<
>

Treinador de estrangeiros prevê “grande prova” neste domingo

O brasileiro Moacir Marconi, mais conhecido como Coquinho, treina e empresaria alguns dos principais estrangeiros envolvidos na 93ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre. A prova deste domingo, de acordo com o ex-atleta, será uma das mais disputadas.

“Acho que vai ser uma grande São Silvestre, provavelmente a melhor dos últimos tempos. Há muitos estrangeiros de elite, com grandes resultados. Com esse nível, inclusive os resultados devem melhorar muito em relação aos dois anos anteriores”, projetou.

Entre os aletas de sua equipe, Coquinho destaca o queniano Edwin Kipsang, ganhador das edições de 2012 e 2013 da São Silvestre. Para a prova feminina, ele aponta Leah Jerotich, mais uma queniana, campeã da última Volta da Pampulha. “Acho que estou com um grupo legal”, resumiu.

Marilson Gomes dos Santos, campeão em 2010, foi o último representante do Brasil a vencer a São Silvestre. Entre as mulheres, o jejum de atletas da casa é ainda maior, uma vez que Lucélia Peres ganhou em 2006. Questionado se o tabu tende a aumentar, Coquinho foi cauteloso.

“É claro que ninguém ganha na véspera. É uma competição. Então, a gente tem que aguardar”, afirmou o ex-atleta. “Mas essa São Silvestre não vai ser fácil para ninguém. Nem para os brasileiros nem para os estrangeiros. Acho que vai ser uma grande prova”, reiterou.

Giovani dos Santos, presente no pódio das últimas seis edições da São Silvestre, é a principal esperança do Brasil. Na prova feminina, despontam Tatiele de Carvalho, sétima colocada em 2016, e Joziane Cardoso. As mulheres largam às 8h40 (de Brasília) deste domingo, 20 minutos antes dos homens.

Para ver a grande prova que imagina, Coquinho espera que a umidade relativa do ar fique em torno de 60%. “Muito abaixo e muito acima disso prejudica”, avaliou o técnico e empresário, proprietário de um centro de treinamento na cidade paranaense de Nova Santa Bárbara.