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Melhor brasileiro na São Silvestre, Ederson Vilela comemora resultado

Sem contar com um brasileiro no lugar mais alto do pódio desde 2010, a 93ª edição da São Silvestre teve Ederson Vilela como melhor representante do Brasil. Com um tempo de 46min59s, o fundista paulista encerrou a sua participação na 11ª colocação da prova e comemorou o resultado.

“Dei um passo a mais. Sétimo colocado e segundo brasileiro. Melhor brasileiro foi algo a mais para mim neste ano. Tive um começo de prova forte, como todos os outros, porém venho de uma temporada bem forte, com bons resultados, não consegui acompanhar o ritmo deles até o final. Fiz uma prova mais conservadora. Foi um resultado favorável e levo mais um aprendizado para 2018”, avaliou.

Apesar de ser o melhor brasileiro nesta edição, o maratonista acabou terminando a corrida quatro posições acima do que havia feito no ano anterior, quando foi sétimo colocado. Na ocasião, apesar de terminar numa colocação melhor, Ederson havia sido o segundo melhor representante do país.

“Eu acredito que é melhor ser sétimo, mas o gosto de ser o melhor brasileiro é muito bom. Porque é a confirmação de que você é um dos melhores do país. Ainda falta muito para nós brigarmos com eles (africanos), mas eu espero no decorrer da minha carreira eu sempre ir melhorando”, completou.

Com um tempo 2min42s melhor que Ederson, o fundista etíope naturalizado baremita Dawitt Admasu conquistou a sua segunda São Silvetre – a primeira conquista aconteceu em 2014. O pódio foi completado por Belay Bezabh (ETI), Edwin Rotich (QUE), Birhanu Balew (BAH) e Paul Kipchumba Lonyangata (QUE).