Palmeiras segue na briga pelo título do Brasileirão

Carlos Sartori
Carlos Sartori

Após levar de 3 a 1 do Flamengo, em pleno Allianz Parque, o Palmeiras se recuperou no Campeonato Brasileiro e venceu a Chapecoense com tranquilidade por 2 a 0 na Arena Condá. Gols de Luiz Adriano e Raphael Veiga no primeiro tempo. Dudu foi o grande destaque do Verdão ditando o ritmo do time. Veiga também estava inspirado e jogou o fino. O Verdão poderia ter conquistado um placar mais elástico no jogo, mas o goleiro adversário Keiller segurou às rédeas. Foi a quinta vitória em nove jogos como visitante no Brasileirão, com 59,3% de aproveitamento.

Mesmo com o duelo decisivo contra o Atlético-MG na próxima terça, jogo da ida da semifinal da Libertadores, Abel Ferreira mandou a campo um time com sete titulares. Danilo, contundido, e Zé Rafael, suspenso, ficaram de fora. Felipe Melo e Patrick de Paula foram os volantes. A novidade foi Luiz Adriano no ataque no lugar de Rony. O camisa 10 parece que está recuperado de uma lesão complicada e que o deixou de fora do time titular.


Veiga e Luiz Adriano dão vitória ao Verdão
Veiga e Luiz Adriano dão vitória ao Verdão Cesar Greco / Palmeiras


Os gols do Verdão foram marcados no primeiro tempo contra o time de pior defesa do campeonato, 34 gols sofridos. O time paulista criou várias oportunidades com a dupla Dudu e Veiga afiadas na primeira etapa. Aos nove minutos, Dudu deu passe para Wesley. O camisa 11 tocou para Raphael Veiga que invadiu a área e bateu forte no canto direito do goleiro para fazer o primeiro. O 11º gol de Veiga na temporada, o quarto no Brasileirão. A terceira assistência de Wesley, em 2021.

O segundo saiu em outra jogada com a dupla Dudu e Veiga. Aos 27 minutos, o atacante deu um belo passe para o meia, mas o cruzamento foi travado pela defesa da Chape. A bola sobrou para o lateral Piquerez. A primeira participação dele em gol pelo Palmeiras. O uruguaio pegou rebote na área e chutou cruzado. A bola acertou Luiz Adriano e entrou. O quarto gol dele na temporada, o segundo na competição. Ele não marcava há mais de cem dias.

Na segunda etapa, Abel Ferreira descansou o time e mandou a campo três jogadores: os volantes Matheus Fernandes e Gabriel Menino, e o zagueiro Renan. Saíram Patrick de Paula, Marcos Rocha e Wesley. Depois dos 30 minutos, Raphael Veiga e Dudu foram substituídos por Rony e Gabriel Veron. O Palmeiras criou oportunidades, mas as excessivas mudanças do treinador português deixam sempre o time em um nível mais baixo. Mas, conquistou o seu objetivo que era vencer e não se distanciar do líder. 

O jogo não teve polêmica, mas teve um momento diversão. O árbitro Paulo Roberto Alves Junior foi aplicar um cartão amarelo em Patrick de Paula e não tinha nenhum no bolso. O juizão esqueceu o amarelo e o vermelho no vestiário. Coisas da nossa arbitragem. Seria como um jogador entrar sem chuteira.

Vale o registro: a Chape fez um gesto bonito com o Palmeiras antes da partida. O time catarinense entregou uma placa para reforçar o sentimento de gratidão com o clube paulista pelo apoio recebido após o trágico acidente aéreo.

Na placa: “Acima de qualquer rivalidade dentro das quatro linhas, sempre estará o nosso reconhecimento e a gratidão por toda a solidariedade e empatia demonstradas no momento mais difícil da nossa história. Nas adversidades, reconhecemos a grandeza das pessoas”.

O Palmeiras não leva muita sorte na Arena Condá e conseguiu diminuir a diferença no histórico. Em oito jogos, quatro vitórias da Chape, um empate e agora três triunfos do Verdão paulista. A Chapecoense também soma mais gols: 12 a 8.

Nesse Brasileirão, a Chapecoense segue como o pior time da competição na lanterna com apenas 10 pontos, em 21 jogos. 12 pontos de desvantagem para o São Paulo, primeiro fora da zona do rebaixamento. A campeã da Série B disputou 10 jogos, em casa, e conquistou apenas dois pontos. Perdeu 28 pontos e tem um aproveitamento ridículo de 6,6%. São oito derrotas na Arena Condá. Uma única vitória no campeonato.

Contra um adversário desse, o Palmeiras fez um ótimo treino para enfrentar o Atlético-MG, em casa, na terça-feira. O líder do Brasileirão também joga, neste sábado, contra o Sport, no Mineirão. Enquanto o duelo não termina, o vice-líder Verdão torce para encerrar a 21ª mais perto do líder Galo.

Palmeiras vence Chapecoense por 2 a 0 fora de casa com gols de Raphael Veiga e Luiz Adriano no Brasileirão

 

 

 

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Rodada sem inspiração: Galo e Flamengo decepcionam; Palmeiras vence, mas também não brilha!

Carlos Sartori
Carlos Sartori

Os três melhores times do futebol brasileiro deixaram a desejar na 27ª rodada do Campeonato Brasileiro. Pouco futebol e zero inspiração. Preocupante, mesmo que seja por uma rodada. Fico pensando se além da falta de criatividade, a parte física não esteja começando a afetar o trio de ferro. Jogadores exaustos com os excessos de partidas, por causa de um calendário absurdo e ainda atletas cedidos para os selecionados sul-americanos nas eliminatórias. Basta ver como recentemente os departamentos médicos ficaram cheios. Desfalques têm sido uma constante.


Raphael Veiga comemora gol de pênalti
Raphael Veiga comemora gol de pênalti Cesar Greco / Palmeiras


Dos três, o Palmeiras foi o único que venceu e encerrou a série negativa de sete jogos sem vitórias, cinco deles pelo Brasileirão. O triunfo por 1 a 0 contra o Inter, em casa, com gol de pênalti no segundo tempo, não teve brilho, mesmo com o Verdão tendo um homem a mais boa parte do jogo. O time venceu, mas está devendo um futebol mais inspirador. O ponto positivo, além da vitória, foi o clube ter retornado para o G-4 na quarta posição.

Na zebra da rodada, o líder Atlético-MG tomou a virada do xará goiano por 2 a 1. E de quebra, perdeu a invencibilidade de 18 jogos. A última derrota do Galo havia sido na sétima rodada, fora de casa, contra o Santos, quando perdeu por 2 a 0. O técnico Cuca quis passar otimismo e falou que é natural derrapar. Disse ainda, que o time mineiro vai perder de 10 a 12 pontos nos próximos jogos. Ele está certo, assim é o difícil e perigoso Brasileirão. 

O Flamengo não aproveitou a derrota do rival para colar na briga pelo título. O time de melhor ataque do Brasileirão empatou sem gols contra o Cuiabá no Maracanã. Aliás, com um gramado horroroso. O bicampeão brasileiro diminuiu para 10 pontos a diferença para o Atlético-MG, mas poderia ser de oito. Com dois jogos a menos (26 a 24), ficaria bem mais tranquilo se tivesse vencido.

Não vejo mais o Palmeiras na briga pelo título, apenas Galo e Fla estão na parada. Em um campeonato como esse, levanta a taça quem errar menos. E no segundo turno do Brasileirão, por tradição, o panorama muda rápido. Basta perder dois ou três jogos. Uma hora o Atlético seria derrotado, sorte a zebra ter aparecido em um momento de tranquilidade na tabela. Dez pontos à frente, mesmo com dois jogos a mais do que o Flamengo, é uma boa gordura. Mas se mostrar o futebol sem inspiração deste domingo, o bicho vai pegar.

Brasileirão: Atlético-MG leva virada do Atlético-GO e tropeça fora de casa; veja os gols 

         

    

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No duelo dos Atléticos, a turma dos secadores estará ao lado do time goiano!

Carlos Sartori
Carlos Sartori

O líder e invicto Atlético-MG visitará o Atlético-GO neste domingo (17) com os torcedores brasileiros secando o melhor time do Campeonato Brasileiro. A maioria quer que o Galo perca a invencibilidade de 18 jogos para o torneio nacional ganhar um pouco mais de emoção. Mas se depender do histórico desse confronto, pode tirar o cavalinho da chuva. O time mineiro é infinitamente superior em 13 jogos na história, todos pelo Brasileirão da Série A. O Galo venceu nove vezes, contra apenas um triunfo do Dragão. Foram ainda três empates. O Atlético-MG também fez mais gols do que o Atlético-GO: 32 a 19. Por outro lado, a única vitória do time goianiense aconteceu em casa, no distante Brasileirão de 2011. Placar de 1 a 0 no estádio Serra Dourada. Já no estádio Antônio Accioly, local do duelo deste domingo,  a equipe rubro-negra buscará sua terceira vitória como mandante na competição, a primeira desde o dia 23 de junho. Portanto, sofre um jejum de 10 partidas atuando em casa.

Nacho Fernández e Zaracho marcaram dois gols cada contra o Dragão
Nacho Fernández e Zaracho marcaram dois gols cada contra o Dragão Pedro Souza/Atlético-MG

Só deu Galo nos últimos cinco confrontos e com muitos gols: 4 a 1, 3 a 1, 3 a 4, 3 a 2 e 1 a 2. O time mineiro fez 16 contra oito do goiano. Pelos números, podemos considerar que uma vitória do Dragão sobre o Galo seria a zebra da 27ª rodada do Brasileirão. É óbvio que é possível triunfar, mas vale lembrar que o time comandado por Cuca sofreu apenas três derrotas em 25 jogos. O Atlético-GO vem de uma derrota para o Bragantino por 1 a 0, na última rodada. Em 12º lugar. com 32 pontos, sonha com uma vaga na Libertadores. E por que, não? Está a apenas três pontos do Athletico-PR, o oitavo colocado. Das três derrotas do Galo, apenas uma foi fora de casa, contra o Ceará por 2 a 1 pela 6ª rodada. 

Mas se depender do último confronto entre as duas equipes no primeiro turno, válido pela 8ª rodada do Brasileirão, a missão do Dragão nesse domingo será muito difícil. No Mineirão, os argentino do Galo mataram o Dragão na goleada por 4 a 1. Dois gols de Nacho Fernández e dois de Zaracho. Ambos estão escalados por Cuca. O time goiano terá que jogar muita bola para segurar o poderoso Galo, equipe que mais venceu na competição: 17 jogos. No duelo dos xarás goianos e mineiros, apostar é fácil, Galo na cabeça, mas se pintar uma zebrinha, a felicidade será geral!

Fortaleza vence Chapecoense fora de casa com gol de Pikachu nos minutos finais; VEJA

         

    


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Neymar foi o dono do jogo e Brasil descobre Raphinha, o iluminado!

Carlos Sartori
Carlos Sartori

Enfim, a seleção brasileira encantou e deu show contra uma equipe considerada forte, o Uruguai de Luis Suárez. Uma goleada por 4 a 1 com o apoio da quente torcida manauara na Arena Amazônia.

Neymar comandou o primoroso selecionado brasileiro. O camisa 10 fez um golaço, o de número 70 pela seleção, deu duas assistências e participou da jogada de outro gol, mas quem roubou à cena foi o atacante do inglês Leeds: Raphinha. Na primeira partida como titular, ele fez dois gols, em quatro finalizações, e mostrou mais uma vez que é um cara iluminado. 

O futebol apresentado por ele nos últimos três jogos, entrou bem contra a Venezuela e Colômbia, pode ter complicado a vida de Tite para escolher os 23 jogadores que estarão na Copa do Mundo do Catar no ano que vem. Ainda é cedo, mas Raphinha tem ousadia e a alegria do futebol brasileiro. Eu duvidava do seu futebol e me rendi a ele. Típico jogador que a torcida gosta: dribla, vai para cima e resolve. Simples assim. Saiu aplaudido de campo. 

Raphinha e Neymar resolveram contra o Uruguai
Raphinha e Neymar resolveram contra o Uruguai Lucas Figueiredo/CBF




O que não é o caso de Gabriel Jesus. Ele não marca um gol há 15 jogos e como vida de atacante depende disso, a situação do jogador do City vai ficando difícil. Ainda mais quando o cara tenta, tenta e não faz, foi assim no primeiro e segundo tempo, e quem entra em seu lugar, manda a bola para o fundo da rede. Foi o caso de Gabigol, autor do quarto gol da goleada.

 
Deu gosto ver o Brasil jogar de forma coletiva em um primeiro tempo como há muito não se via. O passe de Fred para Neymar abrir o placar foi uma pintura. O gol uma obra de arte. O camisa 10 quando quer jogo, ninguém segura, tudo isso com apenas nove minutos de jogo. 

Antes dos 20, o Brasil já vencia por 2 a 0. Após boa jogada de Paquetá, Neymar chutou e no rebote Raphinha balançou a rede. O Uruguai não levou mais gols na primeira etapa porque tem um grande goleiro: Muslera. Ele segurou as finalizações brasileiras com boas defesas.

O Brasil não puxou o freio de mão e voltou na segunda etapa querendo mais jogo. Em apenas seis minutos, o goleiro Muslera salvou a seleção celeste três vezes. Novamente Gabriel Jesus perdeu um gol, Raphinha outro. Mas, a melhor novidade da seleção tem crédito e ele se redimiu aos 12 minutos. Gabriel Jesus arrancou em um contra-ataque, tocou para Neymar que só deu um tapa para Raphinha chutar cruzado e fazer 3 a 0, o segundo dele no jogo. 

Com a goleada no placar, Tite mexeu no time e colocou sangue novo: Antony e Gabigol. A dupla no primeiro lance mostrou atrevimento. O atacante do Flamengo parou na muralha uruguaia. Raphinha, aplaudido, e Fabinho, também saíram para as entradas de Everton Ribeiro e Douglas Luiz.

Com as mexidas de Tite, seria natural o time mudar de comportamento e aos 31 minutos, o Uruguai aproveitou o desperdício de gols brasileiro para diminuir o placar. Luis Suárez em bela cobrança de falta fez o gol de honra dos uruguaios. 

Mas Neymar, ex-companheiro de Suárez nos tempos de Barcelona, colocou na cabeça de Gabigol para o centroavante fechar o placar. Antes do VAR validar o impedimento marcado em campo, a torcida já comemorava a goleada por 4 a 1.

Um resultado para dar tranquilidade para Tite, muito questionado nos últimos tempos. E não tem motivo para tanto. A seleção soma 31 pontos em 11 jogos (10 vitórias e um empate) e lidera as eliminatórias com folga, seis pontos de vantagem contra a rival Argentina de Lionel Messi. O Brasil poderá carimbar a vaga na Copa do Mundo na próxima rodada contra a Colômbia em novembro, por coincidência, única seleção que segurou o Brasil: 0 a 0.

Mas enquanto esse jogo não vem, o momento é de curtir a boa apresentação e voltar cada um para a sua casa com o gostinho de que a seleção tem solução, sim. O brilho da dupla Neymar-Raphinha é uma luz no caminho.

Neymar marca, Gabigol deixa o dele, Raphinha cai nas graças da torcida, e seleção brasileira dá show contra o Uruguai; veja os gols 

         

    

 

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“Andarilho” Rogério Ceni retorna ao Tricolor para provar seu valor; saiba como foi o dia da chegada!

Carlos Sartori
Carlos Sartori

Quatro anos e três meses depois, um dos maiores ídolos do São Paulo está de volta para provar que poderia ter sido mais valorizado como treinador do clube do coração. Ceni foi demitido após o time ficar sem vencer seis jogos na zona de rebaixamento do Brasileirão. Foram apenas seis meses de trabalho com 49,5% de aproveitamento em 37 jogos: 14 vitórias, 13 empates e dez derrotas.

A chegada de Rogério Ceni foi como um furacão. Ele chegou ao Morumbi, se encontrou com o presidente, acertaram o contrato, depois foi para o vestiário começar a organizar o primeiro treino e informações para o jogo. Ceni foi super bem recebido pelos jogadores, alguns ele já conhecia. O técnico falou um pouco sobre a expectativa que tem nesse retorno, sobre a alegria de voltar ao clube e reforçou um pouco da história dele no São Paulo. Cinco horas após a demissão do argentino Hernán Crespo, nesta quarta-feira (13), Ceni já treinou o time para a reestreia nesta quinta contra o Ceará no Morumbi. Atitude corajosa. Ponto para ele.

Rogério Ceni quando era treinador do São Paulo
Rogério Ceni quando era treinador do São Paulo Rubens Chiri/Saopaulofc.net



Será uma noite de festa e reencontro com a torcida tricolor. Com certeza, a presença dele mudará o comportamento do time. Mas a principal torcida organizada do clube não gostou da saída de Crespo, criticou alguns jogadores, diretores e exigiu um pedido de desculpas do novo treinador.

“O negócio agora é o seguinte. Volta Rogério Ceni? Primeira coisa, se acontecer: queremos declaração pública de "desculpa", quando diminuiu nossa torcida diante dos cariocas. Não adiantou puxar o saco, "M1to"? Agora volta o "ídolo"? Ídolo foi o jogador. O técnico ainda é zero história e deve pedido de perdão. E poucas, se chegar, só assume se conversar com a torcida antes”, escreveu a Independente.

Nada que uma boa vitória e uma declaração de amor ao clube resolva na coletiva pós-jogo. Todo casamento tem atritos, mas o amor sempre fala mais forte. Resta saber como será o trabalho à beira do campo nessa sua segunda passagem pelo clube. Depois que saiu do São Paulo, Ceni tentou a sorte em outros clubes. Teve sucesso no Fortaleza, em duas passagens, fracassou no Cruzeiro, e é o atual campeão brasileiro pelo Flamengo. Não teve no time carioca o que poderá ter no Tricolor: apoio e segurança. Ninguém como ele conhece os bastidores do clube paulista. Vamos ver o que o “andarilho” Ceni aprendeu nos quatro longos anos distante do Tricolor.

Ceni festeja volta ao São Paulo, exalta o 'excepcional' Crespo e quer vitória contra o Ceará: 'Vamos com alma e coração'

         

    

 


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E agora, Verdão? Corinthians alcança o Palmeiras fora do G-4!

Carlos Sartori
Carlos Sartori

A 26ª rodada do Campeonato Brasileiro foi a pior possível para o Palmeiras. Com o empate sem gols contra o Bahia e as vitórias de Bragantino e Fortaleza, o Verdão caiu duas posições na tabela e agora ocupa o quinto lugar. Desde que perdeu a liderança para o Atlético-MG na 15ª rodada, o Verdão não deixava o G-4.  Dos oito jogos realizados, até agora, nessa jornada, foi a equipe que mais despencou na tabela. Além disso, o Corinthians alcançou os 40 pontos do rival, ao vencer o Fluminense com um golaço do garoto Gabriel Pereira. Apesar do sufoco e do péssimo futebol apresentado nas últimas partidas, o Palmeiras tem um jogo a menos (25 a 26) e duas vitórias a mais (12 a 10).

Gabriel Pereira anotou um golaço na vitória do Timão
Gabriel Pereira anotou um golaço na vitória do Timão Rodrigo Coca/Ag. Corinthians

Enquanto um subiu, o outro desceu! Quando o Palmeiras era líder na 14ª rodada, com 32 pontos, o Corinthians amargava a 12ª posição, com 17, quase metade da pontuação. Quem diria que o tão criticado Timão fosse decolar e bater de frente com o Verdão?! Há cinco rodadas (22ª), o time alvinegro foi infinitamente superior ao rival na vitória por 2 a 1, com dois gols de Róger Guedes. O placar poderia ter sido maior com o futebol apresentado pelo Corinthians.

Por isso, gosto desse formato do Brasileirão. Relaxou, dançou! O Palmeiras que sempre esteve entre os quatro primeiros colocados, agora vê no retrovisor o rival buzinando e pedindo passagem. Vai ser difícil de segurar. 

Corinthians vence Fluminense com golaço de Gabriel Pereira; VEJA como foi

         

    

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Galo e Fla voando, Bragantino e Fortaleza no G-4, Timão cola no Verdão e novo artilheiro isolado. Destaques da 26ª rodada do Brasileirão!

Carlos Sartori
Carlos Sartori

A 26ª rodada do Campeonato Brasileiro nem terminou e tudo segue normal para Atlético-MG e Flamengo. A briga pelo título continua acirrada. Os dois melhores times da competição venceram por 3 a 1. O líder Galo bateu o Santos no Mineirão, de virada, e chegou a 18 jogos de invencibilidade. O argentino Nacho Fernández saiu do banco e foi o destaque com dois gols e uma assistência. O vice-líder Flamengo precisou apenas do primeiro tempo para fazer três gols no Juventude. O meia Andreas Pereira foi o personagem do rubro-negro no Maracanã. Ele fez um golaço e encerrou o jejum do time carioca de 1221 dias sem fazer um gol de falta. Diego tinha sido o último a marcar no dia 10 de junho de 2018 na vitória por 2 a 0 contra o Paraná também pelo Brasileirão.


Flamengo conquista 14ª vitória no Brasileirão 2021
Flamengo conquista 14ª vitória no Brasileirão 2021 Alexandre Vidal / Flamengo




E por falar em gol, na vitória do Inter sobre o Juventude por 3 a 1 no Beira-Rio, Patrick fez dois para o Colorado, mas Yuri Alberto marcou o 11º na competição e é o novo artilheiro isolado do Brasileirão. De quebra, o Inter derrubou a invencibilidade do Coelho que durava oito jogos com o técnico Vagner Mancini. O Inter está a dois pontos do G-4.

Outro gol importante foi anotado por Yago Pikachu na vitória do Fortaleza por 1 a 0 diante do Grêmio no Castelão. O Leão resgatou o terceiro lugar no G-4 e voltou a vencer em casa após cinco jogos. O Tricolor gaúcho segue na vice-lanterna. Só não é pior do que a Chapecoense que empatou com o Athletico-PR em 1 a 1.

O Bragantino também venceu o Atlético-GO por 1 a 0 e retornou ao G-4. O Massa Bruta encerrou um jejum de cinco jogos sem vencer em casa. Destaque para o volante Jadsom. Ele marcou o primeiro gol dele como profissional.

Com as vitórias do Bragantino e Fortaleza, quem dançou na rodada foi o Palmeiras que empatou sem gols com o Bahia. O time comandado pelo técnico português Abel Ferreira caiu duas posições na tabela e agora ocupa a quinta colocação.

E como não se bastasse, o Verdão agora tem o  Corinthians na cola. Com um golaço de Gabriel Pereira, o Timão venceu o Fluminense na Arena, em Itaquera, e chegou aos mesmos 40 pontos do rival. O time verde tem um jogo a menos (25 a 26) e duas vitórias a mais (12 a 10).

A 26ª rodada termina nesta quinta-feira (14) com dois jogos: São Paulo x Ceará no Morumbi e Cuiabá x Sport na Arena Pantanal. Para o Tricolor paulista, será uma noite especial para reencontrar o ídolo Rogério Ceni, o novo comandante do clube. Ele substituirá o argentino Hernán Crespo demitido nesta quarta-feira. Chance de ouro para Ceni resgatar o prestígio de treinador e o respeito do torcedor. Com certeza, um bom motivo para o time mudar de comportamento e ao lado da torcida dar à volta por cima no Brasileirão!

Corinthians vence Fluminense com golaço de Gabriel Pereira; VEJA como foi

         

    

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Que fase: Jaílson salva, Palmeiras segue sem vencer e pode sair do G-4 ao final da rodada

Carlos Sartori
Carlos Sartori

Ver o futebol apresentado pelo Palmeiras contra o Bahia, nesta terça-feira (12), pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro, foi quase desesperador. O primeiro tempo foi de doer. A equipe está irreconhecível e tem piorado a cada rodada. Não cria jogadas, leva pouco perigo e nem consegue mais realizar o velho e bom contra-ataque, principal marca do time. Fico imaginando o torcedor alviverde vendo o fiasco em campo e pensando como será enfrentar o Flamengo na final da Libertadores. Mas essa é outra história!

Vamos por partes. O Verdão está há cinco jogos sem vencer no Brasileirão (três derrotas e dois empates), e mesmo perdido em campo contra o Bahia na Arena Fonte Nova, mostrou evolução em um quesito. Não levou gol. Nos últimos quatro jogos tinha sofrido nove. Mas tomou um sufoco danado no segundo tempo do Tricolor baiano. Sorte ter o goleiro Jaílson, um bom reserva, e que na ausência de Weverton também sabe salvar. Ele parou o atrevido ataque do Bahia com pelo menos três defesas de tirar o chapéu.

Abel Ferreira segue sem vencer há cinco jogos no comando do Verdão
Abel Ferreira segue sem vencer há cinco jogos no comando do Verdão Cesar Greco / Palmeiras

O resultado deixou o Palmeiras em uma situação delicada. Com a vitória do Bragantino sobre o Atlético-GO por 1 a 0, também nesta terça, o Verdão foi ultrapassado na tabela e caiu para a quarta colocação. Apenas um ponto separa as duas equipes: 41 a 40. E para piorar, o Fortaleza que jogará nesta quarta-feira (13), poderá retornar ao G-4 e tirar o Palmeiras da quarta posição.

Além da queda, o Palmeiras perdeu Gabriel Menino contundido, Wesley que o substituiu acabou expulso e no último minuto da partida, Raphael Veiga saiu carregado de maca. O time de Abel Ferreira está carregado, virou o fio, já que está em Salvador, poderia tomar um banho de mar e jogar um sal grosso. Lugar melhor para isso, não existe!

Abel Ferreira manda recado a Renato Gaúcho, elogia treinador do Flamengo e cobra 'jornalismo sério'; VEJA

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O Palmeiras de Abel Ferreira e a mentalidade de time pequeno

Carlos Sartori
Carlos Sartori

Uma vergonha ver a tabela com os resultados do segundo turno e conferir que o Palmeiras é o pior time do Campeonato Brasileiro. É o lanterna com apenas quatro pontos conquistados em seis jogos. Uma vitória, um empate e quatro derrotas. Oito gols marcados e 12 sofridos. O time que mais foi vazado ao lado da Chapecoense que no returno está uma posição acima do time paulista. Abel Ferreira é um bom treinador, mas infelizmente trouxe essa mentalidade de jogar como time pequeno. Com todo respeito ao América-MG e Bragantino, o Verdão não pode ser pressionado e derrotado por esses clubes como se fosse um time de Série B. Não tem desculpa.

Nesta terça-feira (12), pela 26ª rodada, entrará em campo novamente pressionado contra o Bahia na Arena Fonte Nova. Sorte não jogar em casa e ter a torcida distante. O time baiano vem de uma vitória importante sobre o Athletico por 2 a 0, e fora de casa. Além disso, luta para não cair. É o 17º na tabela, o primeiro clube na zona de degola. Salvador será um barril de pólvora.

Abel Ferreira durante goleada sofrida para o Bragantino
Abel Ferreira durante goleada sofrida para o Bragantino Cesar Greco / Palmeiras

O Palmeiras estagnou no G-4 e o pelotão debaixo está chegando perto. Com a goleada sofrida para o Bragantino por 4 a 2 na última rodada, o Verdão chegou a quatro jogos sem vencer (três derrotas e um empate). Nesta noite, terá pela frente o artilheiro do campeonato Gilberto, com 10 gols. O time de Abel Ferreira é a terceira pior defesa da competição. Não tomar gol, é o principal objetivo do time verde, mas só a vitória importa para espantar a má fase. Se o Palmeiras atuar novamente como time pequeno, será um alvo fácil para descer ainda mais a ladeira da preguiça.

Palmeiras tem a obrigação de ficar no G4 no Brasileiro? Mário Marra e Eugênio Leal analisam desempenho

         

    

 

 

 

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Se Crespo fosse brasileiro já teria caído?

Carlos Sartori
Carlos Sartori

A pergunta do dia é: se o técnico Hernán Crespo fosse brasileiro já teria caído do São Paulo? Talvez, sim! O Tricolor paulista não está jogando nada com o elenco que tem. O time pode muito mais. Independentemente de ser estrangeiro ou não, vejo o trabalho do treinador argentino chegando ao fim da linha.  Qualquer técnico gostaria de comandar jogadores como Thiago Volpi, Miranda, Reinaldo, Liziero, Rodrigo Nestor, Gabriel Sara, Benítez, Luciano, Pablo, Marquinhos, Rigoni e Calleri.

Crespo estreou no dia 28 de fevereiro e foi o responsável por tirar o São Paulo da fila sem títulos, que durava desde 2012. O treinador conquistou o Campeonato Paulista diante do Palmeiras logo em seu primeiro torneio no comando da equipe Tricolor.  Alguns consideram o “Paulistinha” um torneio irrelevante. Não concordo! O Paulistão é, sim, um campeonato necessário e tem tradição. Nele, estão grandes clubes da capital e do interior paulista. Uma competição bem disputada e importante para iniciar o ano. Se atrapalha o calendário, essa é outra discussão. A culpa é dos gananciosos e incompetentes dirigentes que só querem lucro!

Com os jogadores que Crespo tem em mãos, o São Paulo poderia ter ido mais longe na Libertadores e Copa do Brasil, título que nunca conquistou. Caiu na competição sul-americana para o Palmeiras e no torneio nacional para o Fortaleza, ambos nas quartas de final. Deixou de faturar uma fortuna nos dois torneios. Só esse já seria um motivo forte para o fim da era Crespo no São Paulo. Perder dinheiro em um ano de pandemia não tem perdão!


Crespo comanda o São Paulo contra o Cuiabá
Crespo comanda o São Paulo contra o Cuiabá Rubens Chiri / saopaulofc.net



Sobrou para o clube apenas o Brasileirão. Focar em 2022 talvez seja o melhor caminho para o Tricolor do Morumbi. Como sempre digo, não sou “resultadista”, mas Crespo não disse a que veio. E não é porque ele é estrangeiro ou “gringo”, palavra ruim de ser usada.

O Tricolor ainda briga para não cair. Ficou várias rodadas lá na parte debaixo da tabela no Z-4. Alterna altos e baixos na competição. Com 30 pontos é o 13º colocado e está a quatro do primeiro clube na zona de rebaixamento, o Bahia (17º). Em 25 jogos, venceu apenas seis, empatou 12 e sofreu sete derrotas. Levou mais gols do que fez: 25 a 20. Com isso, tem saldo negativo de cinco gols.

No segundo turno até que o Tricolor melhorou. É o 11º colocado com oito pontos. Nessa 25ª rodada, subiu uma posição na tabela ao empatar sem gols contra o Cuiabá, fora de casa. Por coincidência, as duas equipes que mais empataram no torneio. Mas um detalhe importante do jogo: se não fosse a excelente atuação do goleiro Thiago Volpi, que parou o ataque do time da casa, a situação do Tricolor seria pior. Ele fez no mínimo quatro defesas importantes. E se o tão criticado Volpi não tivesse inspirado? O resultado foi de bom tamanho para um duelo em que o Cuiabá merecia a vitória e os três pontos. Pontinho precioso para o time paulista. Um time que, mais uma vez,não conseguiu ser criativo na partida e cometeu muitos erros. Quando isso acontece é hora de virar a página.

Em conversa com um amigo são-paulino, estudioso de futebol, ele defende que Crespo deve prosseguir. E vai além: "O São Paulo termina entre os oito primeiros". Foi o quinto empate seguido do Tricolor no campeonato. Penso diferente e lamento dizer, mas Hernán Crespo está "empatando" a vida do time e um melhor desempenho do gigante São Paulo. Não vejo mais futuro para o Tricolor com o treinador, sendo estrangeiro ou não. 

Números gerais São Paulo (2021) 

57 jogos oficiais
24 vitórias
21 empates
12 derrotas
90  gols marcados
54 gols sofridos
36 gols de saldo
54,1% de aproveitamento

Brasileiro: São Paulo empata com Cuiabá em noite inspirada de Volpi; VEJA como foi!

         

    

 

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Se Crespo fosse brasileiro já teria caído?

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Demitido na calada da madrugada, Felipão poderá dormir até tarde nesta segunda-feira

Carlos Sartori
Carlos Sartori


A derrota do Grêmio para o Santos por 1 a 0 na Vila Belmiro, neste domingo e nos acréscimos, custou à cabeça do técnico Luiz Felipe Scolari, demitido na madrugada desta segunda-feira (11), mais precisamente às 00h30.  O treinador deixou o clube após 21 jogos e na penúltima posição do Campeonato Brasileiro. Felipão saiu mais rico da sua quarta passagem pelo tricolor e como o segundo treinador com mais jogos à frente do time gaúcho (385). Enquanto isso, o Grêmio ficou mais no fundo do poço na vice-lanterna (19ª), três pontos atrás do Sport, o 18º colocado. O tricolor tem dois jogos a menos (23 a 25). Ambos têm seis vitórias. Na próxima quarta-feira, contra o Fortaleza, no Castelão, o time será comandado interinamente pelo auxiliar Thiago Gomes.


Brasileiro: Santos consegue gol milagroso aos 47 do 2º tempo, respira e afunda o Grêmio; VEJA

         

    

 


A segunda-feira de Felipão será tranquila. O treinador não precisará acordar cedo para encontrar uma solução para salvar o time do rebaixamento. Se é que tem salvação. Agora, são quatro jogos sem vencer na competição, com três derrotas e um empate. O técnico gaúcho foi contratado no dia 7 de julho para substituir Thiago Nunes. Felipão foi o terceiro treinador do Grêmio na temporada. Com ele, foram nove vitórias, três empates e nove derrotas, com 47,6% de aproveitamento. O time marcou 22 gols e sofreu 23 no período. Aquela velha história, quando tudo está errado, não adianta trazer técnico conhecido e que fez história no clube em outra fase. Não tem santo que ajude.


Felipão comanda último jogo pelo Grêmio com derrota
Felipão comanda último jogo pelo Grêmio com derrota LUCAS UEBEL/GREMIO FBPA


E por falar em santo, o Santos venceu com um gol validado pelo árbitro de vídeo após ser anulado por impedimento dentro de campo. Tudo isso aos 47 minutos do segundo tempo. Antes da partida, um torcedor do Peixe jogou sal grosso na cabine do VAR.  Talvez seja isso que falte ao Grêmio, sal grosso para espantar todos os males!

Santos 1 x 0 Grêmio: Decisivo na partida, VAR tomou 'banho' de sal grosso antes do apito inicial; VEJA

         

    



Confira a nota oficial do Grêmio:

"O Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense informa que, após reunião esta noite, chegou a um comum acordo com o técnico Luiz Felipe Scolari para o encerramento do vínculo. Felipão deixa o Grêmio com os auxiliares Carlos Pracidelli e Paulo Turra e o preparador físico Anselmo Sbragia.

Nesta quarta passagem pelo Tricolor, o técnico bicampeão da América tornou-se o segundo treinador com mais jogos à frente do Grêmio, completando 385 jogos na casamata. No último mês, perpetuou-se na história gremista ao marcar seu nome na Calçada da Fama.

O Clube agradece o comprometimento e respeito do técnico e sua equipe com a instituição durante o período de trabalho. Ao mesmo tempo, Luiz Felipe deixa registrado o seu agradecimento ao Grêmio: “E continuarei sendo gremista, como sempre fui e sempre serei”.


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Flamengo tem goleadores de sobra!

Carlos Sartori
Carlos Sartori

O bicampeão Flamengo tem um diferencial das outras equipes da Série A do Brasileirão: o excesso de goleadores. Cinco jogadores do time rubro-negro, ultrapassaram a marca de 10 gols na temporada 2021. O atacante Michael, ao marcar dois na vitória por 3 a 0 sobre o Fortaleza, chegou a 11 bolas nas redes. Ele fez o segundo e o terceiro do Flamengo, com oportunismo de centroavante. Vitinho fez 11, Pedro, que também marcou contra o Fortaleza, soma 16, Bruno Henrique marcou 18 e Gabigol é o artilheiro máximo com 27 gols.

Em 55 jogos em 2021, o Flamengo balançou às redes 124 vezes e levou 47. No Brasileirão, o vice-líder, tem o melhor ataque da competição com 43 gols, sofreu 20, a segunda melhor defesa, atrás apenas do líder Atlético-MG, com 16. O time carioca supera o mineiro no saldo de gols: 23 a 22. A vitória no Castelão aconteceu com três gols, em apenas sete minutos, e todos em jogadas de bola parada. 

Renato abraça Michael, autor de 2 gols na vitória do Fla
Renato abraça Michael, autor de 2 gols na vitória do Fla Alexandre Vidal / Flamengo

O artilheiro Bruno Henrique, com nove gols na competição, não disputou a 25ª rodada. Com isso, perdeu a artilharia do Brasileirão para Hulk que marcou dois na vitória do Galo por 3 a 1 diante do Ceará, e de Gilberto, do Bahia, que balançou uma vez a rede no triunfo por 2 a 0 contra o Athletico-PR. Ambos somam 10 gols no campeonato.

Independentemente de ter um jogador na artilharia, o Flamengo é o clube com mais potencial de terminar com um goleador no campeonato. Além de Bruno Henrique, três jogadores somam seis gols cada: Gabigol, Pedro e Michael.

Nessa temporada, o Flamengo tem uma excelente campanha em 55 jogos: 37 vitórias, 10 empates e 8 derrotas. Além da final da Libertadores, disputa títulos do Brasileirão e da Copa do Brasil. Como bem destacou o técnico Renato Gaúcho: "Tenho que ficar lembrando que o Flamengo é o único time que está disputando três competições".

No campeonato nacional, tem 30% de chances de faturar a taça. Nesse momento, está a 11 pontos do líder, com dois jogos a menos, e três vitórias de diferença (16 a 13). Um time para ser campeão, precisa de reservas à altura dos titulares. E quando Gabigol e Bruno Henrique não estão em campo, Michael e Pedro, tem aproveitado a oportunidade. Com isso, ainda é possível sonhar pelo tricampeonato seguido.

Flamengo vence Fortaleza com dois de Michael; VEJA os gols!

         

    

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Pelo visto, Palmeiras vai lutar apenas por um jogo: a final da Libertadores

Carlos Sartori
Carlos Sartori

O reencontro entre o Palmeiras e a torcida no Allianz Parque foi da pior forma possível: a nona derrota no Campeonato Brasileiro e uma goleada vexatória. Levar de 4 a 2 do Red Bull Bragantino foi demais. A 14 pontos do líder Atlético-MG, e quatro jogos sem vencer na competição (três derrotas e um empate), o Verdão praticamente deu adeus ao título do Brasileirão, mesmo com 14 jogos para serem disputados. E não cabe a desculpa de que o time tinha 10 desfalques, cinco deles titulares. O clube paulista tem um bom elenco e que brigava pelo título do Brasileirão até poucas rodadas. A campanha agora é de time rebaixado no segundo turno. O time que mais perdeu (9) entre os seis primeiros colocados. Na goleada para o Red Bull Bragantino, o Verdão chegou a 32 gols sofridos, a terceira pior da competição. Só fica atrás da lanterna Chapecoense e Bahia com 38 cada. 

A equipe comandada por Abel Ferreira claramente abriu mão do Brasileirão e luta apenas por um jogo nessa temporada: o duelo decisivo da Conmebol Libertadorescontra o Flamengo. A 47 dias da decisão, não duvido se o treinador português for demitido. O time não responde mais ao seu comando. O Palmeiras virou uma equipe comum, perdida e não cresceu, mesmo com reforços. O Verdão deixou de ser competitivo, só respondeu na Libertadores jogando pelo resultado, único mérito do treinador português, mas é pouco demais.


Reencontro com torcida no Allianz Parque não foi legal
Reencontro com torcida no Allianz Parque não foi legal Cesar Greco / Palmeiras

Não sou "resultadista", mas não dá para arriscar o ano. Agora é pressão total. A humilhante goleada em casa, e com a presença de 8 mil torcedores, ligou o alerta: "time sem vergonha",  cobrou a maior organizada do clube e que apoiou os 90 minutos. E tinha motivos de sobra, ver o Palmeiras levar três gols em apenas 35 minutos do primeiro tempo, era de doer o coração do torcedor mais fanático. Sorte que Dudu, sempre ele, diminuiu e deu um pequena esperança para o segundo tempo. O Alviverde voltou bem melhor e poderia até ter empatado com Luan e Dudu, mas foi Raphael Veiga quem diminuiu em cobrança de pênalti, em 15 minutos de jogo. A ducha de água fria veio com o segundo gol de Artur aos 30 minutos: 4 a 2 Red Bull Bragantino. O gol, de um ex-jogador, calou o Allianz Parque e foi a facada final em qualquer reação do time alviverde. 

Abel Ferreira elogia torcida do Palmeiras, cita apoio durante os 90 minutos e 'concorda' com cobrança após apito final

         

    

 

Uma equipe que pretende ser campeã, não pode ser goleada em casa no dia do reencontro com a torcida. Um time forte precisa de substitutos à altura do elenco titular. Esse Palmeiras tem bons nomes só no papel, quando os reservas precisam mostrar serviço, não têm personalidade para jogar em time grande. E para piorar, nas últimas dez partidas de Campeonato Brasileiro, o Palmeiras perdeu sete e só venceu duas (Chapecoense e Athletico-PR).

Ao final do jogo, Raphael Veiga, autor de um dos gols, falou sobre a crítica dos torcedores:

"Torcida tem total liberdade de criticar, desde que seja com respeito. A gente sabe que não estamos no nosso máximo. Quando a gente mostra a nota 10, vamos ser cobrados pelo 10. Só trabalhando e dedicando para sair de uma situação assim. Temos jogo daqui dois dias e não podemos deixar o externo atrapalhar", disse o meia.

Time grande é assim, Veiga. E só vai piorar se a equipe não atuar com mais qualidade e voltar a vencer. O Palmeiras deve melhores apresentações, mas o adeus ao título pode ser com mais garra. E se continuar jogando assim, a final da Libertadores no dia 27 de novembro contra o Flamengo poderá ser mais vexatória. Ainda mais quando o Flamengo, que roubou a segunda posição do Palmeiras no Brasileirão, e abriu três pontos (42 a 39) com dois jogos a menos, aplicou 3 a 0 no Fortaleza, lá no Castelão. Detalhe: com reservas. Todo mundo enfrenta problemas de desfalques, mas o bicampeão brasileiro nesse momento é bem melhor. 

Como não vemos sinais de reabilitação, o Palmeiras poderia pelo menos usar o Brasileirão para "treinar" e chegar voando no Uruguai para a decisão da Libertadores. Em 47 dias, Abel Ferreira poderia montar um timaço. Só depende dele e de alguns jogadores que insistem em se esconder em um clube que remunera bem e paga em dia. Futebol é muito mais do que isso, a começar pelo belo hino do clube: "Defesa que ninguém passa, linha atacante de raça, torcida que canta e vibra...". 

Brasileiro: Artur ‘castiga’ na lei do ex, e Palmeiras é derrotado pelo Red Bull Bragantino; VEJA os gols!

         

    

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Dupla cearense é pedra no sapato dos líderes Atlético-MG e Flamengo

Carlos Sartori
Carlos Sartori

Não sei, não, mas acordei com uma pulga atrás da orelha em relação a rodada do Brasileirão. Em especial, com dois jogos envolvendo clubes do Ceará e os líderes do Campeonato Brasileiro. No sábado, a 25ª rodada terá Atlético-MG e Ceará no Mineirão e Fortaleza e Flamengo no Castelão. Não pense que será fácil passar pelos times nordestinos.

O Galo voa no campeonato com números impressionantes, mas tropeçou na última rodada ao empatar contra o pior time, a Chapecoense, em 2 a 2. Tudo bem que era fora de casa, mas o duelo contra o Ceará será em Belo Horizonte. Ótimo para o Galo. O Vozão adora empatar, são 11 em 22 jogos, a metade. Outro detalhe que deixa o jogo mais quente: no primeiro turno, o Ceará venceu o Atlético em casa por 2 a 1.

Na rodada passada, Fortaleza foi o único vencedor entre clubes do G-4
Na rodada passada, Fortaleza foi o único vencedor entre clubes do G-4 Bruno Oliveira/FEC

No outro duelo, dois clubes do G-4, Fortaleza (4º) e Flamengo (2º), promessa de um jogaço para decidir quem será o vice-líder. Ambos estão empatados com 39 pontos. O time carioca leva vantagem por causa do primeiro critério de desempate, mais vitórias (12 a 11).

Esse jogo no Castelão terá um destaque interessante: o confronto entre um técnico argentino e um brasileiro. O que sempre apimenta um duelo. Estilos diferentes. Detalhe importante: o Fortaleza foi o único time do G-4 que venceu na rodada passada, 2 a 0 no Fluminense. Flamengo empatou e Palmeiras, com 39 pontos em terceiro, foi derrotado. O Flamengo terá desfalques importantes: Arrascaeta, David Luiz, Diego, Everton Ribeiro, Gabigol e Isla. O artilheiro Bruno Henrique e o goleiro Diego Alves também poderão ser poupados por Renato Gaúcho. Bom para o Leão, ainda mais jogando em casa, e com apenas Marcelo Benevenuto fora de jogo.

Se fosse para apostar em algum time, eu cravaria empate nos dois duelos entre os clubes nordestinos e os líderes do Brasileirão, mas não ficaria surpreso com uma zebra.

Vojvoda x Renato: Duelo ESPN compara números dos treinadores de Fortaleza e Flamengo 

         

    

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Quem disse que treinador brasileiro não estuda?

Carlos Sartori
Carlos Sartori

Dos quatro clubes no G-4 do Campeonato Brasileiro, dois técnicos são brasileiros, Cuca e Renato Gaúcho, e dois estrangeiros, o português Abel Ferreira e o argentino Juan Vojvoda. Atualmente, escutamos e lemos que os treinadores "brazukas" estão ultrapassados. Alguns, concordo, perderam o bonde da história, mas outros, estudam sim, e muito. Essa discussão aumentou com o sucesso da passagem do português Jorge Jesus pelo país. Ele fez uma revolução no Flamengo e montou um timaço vencedor. O time carioca era quase imbatível e a semente ficou plantada no melhor time do Brasil bicampeão brasileiro (2020/21) e campeão da Libertadores, em 2019. Tivemos ainda Jorge Sampaoli no Santos e as conquistas recentes de Abel Ferreira pelo Palmeiras.

Buscar um treinador "gringo" virou quase obrigação nos clubes brasileiros. Tanto é, que nessa edição da Série A, teve quebra de recorde na era dos pontos corridos. Foram nove treinadores estrangeiros até agora por aqui: Hernán Crespo (Argentina) - São Paulo, Juan Vojvoda (Argentina) - Fortaleza, Abel Ferreira (Portugal) - Palmeiras, António Oliveira (Portugal) - Athletico, Diego Aguirre (Uruguai) - Internacional, Diego Dabove (Argentina) - Bahia e Gustavo Florentin (Paraguai) - Sport. E ainda, passaram outros treinadores internacionais pelo Bahia e Inter: Bruno Lopes (Portugal) e Miguel Ángel Ramírez (Espanha). O recorde anterior eram sete, na edição de 2020, em um crescimento que vem desde 2014. Entre 2003 e 2013, foram apenas quatro treinadores vindos de outros países. 

Não vejo diferença no trabalho deles para o que Cuca, Renato Gaúcho e Vagner Mancini, por exemplo, vem fazendo na competição nacional. Eles se equivalem. Aliás, o comandante do Flamengo acha um saco esses cursos da CBF Academy, braço educacional da CBF, no começo da temporada. Opção dele. Se trocasse a praia, por mais aprendizado, com certeza teria mais sucesso. Estudar não faz mal a ninguém. Vagner Mancini, treinador do América-MG, e que faz uma ótima campanha no nacional, com sete jogos de invencibilidade (quatro vitórias e três empates), é um estudioso. Não deu certo em alguns clubes gigantes, como São Paulo e Corinthians, mas mostrou potencial. Com um time melhor nas mãos, poderá brilhar. Mancini falou com exclusividade ao Blog do Sartori sobre o assunto.

"Eu sou totalmente a favor de estrangeiro porque técnico não tem nacionalidade, assim como nós brasileiros já dominamos alguns mercados no exterior no Oriente Médio, no Japão, na Ásia, em alguns países, como a própria China. A gente também pode receber sul-americanos, europeus, por que não? Acho que esse intercâmbio é muito  significativo no crescimento de todos nós, porque o intercâmbio é importante em todas as áreas da vida, é assim que a gente evolui", afirmou o treinador do América-MG.

Cuca e Mancini na Arena Corinthians
Cuca e Mancini na Arena Corinthians Gazeta Press



No próximo sábado (9), o Brasileirão terá um duelo interessante entre um treinador estrangeiro e um brasileiro: Vojvoda x Renato. O jogo será no Castelão e vale a vice-liderança do campeonato. Fortaleza (4º colocado) e Flamengo (2º) estão com 39 pontos na tabela, a diferença é que o time carioca tem três jogos a menos (21 a 24). Se os treinadores estrangeiros são melhores do que os brasileiros, é muito da opinião e gosto de cada um. Mas segundo, o Sitrefesp (Sindicato dos Treinadores de Futebol do Estado de São Paulo), nunca o treinador de futebol no Brasil estudou tanto. Nos últimos cinco anos, são 3802 profissionais capacitados e distribuídos entre as licenças obrigatórias da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) para que possam ocupar o cargo nos principais clubes do Brasil. 

O Sitrefesp fez um levantamento, junto à CBF Academy, onde é possível ver um número de treinadores já considerados aptos sem nenhum mercado de trabalho. Isso vale para todas as licenças. Segundo a CBF Academy, os cursos ocorrem todos os meses. Caso você sonhe em ser um treinador, o caminho dessa nova carreira se inicia com a "Licença C", que o permitirá atuar em escolas de futebol. Depois, a "Licença B", essa uma preparação para o treinador trabalhar em categorias de base. Em seguida, a "A" para o nível profissional. Por último, a "PRO", que também é para o profissional, mas permite atuar em campeonatos do exterior. Exemplo: Libertadores, Sul-americana ou em outro país. No site da CBF Academy, é possível ver como são ministrados os cursos e os valores. Nesse link, por exemplo, você pode acessar e saber como começar um carreira de treinador. 

"Eu fiz os cursos de Licenças A e PRO e a CBF foi muito feliz. Ela reuniu em vários anos muitos profissionais. 160 treinadores juntos, por exemplo, em um coffee break, trocando informações, metodologias de treinamento e de jogo. É muito muito importante que todos nós estejamos qualificados para lutar em igualdade de condições com os europeus para todos esses mercados e como um crescimento do mercado do futebol brasileiro também. Que todos nós possamos estudar mais a cada dia. Não é só fato do cara ter sido atleta profissional que o faz um bom treinador. E não é o fato de quem também não jogou futebol não poder ser um bom treinador. Acho que você consegue contemplar as duas coisas. Eu acho que o conhecimento está aberto para todo mundo. Quem leva vantagem é quem acumulou experiência ao longo da vida. Eu posso ter sido um ex-atleta, mas não ter me atentado para muita coisa e que seria importante agora nessa fase de treinador. Por isso acho importante a qualificação, eu venho brigando com isso através da FBTF, eu e o Zé Mário, que estamos à frente da Federação Brasileira de Treinadores de Futebol para que todos sejam qualificados. Que a gente consiga levar o curso da CBF Academy para todos os estados do Brasil. E que ele seja um pouco mais barato, embora ele seja muito importante. Ele acaba de certa forma passando conteúdos interessantes para todos", disse Mancini

Antero analisa de Santos e São Paulo no Brasileiro!


“Sempre se questionou que o treinador brasileiro não tinha a mesma formação daqueles que chegam com licença Uefa. E hoje, qual o motivo para o mercado não receber esses técnicos nos clubes?”, questiona o presidente do sindicado Emilio Miranda.

O técnico Vagner Mancini deu uma explicação sobre esse assunto levantado pelo sindicado dos treinadores. O treinador não fez nenhum curso preparatório fora do país, apenas algumas viagens. Nelas, teve contato com treinadores, ex-atletas para tentar formar algumas metodologias e melhorar o seu trabalho.

'Perdemos espaço lá fora, porque na época do Michel Platini na UEFA, a entidade tomou alguns mercados. Ela foi para a Ásia, Oriente Médio, e passou a dirigir aquilo que era feito. As confederações desses países tinham que exigir a licença UEFA e quem tinha eram somente os treinadores europeus. Então por isso a gente perdeu mercado, né? Mas nós estamos em uma busca de retomar todos esses mercados", afirmou Mancini.

A conta não fecha quando 20% dos cargos na Série A do Campeonato Brasileiro são absorvidos por estrangeiros, com licenças da Uefa, sem nenhuma equivalência para os brasileiros tanto no país quanto em outros continentes.

“Por que o treinador brasileiro não tem a mesma equivalência que damos aos estrangeiros? Quando querem trabalhar em outras confederações, seja na Europa, na África, Ásia, é exigido dele cinco anos dentro do Brasil. E os que chegam de fora não precisam apresentar o mesmo período de trabalho”, diz ainda o sindicato.

A briga é boa e faz sentido. Só a Licença PRO, a maior em formação na CBF Academy, tem 245 treinadores formados. Na licença A são 867. Os números apontam ainda 1406 na Licença B e 1284 na Licença C. 

“Os professores e palestrantes que chegam de fora para ministrar aula na CBF Academy são quase unânimes em dizer que nosso curso é melhor que o da Uefa em carga horária e distribuição de temas. Ainda assim somos colocados na segunda prateleira e questionados  dentro do maior campeonato nacional do mundo”, valorizou o presidente.

Não concordo que o Brasileirão seja o melhor campeonato do mundo, mas que temos no país mãos de obra suficiente e técnicos talentosos esquecidos por aí, não tenho a menor dúvida. Resta saber, se de fato vamos ter espaço para todos eles. Defendo também esse questionamento do sindicato, afinal, essa é a função deles. 

Vojvoda x Renato: Duelo ESPN compara números dos treinadores de Fortaleza e Flamengo

         

    








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Seleção deu sono, mas venceu nono jogo seguido com Raphinha melhor em campo

Carlos Sartori
Carlos Sartori

O Brasil poderia ter vencido fácil a Venezuela, ainda no primeiro tempo, se os flamenguistas Gabigol e Everton Ribeiro tivessem acertado o alvo, mas dois escorregões de Fabinho e Marquinhos na área brasileira deixaram Ramirez livre para marcar de cabeça um gol assustador pelo menos na expressão de Tite. Seria a primeira derrota do treinador no comando da seleção em eliminatórias?  Impossível quando o adversário é o pior selecionado da competição. 

Teve gol de Gabigol na vitória da seleção
Teve gol de Gabigol na vitória da seleção Lucas Figueiredo / CBF

A 48ª vitória de Tite com a seleção brasileira foi construída no segundo tempo.  Sem encantar, sem Neymar e sem jogar bonito, o Brasil empatou em um bola parada. Aos 25 minutos, o estreante Raphinha, que substituiu Everton Ribeiro, bateu escanteio pela esquerda e Marquinhos cabeceou com categoria: 1 a 1.  Outra vez Raphinha iniciou um lance de gol, o da virada. Ele partiu em contra-ataque e tocou para Vinícius Junior que não marcou, na sobra pênalti da defesa em Gabigol. O atacante do Flamengo bateu com precisão e desencantou: 2 a 1. O quarto gol de dele em 15 jogos pela Seleção principal. Aos 50 minutos, Raphinha, o nome do jogo, ainda teve tempo de dar um passe para o também estreante Antony fazer o terceiro. 

Uma vitória sem emoção, mas natural para uma seleção com pouco tempo de treino e muitas dúvidas. Mesmo assim, o Brasil segue com 100% nas eliminatórias para a Copa do Mundo do Catar. Líder com 27 pontos, oito pontos à frente da Argentina, segunda colocada. O melhor ataque com 22 gols, a defesa menos vazada com apenas três gols sofridos e o melhor saldo de gols, 19 positivo.

O Brasil volta a campo no domingo, às 18h (de Brasília), contra a Colômbia, em Barranquilla. O selecionado colombiano é o quinto colocado e empatou com o Uruguai sem gols. Não será tão fácil como foi contra a Venezuela, mas terá Neymar, esse sempre faz falta!

Tite está ‘brigando com as características’ de alguns jogadores da seleção brasileira? Vitor Birner opina; VEJA!

         

    

 

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América-MG “papou” mais posições na 24ª rodada do Brasileirão e é o líder do 2º turno!

Carlos Sartori
Carlos Sartori

A vitória do América-MG por 2 a 1 contra o Palmeiras, e de virada, garantiu ao Coelho o melhor desempenho da 24ª rodada do Brasileirão. O time comandado por Vagner Mancini subiu quatro posições na tabela. O resultado aumentou a série invicta do clube mineiro para sete jogos. São quatro vitórias e três empates. O Coelho seria o líder do campeonato se valesse só os resultados do segundo turno. Em seis jogos, três vitórias e três empates. Oito gols marcados, três sofridos e 12 pontos. Uma partida a mais do que o Galo no returno e um ponto a mais. Mas a boa campanha do América-MG merece ser reverenciada. No Brasileirão é assim, uma única vitória muda o patamar do time rapidamente. 


Coelho comemora triunfo sobre o Palmeiras
Coelho comemora triunfo sobre o Palmeiras Twitter oficial do América-MG



Desde a última derrota para o Bragantino por 2 a 0, em casa, no dia 23 de agosto, o Coelho não perdeu mais. Das quatro vitórias, três foram em Belo Horizonte: 2 a 1 no Palmeiras, 2 a 0 contra o Athletico e 2 a 0 no Ceará. O triunfo fora foi contra o Cuiabá por 2 a 0.  Os três empates foram contra clubes gigantes: 1 a 1 Flamengo, 1 a 1 Corinthians e 0 a 0 São Paulo. Foram 10 gols marcados e três sofridos. De 21 pontos possíveis, conquistou 15.  Na próxima rodada (25ª), o Coelho visitará o Juventude, em Caxias do Sul.

O resultado positivo do América contra o Palmeiras, time que luta pelo título, deu moral ao time mineiro, vice-campeão da Série B. Sonhar com uma vaga na Libertadores é possível. 

Últimos sete jogos do América-MG

América 2 x 1 Palmeiras
Cuiabá 0 x 2 América-MG
América-MG 1 x 1 Flamengo
Corinthians 1 x 1 América-MG
América 2 x 0 Athletico
São Paulo 0 x 0 América-MG
América-MG 2 x 0 Ceará 

Brasileiro: América-MG vence Palmeiras de virada com golaço de Patric; VEJA como foi!

         

    

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Flamengo tira vice-liderança do Palmeiras, o time que mais perdeu entre os clubes do G-6

Carlos Sartori
Carlos Sartori

O trio de ferro do Brasileirão foi mal na 24ª rodada  jogando fora de casa e os três saíram vencendo. O líder Atlético empatou em 2 a 2 com a Chapecoense, o pior time do campeonato. O Flamengo também empatou contra o Bragantino em 1 a 1. E o Palmeiras foi derrotado, de virada e nos acréscimos, para o ótimo América-MG, de Vagner Mancini, por 2 a 1.

Impressionante como o Verdão é irregular no torneio. A oitava derrota, em 23 jogos, fez com que o time paulista perdesse para o Flamengo a segunda colocação. Ambos somam 39 pontos e têm 12 vitórias. O time carioca é superior por causa do saldo de gols, segundo critério de desempate depois das vitórias. O Flamengo com 40 gols marcados e 20 sofridos, tem 20 de saldo positivo. O Palmeiras balançou às redes 35 vezes e levou 28, com isso, apenas sete de saldo. Além disso, o atual campeão tem dois jogos a menos (21 a 23).

O Verdão não só perdeu a vice-liderança como é o time com mais derrotas entre os seis primeiros colocados (8). O Fortaleza, único clube do G-4 que venceu na rodada, sofreu sete derrotas. O Leão bateu o Fluminense por 2 a 0 no Maracanã e também soma 39 pontos, ao lado de Flamengo e Palmeiras. O rubro-negro é o terceiro time com mais derrotas (7). O Corinthians, na quinta posição, perdeu cinco. O sexto colocado Bragantino sofreu quatro derrotas. E o líder Atlético é o clube que menos foi derrotado no campeonato, apenas três vezes.

Capitão Felipe Melo disputa bola na derrota do Verdão
Capitão Felipe Melo disputa bola na derrota do Verdão Cesar Greco / Palmeiras

A oitava derrota do Verdão deixou o time a 11 pontos do líder Galo. A campanha no segundo turno mostra o péssimo desempenho da equipe de Abel Ferreira. Em cinco jogos do returno, venceu apenas uma vez, um empate e três derrotas. Quatro pontos conquistados de 15 possíveis e saldo negativo de dois gols. Hoje, seria o 17º colocado e estaria na primeira vaga na zona de rebaixamento.

Na próxima rodada (25ª), sábado (9), o Verdão recebe o Bragantino no Allianz Parque. Por coincidência, o time do interior também faz uma campanha ruim no segundo turno. Em cinco jogos, nenhuma vitória, dois empates e três derrotas. Seria o antepenúltimo colocado. Duelo perigoso para dois times que lideraram a competição.

De volta aos números do Palmeiras, nos últimos 14 jogos da temporada, foram apenas três vitórias, cinco empates e seis derrotas. O time tomou mais gols do que fez: 18 a 15. Uma equipe que não assusta mais os adversários. Com o futebol apresentado, corre o risco de descer ainda mais a ladeira. O sonho do título está cada vez mais distante. O Verdão talvez não tenha desistido, mas com o que tem produzido em campo, já deu adeus!

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Decadência do Barcelona: de potência mundial a um time medíocre

Carlos Sartori
Carlos Sartori

Na última década, para não ir muito longe, era comum torcedores brasileiros vestirem a camisa do Barcelona. O time era sinônimo de potência e, talvez, o melhor do mundo. A boa fase coincidiu com a presença do melhor craque da atualidade: Lionel Messi. O argentino faturou, por exemplo, quatro títulos da Champions League. O Barça dava aula de futebol, era quase um time imbatível e virou referência no futebol mundial.

A saída de Messi, 15 anos após ter se tornado profissional, não foi o motivo da queda de rendimento do clube catalão. A decadência começou anos antes. Erros nas escolhas da diretoria com contratações e dispensas equivocadas. O ápice foi a goleada histórica sofrida para o alemão Bayern de Munique por 8 a 2. A humilhação tirou a equipe da semifinal da Champions League em 2020. Com Messi em campo, o time bávaro não teve piedade em Lisboa.

Foi a gota d´água. O time acostumado ao sucesso, agora, teria que lutar e se reinventar para salvar a trajetória vitoriosa. A maior bomba não foi a goleada vexatória e, sim, a saída de Messi para o futebol francês. Uma facada no coração dos apaixonados torcedores do Barça. Messi também chorou. Fim de uma era...


Técnico Ronald Koeman e presidente Joan Laporta
Técnico Ronald Koeman e presidente Joan Laporta Getty Images

Além da goleada humilhante para o Bayern, o Barcelona teve outros fracassos recentes em campo. Em fevereiro deste ano, sofreu um 4 a 1 do PSG de Neymar em casa nas oitavas de final da Champions, título que não conquista desde a temporada 2014/15. Em dezembro do ano passado, no reencontro entre Messi e Cristiano Ronaldo, a Juventus do craque português marcou 3 a 0 em pleno Camp Nou. Em 2019, outra goleada, dessa vez para o inglês Liverpool por 4 a 0. Outro adeus melancólico. No ano seguinte, levou 3 a 0 da Roma, depois de vencer por 4 a 1, em casa. Em 2017, outro chocolate da Juventus por 3 a 0.  Por coincidência, a última parceria de Luis Enrique e do trio MSN no Barcelona pela Champions. A goleada sofrida pelo Paris Saint-Germain por 4 a 0, em 2017, só não foi vexatória, pois na volta, o Barcelona também goleou: 6 a 1, em Paris.

A queda do clube catalão veio em banho-maria. Aos poucos, foi virando um time quase medíocre no novo cenário do futebol mundial. O Barcelona parou no tempo. O domínio no futebol europeu passou a ser “regional”. Alguns títulos do Campeonato Espanhol, a La Liga, e da Taça da Espanha. Atualmente, o Barça é apenas o nono colocado no espanhol. Em sete jogos, um a menos do que os adversários, foram três vitórias, três empates e uma derrota. Fez 12 gols e levou sete. Na última rodada, foi derrotado pelo vice-líder Atlético de Madrid por 2 a 0. Daqui a duas jornadas, receberá o líder Real Madrid, cinco pontos à frente (17 a 12) e um jogo a mais (8 a 7).

Para piorar, em duas partidas da Champions League, nessa temporada pela fase de grupos, duas derrotas e de goleada. Seis gols sofridos e nenhum marcado. Apanhou do Benfica de Jorge Jesus, em Lisboa, por 3 a 0, e do Bayern de Munique pelo mesmo placar, em casa.

A situação é tão caótica que a imprensa espanhola está surtada com o momento do Barcelona. O colunista Lluís Mascaró, no Sport, detonou  o time comandado por Ronald Koeman.

"Isso é um pesadelo. Um autêntico drama futebolístico. Uma agonia insuportável. O Barça é uma equipe sem rumo, triste, débil, sem ataque e sem defesa. Uma equipe afundada, incapaz de competir. Irreconhecível. E, o que parece pior, irrecuperável", desabafou o jornalista.

O presidente Joan Laporta não está feliz com o trabalho de Koeman. O técnico ainda não dançou por falta de opção no mercado, e talvez, para não aumentar o dramático momento. Além da crise em campo, o Barcelona anunciou, nesta quarta-feira (6), um prejuízo financeiro histórico de 481 milhões de euros (mais de R$ 3 bilhões) no exercício fiscal da temporada passada. Apesar desse caos, o Barça prometeu reforços de peso para o ano que vem e com estrelas. Além de Messi, o oclube catalão perdeu Antoine Griezmann. O que gerou um Fair Play positivo de 20 milhões de euros no caso do atacante francês.

"O Barcelona primeiro tem que cumprir com seus deveres. Fizemos uma grande parte, baixamos a massa salarial, mas temos que seguir trabalhando e, se isso acontecer, poderemos fechar com craques. O Barcelona tem 'fair play' e a partir do ano que vem, se seguirmos cumprindo nossos deveres, os jogadores que queremos poderão vir", garantiu Ferran Reverter, diretor executivo do clube catalão.

Promessas positivas, mas em que nada ajudará nesse momento o time recuperar o caminho do sucesso dentro de campo. E não será com o atual técnico Ronald Koeman, ídolo do clube. O Barcelona precisa de mais. Alguém que faça uma revolução e transforme novamente o time em uma potência. Que sirva de exemplo para os jovens torcedores. Hoje, só vemos camisas desbotadas vestidas nas ruas com o número 10 de Messi, como a saudosa memória de uma camisa velha pendurada no varal.

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Róger Guedes conquista Fiel com primeiro gol após retorno da torcida

Carlos Sartori
Carlos Sartori

Esse Róger Guedes tem mesmo estrela! Em cinco jogos, quatro gols e cinco participações diretas com uma assistência. O primeiro de pênalti e no jogo do reencontro com a Fiel. 10.624 torcedores presenciaram outro gol nos acréscimos e com a cara do Corinthians. Aos 48 minutos e no sufoco, mas por sorte, ainda no primeiro tempo.  A jogada que gerou a penalidade foi polêmica. Giuliano recebeu a bola na área, chutou e acertou Lucas Araújo. A bola explodiu no braço do volante do Bahia. O árbitro marcou pênalti. Em um time com vários cobradores, como Fábio Luciano, Fágner, Renato Augusto, Willian, o camisa 123 teve personalidade e bateu com categoria. Bola em um canto, goleiro no outro. O oitavo pênalti cobrado pelo Corinthians na temporada, o quinto que termina em gol. Jô, Luan e Mateus Vital já desperdiçaram cobranças. 

Róger Guedes faz história no Timão
Róger Guedes faz história no Timão Rodrigo Coca / Ag. Corinthians

Na saída do intervalo, o atacante falou sobre o gol e o reencontro emocionante com a torcida na Neo Química Arena.

"Muito feliz pelo gol, em estar marcando com a torcida dentro de casa. A torcida é algo a mais, o 12º jogador. Não vejo a hora de estar 100% logo", diz o atacante do Corinthians.

Na volta, a 44ª vitória de virada do Timão, na era dos pontos corridos, com o primeiro gol do volante Cantillo e um recorde do atacante Jô. Ele chegou aos 28 gols na Arena em Itaquera. Artilheiro isolado no estádio. 3 a 1, o nono triunfo de Sylvinho no comando do alvinegro em 26 jogos. O time do Corinthians está invicto há dez jogos, com cinco vitórias. Pela primeira vez no Brasileirão 2021, o Timão alcançou o G-4 depois de 74 rodadas. A última vez havia sido na 26ª rodada de 2019. Mas ainda pode ser ultrapassado por Fortaleza e Bragantino nessa 23ª rodada. Um grande feito para uma equipe desacreditada e que para muitos no começo do campeonato seria rebaixada. A Fiel acredita!

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Invicto e contra o "freguês" Bahia, Corinthians poderá chegar pela 1ª vez ao G-4 com apoio da Fiel torcida!

Carlos Sartori
Carlos Sartori

O Corinthians encara o Bahia na Neo Química Arena, nesta terça-feira (5), com uma invencibilidade de nove jogos sem perder no Campeonato Brasileiro. Desde 2008, o Tricolor baiano não vence o time alvinegro. São sete derrotas e dois empates. Na nova casa do Corinthians, o Bahia nunca venceu: cinco derrotas e um empate. No retrospecto do Brasileirão, domínio do Timão: 24 vitórias, 14 empates e 14 derrotas. No último duelo, válido pelo primeiro turno do campeonato, empate na Bahia em 0 a 0.

Caso o Corinthians se mantenha invicto e vença, entrará pela primeira vez no G-4 na edição do Brasileirão 2021. Com 34 pontos, tiraria provisoriamente o quarto colocado Fortaleza. Dormir entre os quatro primeiros, dará moral ao time comandado por Sylvinho que cresceu na competição, ainda mais, com a chegada de Renato Augusto, Róger Guedes, Giuliano e Willian.

Noite de reencontro com a Fiel
Noite de reencontro com a Fiel Rodrigo Coca / Ag. Corinthians



À noite em Itaquera poderá ser completa com a presença da Fiel torcida encantada com o resgate do bom futebol do time. Os dois últimos jogos foram de encher os olhos: o show por 2 a 1 sobre o rival Palmeiras e o empate emocionante contra o Bragantino em 2 a 2.

A expectativa é de que 14 mil torcedores estarão presentes no estádio, um ano e sete meses após o começo da paralisação por causa da pandemia. O Corinthians empurrado pela torcida com certeza será outro time. Empolgada e com a equipe começando a decolar no campeonato, a festa será completa na noite fria de São Paulo. Quem estiver em Itaquera terá muito mais do que uma boa partida, ficará aquecido com a energia do bom futebol ausente há muito tempo. O Timão voltou!

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