorrentes problemas físicos de Kawhi e AD. Isso não é uma crítica ao que eles estão fazendo: se conseguirem juntar as três estrelas, é bem possível que vençam um título ou mais.

Mas estou falando de futuro. Cinco anos para mais. Zion é o nome da próxima geração da NBA e ainda tem 18 anos. E esse é o segundo motivo.

A NBA é uma liga de jogadores, não de times. Exemplo? O Heat chegou a quatro finais seguidas, os Cavs também. Mas foi LeBron James quem chegou a 8 finais seguidas.


LeBron, Durant, Curry, Kawhi, Harden... Em cinco anos, alguns desses já estarão aposentados, outros provavelmente na parte baixa da carreira. 

E quem faz parte da geração que já está pronta? Giannis Antetokounmpo, Joel Embiid, Nikola Jokic. E a nova geração é de Luka Doncic, Zion Williamson e outros que ainda precisam mostrar potencial para isso - potencial que Zion, sem sequer jogar na NBA, já mostrou. Se vai virar, é outra história.

Em poucos anos, Zion pode ser um dos grandes nomes do 'presente' da liga, e isso por si só é suficiente para colocar ele e seu time como concorrentes ao título. E o último motivo é exatamente o que vai ajudar ele a se tornar uma estrela.


Os Pelicans foram perfeitos no mercado. Enquanto todos os holofotes procuravam o Brooklyn, New Orleans viu JJ Redick, Nicolo Melli e Derrick Favors chegarem. Dois jogadores com experiência na NBA e 'casca' para serem mentores de Zion, além de um atleta um consagrado na Europa que joga na mesma posição de Williamson, e eles podem aprender muito um com o outro.

Somando isso com todas as movimentações já feitas (Lonzo Ball, Brandon Ingram, Josh Hart) e à manutenção de Jrue Holiday, o time já se desenha para ser 'de Zion'. Como os Cavs de 2003 já eram de LeBron, os SuperSonics de 2008 já eram de Durant e os Mavs de 2018 já eram de Doncic.

Se Zion vai virar história, não sabemos. Mas a foto já é histórica.

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Para lidar com Antonio Brown, Raiders têm até 'bomba atômica' e precisam agir

Rafael Belattini
Rafael Belattini

O “vai ou racha” do GM Mike Mayock deixou claro que o Oakland Raiders está cansado dos repentes de Antonio Brown, que mais uma vez não foi treinar por causa da novela com o capacete.

Se até agora a franquia se mostrou tranquila com relação ao assunto, chegou a hora de agir de forma enérgica.

Mas quais são as reais armas para que o wide receiver volte ao trabalho e esteja pronto para a 1ª semana da temporada, contra o Denver Broncos?

Antonio Brown protagoniza uma das novela mais bizarras do ano
Antonio Brown protagoniza uma das novela mais bizarras do ano Getty

Bom, são três alternativas, sendo que uma delas pode ser considerada uma “bomba atômica”.

Para começar com a mais drástica atitude, os Raiders podem dar um basta na história e dispensar Brown, cortando-o do elenco.

O recebedor já levou US$ 1 milhão (R$ 4,03 milhões) pela assinatura do contrato e deixaria um prejuízo de US$ 30 milhões (R$ 120,89 milhões) para a franquia, que teria que pagar aquilo que já está garantido no acordo.

Por mais que o montante atrapalhe na folha salarial, Jon Gruden e companhia passariam a mensagem de que ninguém, absolutamente ninguém, está acima do time, do projeto.

Nesta mesma linha de decisão, os Raiders poderiam trabalhar uma troca do jogador, o que salvaria um espaço na folha salarial. Contudo, resta saber quem aceitaria trazer este problema para si e quanto ofereceria por isso – Oakland mandou uma escolha de terceira e outra de quinta rodada para o Pittsburgh Steelers em março.



A “bomba atômica” é a alternativa que todos sabem que existe, mas vão evitar ao máximo de usar pois as consequências podem ser devastadoras: uma carta de cinco dias.

O dispositivo existe no acordo coletivo da NFL, mas não foi usado desde a assinatura do último CBA, em 2011. Trata-se de um aviso de que o jogador precisa se reapresentar em cinco dias ou então estará fora de qualquer atividade da liga, sem salários, pelo próximo ano.

Neste caso, Brown entraria em uma lista de exceção da liga e seria proibido de treinar e jogar, nos Raiders ou em qualquer outra franquia. Ele seria banido por toda a temporada.

Por mais que muitos vejam a medida como uma boa lição para Brown, as consequências seriam grandes para os Raiders, já que o empresário do atleta, Drew Rosenhaus, é um dos mais importantes da liga e poderia responder com represálias à franquia.

Restando pouco mais de duas semanas para o início da temporada, aparentemente o que resta aos Raiders é esperar. Enquanto isso, em Pittsburgh, pessoas sorriem por não tem em suas mãos este problema.

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[Programação] Bruno ou Weinny? Desafio de Talentos define o novo comentarista de esportes americanos da ESPN

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

Foram mais de 600 inscritos até definir os cinco candidatos. Mais cinco semanas para chegar aos dois finalistas. E, na próxima segunda, enfim o fã de esporte conhecerá o novo comentarista de esportes americanos dos canais ESPN. Bruno e Weinny ainda estão na disputa e farão a decisão, transmitida ao vivo na ESPN. O público ajuda nessa escolha e pode votar clicando aqui.

Mas a semana de esportes americanos é quente também em campo e nas quadras. A pré-temporada da NFL acelera, com rodada dupla de jogos no domingo, mais dois ao longo da semana. O beisebol tem o confronto especial da Little League neste domingo, entre Chicago Cubs e Pittsburgh Pirates. E a LBF pode definir seu campeão entre Veracruz Campinas e Sampaio Correa.

Weinny e Bruno - Desafio de Talentos
Weinny e Bruno - Desafio de Talentos Reprodução

Veja abaixo a programação completa de esportes americanos.

SÁBADO, 17 DE AGOSTO

BEISEBOL (Little League World Series)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
19h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)

LACROSSE (Major League Lacrosse)
21h - Denver Outlaws x Dallas Rattlers (WatchESPN)

DOMINGO, 18 DE AGOSTO

NFL (pré-temporada)
17h - New Orleans Saints x Los Angeles Chargers (ESPN)
21h - Seattle Seahawks x Minnesota Vikings (ESPN)

MLB
20h - Chicago Cubs x Pittsburgh Pirates (ESPN 2)

LBF (final)
18h - Campinas x Sampaio (ESPN Extra)

BEISEBOL (Little League World Series)
10h - Jogo a definir (WatchESPN)
12h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
15h - Jogo a definir (WatchESPN) 

SEGUNDA, 19 DE AGOSTO

19h - ESPN LEAGUE (ESPN)

20h30 - DESAFIO DE TALENTOS (ESPN)

NFL (pré-temporada)
21h - San Francisco 49ers x Denver Broncos (ESPN)

MLB
20h - Washington Nationals x Pittsburgh Pirates (ESPN 2)

BEISEBOL (Little League World Series) 
12h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
19h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)

TERÇA, 20 DE AGOSTO

MLB
20h - Philadelphia Phillies x Boston Red Sox (ESPN 2)
23h - New York Yankees x Oakland Athletics (WatchESPN)

BEISEBOL (Little League World Series) 
12h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

QUARTA, 21 DE AGOSTO

MLB
23h - New York Yankees x Oakland Athletics (ESPN)

BEISEBOL (Little League World Series) 
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h30 - Jogo a definir (WatchESPN) 

QUINTA, 22 DE AGOSTO

NFL (pré-temporada)
21h - Jacksonville Jaguars x Miami Dolphins (ESPN)

LBF (final)
19h - Sampaio x Campinas (ESPN Extra)

BEISEBOL (Little League World Series) 
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

SEXTA, 23 DE AGOSTO

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NFL
21h - Buffalo Bills x Detroit Lions (ESPN)

MLB
20h - Atlanta Braves x New York Mets (WatchESPN)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 17 de agosto, 13h.

Fonte: Ubiratan Leal

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[Programação] MLB esquenta na ESPN com vários confrontos diretos na briga pelos playoffs

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Max Scherzer, arremessador do Washington Nationals
Max Scherzer, arremessador do Washington Nationals []

Ainda falta um mês e meio para o final da temporada regular da MLB, mas a briga pelos playoffs já está quente. Muito quente, aliás. As disputas pelo título das divisões centrais da Liga Americana e da Nacional, além dos quatro wildcards das duas ligas, estão acirradíssimas, e qualquer confronto entre as equipes envolvidas pode definir o destino de um time.

O fã de esporte da ESPN poderá ver isso de perto nesta semana. Serão transmitidos cinco jogos, todos eles com equipes com chances de ir à pós-temporada. Alguns dos duelos, inclusive, envolvem times que disputam diretamente a vaga nos playoffs.

Além disso, os canais ESPN trazem o início das finais da LBF e a retomada da pré-temporada da NFL, com Oakland Raiders x Arizona Cardinals. Veja abaixo toda a programação de esportes americanos da ESPN e não perca nada.

SÁBADO, 10 DE AGOSTO

BEISEBOL (Little League World Series)
12h - Final região Meio-Oeste (WatchESPN)
14h - Final da região da Nova Inglaterra (WatchESPN)
16h - Final da região Nordeste (WatchESPN)
18h - Final da região dos Grandes Lagos (WatchESPN)
20h - Final da região do Meio-Atlântico (WatchESPN)
22h - Final da região Oeste (WatchESPN)

SOFTBOL (Little League World Series)  
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
20h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
23h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

LACROSSE (Major League Lacrosse)
21h - Denver Outlaws x Chesapeake BayHawks (WatchESPN)

DOMINGO, 11 DE AGOSTO

MLB
20h - Philadelphia Phillies x San Francisco Giants (ESPN)

WNBA
 19h - Connecticut Sun x Las Vegas Aces (ESPN Extra)

BEISEBOL (Junior League World Series)
12h - Jogo a definir (WatchESPN)
15h - Jogo a definir (WatchESPN)
18h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Little League World Series)  
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)

SEGUNDA, 12 DE AGOSTO

20h30 - ESPN LEAGUE (ESPN)

21h - DESAFIO DE TALENTOS (ESPN)

MLB
20h - Boston Red Sox x Cleveland Indians (ESPN 2)

BEISEBOL (Junior League World Series)
12h - Jogo a definir (WatchESPN)
15h - Jogo a definir (WatchESPN)
18h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Little League World Series)  
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)

TERÇA, 13 DE AGOSTO

MLB
20h - Cincinnati Reds x Washington Nationals (ESPN)

BEISEBOL (Junior League World Series) 
12h - Jogo a definir (WatchESPN) 
15h - Jogo a definir (WatchESPN) 
18h - Jogo a definir (WatchESPN) 
21h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Little League World Series - playoffs)   
20h - Jogo a definir (WatchESPN) 
22h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

QUARTA, 14 DE AGOSTO

MLB
20h - Chicago Cubs x Philadelphia Phillies (ESPN)

WNBA
21h - Connecticut Sun x Phoenix Mercury (ESPN 2)

BEISEBOL (Junior League World Series) 
12h - Jogo a definir (WatchESPN) 
15h - Jogo a definir (WatchESPN) 
18h - Jogo a definir (WatchESPN) 
21h - Jogo a definir (WatchESPN) 

SOFTBOL (Little League World Series - final)
23h - Jogo a definir (WatchESPN) 

QUINTA, 15 DE AGOSTO

NFL
21h - Oakland Raiders x Arizona Cardinals (ESPN)

BEISEBOL (Little League World Series) 
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
18h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)

BEISEBOL (Junior League World Series) 
17h - Jogo a definir (WatchESPN) 
20h - Jogo a definir (WatchESPN)

SEXTA, 16 DE AGOSTO

19h - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB
20h - Cleveland Indians x New York Yankees (ESPN)

LBF (final)
20h - Campinas x Sampaio Correa (ESPN Extra)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 10 de agosto, 13h.

Fonte: Ubiratan Leal

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O mascote mais carismático dos esportes americanos pode virar free agent e trocar de time

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Phillie Phanatic brinca com torcedor do Philadelphia Phillies durante jogo contra o Arizona Diamondbacks
Phillie Phanatic brinca com torcedor do Philadelphia Phillies durante jogo contra o Arizona Diamondbacks Getty Images

Ele é verde e peludo, tem uma boca-nariz de tamanduá, uma barriga avantajada, faz suas brincadeiras sem noção de onde está o limite e é amado por todos na Filadélfia. Em seus 40 anos de existência, o Phillie Phanatic se tornou um símbolo do Philadelphia Phillies e a referência de mascote nos esportes americanos. Mas ele pode deixar o clube. Inclusive, ele pode até ficar aberto para negociar uma transferência para outra equipe. E isso não é uma historinha para ganhar cliques em redes sociais. É o eventual resultado de uma disputa jurídica que envolve os Phillies e os criadores do Phanatic.

A história começa em 1978. Os Phillies tinham dois mascotes: Phil e Phyllis, um casal vestindo roupas da época da independência americana. A diretoria percebeu que precisava de algo diferente, pois ambos tinham interações limitadas até pela concepção dos bonecos. Assim, o clube contratou a Harrison/Erikson, empresa especializada no desenvolvimento de personagens, mascotes e marionetes que ficou conhecida pela criação de alguns personagens dos Muppets, como Miss Piggy.

A Harrison/Erikson criou o Phanatic. E o impasse está nesse projeto. O que a empresa realmente fez?

Segundo os Phillies, toda a ideia do mascote, do conceito básico de sua forma até a personalidade brincalhona, veio de um dirigente do time e a Harrison/Erikson apenas deu forma ao pedido e desenvolveu uma fantasia. A empresa discorda, alegando que teve uma parcela muito maior na concepção final do personagem, incluindo sua biografia como uma criatura exótica originária das Ilhas Galápagos (Equador).

Na época, os Phillies pagaram US$ 5.900 pelo serviço e teriam direito ao uso do personagem em aparições na TV, em eventos e em ações comerciais. Mas, pelo mesmo acordo, a Harrison/Erikson ganharia uma parcela de direitos autorais pelo desenvolvimento de produtos com tema no Phanatic. Até 1980, a empresa havia recebido US$ 200 mil.

O problema é que a Harrison/Erikson sentiu que tinha pouco controle de sua criação e processou os Phillies já em 1979. A empresa tinha os direitos autorais do personagem, mas o havia registrado como “escultura artística”, medida que foi vista pelo clube como tentativa de burlar o sistema porque, na época, era proibido registrar uma fantasia.

Em 1984, as partes chegaram a um acordo. Os Phillies pagaram US$ 215 mil e a Harrison/Erikson assinou um acordo de “vender, transferir e ceder aos Phillies todos seus direitos, títulos e interesse no e para o mascote e em e para todas as reproduções e retratos de todo ou parte do mascote e qualquer mídia, onde quer que seja e para sempre”.

Esse trecho do contrato, publicado pela Sports Illustrated, parece deixar claro que tudo está nas mãos dos Phillies e não havia mais motivos de preocupação. Mas não é tão simples assim.

Phillie Phanatic em carro de cachorro-quente com Raul Ibanez
Phillie Phanatic em carro de cachorro-quente com Raul Ibanez Getty Images

No ano passado, a Harrison/Erikson enviou uma carta aos Phillies dizendo que pode encerrar o contrato de cessão dos direitos do Phanatic em 15 de junho de 2020. O motivo é que os Phillies não podiam considerar a proteção autoral e produtos que tomassem base no trabalho já existente (a criação do Phanatic), mas que também tinha elementos originais suficientes para ser visto como um trabalho diferente.

Segundo a franquia, a empresa exigiu uma “quantidade absurda de dinheiro” e, se o pedido não for atendido, poderia processar os Phillies, encerrar o contrato e até negociar o uso do Phanatic com outra equipe qualquer. Sim, o Phillie Phanatic poderia virar um agente livre e ser contratado por outro time, que poderia ser até de outro esporte.

Os Phillies processaram a Harrison/Erikson de volta por querer encerrar o acordo válido “para sempre”. Se o caso efetivamente for à Justiça, o time tem boas chances de ganhar. Como o caso se desenrolou no final dos anos 70 e início dos 80, não há registro das conversas (cópia de e-mail, por exemplo), apenas o contrato de prestação de serviço em 1978 e o contrato de 1984 com a cessão dos direitos. Ainda assim, a tendência é que os dois lados negociem um acordo antes que o Phanatic saia de ação por estar em um impasse judicial.

Phillie Phanatic exibe tênis exclusivo ao lado de Bryce Harper
Phillie Phanatic exibe tênis exclusivo ao lado de Bryce Harper Getty Images

Fonte: Ubiratan Leal

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Tom Brady renovou, mas aposentadoria nos Patriots não é garantida. E se ele for para o mercado?

Rafael Belattini
Rafael Belattini

Tom Brady assinou uma extensão de dois anos em seu contrato com os Patriots. Ganhou um considerável aumento salarial para esta temporada, mas não garantiu que ficará até os 45 anos em New England.

É isso mesmo, já que o contrato assinado prevê uma revisão ano a ano, com um encerramento logo antes do final do “ano fiscal” da liga e existe um comprometimento do time em não usar a franchise tag no quarteback.

Por mais que o cenário seja improvável, o torcedor dos Patriots precisa saber que existe sim a chance de Brady virar um free agent. Neste ou no próximo ano, mas há a chance do camisa 12 não encerrar a carreira na franquia que o recrutou lá em 2000.

E a possibilidade é até fácil de se visualizar. Brady quer jogar até os 45 anos, mas Bill Belichick já deixou claro que não tem nenhum apego emocional com jogador.

Tom Brady renovou, mas pode não se aposentar nos Patriots
Tom Brady renovou, mas pode não se aposentar nos Patriots Getty

Apesar de Brady sempre dizer que vai parar se “não prestar” mais, o nível de exigência do treinador pode ser um pouco maior e ainda há a chance de Belichick vislumbrar uma possibilidade para o futuro.

Enfim, por mais difícil que seja imaginar o quarterback com outro uniforme, essa possibilidade existe.

E o quarterback, mesmo aos 43 anos, terá mercado? Oras, é claro que sim, e sem pensar muito é possível apresentar alguns candidatos.

Mike Vrabel, treinador do Tennessee Titans, jogou com Tom Brady e tem um ótimo relacionamento com ele. Quer mais? Em 2020, Marcus Mariota e Ryan Tannehill não terão mais contrato com a franquia.

Se a intenção for seguir com velhos conhecidos, mas fugir da AFC e possíveis confrontos diretos com os ex-companheiros, o Detroit Lions de Matt Patricia abriria as portas com todo o prazer, mesmo com Matthew Stafford por lá e com um grande contrato.

Tom Brady ainda poderia tentar seguir seu coração e jogar perto de casa, no San Francisco 49ers, time que torcia quando criança – ele estava no Candlestick Park e chorou com o barulho da torcida na icônica “The Catch”. Afinal, o sonho em 2000 era de que ele fosse recrutado pela franquia da Califórnia, e o ano pode ser crucial para Jimmy Garoppolo depois da frustração da lesão no joelho.

Calcula-se que Brady já abriu mão de US$ 60 milhões em salários para jogar em times competitivos nos Patriots, então dinheiro muito provavelmente não seria um fator para esta escolha – e não é só por Gisele Bündchen garantir uma boa renda na casa, mas por ele também já ter mais de US$ 200 milhões em ganhos na carreira e mais uma série de patrocinadores pessoais.

E como descartar interesses do Minnesota Vikings, Chicago Bears, New York Giants, entre outros que não estão seguros com a posição de QB?

Apesar de ser apenas um exercício de imaginação, e de pesadelo para o torcedor dos Patriots, seria muito interessante ver Tom Brady ir para o mercado em 2020.

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Tom Brady renovou, mas aposentadoria nos Patriots não é garantida. E se ele for para o mercado?

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[Programação] Semana para curtir alguns dos esportes mais bizarros do mundo na ESPN

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

ESPN 8. Quando os roteiristas do filme "Com a Bola Toda" ("Dodgeball - The True Underdog Story") imaginaram uma emissora que fosse transmitir o Campeonato Americano de Queimada, logo imaginou que a ESPN americana tivesse chegado a seu oitavo canal. E o apelido, "the ocho", dava a entender a força que o público latino teria no mercado. Isso foi em 2004 e, 15 anos depois, isso se tornou realidade. Ou meia realidade.

Desde 2017, a ESPN americana entrou na brincadeira do filme e, em um dia do ano, o canal ESPN 2 americano se transforma em ESPN 8 - The Ocho, e toda a programação é voltada às competições esportivas e "esportivas" (com e sem aspas) mais alternativas possíveis. Neste ano, o WatchESPN traz ao Brasil toda essa gama de competições bizarras, e o fã de esporte poderá conferir a partir da madrugada de terça para quarta.

Dodgeball, Figure 8 bus race e chess-boxing
Dodgeball, Figure 8 bus race e chess-boxing Reprodução

Há modalidades até familiares ao público, como competição de kart e torneio de games de fliperama, como Big Buck (usa pistola, simulando uma caça na floresta), Tetris e Golden Tee (golfe). Mas há alguns bastante incomuns, como chess-boxing (mistura de xadrez com boxe, ganha quem conseguir um nocaute ou um xeque-mate), Highland Games (várias modalidades típicas do interior da Escócia), competição de equipes de eletricistas, luta de robôs "estúpidos" (feitos de material reciclado e comandando por paus, sem uso de eletrônica), torneio de dança girando placa de propaganda, prova para definir o melhor condutor de bonde da Europa e até um esporte em que os atletas fazem malabarismos com pinos enquanto fogem de boladas.

Veja abaixo toda a programação. É para maratonar!

SÁBADO, 3 DE AGOSTO

BEISEBOL (Little League World Series)
11h - Jogo a definir (WatchESPN) 
14h - Jogo a definir (WatchESPN) 
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)

BEISEBOL (Senior League World Series - playoffs)
18h - Final (WatchESPN)

BEISEBOL (Intermediate League World Series playoffs)
17h - Semifinal (WatchESPN)
21h - Semifinal (WatchESPN)

SOFTBOL (Senior League World Series)  
18h30 - Semifinal (WatchESPN)
21h - Semifinal (WatchESPN)

LACROSSE (Major League Lacrosse)
20h - Boston Cannons x Denver Outlaws (WatchESPN)

DOMINGO, 4 DE AGOSTO

MLB
20h - Boston Red Sox x New York Yankees (ESPN)

THE BASKETBALL TOURNAMENT 
13h - Carmen's Crew x Overseas Elite (ESPN 2)
15h - Golden Eagles Alumni x Team Hines (ESPN 2)

BEISEBOL (Little League World Series)
11h - Jogo a definir (WatchESPN)
11h - Jogo a definir (WatchESPN)
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Senior League World Series - playoffs)  
15h - Final (WatchESPN)

SEGUNDA, 5 DE AGOSTO

20h30 - ESPN LEAGUE (ESPN)

21h - DESAFIO DE TALENTOS (ESPN)

MLB
21h - Oakland Athletics x Chicago Cubs (ESPN 2)

BEISEBOL (Little League World Series)
11h - Jogo a definir (WatchESPN)
11h - Jogo a definir (WatchESPN)
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
22h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)

TERÇA, 6 DE AGOSTO

MLB
20h - Texas Rangers x Cleveland Indians (ESPN)

THE BASKETBALL TOURNAMENT (playoffs)
22h - Final (ESPN 2)

BEISEBOL (Little League World Series) 
11h - Jogo a definir (WatchESPN) 
11h - Jogo a definir (WatchESPN) 
13h - Jogo a definir (WatchESPN) 
14h - Jogo a definir (WatchESPN) 
14h - Jogo a definir (WatchESPN) 
14h - Jogo a definir (WatchESPN) 
16h - Jogo a definir (WatchESPN) 
17h - Jogo a definir (WatchESPN) 
17h - Jogo a definir (WatchESPN) 
18h - Jogo a definir (WatchESPN) 
20h - Jogo a definir (WatchESPN) 
20h - Jogo a definir (WatchESPN) 
20h - Jogo a definir (WatchESPN) 
23h - Jogo a definir (WatchESPN)

ESPORTES ALTERNATIVOS (ESPN THE OCHO)
3h* - Campeonato Universitário de Spikeball (WatchESPN)
4h* - Campeonato Mundial de Big Buck (WatchESPN)

QUARTA, 7 DE AGOSTO

MLB
20h - Milwaukee Brewers x Pittsburgh Pirates (ESPN 2)

BEISEBOL (Little League World Series) 
12h - Jogo a definir (WatchESPN) 
14h - Jogo a definir (WatchESPN) 
14h - Jogo a definir (WatchESPN) 
15h - Jogo a definir (WatchESPN) 
16h - Jogo a definir (WatchESPN) 
17h - Jogo a definir (WatchESPN) 
20h - Jogo a definir (WatchESPN) 
21h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Little League) 
14h - Jogo a definir (WatchESPN) 
17h - Jogo a definir (WatchESPN) 
20h - Jogo a definir (WatchESPN) 
23h - Jogo a definir (WatchESPN)

ESPORTES ALTERNATIVOS (ESPN THE OCHO)
4h30 - Campeonato Mundial de Lenhador (WatchESPN)
5h30 - Campeonato Mundial de Lançamento de Machado (WatchESPN)
6h30 - Highland Games (WatchESPN)
7h - Campeonato Americano de Quicar Pedra na Água (WatchESPN)
8h - O Melhor do Chess-Boxing (WatchESPN)
9h30 - Campeonato Americano de Kart (WatchESPN)
10h30 - Campeonato de Bolada em Malabaristas (WatchESPN)
12h - Campeonato de Queimada (WatchESPN)
13h - Seletiva Americana de Abertura de Massa de Pizza (WatchESPN)
14h - Campeonato de Cuspida de Caroço de Cereja (WatchESPN)
14h30 - Campeonato de Putt em Minigolfe (WatchESPN)
15h - Campeonato Mundial de Golden Tee (WatchESPN)
15h30 - Campeonato de Corrida de Ônibus Escolar Fazendo o 8 (WatchESPN)
16h - Campeonato de Europeu de Condutores de Bonde (WatchESPN)
17h - Campeonato Mundial de Tetris (WatchESPN)
17h30 - Campeonato de Corrida de Bolinha de Gude (WatchESPN)
18h - Corrida de Cortador de Grama (WatchESPN)
18h30 - Liga de Luta de Robôs Estúpidos (WatchESPN)
19h - Campeonato Americano de Eletricistas (WatchESPN)
20h - Campeonato Mundial de Girar Placas (WatchESPN)
20h30 - Campeonato de Subir Escadas Escorregadias (WatchESPN)
21h - Campeonato Mundial de Cornhole (WatchESPN)
22h - Copa Continental de Queimada: Estados Unidos x Canadá (WatchESPN)

QUINTA, 8 DE AGOSTO

WNBA
23h - Phoenix Mercury x Los Angels Sparks (ESPN Extra)

BEISEBOL (Little League World Series) 
12h - Jogo a definir (WatchESPN) 
14h - Jogo a definir (WatchESPN) 
16h - Jogo a definir (WatchESPN) 
18h - Jogo a definir (WatchESPN) 
20h - Jogo a definir (WatchESPN) 
22h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Little League) 
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)

SEXTA, 9 DE AGOSTO

19h30 - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB
20h - Los Angeles Angels x Boston Red Sox (ESPN) 

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 3 de agosto, 13h.

Fonte: Ubiratan Leal

Fonte: Ubiratan Leal

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[Programação] Semana para curtir alguns dos esportes mais bizarros do mundo na ESPN

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A dinastia do Golden State Warriors está apenas começando

Pedro Suaide
Pedro Suaide
Curry, Klay e Green: a fundação da dinastia segue junta
Curry, Klay e Green: a fundação da dinastia segue junta Thearon W. Henderson/Getty Images

Klay Thompson disse que é prematuro para dizer que a dinastia do Golden State Warriors não existe mais. Klay está certo. 

"Dizer que a dinastia acabou, eu acho que é um pouco ignorante, porque eu vou voltar melhor e ainda mais atlético."

Certas vezes nos acostumamos com certo nível de excelência e não aceitamos menos disso.

Os Warriors perdem sem Kevin Durant, é claro. Os melhores reservas já saíram do time e nomes tão importantes como Andre Iguodala são passado. Ok, estão certos. A questão é outra.

Nos últimos três anos, os Warriors não fizeram esforço algum para chegar às finais. Levaram a temporada regular em banho-maria e foram impiedosos nos playoffs. Perderam as finais de 2019 com todos os méritos de Kawhi Leonard e do Toronto Raptors. Mas nós sabemos que com Durant e Klay saudáveis em todos os jogos a história poderia ser (e acho que provavelmente seria) diferente.


         
    

Entretanto, para ser campeão não é necessário tal nível de excelência. E para ser uma dinastia, não é necessário ser tão surrealmente acima da média.

Os Warriors têm um dos três maiores armadores da história em seu time, o único MVP unânime da NBA de todos os tempos. Ele ainda tem só 31 anos - e seu estilo de jogo não pune tanto seu corpo como é comum na liga. Sim, ele tem suas lesões, mas isso não faz ele cair de nível. E bom, me desculpe, mas eu não preciso argumentar para você entender o quão especial é o camisa 30.

Klay Thompson é um dos maiores arremessadores da história (ao lado de Steph) e um dos mais inteligentes que já pisaram numa quadra de basquete.

D'Angelo Russell está em clara evolução com potencial de se tornar uma superestrela. Apenas 23 anos e vindo da melhor temporada de sua carreira.

Draymond Green finalmente entendeu que se estiver mais magro pode ser o jogador mais importante da NBA. É a alma e coração de um time intenso.

Willie Cauley-Stein, Kevon Looney, Omari Spellman são garotos que estão devem render cada vez mais nesse estilo de jogo. Jordan Poole, Alfonzo McKinnie e Alec Burcs estão longe de ser um ponto fraco para o futuro.

Entretanto, uma parte dessa orquestra sempre é esquecida. O maestro Steve Kerr. Um gênio muitas vezes subestimado por ter treinado um time que foi um ponto muito fora da curva. Kerr é diferente, e dinastias são marcadas por treinadores diferentes.

Os últimos cinco anos foram alucinantes, mas o futuro não é menos promissor. Em uma NBA que se desenha mais equilibrada, jamais tire da conta uma equipe acostumada a vencer e com tanta casca e habilidade como esse.

Então sigam desacreditando dos Warriors. Continuem não contando com eles. Logo, logo eles vão aparecer, e estão apenas começando.

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Torcedor foi testar velocidade de seu arremesso durante um jogo. E acabou contratado

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

Nathan Patterson
Nathan Patterson Instagram

Ser um atleta profissional é difícil. Muito difícil. Extremamente difícil. E, toda vez que você vê um atleta de altíssimo rendimento fazer algo e pensar “isso eu também faço” ou, ainda mais ousado, soltar um “eu faria melhor”, pode ter certeza que você tem 99,99999% de chance de não chegar nem perto. Se qualquer um pudesse praticar esporte naquele nível, os atletas não seriam tão bem pagos.

Mas o americano Nathan Petterson está no 0,00001% que, quando pensa “isso eu também faço”, realmente faria.

Como milhares de adolescentes americanos, Patterson havia jogado beisebol durante o ensino médio. Era arremessador no time de sua escola, mas não foi draftado e seguiu sua vida normalmente. Como milhares dos adolescentes, diga-se.

Até que, em agosto de 2018, ele foi a um jogo do Nashville Sounds, time de triple-A (liga menor imediatamente abaixo da MLB). O clube havia colocado uma jaula de arremessos com radar e os torcedores podiam ir lá e testar a velocidade de sua bola rápida. A maioria fica no patamar de amadores, entre 50 e 80 milhas/hora. Mas Patterson soltou o braço e o painel indicou: 96 milhas/hora. Um índice semelhante ao de jogador da MLB.

Patterson não arremessava com energia máxima desde que deixou o ensino médio, mas se animou com a força que seu braço ainda tinha. Resolveu investir em uma carreira tardia no beisebol. Treinou em academias especializadas para ver se mantinha a velocidade com constância e precisão e ainda entrou em uma liga amadora para ter mais experiência em jogo. Nesse meio-tempo, chegou a fraturar o punho em um acidente de carro, mas foi na mão esquerda (ele é destro).

Até que, em julho deste ano, Nathan estava em um jogo do Colorado Rockies e testou novamente seu braço. De novo 96 milhas/hora. Seu irmão, Christian, filmou e jogou nas redes sociais. E o vídeo viralizou.

Duas semanas depois, Patterson anunciou em suas redes sociais que havia assinado um contrato com o Oakland Athletics. Trata-se de um acordo para ligas menores, onde o arremessador iniciará sua preparação em um nível profissional para, eventualmente, ascender e chegar à MLB. Com 23 anos, ele precisa subir rápido para efetivamente ter uma oportunidade.

De acordo com Patterson, a conversa com os A’s vinha desde fevereiro, motivada pela demonstração no jogo do Nashville Sounds (que era filiado ao Oakland no ano passado). Mas a confirmação do contrato veio depois do vídeo no jogo dos Rockies se espalhar nas redes sociais.

Na postagem em que anuncia sua contratação, Patterson diz que a história ainda não acabou. “Estou escrevendo os próximos capítulos e estou animado com essa jornada. Hora de ficar ainda mais focado, trabalhar ainda mais duro, e tudo começa com sua mentalidade.”

Fonte: Ubiratan Leal

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Permita-me discordar: Carmelo merece mais do que uma turnê de despedida

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco
Carmelo ainda tem lenha para queimar
Carmelo ainda tem lenha para queimar Issac Baldizon/NBAE via Getty Images

Neste mesmo blog, Gustavo Faldon fez um texto para dizer que Carmelo Anthony não é digno de uma turnê de despedida na NBA, como aconteceu, por exemplo, com Kobe Bryant e Dwyane Wade.

Permita-me discordar, Faldon, mas Carmelo merece mais que uma turnê de despedida. Aos 35 anos, ele não está no último ano de sua carreira - como ele mesmo disse ao First Take, da ESPN.


         
    



Na entrevista, Carmelo deixa claro que ainda tem muita lenha para queimar e que está disposto a aceitar 'certos papéis' para continuar na liga. Além disso, o ala faz um questionamento bastante pertinente: são 30 times com elencos de 15 jogadores na liga, ou seja, um total de 450 jogadores na NBA.

Não existem 450 jogadores de basquete que contribuam mais do que Carmelo Anthony poderia contribuir para qualquer equipe e isso é indiscutível. No auge, Carmelo era um dos maiores pontuadores da história do basquete.


         
    

E ninguém esquece como arremessar, muito menos alguém que foi 10x All-Star da NBA "só por pontuar". Vindo do banco de reservas e com minutos restritos, Carmelo é, indiscutivelmente, uma ótima opção para segundas unidades que precisem de alguém que converta oportunidades em cestas.

Carmelo foi três vezes medalhista olímpico com a seleção dos Estados Unidos e, em todas, demonstrou ser um grande líder. Anthony pode trazer essa liderança e experiência para qualquer vestiário.

A grande questão sempre foi a mentalidade, a hesitação em aceitar um papel secundário, mas Carmelo continua dando sinais de que está disposto a se sacrificar para voltar a uma quadra de basquete e fazer o que mais gosta.


         
    

E esse é outro ponto inegável. Poucos jogadores amam entrar em uma quadra quanto Carmelo Anthony. Entre todos os seus defeitos, o grande destaque no jogo de Melo foi a energia e a vontade de vencer acima de tudo. Não existiu uma partida em sua carreira que Carmelo não deixou tudo em quadra.

Carmelo não merece uma tour de despedida. Ele merece muito mais. Merece uma última chance e uma oportunidade de recuperar a sua imagem. Carmelo Anthony merece ser lembrado como um dos pontuadores mais letais da NBA e não como alguém que ele nunca foi.

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Turnê de despedida? Carmelo não merece uma e está colhendo o que plantou na NBA

Gustavo Faldon
Gustavo Faldon
Carmelo Anhtony
Carmelo Anhtony Getty

Aos 35 anos, Carmelo Anthony não desperta interesse de nenhuma franquia da NBA. Talvez alguém no desespero o pegue mais perto da temporada. Mas, apesar de declarações publicadas por seu preparador físico de que ele gostaria de uma turnê de despedida na Liga, como Dwyane Wade teve em 18-19, Carmelo não seria digno de uma.

Dwyane Wade foi um dos maiores jogadores da história. Entre aqueles que atuaram na posição 2 na NBA, você só coloca Michael Jordan e Kobe Bryant acima dele.

E o mais importante: Wade se sacrificou pelo time. E não só nos seus últimos anos de carreira, quando por iniciativa própria se colocou como opção para vir do banco de reservas.

No seu auge, ainda com 28 anos, como ele mesmo disse, no dia em que LeBron James chegou ao Miami Heat, Wade proclamou: “Eu sou o número 2”. Quantos jogadores que tinham já o nível de idolatria que ele tinha em 2010, tendo ganhado um título pelo Heat anos antes, abrira mão desse status para alguém que estava chegando?

Carmelo Anthony não fez isso nem no Oklahoma City Thunder, há dois anos, quando riu ironicamente da mínima possibilidade de sair do banco de reservas.

Particularmente, não acho ele tão “mala” quanto muita gente. Acompanhei de perto o “Dream Team” dos EUA de 2016 na Olimpíada do Rio, cobrindo o basquete na competição. Carmelo era uma referência, que já havia ido aos três Jogos anteriores e conquistado dois ouros, tinha todos os motivos para aos 32 anos querer ficar em casa e fugir do “risco” do Zika que muitos atletas deram como desculpa.


         
    

Mas ele veio ao Rio. Não só isso. Foi até a favela visitar a comunidade, fez questão de ver o time feminino dos EUA jogando durante a Olimpíada. Ele tem esse lado de compaixão. Não é à toa que é um dos melhores amigos de LeBron James, Kobe Bryant (que disse que Melo foi seu companheiro mais próximo na seleção dos EUA) e do próprio Wade.

Porém, parece que na NBA faltou em determinado momento essa mesma compaixão, esse mesmo reconhecimento.

Carmelo Anthony nunca sequer disputou uma final. Um “tour” de despedida é para alguém maior do que o status dele, com todo respeito. Foi um grande pontuador, mas poderia ter aberto mão de certas coisas no fim de carreira.

Se esse realmente for o fim, foi um prazer vê-lo jogar. Ele teve grandes momentos, principalmente no New York Knicks, onde carregou um time fraco nas costas. Mas há certas coisas que têm que ser colocadas em seu devido lugar.

Fonte: Gustavo Faldon

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Lakers como Madonna, Warriors como Beyoncé: as 30 franquias da NBA como divas pop

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

Por incrível que pareça, os mundos do basquete e das divas pop andam lado a lado. Rihanna e Beyoncé são presenças constantes em partidas da liga, Selena Gomez é torcedora fanática do San Antonio Spurs e mais.

Aqui, comparamos as 30 franquias da NBA com 30 divas pop de diferentes eras. Todas com um motivo por trás.

Atlanta Hawks - Zara Larsson

Para quem vê de fora, não parece. Mas quem vive diariamente um dos mundos, sabe que ambos são o futuro da liga. Se Trae Young, DeAndre Hunter e John Collins são o futuro da NBA, Zara Larsson é o futuro do pop.

Boston Celtics - Britney Spears

Tal qual a "Princesinha do Pop", o Boston Celtics é uma das equipes mais consolidadas e famosas do mundo. O problema, porém, é a dificuldade de ser rival de Lakers/Madonna.

Brooklyn Nets - Christina Aguilera

Assim como 'Xtina', os Nets tiveram um excelente momento no começo dos anos 2000, mas sempre faltou algo que lhes colocasse em primeiro lugar. Passaram um tempo por baixo, mas nunca saíram do coração de quem acompanha e, agora, tentam retomar o protagonismo.

Charlotte Hornets - Lady GaGa

Aqui, a questão é de identidade. Os Hornets não sabem se são Hornets ou Bobcats, não sabem pra onde vão no futuro e lembram bastante Lady GaGa e sua indecisão entre seguir carreira no pop ou no country.

O mundo do pop sempre esteve conectado ao da NBA
O mundo do pop sempre esteve conectado ao da NBA ArteESPN

Chicago Bulls - Mariah Carey

Assim como Mariah Carey, os Bulls dominaram os anos 90. Ganharam tudo, foram condecorados de todas as maneiras possíveis e, inclusive, considerados os melhores de todos os tempos. O problema é que a magia acabou, mas a arrogância não...

Cleveland Cavaliers - Selena Quintanilla

Assim como a cantora latina, os Cavs sempre tentaram brilhar mesmo diante de muitos problemas e, infelizmente, tiveram seu auge interrompido por um drama. No caso de Cleveland, a ida de LeBron para os Lakers.

Dallas Mavericks - Shakira

Me aponte uma pessoa que não goste da Shakira. Uma sequer. Eu duvido. Agora faça o mesmo com o Dallas Mavericks. Antes com Dirk e agora com Doncic, os Mavs são puro carisma e, bom, é difícil demais odiá-los.

Denver Nuggets - Adele

Carisma, poesia e aclamação do público geral, mesmo não estando sempre na mídia. As características servem tanto para o Denver Nuggets quanto para Adele. E, bom, Jokic e Adele são praticamente a mesma pessoa.

Detroit Pistons - Janet Jackson

Um dos grandes nomes do final dos anos 80 e começo dos anos 90 e que viu o melhor de todos os tempos surgir para acabar com seu reinado. Assim pode ser definida a história dos Pistons com Jordan e a de Janet com Madonna.

Golden State Warriors - Beyoncé

A dona da nova geração. A rainha dos millenials. A que é impossível você se sentir neutro: ou você ama ou odeia. Beyoncé é o que o Golden State Warriors foi nesta década.

Houston Rockets - Miley Cyrus

Loucura, psicopatia e caos. O que acontece dentro do Houston Rockets é o que acontece na carreira de Miley Cyrus. Quem vê de fora não entende, mas parece funcionar. Não é a que ganha tudo, mas funciona da sua maneira.

Indiana Pacers - Ellie Goulding

Ambos são da cena mais indie, não tem o apelo do público geral, apesar de uma ou outra aparição na mídia, e, portanto, não recebem os devidos holofotes. Mas são excelentes a sua maneira e mereciam mais reconhecimento.

LA Clippers - Ariana Grande

O grande nome do momento. Assim como todo mundo está na expectativa de ver como Kawhi Leonard e Paul George irão funcionar em Los Angeles, todos anseiam pelo próximo lançamento de Ariana e em como ela vai revolucionar a indústria.

Los Angeles Lakers - Madonna

Os donos da brincadeira. Os que transcendem gerações, que inventaram o "showtime" no basquete e revolucionaram a maneira de se fazer um show na indústria pop. Los Angeles Lakers e Madonna é a comparação perfeita. As luzes de Hollywood brilham mais do que todas as outras, não importa a fase.

Memphis Grizzlies - Kesha

A história de ambos não é das mais "bonitas". Sempre foi de muita luta, de superação e de deixar para trás as adversidades. Apesar de nunca terem chegado ao palco principal, marcaram o coração dos que acompanham os dois mundos. O basquete pelo basquete. A arte pela arte.

Miami Heat - Rihanna

O sangue latino, o domínio quase que absoluto por alguns anos no começo da década e, finalmente, "a desistência". Assim como Rihanna parece ter desistido de fazer música para se concentrar em seus outros projetos, o Miami Heat parece ter desistido do projeto de dominar a NBA e deixou de lado oportunidades de buscar Russell Westbrook para, bem, investir em outros.

Milwaukee Bucks - Dua Lipa

Giannis é o cara que chegou de fora da NBA para, com muito carisma e um talento sobrenatural, ganhar o coração da nova geração de torcedores e colocar o Milwaukee Bucks no mapa da liga por alguns anos. Assim foi com Dua Lipa, a cantora albanesa que se estabeleceu na Inglaterra, demonstrou um carisma fora do comum e um talento melhor ainda para ser uma das estrelas da nova geração.

Minnesota Timberwolves - Sabrina Carpenter

Tinha tudo para explodir e se transformar na sensação do momento. Os Wolves nunca conseguiram entregar o que prometiam com Wiggins e Towns - depois com Butler - e ficaram no quase. Sabrina foi a mesma coisa. Chegou a abrir turnê mundial de Ariana Grande, começou a aparecer na mídia e... não aproveitou.

New Orleans Pelicans - Amy Winehouse

O puro soul. Como a cidade de New Orleans e o basquete local, Amy nunca teve medo de mostrar sua alma para o grande público. Toda vez que subia ao palco, era sempre a mais autêntica das divas. Como são os Pelicans. Ninguém sabe aonde eles vão chegar, apesar do futuro promissor, mas sempre saberemos que será com muito "funk" e muita alma.

New York Knicks - Aretha Franklin

Quem começou a acompanhar agora, não entende o tamanho de ambos. Mas foram fundamentais para que a gente chegasse nessa geração, com tudo cimentado e boa aceitação do público. Ajudaram a fundar e a consolidar os dois mundos e, mesmo esquecidos atualmente, ainda merecem respeito e reverências da nova geração.

Oklahoma City Thunder - Demi Lovato

Tinham tudo para dominar o futuro. O Thunder tinha três futuros MVPs e Serge Ibaka no mesmo elenco. Demi tinha toda a fama e séries aclamadas pela Disney. Ambos tomaram decisões bastante questionáveis e queimaram seu futuro, nos deixando no "e se...". Atualmente, tentam recomeçar suas vidas mudando completamente e reiniciando do zero.

Orlando Magic - Gwen Stefani

Você pode não conhecer a história de ambos mais a fundo, mas com certeza já viu ou ouviu alguma coisa especial deles, que também nunca saem do imaginário das pessoas. Seja o Magic pelas camisas clássicas que tomaram conta do mundo ou Gwen pelos projetos paralelos.

Philadelphia 76ers - Taylor Swift

O futuro da liga, o futuro do pop. É impossível você se sentir neutro em relação a qualquer um dos dois. Ou você ama ou você odeia Embiid e companhia, a mesma coisa com Taylor. Não existe alguém que seja ponderado na hora de falar de ambos. Ou é o céu ou o inferno. Escolha seu lado.

Phoenix Suns - Lana del Rey

Depressão pura. Não tem muito porque se estender nisso aqui. A sensação que eu tenho quando paro para pensar nas escolhas que os Suns tomaram nos últimos anos é a mesma que eu tenho quando ouço Summertime Sadness. Eu só quero chorar.

Portland Trail Blazers - Whitney Houston

Mais dois que deram azar de nascer na "geração dourada". Assim como os Blazers de Clyde Drexler seriam muito mais lembrados se não fosse o Chicago Bulls de Michael Jordan ou o Houston Rockets de Hakeem Olajuwon, ninguém hesitaria em colocar Whitney como a maior de todos os tempos se não fosse Madonna, Britney ou Cher.

Sacramento Kings - Pussycat Dolls

Tinha tudo pra dar certo. Carisma, talento e apoio popular. O futuro parecia lindo, mas foi nebuloso. Brigas internas, decisões horríveis, muito azar e, de novo, muitas brigas, minaram um futuro brilhante. Se são os Kings ou as Pussycat Dolls, você decide.

San Antonio Spurs - Selena Gomez

Nascidos no Texas, nunca quiseram a atenção da mídia e sempre fizeram a arte pela arte e não pelo sucesso. Atualmente, tomam decisões questionáveis para quem vê de fora, mas quem vive a torcida - ou o fandom - aprendeu que confiar é a melhor escolha. Por mais questionável que pareça a decisão, uma hora ela será explicada e tudo fará sentido.

Toronto Raptors - Anitta

A forasteira, a 'gringa' que quer tomar conta do cenário mundial e que apostou tudo em seu talento. No caso de Anitta, foi fazendo parcerias atrás de parcerias com nomes consagrados do pop. Os Raptors apostaram em Kawhi. Ambos chegaram lá e colocaram seu nome no mapa. A questão é mantê-lo relevante nos próximos anos.

Utah Jazz - Katy Perry

A mídia nunca colocou nenhum dos dois como prioridade, apesar de uma boa parte reconhecer as qualidades. Os holofotes não são virados para Salt Lake City da mesma maneira que não são para Katy, mas ambos seguem fazendo seu trabalho com bastante dignidade e conquistando fãs ao redor do mundo.

Washington Wizards - P!nk

Assim como P!nk, os Wizards nunca viveram uma vida muito "normal". Uma das personalidades mais "rock and roll" do mundo do pop, P!nk nunca fez a linha de boa moça que conquistava o coração da mídia, sempre foi autêntica, preferiu ganhar seu espaço sendo ela mesma e lidando com o que viesse de consequência. Assim como os Wizards, principalmente na Era John Wall.



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Parabéns, Everaldo! Relembre três narrações marcantes do narrador que faz aniversário

ESPN League
ESPN League

Neste dia 29 de julho, o nosso narrador Everaldo Marques completa 41 anos de idade! Para comemorar, separamos três narrações marcantes que provam que o Everaldo é RI-DÍ-CU-LO!


Nas Finais da NBA de 2014, o Miami Heat estava perdendo a série por 3 a 2 para o San Antonio Spurs e via o rival texano muito próximo do título. Foi quando Ray Allen entrou em ação e salvou a equipe, que venceria a série na sétima partida. Everaldo narrou assim:


Em 2016, o Cleveland Cavaliers se tornaria o primeiro time da história da NBA a virar uma série de final após estar perdendo por 3 a 1. No Jogo 7 diante do Golden State Warriors, LeBron James deu um toco em Iguodala que entrou para a história da liga!

Por fim, um jogo de temporada regular que não prometia muito, mas acabou tirando uma das melhores narrações de Everaldo. Em Golden State Warriors x Utah Jazz, Curry aprontou das suas, acertou um arremesso do meio da quadra e levou Evê e Bulga a loucura!


         
    
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[Programação] A espera acabou: a pré-temporada da NFL está de volta, e você vê nos canais ESPN

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Matt Ryan, quarterback do Atlanta Falcons
Matt Ryan, quarterback do Atlanta Falcons ESPN

Foram meses de estiagem, mas eles sempre acabam uma hora. Todo ano é assim, e 2019 não será diferente. Após muita espera, enfim a NFL está de volta. Os times já se apresentaram para os treinamentos, e o torcedor começa a ver ação já nesta semana.

Na quinta, Denver Broncos e Atlanta Falcons entram no estádio Tom Benson, colado ao Hall da Fama do futebol americano profissional, para o primeiro jogo da pré-temporada. Claro, partida com transmissão dos canais ESPN.

Mas as emoções não param aí. A MLB tem uma semana quente, com a transmissão de vários clássicos. New York Yankees e Boston Red Sox se encontram duas vezes na tela da ESPN, confrontos que podem ser fundamentais para definir a temporada das duas equipes. Além disso, Chicago Cubs e St. Louis Cardinals, que disputam cabeça a cabeça a liderança da divisão central da Liga Nacional.

Veja a programação da semana e não perca nada:

SÁBADO, 27 DE JULHO

WNBA
16h30 - All-Star Game (ESPN Extra)

THE BASKETBALL TOURNAMENT 
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
15h - Jogo a definir (WatchESPN)
15h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (ESPN Extra)
18h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
22h - Jogo a definir (WatchESPN)

SENIOR LEAGUE BASEBALL
11h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Little League) 
12h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
19h - Jogo a definir (WatchESPN) 

DOMINGO, 28 DE JULHO

MLB
20h - New York Yankees x Boston Red Sox (ESPN)

THE BASKETBALL TOURNAMENT 
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
15h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)

BEISEBOL (Senior League World Series)
11h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN) 
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

BEISEBOL (Intermediate League World Series)
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN) 
19h - Jogo a definir (WatchESPN)
22h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Little League) 
16h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
19h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Junior League World Series)  
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
13h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
13h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
18h - Jogo a definir (WatchESPN) 
18h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

LACROSSE (WPLL)
15h - Jogo a definir (WatchESPN) 

SEGUNDA, 29 DE JULHO

20h30 - ESPN LEAGUE (ESPN)

21h - DESAFIO DE TALENTOS (ESPN)

MLB
20h - Atlanta Braves x Washington Nationals (ESPN 2)

BEISEBOL (Senior League World Series)
11h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

BEISEBOL (Intermediate League World Series)
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN) 
19h - Jogo a definir (WatchESPN)
22h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Little League)
11h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Senior League World Series) 
19h - Jogo a definir (WatchESPN)
19h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Junior League World Series) 
14h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
15h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
18h - Jogo a definir (WatchESPN) 

TERÇA, 30 DE JULHO

MLB
20h - Arizona Diamondbacks x New York Yankees (ESPN)

BEISEBOL (Senior League World Series)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

BEISEBOL (Intermediate League World Series)
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
19h - Jogo a definir (WatchESPN)
22h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Senior League World Series)
16h - Jogo a definir (WatchESPN) 
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
18h30 - Jogo a definir (WatchESPN)  
18h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Junior League World Series)
17h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
18h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)

QUARTA, 31 DE JULHO

MLB
21h - Chicago Cubs x St. Louis Cardinals (ESPN)

BEISEBOL (Senior League World Series) 
17h - Jogo a definir (WatchESPN) 
20h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

BEISEBOL (Intermediate League World Series) 
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
19h - Jogo a definir (WatchESPN)
22h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Senior League World Series)
11h - Jogo a definir (WatchESPN)
11h - Jogo a definir (WatchESPN)
13h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
13h30 - Jogo a definir (WatchESPN) 

SOFTBOL (Junior League World Series) 
14h30 - Jogo a definir (WatchESPN) 
15h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
18h - Jogo a definir (WatchESPN)

QUINTA, 1º DE AGOSTO

NFL (pré-temporada)
21h - Denver Broncos x Atlanta Falcons (ESPN)

WNBA
23h - Las Vegas Aces x Los Angeles Sparks (ESPN 2)

THE BASKETBALL TOURNAMENT (playoffs)
20h - Jogo a definir (ESPN 2)
22h - Jogo a definir (WatchESPN)

BEISEBOL (Senior League World Series)  
17h - Jogo a definir (WatchESPN) 
20h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

BEISEBOL (Intermediate League World Series) 
19h - Jogo a definir (WatchESPN) 
22h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Senior League World Series) 
16h - Jogo a definir (WatchESPN) 
16h - Jogo a definir (WatchESPN) 
18h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
18h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)  
21h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Junior League World Series) 
17h30 - Jogo a definir (WatchESPN)  
18h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)

SEXTA, 2 DE AGOSTO

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB
20h - Boston Red Sox x New York Yankees (ESPN 2)

THE BASKETBALL TOURNAMENT (playoffs)
20h - Jogo a definir (ESPN Extra)
22h30 - Jogo a definir (ESPN Extra)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 27 de julho, 2h.

Fonte: Ubiratan Leal

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[Programação] A espera acabou: a pré-temporada da NFL está de volta, e você vê nos canais ESPN

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Pesquisa com membros da NBA faz sentido: LeBron não é mais o melhor jogador da liga

Gustavo Faldon
Gustavo Faldon
LeBron James lamenta em jogo do Los Angeles Lakers
LeBron James lamenta em jogo do Los Angeles Lakers Getty Images

Anualmente, a ESPN faz uma pesquisa com técnicos, olheiros e executivos das franquias da NBA. Você pode ver o resultado dela clicando aqui.

Notou algo estranho? Sim, LeBron James não recebeu nenhum dos 20 votos na pergunta "Quem é o melhor jogador da NBA?". E isso faz sentido.

Calma. É inegável o valor, talento e lugar de LeBron James na história do basquete. Mas tudo que se argumenta contra o resultado da pesquisa - e não sou eu quem está falando, são funcionários que trabalham diariamente nos cargos mais profundos na NBA - remete ao passado do que LeBron já fez, não do que ele pode oferecer daqui pra frente.

"Ah, mas ele teve a lesão". Sim, exatamente. Isso entra na conta também, além da idade avançada. LeBron ai fazer 35 anos em dezembro. Apesar dessa ser a idade com a qual Michael Jordan ganhou seu último título, o camisa 23 do Chicago Bulls era uma peça importantíssima, mas dentro de um time, de um sistema, onde tinham outros jogadores com potencial de Hall da Fama a seu lado, sem um histórico bruto de lesões. Um dos melhores sexto-homem da época (Kukoc), o melhor pegador de rebotes da história (Rodman) e Scottie Pippen, só para citar os mais famosos. Ah, e também tinha um dos maiores técnicos da história que encerraria sua carreira com 11 títulos da Liga.

LeBron, anunciado oficialmente como armador do Los Angeles Lakers, ao contrário de Jordan, terá que gastar cada gota de seu suor para fazer esse time ser competitivo, especialmente nos playoffs. 

Fora isso, Kawhi Leonard acabou de conduzir um time que antes da chegada dele era "amarelão" ao título, sendo o MVP das Finais, seu segundo em dois times diferentes, Giannis Antetokounmpo está amedrontando a NBA colocando o Milwaukee Bucks no mapa novamente. E James Harden, mesmo com um jogo criticado, no "modo apelão", reescreveu os livros de história na última temporada.

Se a pergunta fosse "No auge, quem é melhor?", realmente a resposta tem que ser obrigatoriamente LeBron James. Mas a temporada passada mostrou que até os super-homens uma hora ou outra não conseguem operar milagres, como o próprio LeBron fez ao levar o cambaleado Cleveland Cavaliers à final em seu último ano. Mas não podemos superestimar essa capacidade, que fracassou ano passado nos Lakers, mesmo com a lesão mais grave de sua carreira entrando como um fator.

Claro, LeBron vai ter os números ainda e proporcionará lances e feitos geniais, mas aos poucos parece que o bastão de melhor da NBA, que foi dele por pelo menos os últimos sete anos, vai se afastando de sua mão. E isso não apaga ou diminui em nada a carreira mais impressionante que vimos diante de nossos olhos nos últimos 16 anos.

Fonte: Gustavo Faldon

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Pesquisa com membros da NBA faz sentido: LeBron não é mais o melhor jogador da liga

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O mercado da MLB está parado a apenas 5 dias de seu fechamento. Por quê?

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Madison Bumgarner está de saída dos Giants?
Madison Bumgarner está de saída dos Giants? Getty Images


Dia 31 de julho, 16h no horário de Nova York (17h de Brasília). É este o prazo limite para a negociação de jogadores da Major League Baseball na atual temporada. Depois disso, nada feito. Não há nem o mês extra de negociações limitadas que existiam nos anos anteriores. Ou seja, quem quer reforçar o seu elenco tem apenas cinco dias restando. E ninguém está fazendo nada. O que acontece?

Um mercado agitado é uma necessidade estratégica de qualquer liga. Basta ver como a NBA tomou conta do noticiário esportivo americano nos dias da abertura da janela de negociação de agentes livres. Seus times, suas marcas e seus patrocínios aparecem mesmo sem algo relevante ocorrendo em campo ou em quadra. A MLB sempre teve isso, com contratos zilionários sendo assinados entre uma temporada e outra. Mas a temperatura baixou demais nos últimos dois anos, mesmo para as trocas finais de meio de campeonato.

Um problema do beisebol é que a janela de transferências se fechava oficialmente em 31 de julho, mas era possível realizar negociações com algumas restrições até 31 de agosto. Para dar mais força a 31 de julho como marco de mercado, a MLB encerrou a janela de agosto. A partir de 2019, tem de trocar até 31 de julho e ponto. A tendência é que tudo ficaria mais agitado, com várias trocas e muita repercussão na mídia.


O que a liga não esperava é que a temporada estivesse tão incerta até esse momento. Entre times que lutam por título de divisão ou por uma vaga de wildcard, apenas sete das 30 equipes podem se considerar completamente fora da briga por playoff. A saber: Chicago White Sox, Toronto Blue Jays, Kansas City Royals, Detroit Tigers, Baltimore Orioles, Seattle Mariners e Miami Marlins. Outros seis times (Texas Rangers, San Diego Padres, Colorado Rockies, Pittsburgh Pirates, Cincinnati Reds e New York Mets) vivem situação muito difícil, mas estão a uma sequência de cinco vitórias de entrar na disputa. E três (Arizona Diamondbacks, Los Angeles Angels e San Francisco Giants) estão no meio da confusão, mas não se sabe se terão fôlego para seguir ali até o fim da temporada.

O resultado disso é que poucos times têm motivos claros para se desfazer de seus jogadores. Na realidade, apenas os times completamente fora da briga estarão abertos a negociar seus melhores jogadores. As franquias que correm por fora até sabem que não passarão de fase, mas viram que os times atuais não são tão ruins e talvez valesse a pena manter a base para, com alguns reforços, entrar firme na temporada 2020. Isso significa que até devem negociar seus atletas, mas farão jogo duro -- leia-se: pedir alto por cada troca -- com os interessados porque não têm tanto interesse assim em se desfazer do elenco.

Esse cenário torna o mercado muito arriscado. Muitos times estão em um limbo de não saber se vão ou não brigar pela classificação, ou seja, se entram nas conversas para trazer ou para fornecer reforços. E, entre os que devem fornecer, o preço cobrado (nível dos jovens exigidos) por cada jogador que saia será alto.


No meio disso, aparecem nomes como Madison Bumgarner e Will Smith (Giants), Noah Syndergaard (Mets), Zack Greinke (Diamondbacks), Felipe Vázquez (Pirates), Hunter Pence e Mike Minor (Rangers). Jogadores que certamente farão barulho se trocarem de camisa.

O resultado disso é que muito time está esperando até este fim de semana para saber de que lado da mesa de negociação está. E também para avaliar bem qual o poder de barganha do time do outro lado da conversa. O mercado deve ficar agitado a partir da próxima segunda, mas provavelmente alguns negócios bombásticos não ocorrerão simplesmente porque não haverá tempo hábil para os dois times chegarem a um acordo ou porque algumas equipes não sabiam se brigavam ou não pela classificação.

Uma boa notícia (temporada equilibrada e emocionante) acaba tendo um efeito colateral (mercado frio). Fica a lição, e talvez a ideia de a MLB mudar a data-limite para negociação, talvez para 15 de agosto, por exemplo.

Fonte: Ubiratan Leal

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O mercado da MLB está parado a apenas 5 dias de seu fechamento. Por quê?

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Mahomes chegou e se apresentou. Agora precisa se provar

Rafael Belattini
Rafael Belattini

Mahomes foi MVP logo em sua primeira temporada como titular
Mahomes foi MVP logo em sua primeira temporada como titular Getty

Mais jovem jogador a ganhar o prêmio de MVP em mais de três décadas, Patrick Mahomes é um dos maiores astros da liga neste momento. E isso não é um ponto a ser discutido.

Porém, o terceiro quarterback a ter conseguido uma temporada com 50 touchdowns na história da NFL sabe que vai precisar trabalhar muito mais em 2019.

Pois, parafraseando Galvão Bueno, chegar é uma coisa, se manter é outra.

E, convenhamos, ele colocou a régua lá em cima.

Mahomes declarou, durante as férias, que estava trabalhando para perder as gordurinhas, diminuir o percentual de gordura do corpo e substituir por mais músculos. Ou seja, ele tem tudo bem claro na cabeça de que a temporada passada... bem, ficou no passado.

Além de todo o talento que tem, o quarteback do Kansas City Chiefs contou com o fator surpresa no último ano. Ninguém sabia o que esperar do jogador e também do esquema montado por Andy Reid para o segundoanista que substituía Alex Smith.

As estatísticas mostram que o camisa 15 lançou 49,3% de seus passes para recebedores que estavam abertos, a quarta maior marca entre os QB que tentaram pelo menos 150 passes no último ano. A média da liga? 44,3%.

Os passes com “janelas apertadas”? Apenas 12,2% das tentativas de Mahomes foram com este cenário, a terceira menor porcentagem da liga.

Os números apontam um grande mérito do sistema implantando nos Chiefs, a capacidade de recebedores como Tyreek Hill e Travis Kelce em se separarem da marcação, e também a qualidade de Mahomes, que lê bem o jogo e também consegue se virar como poucos para sobreviver à pressão até que alguém consiga improvisar uma rota e ficar livre.

Inteligente, com um ótimo conhecimento do jogo e um braço mais do que potente, Mahomes dificilmente será mais um exemplo de “one-hit wonder” na NFL, mas essa temporada será fundamental para que ele se estabeleça como o futuro da liga.

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Mahomes chegou e se apresentou. Agora precisa se provar

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Ao ‘mofar’ no Thunder, carreira de Chris Paul cada vez mais encaminha para um grande ‘e se’ na NBA

Gustavo Faldon
Gustavo Faldon

Chris Paul
Chris Paul Getty

Há um ano, Chris Paul estava assinando um contrato no valor máximo com o Houston Rockets, que o renderá US$ 44 milhões em seu último ano, em 2022, logo após seu primeiro ano com o time, formando uma dupla dinâmica com James Harden na NBA.

Hoje, o armador se tornou um fardo, sem mercado justamente por esse contrato largo, além de ter já 34 anos e um histórico de lesões desanimador. Por isso, o Oklahoma City Thunder, que o recebeu na troca por Russell Westbrook, não achou times para repassá-lo.

 Com a carreira mais perto do fim do que do começo, mesmo que ainda tenha “lenha” para queimar, é fato que Chris Paul já passou do auge. Por isso, tudo indica que sua vida na NBA talvez não terá correspondido à expectativa.

Quando surgiu na NBA, ainda nos Hornets, Paul chamou atenção por ter pouco mais de 1,80m, uma habilidade acima da média de armar o jogo, visão de quadra, precisão no chute e capacidade defensiva que o credenciavam para o Hall da Fama.

Agora, ele parece cada vez mais que irá integrar a indesejável lista de grandes jogadores que jamais atuaram nas Finais, ao lado de Steve Nash, George Gervin, Dominique Wilkins e Chris Webber.

O primeiro ponto de virada da carreira de Paul foi na troca que o levou para Los Angeles, em 2011. O destina era os Lakers, que chegaram a acertar uma troca com New Orleans, mas por “motivos de basquete” caiu.

Quase no instante seguinte, os Clippers negociaram e trouxeram o armador. Paul fez um trio empolgante com Blake Griffin e DeAndre Jordan. Mas lesões nos playoffs custaram uma campanha grande do time de Los Angeles, que não atingiu a final de conferência em seis anos lá.

Em 2017, então, veio a troca para os Rockets, que deu sobrevida a Paul. Com o armador em quadra, Houston abriu 3 a 2 na final do Oeste diante dos Warriors, mas ele sofreu uma lesão na coxa no jogo 5, perdeu as partidas seguintes, e o time texano foi eliminado.

Em 14 anos de NBA, Paul jogou ao menos 70 jogos apenas seis vezes. Com 34 anos, é improvável pensar que ele consiga se manter saudável e seja capaz de carregar o Thunder, recheado de jovens, por muito tempo no competitivo Oeste.

Fonte: Gustavo Faldon

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Ao ‘mofar’ no Thunder, carreira de Chris Paul cada vez mais encaminha para um grande ‘e se’ na NBA

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Há 50 anos, acontecia algo mais improvável que o homem chegar à lua: um home run de Gaylord Perry

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

A data não é precisa, porque a história não foi registrada no momento e acabou virando lembrança contada tempos depois. Há até quem conteste a veracidade dela. Mas teria ocorrido em 1962 ou 63. Gaylord Perry, arremessador do San Francisco Giants, fazia aquecimento como rebatedor antes de uma partida e acertava várias rebatidas em linha. Contatos relativamente fortes, o que deixou Harry Jupiter, repórter do San Francisco Examiner, animado.

O jornalista comentou com Alvin Dark, técnico dos Giants, que o tal arremessador parecia ter força nas rebatidas. Talvez até conseguisse um home run mais hora, menos hora. Naquela altura, era compreensível Jupiter não conhecer Perry. O arremessador estava em suas primeiras temporadas, e só se tornou membro fixo da rotação do San Francisco justamente em 1963. Isso não impediu Dark de ser taxativo ao responder:

- Esquece. Um homem chegará à lua antes de Perry rebater um home run.

A referência lunar não era tão acidental. Os Estados Unidos estavam iniciando seu projeto de levar o homem à lua e a corrida espacial era tema recorrente. Mas o técnico sabia do que estava falando. Perry passou a se destacar como um dos melhores arremessadores da MLB. Em 1964, teve um ERA de 2,75. Teve uma queda em 1965, mas se recuperou em 66, iniciando uma série de quinze temporadas seguidas com ERA abaixo de 3,5. Nesse período todo, levou dois prêmios Cy Young. Claro, foi para o Hall da Fama. Mas ele não sabia rebater.

Considerando apenas temporadas completas, seu aproveitamento no bastão nunca chegou a 19%. Força também não era a dele: apenas quatro rebatidas extrabase (todas duplas) nos sete primeiros anos de carreira.

Enquanto Perry não descobria como rebater, os cientistas norte-americanos aprendiam rápido o que era preciso fazer para colocar o homem à lua antes da União Soviética. Em 16 de julho, a Nasa lançou o foguete Saturno 5, dando início à missão Apollo 11. Quatro dias depois, exatos 50 anos atrás, o módulo Eagle aterrissou no solo lunar. De lá saiu Neil Armstrong, que deu "um pequeno passo para um homem, um salto gigantesco para a humanidade". O homem, enfim, havia chegado à lua.

Neil Armstrong pisando na lua, em 1969
Neil Armstrong pisando na lua, em 1969 Divulgação - Nasa

Perry não pôde ver esse momento histórico. Ele estava em campo, defendendo os Giants contra o Los Angeles Dodgers. Eram 13h17 em São Francisco. Às 13h51, Claude Osteen, arremessador dos Dodgers, deixou uma bola rápida pendurada na parte alta da zona de strike. Gaylord Perry foi para o swing com força. A bola voou, voou, voou e... foi para a arquibancada. Perry, enfim, havia rebatido um home run.

A previsão de Alvin Dark estava certa. Por 34 minutos.

Fonte: Ubiratan Leal

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[Programação] Desafio de Talentos: candidatos já vão para a cabine comentar jogos (mas com pegadinhas)

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Veja o Desafio de Talentos no WatchESPN
Veja o Desafio de Talentos no WatchESPN Reprodução ESPN

Comentar uma partida não é fácil. E os candidatos a comentaristas de esportes americanos do Desafio de Talentos vão sentir isso na pele já no segundo episódio do reality show da ESPN. Nesta segunda, eles irão à cabine para analisar uma partida, mas serão surpreendidos com várias pegadinhas ao longo da transmissão. Como se sairão?

A semana de esportes americanos da ESPN ainda tem maratona do The Basketball Tournament e do softbol da Little League. Além, claro, da MLB, dos playoffs da LBF e da WNBA. Confira os horários para não perder nada.

SÁBADO, 20 DE JULHO

LBF (playoffs)
18h - Campinas x Uninassau (ESPN Extra)

THE BASKETBALL TOURNAMENT
15h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
18h - Jogo a definir (WatchESPN)
19h - Jogo a definir (WatchESPN)
19h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Little League)
11h - Jogo a definir (WatchESPN)
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)

DOMINGO, 21 DE JULHO

MLB
20h - Washington Nationals x Atlanta Braves (ESPN)

THE BASKETBALL TOURNAMENT
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
15h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN) 

SOFTBOL (Little League) 
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)

LACROSSE (MLL)
17h - Dallas Rattlers x Denver Outlaws (WatchESPN)

SEGUNDA, 22 DE JULHO

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

21h - DESAFIO DE TALENTOS (ESPN)

MLB
20h - Boston Red Sox x Tampa Bay Rays (ESPN 2) 

SOFTBOL (Little League) 
11h - Jogo a definir (WatchESPN)
12h - Jogo a definir (WatchESPN)
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN) 
15h - Jogo a definir (WatchESPN) 
16h - Jogo a definir (WatchESPN) 
17h - Jogo a definir (WatchESPN) 
18h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)

TERÇA, 23 DE JULHO

MLB
20h - St. Louis Cardinals x Pittsburgh Pirates (ESPN)

WNBA
23h - Seattle Storm x Las Vegas Aces (ESPN Extra)

SOFTBOL (Little League) 
12h - Jogo a definir (WatchESPN)
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN) 
15h - Jogo a definir (WatchESPN) 
16h - Jogo a definir (WatchESPN) 
17h - Jogo a definir (WatchESPN) 
18h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)

QUARTA, 24 DE JULHO

MLB
21h - New York Yankees x Minnesota Twins (ESPN 2)

SOFTBOL (Little League)  
12h - Jogo a definir (WatchESPN) 
12h - Jogo a definir (WatchESPN) 
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
15h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
18h - Jogo a definir (WatchESPN)
19h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)

QUINTA, 25 DE JULHO

THE BASKETBALL TOURNAMENT
18h - Jogo a definir (WatchESPN)
19h50 - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h40 - Jogo a definir (WatchESPN)
22h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Little League) 
11h - Jogo a definir (WatchESPN)
12h - Jogo a definir (WatchESPN)
12h - Jogo a definir (WatchESPN)
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
15h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
18h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)

SEXTA, 26 DE JULHO

19h30 - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB
20h - New York Yankees x Boston Red Sox (ESPN)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 19 de julho, 21h.

Fonte: Ubiratan Leal

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A nobre, dura e previamente fracassada luta de Melvin Gordon

Rafael Belattini
Rafael Belattini

Melvin Gordon quer um novo contrato antes de se apresentar aos Chargers
Melvin Gordon quer um novo contrato antes de se apresentar aos Chargers Frank Jansky/Icon Sportswire via Getty I

Melvin Gordon já avisou que, sem um novo contrato, não vai se apresentar para os treinamentos do Los Angeles Chargers, que começam no próximo dia 24. Selecionado na primeira rodada do draft de 2015 (15º geral), ele está em seu último ano de contrato de calouro, ganhando US$ 5,6 milhões (R$ 20,96 milhões).

Ezekiel Elliott, entrando em seu quarto ano de contrato com o Dallas Cowboys – receberá US$ 3,85 milhões (R$ 14,41 milhões) com mais US$ 9 milhões (R$ 33,69 milhões) no próximo – também pode fazer o mesmo e não aparecer na reapresentação do dia 26.

A causa é nobre. Gordon diz que faz isso pensando em toda uma geração de running backs, que se arriscam correndo no meio de gigantes e são vistos como “descartáveis” pela maioria das pessoas na NFL. Afinal, com apenas mais um ano de contrato, uma lesão em 2019 pode significar até mesmo o fim da linha para ele na Liga.

O problema é que os números jogam extremamente contra os corredores. Mesmo que você queria valorizá-los.

Pegando exemplos recentes, o Pittsburgh Steelers ficou sem Le’Veon Bell no ano passado. Apesar de perder um dos indiscutivelmente melhores da posição, a franquia da Pensilvânia não viu as estatísticas do jogo corrido caírem tanto. Na verdade, conseguiu mais touchdowns (16 contra 12) e mais jardas por tentativa (4,2 contra 3,8).

Em uma equipe que sequer conseguiu chegar aos playoffs, James Conner teve 215 corridas com 973 jardas e 12 touchdowns em 2018, contra 321 corridas para 1.291 jardas e nove TDs de Bell no ano anterior. Na média, Conner correu mais que Bell (4,5 contra 4 jardas por tentativa).

Também no ano passado, Gordon foi titular em 12 partidas acumulando 885 jardas corridas e 10 touchdowns, com média de 5,1 jardas por tentativa. Seu reserva imediato, Austin Ekeler, titular em três jogos, teve 554 jardas e três touchdowns, mas com 69 chances a menos na temporada regular, tendo uma média até melhor, de 5,2 jardas por tentativa.

O detalhe: Ekeler é dois anos mais novo e receberá, em 2019, apenas US$ 645 mil (R$ 2,41 milhões).

O talento de Gordon, Bell, e outros dos principais running backs da liga é inegável, mas é cada vez mais ponderado o sistema do time e a qualidade da linha ofensiva, responsável por abrir os buracos para as corridas.

É claro que o running back precisa ser valorizado e não merece arriscar sua saúde sem muitas garantias sobre o futuro, mas a natureza do jogo infelizmente é esta.

Muitos jogadores da NFL observam a valorização de atletas da NBA e tentam replicar o que é feito na outra liga, mas os esportes são completamente diferentes.

Le'Veon Bell acabou no New York Jets (onde receberá até menos do que tinham oferecido para ele nos Steelers). E por acaso a chegada do astro, somada à presença de Sam Darnold, muda o patamar da franquia? Tem o mesmo efeito que a união de dois astros na NBA? Nem de longe. 

Ser importante em um elenco de 53 jogadores é bem mais complicado do que fazer isso em um grupo de 14 em que cinco passam a maior parte do tempo em quadra.

A última vez que um RB foi MVP da temporada regular? 2012, quando Adrian Peterson não conseguiu levar o Minnesota Vikings além da rodada de wild card nos playoffs. MVP de Super Bowl? Em 1998, com Terrell Davis, do Denver Broncos.

Na NFL, a única posição que realmente tem poder de fogo para mudar as coisas se decidir se rebelar é a de quarterback.

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